Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

Marcadores


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Felipão deixa pelo caminho metade de seus primeiros convocados

Luiz Felipe Scolari mudou bastante de ideia desde a convocação para seu primeiro amistoso na volta à seleção brasileira, no dia 6 de fevereiro de 2013, para jogo contra a Inglaterra, até a lista do jogo de 5 de março de 2014, contra a África do Sul, último teste antes do anúncio final para a Copa do Mundo.
Do começo do ano passado até aqui, metade dos 20 atletas chamados inicialmente pelo treinador ficaram pelo caminho. Seriam 11 se fosse levada em conta a possível ausência de Fred por nova lesão. Três atletas que jogam em times nacionais ainda serão convocados, e o atacante do Fluminense deve ser lembrado.
Permaneceram Júlio César (Toronto F.C), Daniel Alves (Barcelona), David Luiz (Chelsea), Dante (Bayern de Munique), Ramires (Chelsea), Paulinho (Corinthians), Oscar (Chelsea), Neymar (Santos) e Hulk (Zenit).
Os ‘abandonados', a seguir:
Diego Alves (Valencia)
Júlio César se manteve entre os goleiros de Felipão nas convocações seguintes, mas Diego Alves ficou pelo caminho. O jogador do Valencia perdeu o posto de reserva para Jefferson, do Botafogo e não é sequer cotado para ser o terceiro goleiro na Copa. A vaga é disputada por Diego Cavalieri, do Fluminense e Victor, do Atlético-MG.
Felipe Luis (Atlético de Madrid) e Adriano (Barcelona)
Rivais na concorrida briga pelo título espanhol, Felipe Luis e Adriano não foram beneficiados pelo sucesso dos seus clubes no decorrer da temporada, e nenhum dos dois deve ter a honra de representar a seleção no Mundial dentro de casa. Marcelo, do Real Madrid, assumiu a lateral esquerda e Maicon, na Roma, virou reserva de Daniel Alves na direita. Na reserva da esquerda, Maxwell, do Paris Saint-Germain, deve ser o escolhido.
Leandro Castán (Roma) e Miranda (Atlético de Madri)
O bom momento da Roma de Castán e do Atlético de Miranda tampouco sensibilizaram Felipão na escolha dos zagueiros. Thiago Silva, do PSG, é, indiscutivelmente, o companheiro de David Luiz, do Chelsea, na dupla de zaga. Dante, do Bayern de Munique, é o reserva imediato. Marquinhos, do PSG, Réver, do Atlético-MG, Dedé, do Cruzeiro ou até Henrique, agora no Napoli, brigam pela quarta vaga.
Arouca (Santos)
A concorrência no meio-campo é grande, e não há lugar para Arouca. Luiz Gustavo, do Wolfsburg, está garantido como primeiro volante e Paulinho, do Tottenham, como segundo homem. Lucas Leiva, do Liverpool, corre por fora e agora Fernandinho, do Manchester City, convocado na lista para o amistoso com a África do Sul, surge como opção. Ainda há Fernando, do Porto.
Hernanes (Internazionale)
Recém-negociado pela Lazio com a Internazionale, onde começou com pé direito, Hernanes foi lembrado por Felipão ao longo de todo o período pré-Copa e justamente no último teste antes da chamada final para o Mundial ficou de fora. Ramires, do Chelsea, voltou à seleção para ficar depois de entrevero com o treinador brasileiro, e Willian, seu companheiro na Inglaterra, se juntou ao grupo de Scolari no final do ano passado e também parece ter cavado sua vaga.
Ronaldinho Gaúcho (Atlético)
Se Hernanes esteve nos planos até a reta final e agora pode ser descartado, o que dizer de Ronaldinho Gaúcho? O craque teve sua chance de provar de que deveria disputar a terceira Copa da carreira, mas não aproveitou.
Lucas (PSG)
O ex-são-paulino Lucas caiu de produção no Paris Saint-Germain depois de um bom início na Europa, a queda se refletiu na seleção, e a Copa deixou de ser realidade para o garoto de 21 anos. Na sua posição, além de Hulk e Neymar, estará outro jovem de rapidez e agilidade, Bernard, do Shakhtar Donetsk.
Luis Fabiano (São Paulo)
Por mais que esta seja a posição mais carente do time, Luis Fabiano fez um 2013 fraco com o São Paulo e não poderá repetir o bom desempenho da Copa do Mundo de 2010, quando marcou três gols e foi o artilheiro do time de Dunga na campanha até as quartas de final, no Mundial do Brasil. Fred, ausente das últimas partidas da seleção e dúvida nesta - três atletas que jogam em times nacionais ainda serão convocados -, é o preferido de Felipão, e Jô deve ser o reserva, ainda que haja espaço para surpresas.
Veja a lista completa de convocados para o amistoso contra a África do Sul:
GOLEIROS
Jefferson
Júlio César
Queens Park Rangers
ZAGUEIROS
Thiago Silva<David LuizDante
Thiago SilvaDavid LuizDante
PSGChelseaBayern de Munique
LATERAIS
Daniel AlvesMaiconMarcelo
Daniel AlvesRafinhaMarcelo
BarcelonaBayern de MuniqueReal Madrid
VOLANTES
PaulinhoLuiz GustavoLuiz GustavoLuiz Gustavo
PaulinhoLuiz GustavoRamiresFernandinho
TottenhamWolfsburgChelseaManchester City
MEIAS
OscarLucasLucas
OscarWillianBernard
ChelseaChelseaShakhtar
ATACANTES
NeymarHulk
NeymarHulk
BarcelonaZenit

Um grande abraço.
Fonte: ESPN

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Na despedida, jogadores do Coritiba B lamentam derrota para o Atlético-PR

Time comandado por Zé Carlos perde um jogador no primeiro tempo e não consegue reagir na partida. Coxa, com o time principal, volta a campo na sexta-feira



Uma derrota para ser esquecida. Foi assim que os jogadores do Coritiba resumiram o revés deste domingo para o Atlético-PR, na Vila Capanema, pela quinta rodada do Campeonato Paranaense. Os comandados do técnico Zé Carlos perderam por 3 a 0 e se despedem da competição, cedendo espaço aos jogadores da equipe principal, do treinador Dado Cavalcanti.
Na opinião da maioria dos jogadores alviverdes, a expulsão do zagueiro Igor Leandro, aos 34 minutos do primeiro tempo, foi determinante para o resultado negativo. 
- É uma derrota para ser esquecida. Corremos muito, mas ficamos sem um jogador no primeiro tempo, aí teve o pênalti para o Atlético e ficou muito difícil. Na etapa final começamos bem, mas no nosso melhor momento tomamos o segundo gol, o que desestruturou a nossa equipe. É um jogo para ser esquecido, ainda mais da maneira que foi, mas temos muito campeonato pela frente. Agora é levantar a cabeça e procurar descansar durante a semana porque sexta-feira tem mais – avaliou o zagueiro Bonfim.
 Para o lateral-direita Eltinho, que entrou aos 35 minutos do segundo tempo, no lugar de Keirrison, a atuação do Coritiba deixou a desejar.
- Agora é trabalhar para dar sequência no grupo principal, hoje infelizmente não deu pra conseguir a vitória. Foi um jogo difícil, vão falar muita coisa, que a base não é boa, mas isso é mentira. Não fomos bem, nosso time permitiu muitas vezes, o time deles marcou, chutou e fez o gol. Nós não – disse o jogador.
O meia Dudu Figueiredo, que atuou durante toda a partida, lamentou a segunda derrota do Coritiba, que havia perdido na estreia para o Maringá.
- Novamente não conseguimos fazer uma boa partida. Temos que levantar a cabeça e trabalhar para dar continuidade – afirmou o camisa 11.
Após a derrota, o Coritiba terá a semana toda de trabalho para entrar em campo com a equipe principal diante do Rio Branco-PR, na sexta-feira, no Couto Pereira.
Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte

Chuva atrapalha, mas Remo goleia Cametá e confirma classificação

Azulinos vencem Mapará por 4 a 1 no Mangueirão e fazem final do primeiro
turno do Campeonato Paraense contra o Paysandu, no próximo domingo



A chuva forte de inverno paraense atrapalhou o espetáculo deste domingo, mas não evitou uma verdadeira enxurrada de gols no Mangueirão. Pouco antes da partida entre Remo e Cametá começar, o gramado do estádio já estava encharcado. Assim, as duas equipes tiveram bastante dificuldade de tocar a bola e fazer o jogo fluir com leveza. Os chutões e as ligações diretas foram recorrentes, assim como as faltas mais duras e os carrinhos.
No segundo tempo, porém, o Mapará foi desesperado ao ataque e deu espaço para o Leão golear. No fim, 4 a 1 para os azulinos, que enfrentam o Paysandu na final da Taça Cidade de Belém. Já o Cametá volta a campo apenas no dia 6 de março, contra o próprio Remo, na rodada de abertura do segundo turno do estadual.
Partida começa dura e tem placar magro
Apesar da dificuldade técnica, o Cametá – em desvantagem no placar agregado após perder por 2 a 0 no confronto de ida – começou pressionando o Remo. O atacante Kênia tentou várias vezes chutes de fora da área, assim como o zagueiro Preto Barcarena nas cobranças de falta. O goleiro Fabiano foi obrigado a fazer boas defesas, salvando a equipe azulina principalmente no chute de Kênia aos 35 minutos.
Do outro lado, a equipe azulina jogou de forma comedida, ciente da boa vantagem adquirida no jogo de ida, no Parque do Bacurau. As principais jogadas exploradas pelo Leão foram os contra-ataques em velocidade, puxados por Zé Soares, Thiago Potiguar e os laterais Alex Ruan e Diogo Silva; este último que insistiu em cruzamentos na área, mas pecou na pontaria e poucos lances foram aproveitados por Leandrão, a referência de ataque do Remo dentro da área. 
Quando não se esperava mais nada no primeiro tempo, Zé Soares “achou” uma brecha na defesa do Mapará – até então uma das melhores da competição. O atacante azulino entrou na área pela direita, chutou cruzado e a bola desviou na zaga antes de entrar no gol e encerrar a primeira etapa da partida.
Segundo tempo tem chuva de gols e “olé” da torcida azulina
Se no primeiro o placar foi inaugurado apenas no apagar das luzes, na etapa final o zagueiro Rogélio ampliou a vantagem do Remo logo aos três minutos, após cruzamento de Thiago Potiguar, deixando o time da capital em posição confortável com o 2 a 0 no placar. Para tentar reverter a situação, o técnico Adonaldo Viana, do Cametá, deixou o time com três atacantes – botando Júnior Frutuoso no lugar no volante Frank – e partiu para o tudo ou nada. 
A mudança fez efeito aos cinco minutos, quando Jaílson desviou de cabeça após lançamento na área: 2 a 1. O Mapará agora estava muito ofensivo, pressionava o Remo, mas também mostrava fragilidade em sua defesa, muito exposta a contra-ataques. Em uma tarde inspirada, o goleiro azulino Fabiano evitou vários gols cametaenses. A cada chance perdida pelo time do interior, mais desesperados ficavam os atletas do Cametá.
Torcida do Remo contra o Cametá (Foto: GLOBOESPORTE.COM)Torcida do Remo lotou arquibancadas do Mangueirão neste domingo (Foto: GLOBOESPORTE.COM)
Charles Guerreiro então colocou Ratinho no lugar do cansado Zé Soares. Vindo do banco, o meia-atacante quis mostrar serviço e foi derrubado na área logo em sua segunda jogada em campo. Eduardo Ramos cobrou o pênalti no canto esquerdo, mas o goleiro Alencar Baú escolheu o lado errado e viu a bola entrar: 3 a 1 para o Leão.
Com os donos da casa já valorizando a posse da bola e ditando o ritmo do jogo, o meia Athos saiu do banco e fez o gol mais bonito da noite, para fechar o caixão cametaense. Após receber belo passe do "ER33", Athos driblou o zagueiro Gil e bateu no canto direito, com categoria, garantindo a goleada remista e a alegria da torcida azulina aos 42 minutos. A torcida começou então a festa antes mesmo do apito final, soltando "olé" a cada troca de passes do time em campo.
Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte

Com o pé direito: Vitória goleia o Serrano em estreia no Baianão 2014

Rubro-Negro confirma veia goleadora. Equipe treinada por Ney Franco acumula 16 gols na atual temporada, média superior a dois tentos por partida em 2014


Um cartão de visitas digno do atual campeão estadual. Neste domingo, o Vitória goleou o Serrano pelo placar de 4 a 1 no estádio Roberto Pereira, em Teixeira de Freitas, pela estreia no Campeonato Baiano 2014, e deu o primeiro passo em direção à tentativa de conquistar o segundo título consecutivo na competição. Dinei, Juan, Ayrton e Marquinhos marcaram para o Rubro-Negro. Jadílson descontou para a equipe mongoió.
O triunfo confirma a veia goleadora do Vitória na temporada 2014. O time treinado por Ney Franco disputou sete partidas no ano e marcou 16 gols, média superior a dois tentos por confronto. O resultado da partida deste domingo, que contou com um público de 2.703 pessoas para uma renda de R$ 72.495, coloca o Rubro-Negro na segunda colocação do Grupo 2, atrás apenas do Vitória da Conquista, que goleou a Catuense por 5 a 0 em Alagoinhas e fica com a liderança da chave pelo saldo de gols. O Serrano, que terminou a primeira fase do Baianão como líder, é o penúltimo colocado do Grupo 3, que conta com Bahia, Catuense e Juazeirense.
Embalado pela boa estreia, o Vitória volta a campo na próxima quinta-feira, quando encara a Catuense no estádio de Pituaçu. Já o Serrano enfrenta o Galícia em Salvador, em duelo marcado para o sábado.
Estreia com apoio dos artilheiros
Estádio cheio, torcedores agitados e muito calor. Após passar o mês de janeiro na disputa da Copa do Nordeste, o Vitória finalmente estreava pelo Campeonato Baiano 2014. O Rubro-Negro, no entanto, parecia estar fora de sintonia. O time treinado por Ney Franco passou bons minutos perdido dentro de campo até se dar conta que o estadual já havia começado. E por pura sorte o Serrano não se aproveitou do cochilo da equipe de Salvador. Revelado pelo Bahia, o meia Fábio Gama quase marcou um golaço nos instantes iniciais do confronto. O jovem atleta recebeu passe na grande área, aplicou um drible desconcertante no zagueiro Matheus Salustiano e acertou a rede pelo lado de fora da meta defendida por Wilson.

Insatisfeito com o desempenho rubro-negro, Ney Franco chamou alguns jogadores para uma conversa a pé de ouvido. Aos poucos, o time rubro-negro se encontrou dentro de campo, mas faltava ameaçar verdadeiramente o gol defendido por Gil. Até metade do primeiro tempo, o Vitória tinha finalizado apenas uma jogada. Como que por teimosia, a bola insistia em não encontrar a meta do Serrano. O cenário perdurou até que Dinei, apagado no duelo, mostrou o faro de artilheiro.

Ainda sem marcar em 2014, o centroavante recebeu lançamento de Escudero, dominou já na grande área e tocou na saída de Gil para abrir o placar no estádio Roberto Pereira. Melhor na partida, o Serrano partiu para o ataque para tentar igualar o marcador. Logo após sofrer o gol, Everton chutou cruzado na saída de Wilson e Luiz Gustavo quase marcou contra. No lance seguinte, Jadílson aproveitou uma bola mal afastada pela defesa e chutou de fora da área. Wilson, mal posicionado, não conseguiu fazer nada. Com o gol, o ritmo da partida caiu. O Vitória seguiu sem ameaçar, mas achou novamente um gol, desta vez com um artilheiro improvável. Marquinhos recebeu pela direita, cruzou na área e Gil afastou mal. Na sobra, Juan tocou fraco, mas o suficiente para a bola morrer no fundo das redes, quarto gol do lateral na temporada, principal goleador do time rubro-negro no ano.
Triunfo vira goleada
Com o triunfo parcial no placar, a torcida do Vitória esperava que o time tivesse mais tranquilidade na partida para começar a apresentar um bom futebol. No entanto, foi o Serrano que mais uma vez tomou a iniciativa da partida e foi para cima da defesa rubro-negra. Wilson precisou se virar para impedir o gol de empate do time mongoió em cobrança de falta de Marcone. 

Após um início de segundo tempo preguiçoso, o Vitória finalmente conseguiu se soltar na partida. Ney Franco colocou Danilo Tarracha na partida e Juan foi deslocado mais uma vez para o meio de campo. A substituição deu certo. O Rubro-Negro deslanchou, passou a ter mais presença ofensiva e chegou ao terceiro gol com uma bela cobrança de falta de Ayrton. O lateral bateu do meio da rua, a bola desviou na barreira e morreu no ângulo da meta de Gil.

Mais à vontade, o Vitória passou a articular melhor as jogadas de ataque. Os homens de frente eram mais acionados e Gil precisou trabalhar bastante. Enquanto tentava se defender de todas as formas, o Serrano levou o quarto gol. Marquinhos recebeu passe na grande área e bateu de chapa, no cantinho, sem chance de defesa para o goleiro mongoió. Dinei ainda acompanhou o lance para ter certeza de que a bola entraria no gol e de que o Rubro-Negro teria uma estreia com o pé direito no Campeonato Baiano 2014.
Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte

De uniforme e técnico novos, Galícia ‘demole’ o Bahia com virada na Fonte

Equipe conhecida como ‘Demolidor de Campeões’ bate o Tricolor por 2 a 1 e piora crise vivida pelo Esquadrão de Aço após a eliminação precoce no Nordestão


Na tarde deste domingo, a pressão nos ombros do técnico Marquinhos Santos era maior que o normal. Era o peso de um mundo, de uma nação. Era a responsabilidade de iniciar a reabilitação do Bahia após a eliminação precoce na Copa do Nordeste. E o primeiro passo da missão era justamente na Arena Fonte Nova, diante da torcida. Uma torcida impaciente que, neste domingo, não marcou presença maciça e que levou à arquibancada uma enorme faixa que dizia “Campeonato Baiano é obrigação”. Uma torcida que vaiou, protestou e pressionou. E que viu a “obrigação” começar mal: na reedição do Clássico das Cores, após 15 anos, derrota por 2 a 1 para o Galícia, diante de um público de 6.671 espectadores.   
A estreia do Tricolor no estadual teve apresentação de um futebol questionável, que se refletiu no placar. Diante do Granadeiro, que estreava uniforme – em homenagem à seleção da Espanha – e treinador novos – Ricardo Silva –, o Bahia se bateu na criatividade e no último passe, mas conseguiu sair na frente. O Azulino, por outro lado, se fechou na defesa e não criou grandes oportunidades – até o segundo tempo, quando os contra-ataques e as boas defesas de Tigre sacramentaram a demolição do Tricolor. O gol do Esquadrão ficou na conta de Rhayner, artilheiro tricolor na temporada, com três tentos marcados. Pelo Demolidor de Campeões, Davidson e Ancelmo balançaram as redes.
Mesmo sem nenhum ponto conquistado, o Esquadrão ocupa o 2º lugar no grupo 3. Já o Grandeiro é o 3º colocado do grupo 2. Na próxima quarta-feira, o Bahia enfrenta o Jacuipense no estádio de Pituaçu, às 21h15m (horário local). Já o Galícia volta a jogar no sábado, no mesmo estádio, contra o Serrano.
Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte

Zagueiro-artilheiro, Léo celebra superação de desentrosamento contra América-MG


Autor dos gols do Cruzeiro na vitória por 2 a 0 no clássico contra o América-MG, o zagueiro Léo se mostrou feliz com o feito apesar de tomar bordoadas dos colegas e disse que o elenco mostrou força ao vencer mesmo com apenas três titulares (o goleiro Fábio, o próprio defensor e o atacante William) atuaram neste domingo no Mineirão.
"Foi um dia feliz por marcar dois gols. É difícil esperar isso de um zagueiro, mas, quando a gente tem essa oportunidade, mesmo tomando umas bordoadas na orelha, a gente gosta", disse Léo. "A vitória serviu para mostrar a força da equipe, que superou a falta de entrosamento. Quando surgir a oportunidade, a gente vai estar pronto.
Apesar do sucesso ofensivo, o jogador pensa por enquanto apenas em garantir a solidez defensiva do Cruzeiro para a partida contra o Real Garcilaso, válido pela estreia na Libertadores da América. "A gente sempre se cobra no início e no intervalo para não tomar gols. Este é o primeiro fundamento", finalizou o zagueiro-artilheiro.
Com a vitória sobre o América-MG, o Cruzeiro manteve liderança do Campeonato Mineiro, com 10 pontos, três a frente do vice-líder Tupi. A estreia na Libertaodres acontece nesta quarta-feira, no Peru.

Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Emerson leva terceiro cartão amarelo e não pega o Palmeiras: 'Pois é'; Mano perdoa

Emerson convenceu Mano Menezes de que merecia a vaga de Paolo Guerrero e foi titular no empate por 1 a 1 do Corinthians com o Mogi Mirim. Teve atuação razoável e, cometendo falta de necessidade bastante questionável aos 46 minutos do segundo tempo, recebeu o terceiro cartão amarelo.
O Sheik, assim, não poderá enfrentar o arquirrival Palmeiras - dono, de longe, da melhor campanha do Campeonato Paulista - no clássico marcado para o próximo domingo, no Pacaembu. Questionado sobre a suspensão automática que terá de cumprir, o atacante foi sucinto: "Pois é".
Perguntado sobre a falta cometida por Emerson no fim do jogo, Mano Menezes defendeu o seu jogador. "Não podemos ficar procurando pelo em ovo. Ele foi fazer a cobertura, tentou desarmar sem a falta, mas não conseguiu. Se não tivesse feito a falta, poderíamos ter tomado um gol. Poderia ser ainda mais danoso", analisou o treinador.
O cartão amarelo de Emerson provavelmente devolverá Guerrero ao time titular alvinegro - ou preto e amarelo, se a escolha de vestuário de Mogi seja repetida em São Paulo. Outro que provavelmente sairá, por opção técnica, é Zé Paulo, que não foi bem no interior.
O garoto foi substituído no intervalo por Danilo, que fez a equipe melhorar bastante no segundo tempo. Mano ainda espera finalmente contar com Renato Augusto no clássico e também pensa em promover a estreia de Jadson. Assim, Cachito Ramírez é mais um que pode perder espaço entre os titulares.
Seja como for, a escalação será escondida até momentos antes da partida. O treinador do Corinthians já avisou que não divulgará escalações e chegou a fazer treino fechado antes de um jogo contra o Bragantino. Diante do Palmeiras, é de se esperar um mistério ainda maior.

Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Gre-Nal 399: Polêmica, revolta de D'Alessandro e início de jejum gremista

Disputado, o clássico entre Grêmio e Internacional, disputado no último domingo, ganhou um assunto especial aos 33min da segunda etapa, quando o árbitro Leandro Vuaden assinalou pênalti do zagueiro Paulão. A acusação: um toque de mão do defensor. A consequência: revolta dos jogadores do Internacional, que, posteriormente, viram Barcos decretar o empate por 1 a 1 no 399º Gre-Nal da história das duas agremiações.
Andrés D'Alessandro, capitão do Internacional, era o mais revoltado com a arbitragem. O meia deixou o setor ofensivo e correu até a área para questionar Vuaden. A reclamação veemente do camisa 10 resultou no cartão amarelo (Paulão e Fabrício também acabaram advertidos); suficiente para segurar o ímpeto do jogador, pelo menos até o final da partida.
A primeira oportunidade de defesa de D'Alessandro ocorreu na beira do gramado, diante dos microfones dos repórteres presentes na Arena do Grêmio. "Fomos roubados de novo. O que aconteceu no último Gre-Nal aqui (também marcado por reclamações do Inter por conta de duas expulsões)? Hoje aconteceu a mesma coisa. Não dá", revoltou-se o argentino, antes de ser retirado por seguranças do Internacional para não alimentar uma polêmica ainda maior.
Vinícius Costa/Preview.com/Gazeta Press
Barcos comemora depois e empatar o Gre-Nal
Barcos comemora depois e empatar o Gre-Nal
O lance duvidoso serviu para novamente separar em lados opostos Grêmio e Internacional. Além do camisa 10, outros jogadores saíram em reclamação a Leandro Vuaden. "Não foi pênalti. A bola quicou na área, o Muriel saiu e todo mundo viu que ele que deu com a mão. Ele (árbitro) disse que eu dei com a mão, mas não", questionou Paulão, envolvido diretamente no lance - as imagens mostram a bola tocando no braço do defensor.
Pelo lado do Grêmio, obviamente, o pênalti foi claro. "Foi pênalti. Eu estava de frente e ele bateu a bola com a mão. No primeiro tempo não deram um pênalti claro para a gente também", analisou Barcos, autor do gol que definiu o empate no primeiro clássico entre as equipes nesta temporada.
O resultado de empate alivia a situação gremista às vésperas da estreia na Copa Libertadores da América, marcada para a próxima quinta-feira, contra o Nacional, no Uruguai. Além da campanha de três vitórias, três empates e uma derrota no Gaúcho, o clube tricolor já inicia um jejum incômodo no que se trata do clássico mais esperado do Rio Grande do Sul.

Um grande abraço.
Fonte: ESPN
←  Anterior Proxima  → Inicio

Curte Nossa Página no Facebook




Seguidores

Total de visualizações