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domingo, 15 de setembro de 2013

Alex marca golaço no fim e salva Coritiba de derrota para o Bahia

Alex novamente apareceu para salvar o Coritiba em uma partida do Campeonato Brasileiro. Com um gol de puxeta do camisa 10 nos acréscimos da partida, o clube alvinegro empatou por 2 a 2 com o Bahia, no Couto Pereira, e evitou o segundo revés seguido na Série A.
A equipe baiana abriu o placar aos 19 minutos da primeira etapa, com Wallyson, que aproveitou vacilo da defesa para receber na área e bater para o fundo das redes. Depois do intervalo, aos oito minutos, William Barbio passou pela defesa para chutar e fazer o segundo.
O Coritiba, entretanto, reagiu. Júlio César, aos 19 minutos, subiu com Titi na área e contou com gol contra para descontar. Alex, aos 48 minutos, com um golaço de puxeta, deixou tudo igual.
Na próxima rodada, o Coritiba enfrenta o Goiás, quarta-feira, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba. Já o Bahia o volta a campo na quinta-feira, quando recebe o Internacional, na Fonte Nova, em Salvador.
O jogoA equipe alviverde tentava impor seu ritmo desde o apito inicial, mas enfrentava uma marcação forte por parte do tricolor. Aos quatro minutos, Diogo abriu espaço e arriscou o chute, fácil para Marcelo Lomba, que segurou com tranquilidade. Como já está se tornado rotina no Coxa, aos 10 minutos, Uelliton sentiu uma lesão muscular e foi substituído pelo argentino Bottinelli.
Alex teve a primeira oportunidade para aparecer na partida, aos 15 minutos, em cobrança de falta que a defesa baiana afastou sem maiores problemas. Porém, a resposta foi fatal. Em sua primeira chegada ao ataque, aos 19 minutos, o Bahia abriu o placar, com Wallyson, que aproveitou cruzamento de William Barbio e falha de Vinícius na área para bater para o fundo das redes.
O jejum do Bahia de quatro jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro chegou ao fim na tarde deste domingo. O encerramento da incômoda situação teve como palco o Estádio Couto Pereira, em Curitiba. Mesmo atuando fora de casa, a equipe do técnico Cristóvão Borges derrotou o Coritiba pelo placar de 2 a 1, com grande atuação de William Barbio, e se reabilitou na competição.
Pressionado e ouvindo o coro de ‘burro' da torcida, o técnico Marquinhos Santos sacou Diogo para a entrada de Iberbia. Aos 28 minutos, William, na cara do gol, se marcação, chutou pela linha de fundo e perdeu grande chance para ampliar. Bottinelli não ficou atrás e perdeu gol em condições semelhantes, aos 35 minutos. Aos 45 minutos, Júlio César cobrou falta e Lomba defendeu em dois tempos.
Para a etapa final, o Bahia voltou com Fahel no lugar de Angulo. Aos cinco minutos, Gil arriscou de longe e Lomba teve trabalho para segura. Mas, aos oito minutos, William Barbio tirou Chico da jogada e ficou com espaço aberto para chutar e fazer o segundo gol. Ironicamente, a torcida coxa-branca comemorou o lance. Aos 12 minutos, Alex cobrou falta no canto do goleiro e a bola passou raspando a trave.
O Coritiba errava demais, especialmente na última bola, e sequer conseguia descontar no placar. Aos 16 minutos, Júlio César deixou Vinícius de frente para o crime, o jogador conseguiu bater para fora. Até que, aos 19 minutos, Júlio César, que sofria pressão da torcida, subiu com Titi e aproveitou cruzamento para testar e marcar.
O time alviverde tentava pressionar para pelo menos buscar um ponto. Aos 29 minutos, Robinho cobrou falta no meio da área e Lucas Fonseca afastou o perigo. Aos 37 minutos, Wallyson se atrapalhou com a bola, entregou para Chico, que desviou para defesa de Lomba. Confusão na entrada da área baiana, aos 44 minutos, a bola sobrou com Alex e o chute saiu fraco. Aos 48 minutos, com uma bela virada na área, Alex salvou mais uma vez o Coxa.
FICHA TÉCNICA
CORITIBA 2 X 2 BAHIA
Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data: 15 de setembro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sa (RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazone (RJ) e Jackson L Massarra dos Santos (RJ)
Cartões amarelos:Júlio César, Robinho, Vitor Junior (Coritiba); Titi (Bahia)
Gols:
CORITIBA: Júlio César, aos 19 minutos e Alex, aos 48 minutos do segundo tempo
BAHIA: Wallyson, aos 19 minutos do primeiro tempo e William Barbio, aos 07 minutos do segundo tempo
CORITIBA: Vanderlei; Vinícius (Jânio), Luccas Claro, Chico e Diogo (Iberbia); Gil, Uelliton (Bottinelli), Robinho e Alex; Vitor Júnior e Julio César
Técnico:Marquinhos Santos
BAHIA: Marcelo Lomba; Ângulo (Fahel), Lucas Fonseca, Titi e Raul; Fabrício Lusa, Hélder, Feijão e William Barbio; Wallyson e Obina (Souza)
Técnico: Cristóvão Borges

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Flamengo arranca empate com a Ponte no fim e segue na briga contra o Z4

O Flamengo sonhava em chegar pela primeira vez no campeonato a duas vitórias seguidas.
Não foi possível. Mesmo assim, não dá para dizer que o saldo tenha sido negativo para o time rubro-negro. Mesmo com um jogador a menos após a expulsão de Samir no início do segundo tempo, a equipe conseguiu reagir e arrancou empate em 1 a 1 com a Ponte Preta neste domingo, no Moisés Lucarelli. O veterano André Santos foi o responsável por assegurar o ponto fora de casa. O lateral Artur havia aberto o placar para os donos da casa.
Na briga contra o rebaixamento, a Macaca pode dizer que rompeu a sequência de sete derrotas consecutivas no campeonato. O clube trabalha com dez vitórias nos 18 compromissos restantes para se salvar da Série B.
Com o resultado no interior de São Paulo, a Ponte alcança 16 pontos e segue na vice-lanterna, à frente apenas do Náutico, que vem sete atrás. O Flamengo fica com 26, na 12ª posição, e não pode vacilar na briga para fugir da zona da degola.
O duelo marcou o reencontro entre Jorginho e o time da Gávea. O tetracampeão mundial comandou a equipe rubro-negra nas quatro primeiras rodadas - dois empates e duas derrotas - e foi demitido após perder para o Náutico por 1 a 0, no dia 6 de junho. Ele não sabe o que é vitória em suas cinco primeiras partidas no Moisés Lucarelli.
Para incentivar ainda mais o time, a diretoria campineira fez promoção nos ingressos e pôs o preço a no máximo R$ 5.
Na próxima rodada, o Flamengo recebe o Atlético-PR no Maracanã, na quinta-feira. A sensação do campeonato tenta se recuperar após perder a invencibilidade de 13 jogos e vem de três partidas sem vencer. A Ponte segue dentro de casa e tem parada difícil diante do Corinthians na quarta-feira.
O jogo - Ao todo, Mano Menezes teve quatro desfalques para enfrentar a Ponte Preta neste domingo. O goleiro Felipe, com dores no tornozelo, Chicão e Leonardo Moura, também com problemas físicos, e Elias, suspenso, ficaram todos de fora no Moisés Lucarelli.
O ex-comandante da seleção carregava, ainda assim, a expectativa de poder aumentar o calvário alvinegro e chegar pela primeira vez no campeonato a duas vitórias seguidas.
A sequência representaria um alívio para o treinador, que, em mais de três meses na Gávea, não conseguiu a perseguida folga na tabela para se livrar da ameaça de rebaixamento e segue em busca de um padrão de jogo. A nota positiva é que ao menos Carlos Eduardo, principal reforço do time na temporada, começou a dar mostras de reação nas últimas rodadas.
Mesmo atravessando melhor momento, o rubro-negro carioca tomou sufoco no primeiro tempo, sobretudo, nas bolas de longa distância.
Aos 12 minutos, o ex-vascaíno Felipe Bastos bateu falta com efeito e tirou tinta da trave de Paulo Victor. Em seguida, o veterano Adrianinho resolveu arriscar da intermediária e forçou o reserva do Fla a mais uma vez se esticar para empurrar para escanteio.
Só dava a Ponte em campo. Depois de cobrança de escanteio, Baraka desviou no primeiro pau e viu a bola cruzar toda a área, levando perigo aos cariocas. Chiquinho também atirou de longe e passou perto. A resposta dos comandados de Mano veio somente aos 41 minutos, em cobrança de falta de João Paulo que subiu demais.
Na volta dos vestiários, o Flamengo veio com outra atitude, trocando passes e invadindo mais o campo da Macaca. Hernanes teve boa chance após excelente combinação com João Paulo e chute à esquerda do goleiro Roberto.
Quando a equipe crescia no jogo, o garoto Samir deu uma ducha de água fria e foi expulso aos 19 minutos ao receber o segundo cartão amarelo por falta violenta em Willian quando o centroavante tentava arrancar no meio-campo.
Ficou ainda pior aos 22: Willian, novamente, carregou a bola, tocou para Chiquinho, que inverteu para a direita e encontrou Artur entrando sozinho. O lateral-direito dominou e afundou o pé para mandar no ângulo e fazer 1 a 0 para a Ponte.
O Flamengo não se deixou abalar pela desvantagem numérica e seguiu pressionando os donos da casa. Em cruzamento de Rafinha, Paulinho correu em diagonal para o meio da área e, não fosse pelo corte providencial de César, poderia ter igualado o placar.
O empate veio aos 42 minutos. André Santos recebeu bola na linha de fundo e cortou para dentro para bater firme. O arremate desviou em dois atletas e traiu Roberto, que saía para o outro lado. 1 a 1 no Moisés Lucarelli.
O zagueiro César, da Ponte, ainda foi expulso nos acréscimos da etapa complementar por entrada criminosa.
FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 1 X 1 FLAMENGO
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 15 de setembro de 2013 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago (MG) e Neuza Ines Back (SC)
Cartão Amarelo: Felipe Bastos(PP); Samir(Fla)
Cartão Vermelho: César (PP) e Samir(Fla)
Gols:
PONTE PRETA: Artur aos 22 minutos do segundo tempo
FLAMENGO: André Santos, aos 42 minutos do segundo tempo
PONTE PRETA: Roberto, Artur, César, Ferron e Uendel; Baraka, Fellipe Bastos(Fernando Bob) e Adrianinho(Luis Ramirez); Adaílton(Rildo), Chiquinho e William
Técnico: Jorginho
FLAMENGO: Paulo Victor; Paulinho, Wallace, Samir e André Santos; Diego Silva(João Paulo), Cáceres, Luiz Antonio, Gabriel(Rafinha) e Carlos Eduardo; Hernane(Marcos González)
Técnico: Mano Menezes

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São Paulo vence segunda com Muricy, deixa Z-4 após nove rodadas e 'afunda' Vasco

No segundo jogo desde a volta de Muricy Ramalho, o São Paulo venceu o Vasco por 2 a 0, em São Januário, e segue 100% sob o comando do treinador. A fórmula foi uma velha conhecida: a bola parada, mais especificamente os escanteios cobrados por Jadson, que encontraram as cabeças de Rodrigo Caio e Antônio Carlos, o segundo contando com a falha do goleiro Diogo Silva.
Com o resultado, o Tricolor deixou a zona de rebaixamento após nove rodadas nas quatro piores colocações do Campeonato Brasileiro. O time hoje é o 15º colocado, com 24 pontos conquistados. O próximo compromisso é a partida contra o Atlético-MG, às 21h50 (de Brasília) da próxima quarta-feira, no Morumbi.
Quem assumiu o lugar do São Paulo na zona de rebaixamento foi, justamente, o Vasco, que agora ocupa a 17ª colocação, com 24 pontos. Após um bom início com o técnico Dorival Júnior, o Cruzmaltino já soma três jogos sem vitória. O próximo compromisso é a partida contra o Vitória, às 19h30 desta quarta, novamente em São Januário.
O jogo
Muricy Ramalho voltou ao São Paulo, e com ele a forte marcação que levou o Tricolor paulista à conquista do tricampeonato brasileiro entre 2006 e 2008. O resultado foi um primeiro tempo de poucas oportunidades, e com preponderância de lances de bola parada.
E foi exatamente assim que o São Paulo inaugurou o marcador em São Januário. Após levar alguns sustos em lances de efeito do jovem meia-atacante Marlone, o Tricolor teve cobrança de escanteio pela esquerda. Jadson cobrou fechado, e Rodrigo Caio subiu para cabecear no ângulo direito de Diogo Silva, sem defesa.
Veio o intervalo, e o técnico Dorival Júnior, precisando da vitória, substituiu o volante Abuda e o atacante Willie pelo meia Dakson e pelo atacante Reginaldo.
Na volta dos vestiários, mais lances de bola parada. Logo no primeiro minuto, Jadson cobrou novo escanteio pela esquerda e encontrou Antônio Carlos, que quase surpreendeu Diogo Silva.
O Vasco respondeu na mesma moeda, e quase empatou em cabeçada de Dakson. No minuto seguinte, Juninho serviu Reginaldo, que finalizou para boa defesa de Rogério Ceni, com os pés.
O Vasco cresceu, e voltou a criar chances com Marlone e Juninho, de falta. Mas o São Paulo deu o golpe mais duro, e ampliou o marcador justo quando parecia que podia se perder no jogo. A fórmula? Mais uma vez, o escanteio cobrado por Jadson, que encontrou Antônio Carlos após saída em falso de Diogo Silva para fazer 2 a 0.
O Vasco partiu para cima nos minutos finais e tentou com Tenorio e Juninho, mas não foi capaz de furar a defesa do São Paulo, agora ainda mais fechada para garantir a vitória. O Tricolor, por sua vez, ainda criou com Aloísio, em contra-ataque.
No fim das contas, ficou por isso: 2 a 0 São Paulo, que segue 100% e parece estar se encontrando com o técnico Muricy Ramalho. O Vasco, por sua vez, acende de vez o sinal amarelo, e busca uma reação imediata para evitar uma luta contra o rebaixamento que parecia uma realidade distante há algumas rodadas.


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sábado, 14 de setembro de 2013

Valdivia sai do jogo de olho roxo: 'Se dou cotovelada, STJD aparece'


Alan Kardec foi expulso após levar um carrinho com os dois pés altos, empurrão e pisão quando estava no chão do goleiro Matheus e uma cusparada de Willians, mas quem saiu irritado do jogo com o América-MG foi Valdivia. Com olho roxo e boca inchada, o meia, que já foi punido neste ano pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), cobrou rigor também aos adversários.

"Quando sou eu que recebo cotovelada, ninguém fala nada, passa despercebido. Quando eu dou, STJD aparece, alguns setores da imprensa ficam falando... A prova do que recebi hoje está aqui. Fazer o quê? Quando sou eu não tem problema", chiou o chileno, que caminhou aos vestiários colocando gelo no olho esquerdo e nos lábios.

O camisa 10 disse ter recebido uma cotovelada que o árbitro Claudio Mercante Junior, da Federação Pernambucana de Futebol, não viu. Mas o jogador fez questão de mostrar que estava com o olho esquerdo bem fechado e a boca inchada, relatando como foi prejudicado em choque neste sábado. "O que não pode é falar que foi sem querer. É muito fácil bater e depois falar que foi sem querer. E prefiro não falar do juiz, porque depois eu sou punido pelo STJD."
Gazeta Press
Valdivia reclama com o árbitro: jogo teve polêmica e até cusparada
Valdivia reclama com o árbitro: jogo teve polêmica e até cusparada
O desabafo do jogador mais caro do elenco palmeirense tem como origem a mais recente punição que ele recebeu. Valdivia disse ter pedido para levar o terceiro amarelo em jogo contra o Paraná, para ficar suspenso de partida na qual já seria desfalque por estar com a seleção chilena. Por conta de seu ato, o STJD lhe impôs gancho de duas rodadas na Série B, que também não fez diferença porque ele estava com o Chile de novo.

Em relação ao árbitro deste sábado, o camisa 10 se irritou com o lance que gerou a maior confusão do jogo: Márcio Araújo recebeu falta, pediu pênalti, apesar da dúvida se ela ocorrer dentro ou fora da área, e, na sequência, Alan Kardec se desentendeu com o goleiro Matheus, com ambos sendo expulsos.

"Quando você faz uma tabela e o adversário fica na sua frente, ele está te impedindo de avançar. É pênalti. Mas ele falou que deu vantagem. Como, se a bola ficou com eles?", indignou-se o chileno, que não viu o cuspe de Willians no centroavante, que recebeu também um carrinho com os dois pés altos, um empurrão e um pisão do goleiro Matheus quando já estava no chão, o que iniciou o entrevero que envolveu até reservas dos dois times.

"Falei para o juiz que é muito fácil. Lá fora, quando dá problema, o juiz costuma conversar. Mas aqui é mais simples dar vermelho para os dois. Tem que ter mais consciência disso, mas é mais simples dar vermelho para todos", reclamou.

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Inter frustra mais uma vez a torcida e fica no empate com o Vitória

O Inter tem uma folha salarial de aproximadamente R$ 9 milhões, craques de países vizinhos e uma comissão técnica de seleção. Entre os seus torcedores, não resta dúvida: o time pode mais.
Depois de uma fraca campanha dentro de casa no primeiro turno, quando igualou praticamente o seu pior desempenho desde 2006, a equipe levou um susto, chegou a se recuperar, mas começou o returno do Brasileiro com um frustrante empate em 2 a 2 com o Vitória. O paraguaio Luis Cáceres abriu o placar nos minutos iniciais para os baianos e viu o argentino Andrés D'Alessandro marcar duas vezes para virar a partida ainda na etapa inicial. Cáceres mais uma vez deixou tudo igual no segundo tempo.
O prejuízo poderia ter sido maior para os comandados de Dunga. Logo após o gol de Cáceres no final do jogo, Renato Cajá fez bela jogada na entrada da área e quase colocou os visitantes novamente à frente. Na sequência, os donos da casa voltaram a pressionar sem maior perigo.
Com a ausência do Beira Rio como principal desculpa pelo desempenho do clube no campeonato, o Inter tem decepcionado até aqui no estádio do Vale, em Novo Hamburgo. Nos cinco confrontos anteriores, ganhou somente uma vez, empatou três e perdeu uma.
O Vitória, que vinha de cinco reveses no torneio, se dá por contente com o ponto conseguido fora de casa. Os baianos venceram somente uma partida longe de Salvador, na segunda rodada, diante do Náutico, na Arena Pernambuco.
O recém-chegado Ney Franco ainda está atrás de seu primeiro triunfo com a equipe do Barradão. Ele teve de superar uma série de desfalques nesta quarta-feira para escalar o seu time no interior gaúcho - dentre outros, ficaram de fora Maxi Biancucchi, com dores musculares, o argentino Escudero, suspenso, e o goleiro Deola, lesionado. Fabrício, que ficou de fora por cartão vermelho, e Forlán, servindo a seleção uruguaia, foram as baixas de Dunga.
Com o resultado em Novo Hamburgo, o Inter segue na quinta posição, com 31 pontos, e fica a quatro de entrar no G4. O Vitória, que já brigou na parte de cima, se encontra na parte intermediária da tabela, com 24 pontos, na 13ª colocação.
O rubro-negro baiano recebe na próxima rodada o lanteninha Náutico, no Barradão, no domingo. O colorado segue com a sua maratona e viaja para enfrentar o Criciúma no estádio Heriberto Hülse, no mesmo dia.
O jogo - Mesmo desgastado pela forte sequência de jogos - jogou terça diante do Santos, o Inter partiu para cima do Vitória nos primeiros minutos, com boas chegadas de Leandro Damião e Otávio. No entanto, o time gaúcho sofreu um duro golpe logo aos oito minutos. Após receber bom lançamento de Ayrton, Cáceres entrou livre e encobriu Alisson, fazendo um golaço para abrir o placar no estádio do Vale.
Enquanto o colorado encontrava dificuldades para furar a defesa baiana, o Vitória esbanjava perigo nos contragolpes. Num deles, Marquinhos cruzou e Kleber chegou para salvar o time da casa. Aos 17, uma grande chance com Renato Cajá, que entortou Ygor, invadiu a área e chutou para espalmada providencial de Alisson. O Inter enfim levou perigo aos 21: Otávio fez boa jogada pela esquerda e chutou para boa defesa de Wilson.
D'Alessandro, então, entrou em ação. Aos 26, argentino cobrou falta com perfeição e decretou o 1 a 1. Dois minutos depois, Leandro Damião escapou pela direita e cruzou para a chegada de D'Ale, que girou, bateu no cantinho e virou o jogo. Foi o sétimo gol do argentino, que marcou os últimos quatro gols colorados no Brasileirão.
Assustado, o Vitória sentiu o golpe e só chegou de novo com perigo aos 35, em cabeçada de Dinei bem defendida por Alisson. Aos 41, grande chance: Cáceres recebeu na área, matou no peito e emendou um sem pulo que raspou o poste, quase marcando o seu segundo golaço no jogo. Na jogada seguinte, o goleiro colorado se atrapalhou e quase entregou o ouro para Renato Cajá. O Inter deu o troco aos 44, em chute de Leandro Damião que raspou a trave.
No segundo tempo, foi o Inter que tomou a iniciativa. Aos três minutos, Scocco fez boa jogada e cruzou, mas Victor Ramos salvou o Vitória. Aos seis, foi Josimar quem chegou com perigo, mandando de primeira por cima do gol. A partida, porém, seguiu equilibrada, e aos poucos o time baiano foi se soltando em busca do empate. Aos 19, Marquinhos levou perigo em chute da entrada da área.
Pouco depois, o Inter perdeu o goleiro Alisson, lesionado, e Muriel entrou em seu lugar. Aos 27, quatro minutos depois de entrar em campo, o novo goleiro do Inter já sofreu gol: a zaga colorada afastou cruzamento feito para a área nos pés de Cáceres, que mandou de primeira e fez seu segundo golaço da noite: 2 a 2.
Mesmo cansado pela forte sequência de jogos dos últimos dias, o Internacional ainda teve fôlego para chegar ao ataque nos minutos finais. Aos 40, após boa troca de passes, Otávio deu de peito e Scocco girou mandando por cima.
No minuto seguinte, Alex raspou o travessão em belo chute de fora da área. Aos 42, Felipe Lima respondeu para o Vitória: entrou livre pela direita e perdeu grande chance, chutando para fora na saída de Muriel. Alex ainda obrigou Wilson a uma boa defesa aos 47, mas o jogo acabou mesmo no 2 a 2.
FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 2 x 2 VITÓRIA
Local: Estádio do Vale, em Novo Hamburgo (RS)
Data: 12 de setembro de 2013, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: André Luiz Freitas Castro (GO)
Assistentes: Janette Mara Arcanjo (MG) e João Patrício de Araújo (GO)
Público: 4.456 pagantes
Renda: R$ 119.360,00
Cartões amarelos: Índio e Gabriel (Internacional); Michel (Vitória)
Gols:
INTERNACIONAL: D'Alessandro, aos 26 e aos 28 minutos do primeiro tempo
VITÓRIA: Cáceres, aos oito minutos do primeiro tempo e aos 27 minutos do segundo tempo
INTERNACIONAL: Alisson (Muriel); Gabriel, Índio, Juan e Kleber; Ygor (Josimar), Willians, Otávio e D'Alessandro; Scocco e Leandro Damião (Alex)
Técnico: Dunga
VITÓRIA: Wilson; Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Michel, Neto Coruja (Felipe Lima), Cáceres e Renato Cajá; Marquinhos e Dinei
Técnico: Ney Franco

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3x Jô: Atacante faz hat-trick em 17 minutos, e Atlético-MG atropela o Coritiba


17 minutos. Tempo suficiente para marcar três gols e liquidar uma partida. Duvida? Então pergunte a Jô. O atacante iniciou, ampliou e sacramentou a vitória do Atlético-MG por 3 a 0 sobre o Coritiba, nesta quinta-feira, no Independência, em 17 minutos.
O primeiro saiu aos 22 da primeira etapa. Fernandinho fez jogada individual e cruzou rasteiro. Jô, então, abriu o placar. Três minutos mais tarde, para os mais desatentos, o lance parecia replay. Mas não era. Lançamento de Ronaldinho Gaúcho, cruzamento rasteiro de Fernandinho e...gol de Jô.
Já no final do primeiro tempo, aos 39, desta vez foi o próprio Jô que recebeu lançamento, viu Vanderlei adiantado e simplesmente encobriu o goleiro do time paranaense. Nada mal para quem, 48 horas antes, esteve em campo com a camisa da seleção brasileira em Boston (Estados Unidos) e até fez gol na vitória sobre Portugal.
A "noite mágica" de Jô rendeu ao Atlético seis posições, agora é o décimo na tabela, com 25 pontos. Já o Coritiba, que nada pôde fazer para conter o atacante, permanece em oitavo, mas estaciona nos 28 pontos.
Depois de 69 minutos, aos 24 da etapa final, Jô deixou o campo para o lugar de Alecsandro. Sem problemas. Afinal, é melhor poupar o atacante para que, quem sabe, ele volte a se inspirar no próximo domingo, quando o Atlético-MG vai até Porto Alegre enfrentar o Grêmio. Já o Coritiba joga no mesmo dia, recebendo o Bahia, no estádio Couto Pereira.
O jogo
Atuando em casa e precisando da vitória para deixar a zona de rebaixamento, o Atlético-MG iniciou o duelo contra o Coritiba com uma postura bastante agressiva, em busca do gol. Fernandinho e Luan foram bastante acionados pelos lados do campo, com Jô centralizado e Ronaldinho organizando o meio-campo.
Este foi o desenho tático do Atlético-MG e foi responsável pelas principais jogadas ofensivas do time mineiro. Já o Coritiba se preocupou em primeiro lugar em não sofrer o gol, com isso, as linhas de marcação se apresentaram bem compactadas, reduzindo os espaços da equipe mineira. O contra-ataque foi a estratégia usada para tentar surpreender os donos da casa.
Isso quase aconteceu aos dez minutos, quando o time paranaense encaixou uma boa jogada com Robinho, que deu assistência para Bill, que finalizou no canto de Victor, que fez grande defesa, evitando a abertura do marcador. Apesar desta chance, foi o Atlético-MG que criou as melhores chances de gol, dominando a posse de bola usando os lados do campo.
O grande problema do Atlético-MG foi o excesso de passes errados, que resultou na diminuição do poder ofensivo. Já o Coritiba sentiu as ausências de jogadores importantes, caso principalmente do maestro Alex, que foi poupado do duelo no Horto. Sem o craque, os visitantes não tiveram inspiração, assistindo passivamente o domínio alvinegro.
A insistência do Atlético-MG foi premiada aos 23, quando melhorou o passe e Fernandinho arrancou pela esquerda e cruzou na medida para o avante Jô, que balançou a rede no Independência, desencantando no Brasileiro. Inspirado pela passagem na seleção brasileira, Jô voltou a brilhar dois minutos depois, aproveitando mais uma bela jogada de Fernandinho e fuzilando o goleiro Vanderlei para dilatar o placar e levar a torcida à loucura no Horto.
Iluminado, Jô queria mostrar todo seu repertório, e aos 39, voltou a deixar sua marca, marcando o terceiro gol dele e do Atlético-MG na partida. Marcos Rocha acertou lançamento preciso para o matador alvinegro, que usou a categoria para tocar por cobertura, na saída do goleiro do time paranaense, praticamente liquidando a fatura no primeiro tempo.
Apesar da boa vantagem obtida nos 45 minutos iniciais, o Atlético-MG não quis saber de acomodação, e continuou com as rédeas da partida na etapa final. Aos poucos, o Atlético-MG foi diminuindo o ritmo intenso imprimido durante todo o tempo, mas nem assim, o Coritiba conseguiu criar grandes oportunidades contra o goleiro Victor.
Desgastado com os jogos defendendo o Brasil, Jô foi substituído na parte final do jogo por Alecsandro. O avante deixou o campo ovacionado pela torcida. Com seu principal atacante fora do jogo, os atleticanos passaram a controlar o jogo, mas criando chances de ampliar que não foram aproveitadas.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-MG 3 X 0 CORITIBA


Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 12 de setembro de 2013 (quinta-feira)
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Paulo Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e José Antônio Chaves Franco Filho (RS)
Cartões amarelos: Pierre, Fernandinho, Josué, Neto Berola e Alecsandro (Atlético-MG); Willian, Escudero e Lincoln (Coritiba)
Gols: 
ATLÉTICO-MG: Jô, aos 22, aos 25 e aos 39 minutos do primeiro tempo

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre, Josué, Ronaldinho e Luan (Dátolo); Fernandinho (Neto Berola) e Jô (Alecsandro)
Técnico: Cuca

CORITIBA: Vanderlei; Vinícius (Gil), Luccas Claro, Chico e Escudero; Willian, Uelliton, Robinho e Lincoln; Vitor Júnior (Zé Rafael) e Bill (Jânio)
Técnico: Marquinhos Santos

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Em casa, Flamengo bate 'cansado' Santos e salta cinco posições na tabela


Flamengo e Santos estrearam no segundo turno do Campeonato Brasileiro de 2013 com objetivos diferentes. Com 28 pontos, o time visitante mirava o G4. E os mandantes, com apenas 22, buscavam fugir da zona de rebaixamento. Melhor para o Flamengo, que venceu por 2 a 1, chegou aos 25 pontos e ganhou fôlego na tabela. Agora, o time está em 11o lugar. Já o Santos permaneceu com os mesmos 28 pontos e é o oitavo. 
Em uma verdadeira maratona de três jogos em menos de uma semana, o técnico Claudinei Oliveira manteve apenas cinco jogadores do time que vencera o Internacional na última terça-feira: Aranha, Cicinho, Gustavo Henrique, Alison, Cícero e Thiago Ribeiro. Com fôlego renovado.
No Flamengo, Mano Menezes voltou a modificar o time e barrou Luiz Antonio e Rafinha, em relação à equipe que perdeu para o Cruzeiro no último domingo. Paulinho e Carlos Eduardo assumiram as vagas de titulares.
O duelo no Maracanã também ficou marcado como o reencontro entre o meia Renato Abreu e a torcida do Flamengo. Uma torcida organizada chegou a levar uma faixa com os dizeres: 'Obrigado, Renato'. Demitido do clube no dia 17 de junho, ele agradeceu ao carinho da torcida.
Na próxima rodada, o Flamengo vai até Campinas enfrentar a Ponte Preta, enquanto o Santos recebe o Botafogo na Vila Belmiro.
O jogo
A partida do Maracanã começou de forma bem truncada, com os times estudando um ao outro. Em casa, coube ao Flamengo tomar a iniciativa e agredir o adversário. Aos sete minutos, Elias achou Gabriel entre a zaga santista, mas o camisa 10 rubro-negro se enrolou com a bola e chutou para fora. Aos 11 minutos, pelo lado direito, Paulinho foi rápido, invadiu a área, deu um corte seco em Durval e, de frente para Aranha, bateu forte por cima do ângulo esquerdo.
Apesar da ótima chance perdida, a torcida do Flamengo acordou e passou a apoiar o time com maior barulho. O Santos, retraído, apenas tentou um chute com Renê Júnior, que passou bem acima do gol, aos 14 minutos. Com a superioridade na partida, não tardou ao Flamengo abrir o placar. Aos 19 minutos, Léo Moura avançou pela direita, tocou para Hernane, no meio da área. O Brocador tentou dar mais de um toque na bola e até driblou Aranha, mas perdeu o domínio. Na sobra, Léo Moura bateu para o gol vazio e fez o Maracanã ecoar o grito de gol. 1 a 0.
Ao Santos não coube outra alternativa a não ser tentar o ataque. Aos 24 minutos, Cícero, o jogador mais lúcido do time, avançou pelo lado direito e, na área, bateu forte, de direita, por cima do gol de Paulo Victor. Aos 31 minutos, Thiago Ribeiro fez boa jogada pelo lado esquerdo, driblou Wallace com facilidade, mas acabou travado na hora do chute por Gabriel.
Com maior posse de bola, o Flamengo tentava ampliar o placar diante dos gritos de Mano Menezes na área técnica. E quase conseguiu aos 41 minutos, quando Cáceres foi para o lado esquerdo, driblou um adversário e cruzou rasteiro. Hernane tentou de letra e furou. Paulinho tentou chegar e não conseguiu. E o primeiro tempo terminou com uma cobrança de falta de Renato Abreu na arquibancada. Ironicamente, a torcida gritou seu nome. Ainda assim, o meia agradeceu.
No segundo tempo, os times voltaram sem alterações. O Flamengo continuou com mais posse, mas pecava tecnicamente. Até que aos dez minutos, em bola roubada, Paulinho avançou pela direita e lançou Carlos Eduardo. O meia-atacante, muito xingado pela arquibancada, cruzou na medida para Hernane, com um toque só, escorar para o gol. Flamengo 2 a 0. E o Brocador, com o sexto gol na competição, pediu aos torcedores carinho com Carlos Eduardo. Não deu nem tempo.
Logo na saída de bola, o Santos rumou ao ataque e contou com uma ajuda rubro-negra. Everton Costa, até então desaparecido, deu um corte para o lado direito na grande área e foi derrubado por um carrinho de Samir. Pênalti claro que Cícero converteu no canto esquerdo de Paulo Victor aos 12 minutos. 2 a 1.
Com o time cansado pela maratona, Claudinei Oliveira fez duas substituições. Saíram de campo Everton Costa e Alison para as entradas de Willian José e Gabriel, dois atacantes. O Santos passou a pressionar mais o Flamengo no campo adversário. Mas desta forma abria espaços para contra-ataques. Puxados por Paulinho e Carlos Eduardo, no entanto, eles paravam nos pés adversários.
Mano, então, foi obrigado a mexer. Com dores na coxa esquerda, Léo Moura, principal opção ofensiva do time no jogo, acabou sacado para a entrada de Luiz Antonio. Aos 36 minutos, Thiago Ribeiro chutou de fora da área, a bola quicou e quase enganou Paulo Victor, mas acabou do lado de fora. Aos 38 minutos, uma chance incrível. Hernane tocou para Carlos Eduardo na grande área. O camisa 20 deu um chapeu no adversário e tocou para Paulinho. De frente para o goleiro, o atacante bateu para fora e deixou desesperados os torcedores na arquibancada.
Aos 46 minutos, Luiz Antonio cobrou falta com perigo e Aranha espalmou para escanteio. Mas os rubro-negros desejavam apenas o fim dos acréscimos. Enfim, Sandro Meira Ricci apitou. 
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2X1 SANTOS
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 12 de setembro de 2013
Horário: 21 horas
Árbitro: Sandro Meira Ricci (PE)
Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Rafael da Silva Alves (RS)
Cartões amarelos: Carlos Eduardo, Cáceres e Elias (FLA) e Gabriel (SAN)
Renda e público: R$ 669.520,00 / 16.203 pagantes / 20.780 / 1.552 cadeiras cativas /2.799 gratuidades
Gols: Léo Moura (FLA), aos 19 minutos do primeiro tempo; Hernane (FLA), aos dez minutos, e Cícero (SAN), aos 12 minutos do segundo tempo.

FLAMENGO: Paulo Victor, Léo Moura (Luiz Antonio), Wallace, Samir e André Santos; Cáceres, Elias, Gabriel (Rafinha) e Paulinho (João Paulo); Carlos Eduardo e Hernane.
Técnico: Mano Menezes
SANTOS: Aranha; Cicinho, Gustavo Henrique, Durval e Mena (Emerson); Renê Júnior, Alison (Gabriel), Cícero e Renato Abreu; Thiago Ribeiro e Everton Costa (Willian José).
Técnico: Claudinei Oliveira

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São-paulinos fazem festa para Muricy e veem vitória sobre a Ponte

Um bom público foi ao Morumbi para gritar o nome de Muricy Ramalho, nesta quinta-feira e de presente ganhou uma vitória do São Paulo. Na volta de Muricy ao clube que chama de sua casa depois de quatro anos, o Tricolor bateu a Ponte Preta por 1 a 0, gol de Luis Fabiano e ganhou fôlego no Campeonato Brasileiro depois de perder para Criciúma e Coritiba. Foi a sétima derrota consecutiva dos campineiros, assim como o São Paulo, na zona de rebaixamento.

O time da casa cansou de perder gols no primeiro tempo e deixou seu torcedor preocupado no intervalo. Logo na volta do vestiário, contudo, Luis Fabiano recebeu ótima enfiada de Ganso e marcou pela quinta vez na Série A.

O gol foi do atacante que é ídolo da torcida, mas quem saiu ovacionado do jogo foi mesmo Muricy, tricampeão brasileiro no Morumbi entre 2006 e 2008.

O Tricolor ainda não sai da zona de rebaixamento com o resultado. É o 18° colocado, com 21 pontos, dois a menos que o Vitória, primeira equipe fora do Z-4. A Ponte vem logo atrás, com 15 pontos. Às 16h do próximo domingo, horário de Brasília, as duas equipes enfrentarão times do Rio de Janeiro. A Ponte recebe o Flamengo, enquanto o São Paulo visita o Vasco, em São Januário, sem Denilson, expulso nesta quinta e suspenso e sem Wellington, com problema digestivo.

Caso o Vitória perca do Náutico - lanterna -, em casa, também no domingo, a Portuguesa, em 17° lugar, com 22 pontos, não vença o Fluminense, sábado, no Maracanã e o São Paulo vença o Vasco, a equipe da capital paulista sairá dessa parte incômoda da tabela.

O jogo

Muricy Ramalho negou do dia da sua apresentação até minutos antes do jogo que escalaria a equipe assim, mas o que se viu no gramado foi um São Paulo com três zagueiros, como nos velhos tempo do treinador no Morumbi, com Paulo Miranda, Rodrigo Caio e Antônio Carlos. Caramelo ocupou a vaga que seria de Paulo Miranda na lateral-direita, e Welliton substituiu Aloisio, desfalque de última hora por amigdalite. O 3-5-2 não significou um time menos ofensivo. Os donos da casa dominaram completamente o primeiro tempo e não souberam aproveitar a fraqueza do adversário. Foram 13 arremates somente nos 45 minutos iniciais.

A Ponte falhou no ataque, e armou contra-ataque para o São Paulo aos oito minutos. Welliton chutou forte de dentro da área, e Roberto espalmou para escanteio. Aos 17, Roberto fez outra bela defesa em cabeçada de Antônio Carlos. Quatro minutos depois, foi Luis Fabiano quem exigiu do goleiro ponte-pretano ao finalizar de primeira cruzamento rasteiro de Caramelo.

Welliton foi acionado por Ganso aos 24 e quase na pequena área mandou a bola por cima do travessão. Luis Fabiano ainda perdeu mais um. Exagerou nos dribles em frente à área e foi bloqueado por Ferron. Robertou jogou outro chute para escanteio, de Denilson, antes do intervalo. Mas quem chegou por último ao ataque foi o time de Campinas. Em um raro momento de organização do ataque visitante, Chiquinho cruzou, e Willian cabeceou rente à trave esquerda de Rogério.

O gol tricolor finalmente saiu aos dois minutos da etapa final. Ganso dominou de costas para a defesa e deu ótimo passe para Luis Fabiano ‘cutucar' para a rede. ‘Entregue' em campo, a Ponte até assustou em chute de Artur dentro da pequena área no travessão, fruto de bate-rebate após cruzamento. Rildo também cabeceou à queima-roupa para defesa de Rogério. Aparentando cansaço, o São Paulo voltou a levar perigo aos 28 minutos. Luis Fabiano recebeu mais uma assistência de Ganso e chutou forte. Roberto, de novo ele, rebateu.
A Ponte se lançou para o ataque nos minutos finais e levou bastante perigo. No lance mais claro, Reinaldo quase fez contra aos 44. Denilson foi expulso tentando matar contra-ataque aos 46 e aumentou a apreensão. Mas os são-paulinos saíram do Morumbi aliviados.

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

São-paulinos esgotam ingressos para reestreia de Muricy nesta quinta


Foram vendidos todos os 43 mil bilhetes colocados à venda para a partida contra a Ponte Preta, no Morumbi, que abre o returno do Brasileirão


A volta do técnico Muricy Ramalho levará um grande público ao Morumbi na quinta-feira, data da partida contra a Ponte Preta, às 21h, pelo Campeonato Brasileiro. Os 43 mil ingressos colocados à venda pela diretoria do São Paulo se esgotaram no início da tarde desta quarta-feira.
O curioso é que a venda teve um aumento espantoso a partir do momento em que o nome do novo treinador foi confirmado. Até segunda-feira, o clube contabilizava pouco mais de mil bilhetes comercializados. O duelo contra a equipe campineira é de vital importância para o time, que está na zona de rebaixamento do torneio e vem de derrotas para Criciúma, em casa, e Coritiba, no Paraná.
O Tricolor, aliás, vem conseguindo bons públicos no Morumbi desde que a diretoria diminuiu os preços dos ingressos. A melhor marca neste período aconteceu contra o Fluminense, pelo Brasileirão. Estiveram no estádio 55.256 pessoas. O recorde da temporada aconteceu contra o Atlético-MG, pelas oitavas de final da Taça Libertadores, quando 57.401 pessoas compareceram.
Torcida do São Paulo (Foto: Rubens Chiri / Site oficial do São Paulo FC)



















Fonte: Globoesporte.com

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Neymar devolve deslealdade com show e Brasil vence

Neymar antes se "escondia" diante de rivais europeus de primeira linha, como Portugal. Neymar antes sofria para enfrentar marcação dura, como tentaram os portugueses em Boston, nesta terça-feira. Neymar antes perdia a cabeça quando era parado com faltas violentas e recebia cotoveladas desleais, como fez o zagueiro Bruno Alves.
Mas Neymar agora é um craque pronto. E agora o Brasil deixou de ser o time que parecia caminhar para ser uma zebra no Mundial que será disputado na sua casa, em 2014.
Com um recital de seu camisa 10, incluindo um golaço e participação nos outros dois gols da equipe, a seleção venceu Portugal na cidade americana por 3 a 1. Isso diante de 62 mil pessoas, praticamente a média dos jogos do Brasil em solo americano desde 2007.
A vitória garante o Brasil à frente de Portugal na próxima edição do ranking da Fifa, o que não acontecia desde julho do ano passado. Hoje, o time nacional ocupa a nona posição, dois postos abaixo da equipe lusa.
O Brasil só não repetiu o time que goleou a Austrália no último sábado, em Brasília, porque Marcelo, machucado, deu lugar a Maxwell na lateral esquerda. Mesmo recuperado de contusão, Oscar foi poupado no início do jogo. Assim, Felipão manteve Ramires no meio-campo e Bernard no ataque na vaga do também lesionado Hulk.
E novamente a seleção começou pressionando a saída de bola do rival. Só que o confronto não tinha nada de amistoso. Logo aos 7min, João Pereira fez falta violenta em Neymar e levou o amarelo. Como já havia previsto a imprensa espanhola, o zagueiro Pepe, de nacionalidade portuguesa e brasileira, começou a se estranhar com Neymar.
E teve sucesso ao cavar um cartão amarelo para o atacante do Barcelona, num lance em que o juiz viu um encontrão de Neymar com o goleiro que nada teve de desleal.
Com o jogo quente, Portugal teve a primeira grande chance de abrir o placar, com uma cabeçada de Raul Meireles que acertou a trave esquerda de Júlio César. E com uma falha gritante do lateral Maicon os europeus abriram o placar. Aos 17min, o jogador da Roma atrasou mal, com a cabeça, bola para o goleiro Júlio César. A bola caiu no pé do mesmo Meireles, que desta vez não desperdiçou a oportunidade e fez 1 a 0.
O clima quente dentro do gramado foi transportado para as arquibancadas. Num fato raro para os padrões americanos no esporte, uma briga entre torcedores aconteceu bem atrás do gol defendido por Júlio César. A deslealdade portuguesa prosseguiu em um pisão de Bruno Alves em Bernard quando a bola já estava indo para escanteio.
E a deslealdade lusa foi punida quase imediatamente. Na cobrança do escanteio, feita por Neymar, Thiago Silva subiu muito para cabecear e empatar o jogo, aos 24min.
O mesmo Bruno Alves deixou o cotovelo para acertar Neymar, aos 29min, e mais uma vez nem cartão amarelo levou. E novamente sua falta de fair play foi castigada.
Aos 35min, Neymar recebeu a bola pouco depois da linha de meio de campo. Arrancou com ela bem protegido até a entrada da área, deixando Pepe para trás com imensa facilidade para chutar cruzado e marcar o segundo do Brasil
No intervalo, Pepe foi substituído. E Neymar ganhou mais libertadade para criar, e o Brasil não demorou para amplicar. Logo aos 4min da segunda etapa, ele começou a jogada que resultou no terceiro gol do time de Felipão. A bola foi lançada para Maxwell, que cruzou rasteiro para Jô ampliar o placar.
Aos 15min, Felipão fez a primeira troca. Sacou Ramires e promoveu a volta de Oscar. Na véspera do jogo, o treinador havia dito que iria testar os dois juntos em algum momento.
Sem Cristiano Ronaldo, machucado, e mostrando desgaste físico e problemas para se adaptar ao fuso horário de seis horas em relação à maior parte da Europa, Portugal pouco ameaçava. E o Brasil também diminuiu o ritmo, e o placar não foi mais alterado.
Não antes sem Neymar aplicar uma série de dribles em Ruben Amorim, que novamente apelou e chutou o brasileiro, que logo depois foi aplaudido de pé ao ser substituído por Lucas.
A seleção volta a campo agora em outubro, para dois amistosos na Asia, contra a Zâmbia, na China, e Coreia do Sul, na casa do rival.
FICHA TÉCNICA:
BRASIL 3X1 PORTUGAL
Data: Terça-feira, 10 de setembro de 2013
Local: Gillette Stadium, em Boston (EUA)
Árbitro: Juan Guzman (EUA)
Público: 62.310
Cartões Amarelos: Neymar e Ramires (BRA); João Pereira (POR)
Gol: Raul Meireles, aos 17min. Thiago Silva, aos 24, Neymar aos 34min do primeiro tempo; Jô, aos 4min do segundo tempo
Brasil: Júlio César; Maicon, David Luiz, Thiago Silva e Maxwell; Luiz Gustavo, Paulinho (Henrique) e Ramíres (Oscar); Neymar (Lucas), Jô (Alexandre Pato) e Bernard (Hernanes)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
Portugal:Raul Patrício; João Pereira (Helder Postiga), Bruno Alves, Pepe (Luis Neto) e Fábio Coentrão (Antunes); Miguel Veloso, João Moutinho (Ruben Amorim), Raul Meireles e Vieirinha (Lica); Nani e Nélson Oliveira
Técnico: Paulo Bento

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Uruguai confirma 'ressurreição', frustra Colômbia e cola no Equador por vaga direta

O Uruguai definitivamente ressurgiu nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2014. Pressionado e ameaçado de não vir ao Brasil no ano que vem, o time celeste confirmou a reação na noite desta terça-feira e entrou na briga pela última vaga direta ao Mundial. Atuando no Estádio Centenário, em Montevidéu, a equipe bicampeã mundial derrotou a Colômbia pelo placar de 2 a 0 e encostou no quarto colocado Equador.
A terceira vitória consecutiva nas Eliminatórias (Venezuela, Peru e, agora, Colômbia) deixa o Uruguai com 22 pontos, mesmo número somado pelos equatorianos, que tropeçaram nesta terça ao ficarem no empate por 1 a 1 com a já eliminada Bolívia, em La Paz. A Celeste permanece em quinto somente por conta do saldo de gols (0 contra 4 do rival direto pela vaga).
A derrota no místico Centenário frustrou os planos colombianos. Com somente um empate, a equipe de Falcao, James Rodríguez e companhia carimbaria o passaporte para o Mundial no Brasil. O revés mantém a seleção de José Pekerman com 26 pontos, na segunda posição. A vaga, entretanto, não está ameaçada.
Depois do duro compromisso em Montevidéu, a Colômbia retorna a campo pelas Eliminatórias somente no dia 10 de outubro, quando receberá o terceiro colocado Chile, que, de folga do qualificatório, empatou por 2 a 2 com a campeã mundial Espanha. O Uruguai, por outro lado, terá uma decisão: encarará o rival direto pela vaga Equador, na altitude de Quito.
Reuters
Cavani corre para comemorar a abertura do placar no Centenário
Cavani corre para comemorar a abertura do placar 
Necessitando de apenas um empate para ir ao Mundial, a Colômbia tratou de adotar uma estratégia cautelosa para encarar o Uruguai no Centenário. Bem postada defensivamente, a equipe de José Pekerman rapidamente assumiu o controle do jogo e ameaçou nos contra-ataques. Em dois lances, James Rodríguez, que exigiu boa defesa de Muslera, e Falcao García assustaram o público da casa.
Enquanto a Colômbia buscava levar o jogo em seu ritmo, o Uruguai encontrou muitas dificuldades para superar a defesa adversária. A grande chance da Celeste ocorreu de bola parada. Aos 40min, Luís Suárez cobrou falta da ponta esquerda e exigiu a intervenção do goleiro David Ospina.
Para responder ao primeiro tempo decepcionante, o Uruguai logo nos segundos iniciais criou a melhor oportunidade da partida. Walter Gargano recebeu com liberdade na intermediária e lançou na medida para Edinson Cavani. O atacante do PSG tirou o zagueiro com estilo e arrematou firme. Ospina, inspirado, desviou e viu a bola explodir na trave.
Mais versátil ofensivamente durante a etapa complementar, o Uruguai acabou recompensado aos 33min. O lateral Maxi Pereira recebeu pela direita e cruzou na medida para Cavani desviar de cabeça no contrapé de Ospina. A festa empolgou a Celeste, que decretou o importante triunfo aos 37min, com o gol anotado por Christian Stuani, atacante do Espanyol.

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·         Fonte: ESPN

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