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quinta-feira, 27 de março de 2014

Com gols de Fred e 'xodó', Vasco e Flu ficam no 1 a 1, e Tricolor só precisa de novo empate para ir à final

No primeiro clássico das semifinais do Campeonato Carioca, Vasco e Fluminense mostraram mais do que havia sido visto no primeiro encontro entre os times, há 11 dias: equilíbrio. Mesmo tomando mais a iniciativa no jogo, o Vasco saiu atrás graças a um gol de Fred no início do segundo tempo, e buscou o empate em 1 a 1 com o xodó do Thalles.
O resultado favorece o Tricolor, que, por ter terminado à frente do rival na primeira fase do Estadual, só precisa de novo empate para ir à final. O duelo de volta está marcado para 16h (de Brasília) do próximo domingo, novamente no Maracanã.
Quem avançar enfrentará o vencedor do confronto entre Flamengo e Cabofriense, cujo "primeiro round" teve vitória por 3 a 0 do Rubro-Negro.
O jogo
Photocamera
Fred comemora com Diguinho a abertura do placar no clássico
Fred comemora a abertura do placar no clássico
O Vasco cumpriu o que fora "prometido" nos treinos e foi a campo com um trio de ataque formado por Éverton Costa, Edmilson e Reginaldo. O Fluminense, por outro lado, seguiu apostando no trio de volantes Valencia-Diguinho-Jean.
As escalações traduziram bem a postura dos dois times no início do clássico. Precisando vencer ao menos um dos dois confrontos, o Cruzmaltino tomou a iniciativa e partiu para cima do Tricolor. A primeira boa chance veio logo aos 4 minutos, quando Douglas cobrou falta pela esquerda, a bola passou por todo mundo e beijou a trave esquerda de Diego Cavalieri.
Quando conseguiu, enfim, sair jogando do próprio campo de defesa, o Fluminense respondeu com uma bela enfiada de Conca para Carlinhos, que cruzou e encontrou Walter livre no segundo pau. Mas a cabeçada do camisa 18 desviou na zaga antes de sair em escanteio.
O lance não adiantou muito, e o Vasco logo voltou a controlar as ações - mesmo sem grandes chances criadas - até a parada técnica. O "caminho das pedras" eram as jogadas pelas laterais, com Éverton Costa e Reginaldo dando muito trabalho a Carlinhos e Bruno na marcação.
O jogo "esquentou" de vez após a marca de 20 minutos, quando os espaços começaram a aparecer para os dois lados. Apostando mais no contra-ataque, o Fluminense chegou com Fred, Walter e Conca, mas não conseguiu incomodar Martín Silva. O Vasco respondeu com André Rocha, que emendou belo chute de pé direito e arrancou um "uh" do lado esquerdo das cabines de rádio e televisão do Maracanã, na marca de 29 minutos.
Martín Silva, enfim, trabalhou aos 32, quando Jean aproveitou sobra de bola da entrada da área e forçou o uruguaio a voar para espalmar no canto direito. Quase na sequência, Conca cobrou falta pela direita, Silva saiu mal e Carlinhos emendou bela bicicleta para encobri-lo, mas Marlon salvou o gol em cima da linha.
A melhor chance de todo o primeiro tempo veio aos 39 minutos, e foi do Vasco. Rodrigo chutou forte de fora da área e Cavalieri espalmou para frente. Edmilson pegou a sobra na pequena área e finalizou, mas a bola, por um milagre, desviou em Cavalieri antes de voltar a tocar a trave. Era o último grande lance de uma etapa inicial marcada por 20 minutos de domínio morno do Vasco e outros 25 de um belo jogo, com boas oportunidades para os dois lados e sem domínio claro de ninguém.
Gazeta Press
'Xodó' da torcida vascaína, Thalles selou o empate
'Xodó' da torcida vascaína, Thalles selou o empate
Os times voltaram dos vestiários em ritmo bem mais lento. Como no início do jogo, o Vasco controlava a posse de bola, mas não conseguia agredir. o Fluminense, novamente, se fechava à espera do contra-ataque, e criou a primeira boa chance em escapada de Conca pela direita. Mas o cruzamento do argentino não encontrou Walter, e sim as mãos de Martín Silva, que segurou firme.
Três minutos depois, Conca não errou. Na entrada da área, o camisa 11 tabelou bonito e deixou Jean na cara do gol. O volante não foi fominha, e rolou para Fred, livre, empurrar para o fundo das redes e abrir o placar para o Fluminense.
O jogo "esfriou" até a parada técnica, que trouxe a troca de André Rocha por Fellipe Bastos no Vasco. A reação da arquibancada foi imediata: "burro, burro!". Mas os protestos logo se transformaram em festa quando Thalles, "xodó" da torcida que entrara havia poucos minutos, recebeu belo cruzamento da esquerda e finalizou para deixar tudo igual no Maracanã.
Os espaços, enfim, começaram a aparecer timidamente após o empate, com o Vasco ainda tomando a iniciativa, e o Fluminense explorando o contra-ataque. Rafinha, que entrara no lugar do lesionado Bruno, recebeu com liberdade na área, pela direita, mas finalizou em cima de Martín Silva. O Vasco tentou responder, mas parou em Cavalieri em mais de uma oportunidade.
O final do jogo ainda foi marcado por uma confusão generalizada, após falta dura de Jean em Éverton Costa. Já "amarelado", o volante tricolor foi expluso, e Rafinha ainda recebeu cartão amarelo.
FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 1 FLUMINENSE
Local: Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 27 de março de 2014 (quinta-feira)
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Eduardo da Souza Couto (RJ) e Silbert Faria Siquim (RJ)
Público e renda: 9.976 pagantes / 12.715 presentes; R$ 413.520,00
Cartões amarelos: André Rocha, Marlon e Guinãzú (Vasco); Gum, Jean e Rafinha (Fluminense)
Cartão vermelho: Jean (Fluminense)
Gol: Fred, aos 10, (0-1), e Thalles, aos 21 minutos do segundo tempo (1-1)
VASCO: Martín Silva; André Rocha (Fellipe Bastos), Luan, Rodrigo e Marlon; Guinãzú, Pedro Ken e Douglas; Éverton Costa, Edmilson e Reginaldo (Thalles).
Técnico: Adilson Batista.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno (Rafinha), Gum, Elivélton e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Jean e Conca; Walter (Marcos Júnior, depois Wagner) e Fred.
Técnico: Renato Gaúcho.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Em jogo nervoso, Palmeiras passa pelo Bragantino e pega Ituano na semifinal do Paulista

O Palmeiras é o último semifinalista do Campeonato Paulista de 2014. Na noite desta quinta-feira, a equipe de Gilson Kleina confirmou o favoritismo, adquirido pela segura campanha na etapa de grupos, e se colocou no grupo dos quatro melhores times da competição. Tudo por conta da vitória por 2 a 0 diante do Bragantino, em duelo disputado no Estádio do Pacaembu.
Os gols de Alan Kardec e Wesley deixaram o Palmeiras agora diante do Ituano. Por conta da combinação dos quatro classificados (Ituano, Santos e Penapolense são os outros), o time de Palestra Itália encarará o clube de Itu no domingo, a partir das 18h30 (de Brasília).
Diante do Bragantino, o Palmeiras precisou controlar o time rival e os nervos. Em um confronto nervoso, o clube comandado por Gilson Kleina dependeu da bola parada para abrir o marcador. Aos 21min, Wesley cobrou escanteio e viu a defesa falhar. O oportunista Alan Kardec aproveitou o erro adversário e tocou para as redes.
Responsável pela bola parada que gerou o gol palmeirense, Wesley foi quem decidiu a partida desta quinta-feira. Aos 17min da etapa complementar, o meia aproveitou rebote do goleiro Rafael Defendi para marcar o segundo e assegurar o Palmeiras na semifinal do Paulista. Festa dos 25 mil palestrinos presentes no Paulo Machado de Carvalho.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Perfeito, Osasco passa de novo pelo Brasília e é o 1º semifinalista da Superliga feminina

O Osasco Nestlé segue irresistível na Superliga feminina de vôlei. Jogando longe de casa, o time paulista até perdeu um set, mas passou pelo Brasília por 3 a 1 (19-21, 21-14, 21-8 e 21-10) e se tornou o primeiro classificado para a semifinal da competição.
Osasco aguarda agora o vencedor da série entre Sesi (SP) e Praia Clube, que se enfrentam novamente no sábado. O clube paulista está em vantagem e pode fechar o duelo se vencer mais uma vez. Se isso acontecer, reeditará a final do Sul-Americano. Na ocasião, o Sesi surpreendeu e ficou com o título sem grandes dificuldades.
Resultado surpreendente por conta do desempenho avassalador do Osasco na Superliga. A vitória desta quinta-feira foi nada menos que a 28ª em 28 partidas disputadas no torneio.

O jogo - O set começou equilibrado. A equipe da casa foi para o primeiro tempo técnico com dois de vantagem (7/5). Com uma bola de segunda da levantadora Fabíola, o Molico/Nestlé virou o marcador (8/7). Bem nos contra-ataques, o time candango abriu quatro (13/9). A central Dani Scott conseguiu um ponto de bloqueio e o Brasília Vôlei fez 16/10. Com uma boa sequência de saques da ponteira Sanja, a equipe de Osasco encostou (17/14). O Brasília Vôlei segurou a vantagem e venceu o set por 21/19.
O Molico/Nestlé voltou com outra postura para o segundo set e fez 6/1. Com uma boa sequência de saques da central Dani Scott, a diferença caiu para quatro (10/6). O Molico/Nestlé foi para o segundo tempo técnico com oito de vantagem (14/6). A equipe de Osasco manteve o domínio do set e venceu a parcial por 21/14.
Bem no bloqueio, o Molico/Nestlé abriu quatro no início do terceiro set (7/3). Jogando com velocidade, as visitantes fizeram 10/4. Com um ace da central Thaísa, a equipe de Osasco abriu sete (14/7). Com eficiência no bloqueio e no saque, o Molico/Nestlé venceu o segundo set por 21/8.
O Molico/Nestlé começou arrasador no quarto set e fez 7/1. A oposto Sheilla conseguiu um ace e a diferença subiu para dez (14/4). Os visitantes mantiveram a vantagem durante todo o set e venceram a parcial por 21/10 e o jogo por 3 sets a 1.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 23 de março de 2014

Santos bate Palmeiras e termina 1ª fase do Paulista com melhor campanha

Deu Santos no clássico que valia o primeiro lugar geral da fase inicial do Campeonato Paulista, neste domingo, contra o Palmeiras, na Vila Belmiro. Os dois lados pouparam alguns de seus titulares. O time da casa venceu por 2 a 1, gols do zagueiro Neto e do atacante Thiago Ribeiro, ambos na primeira etapa. Alan Kardec descontou no fim.
Com 36 pontos, um a mais que o Palmeiras, o Santos tem, a princípio, a vantagem de decidir todos os confrontos até a final em casa. Porém, os pontos somados nos próximos jogos seguem sendo contados, e o time da Capital ainda pode ultrapassar o Alvinegro.
Vão se enfrentar em jogos únicos das quartas de final Santos x Ponte Preta, Palmeiras x Bragantino, São Paulo x Penapolense, e Botafogo-SP x Ituano. Nesta segunda-feira, será definido quais duelos acontecerão na próxima quarta e quais acontecerão na próxima quinta-feira.
A equipe de melhor campanha pega nas semis a de pior campanha. Neste momento, portanto, o Palmeiras, em segundo no geral, fugiria de um possível encontro com o São Paulo, em quinto no geral, antes da decisão.
O Santos está invicto em casa - oito partidas e oito vitórias - e nos clássico neste Paulistão - ainda ganhou do Corinthians e empatou com o São Paulo. O Palmeiras sofreu a primeira derrota para um rival depois ter batido o São Paulo e de ter ganhado do Corinthians.

O jogo
Embora sem Cicinho, Jubal, Arouca, Cícero e Leandro Damião, o Santos fez valer a sua principal força, a movimentação ofensiva, para transformar o Palmeiras em telespectador durante 15 minutos. Sem um centroavante definido, o rápido quarteto da frente forçava e conseguia os erros de Lúcio, Tiago Alves e Marcelo Oliveira. Substituto de Fernando Prass, o goleiro Brunpo era quem mais trabalhava.
O Verdão mal ficava com a bola e só conseguiu entrar na área adversária pela primeira vez aos nove minutos. Extremamente acuado, Gilson Kleina reforçou os pedidos de marcação ao seu quarteto ofensivo, exigindo o bloqueio das subidas de Bruno Peres e Mena e revezando Leandro e Valdivia como referência na frente.
Para diminuir os espaços do Peixe, Eguren virou terceiro zagueiro e o jogo, enfim, ficou equilibrado. O Palmeiras percebeu que tinha Juninho e a velocidade de Leandro como uma alternativa de explorar a defesa santista, tão pesada quanto a do Verdão. Até que um vacilo tirou a igualdade do clássico.
Bruno César errou passe na frente o contra-ataque se transformou em escanteio que Bruno não conseguiu evitar. Aos 24 minutos, então, nenhum jogador do Palmeiras saiu do chão e Neto subiu sozinho para testar firme. Como seus zagueiros, o goleiro Bruno também não se mexeu e viu a bola passar perto de seu corpo antes de balançar as redes.
Diante da fraca atuação de Valdivia e Bruno César, o Palmeiras se adiantou e, na pressão, quase fez um golaço quando Alan Kardec dominou e, sem deixar a bola cair, bateu em direção ao ângulo direito de Aranha, que se esticou para praticar grande defesa e espalmar a bola em seu travessão, aos 32 minutos.
Mas o Verdão continuava errando. Não aprendeu que o rápido ataque santista não pode ter espaço. Assim, aos 35 minutos, Geuvânio se aproveitou da marcação à distância de Marcelo Oliveira para lançar Thiago Ribeiro, que já correu deixando Eguren para trás, se livrou de Tiago Alves com um toque na bola e, sem deixar Lúcio alcançá-lo, tocou no canto de Bruno.
Na velocidade, o Peixe só não ampliou com Rildo, aos 38, porque Bruninho, que estreava no Palmeiras sendo escalado na lateral direita, pareceu ser o único a entender que não se pode deixar os santistas dominarem a bola e se esticou para cortar o lançamento ao atacante. Gilson Kleina tinha muito a arrumar no intervalo, enquanto Oswaldo de Oliveira via seu esquema funcionar mesmo com a troca de jogadores.
O técnico do Santos não tinha no que mexer e posicionou seu time para manter a posse de bola, à espera de espaços que certamente apareceriam para matar o clássico. Para anular isso, Kleina colocou Bruninho no meio-campo, deslocou Marcelo Oliveira para a zaga e jogou Tiago Alves na lateral direita, além de posicionar Eguren para cobrir as subidas de Juninho. Pelos lados, ao menos, o Peixe estava bloqueado.
O problema, contudo, era na frente. Valdivia e Bruno César erravam até cobranças de latera. Bruno César estava tão mal que, embora tenha levado perigo batendo falta, chutou em cima de Aranha quando Alan Kardec o deixou na frente do goleiro, aos 13 minutos do segundo tempo. O chileno, por sua vez, passou vergonha ao levar chapéu de Rildo, comemorado como gol na Vila Belmiro.
Mas, se faltava inspiração, não faltava empenho dos dois meias, que se mexiam e, com a colaboração de Alan Kardec, verdadeiro armador do time, o Palmeiras foi criando chances mesmo abrindo mão da marcação atrás. O problema estava em Aranha, goleiro que salvou na linha do gol uma finalização de Alan Kardec, aos 22 minutos.
Na tentativa de dar vida ofensiva ao time, Kleina trocou Bruno César, Eguren e Leandro por Patrick Vieira, Felipe Menezes e Vinicius, mas não conseguiu nem dar mais trabalho a Aranha. Tranquilo, Oswaldo de Oliveira só mexeu no time para manter o meio-campo preenchido.
Quando a torcida na Vila Belmiro já gritava "olé", Juninho cruzou para Alan Kardec finalizar nas redes, aos 43 minutos do segundo tempo. Mas não havia mais tempo para o Palmeiras buscar o ponto que garantiria para ele a melhor campanha da primeira fase.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 1 PALMEIRAS
Local: estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 23 de março de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Público: 12.179 pagantes
Renda: R$ 369.066,00
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Marcelo Rogério e Philippe Lombard (ambos de SP)
Cartões amarelos: Gabriel, Alison, Bruno Peres e Neto (Santos); Valdivia e Eguren (Palmeiras)
Gols:
SANTOS: Neto, aos 24, e Thiago Ribeiro, aos 35 minutos do primeiro tempo
PALMEIRAS: Alan Kardec, aos 43 minutos do segundo tempo
SANTOS: Aranha; Bruno Peres, David Braz, Neto e Mena; Alison (Lucas Otávio), Alan Santos e Gabriel (Lucas Lima); Geuvânio (Diego Cardoso), Thiago Ribeiro e Rildo
Técnico: Oswaldo de Oliveira
PALMEIRAS: Bruno; Bruninho, Tiago Alves, Lúcio e Juninho; Eguren (Felipe Menezes), Marcelo Oliveira e Valdivia; Bruno César (Patrick Vieira), Leandro (Vinicius) e Alan Kardec
Técnico: Gilson Kleina
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Histórico: Messi faz três, Barcelona vence jogaço com Real e embola a Liga Espanhola

Superclássico. O nome dado ao duelo entre Real Madrid e Barcelona talvez não seja suficiente para explicar o que aconteceu neste domingo, 23 de março de 2014, no Santiago Bernabéu. Craques inspirados, ritmo alucinante, reviravoltas, polêmicas - infelizmente por erros do árbitro - e um placar que mantém viva a Liga Espanhola.

Real Madrid 3 x 4 Barcelona.
Um jogo para a história. Um jogo com três gols de Messi, que se tornou o maior artilheiro da história do clássico e o segundo maior do Campeonato Espanhol. Um jogo com um gol de Cristiano Ronaldo, que se isolou como quarto maior artilheiro do Real Madrid. 
EFE
Ainda no primeiro tempo, Messi recebeu dentro da área e chutou cruzado para empatar a partida
Messi marcou três gols no duelo do Bernabéu, dois de pênalti
Um jogo com Di María inspirado, com Iniesta decisivo, com Messi e Cristiano Ronaldo onipresentes. Com mais uma vitória do camisa 10 argentino no duelo entre os dois melhores jogadores do mundo.
Mas um jogo, também, que provocará discussões intermináveis sobre a arbitragem de Alberto Undiano Malenco. O árbitro apitou três pênaltis em um duelo que teve apenas um. Uma atuação terrível, que poderia arruinar um jogo espetacular. Mas nem assim conseguiu.
A Liga, agora, tem três times separados por dois pontos. O Real Madrid e o Atlético de Madri têm 70; o Barcelona, 69. Restam dez jogos e uma disputa impressionante pela frente.
Real Madrid e Barcelona não demoraram para mostrar suas armas neste domingo. Sem muito estudo ou a tensão habitual que trava as equipes em grandes duelos, os dois times entraram ligados na partida e logo começaram a criar oportunidades de gol.
O primeiro chute a gol foi de Neymar, aos 3 minutos - o chute saiu fraco, rasteiro, e Diego López defendeu. Aos 4, foi a vez do Real Madrid, com Benzema. Chute mascado, sem perigo para Valdés.
Com o Real Madrid marcando em seu próprio campo, o Barcelona sentiu-se à vontade para tocar a bola no início do duelo. E foi de uma linha de passe bem característica da equipe catalão que saiu o primeiro jogo. Passe de Messi para Iniesta, pela esquerda, e conclusão perfeita do camisa 8. 1 a 0 no placar.
Getty
Porém, Benzema empatou para o Real Madrid aos 20 minutos
Porém, Benzema empatou para o Real Madrid aos 20 minutos
Em desvantagem, o Real Madrid mudou a postura. Marcação adiantada, mais pressão na saída de bola do Barcelona... e Di María. O argentino, jogando muito aberto pela esquerda, aproveitava-se da fragilidade defensiva daquele setor do rival para fazer estragos.
Aos 19 minutos, ele cruzou pela esquerda e Karim Benzema concluiu de cabeça. A bola parecia fácil para Victor Valdés, mas o goleiro do Barcelona falhou, e o Real Madrid conseguiu igualar o duelo.
Di María era a grande figura da partida e, aos 23 minutos, voltou a aparecer bem. Mais uma vez, ele avançou pela esquerda e cruzou. Benzema dominou e, sozinho na área, chutou - agora sem chances para Valdés. 2 a 1 para o Real Madrid.
O jogo, em ritmo alucinante, parecia finalmente destino a ter alguns minutos de calmaria. Mas, não. Aos 25, novamente a dupla Di María-Benzema funcionou, e o francês só não marcou o terceiro porque Piqué tirou a bola em cima da linha.
O Barcelona, ainda assustado após levar dois gols em intervalo de tempo tão curto, demorou para se recompor e voltar ao jogo. E só retornou, de fato, pela genialidade de Lionel Messi. Aos 42 minutos, o argentino avançou, fez grande passe para Neymar e, ao receber de volta, chutou de perna esquerda para empatar mais uma vez o duelo.
EFE
A reação de Valdés, goleiro do Barcelona, após o segundo gol de Benzema
A reação de Valdés, goleiro do Barcelona, após o segundo gol
Depois de um primeiro tempo alucinante, era de se esperar que a segunda etapa começasse mais devagar. Mas não foi o que aconteceu. Barcelona e Real Madrid não pareciam dispostos a desacelerar. Então, entrou em cena uma outra figura: o árbitro Alberto Undiano Malenco.
Aos 10 minutos, o juiz apontou pênalti para o Real Madrid quando Daniel Alves derrubou Cristiano Ronaldo fora da área; na cobrança, Cristiano Ronaldo fez 3 a 2, recolocando o Real na liderança.
Aos 20, ele viu pênalti de Sergio Ramos em Neymar; mais do que isso, expulsou o capitão do Real Madrid. Messi cobrou para fazer 3 a 3, em mais uma reviravolta de uma partida espetacular.
Ainda havia muito jogo pela frente. E outro pênalti no meio do caminho. Outra reviravolta. Aos 32, Xabi Alonso e Varane travaram a passagem de Iniesta dentro da área.
Novo pênalti. Novo gol de Messi, o terceiro. O último gol de um jogo para a história.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Bragantino é o rival do Palmeiras nas 4as, e Ituano se classifica; veja os confrontos

A 15º e última rodada da fase de grupos do Campeonato Paulista definiu Bragantino e Ituano como os classificados que faltavam para as quartas de final. Além disso, Comercial, Atlético Sorocaba e Oeste se juntam ao Paulista como rebaixados para a segunda divisão em 2015.
O time de Bragança disputava contra o Rio Claro a vaga para saber quem enfrentaria o Palmeiras na próxima fase e se classificou com o empate por 1 a 1 em Jundiaí diante do Paulista; o Rio Claro perdeu para a Portuguesa por 4 a 3 e ficou fora. O Bragantino foi a 23 pontos, três à frente do rival.

Já a equipe de Itu derrotou o Penapolense por 1 a 0, gol de Alemão, e consolidou a vice-liderança do grupo B (28 pontos) para enfrentar o Botafogo nas quartas. O time de Ribeirão Preto perdeu por 2 a 0 para o São Paulo no Santa Cruz (ambos atuando com reservas), gols de Lucas Evangelista e Ademílson.
O Audax Osasco, que também tinha chances de classificação, perdeu para o Linense por 1 a 0 e parou nos 23 pontos, sendo ultrapassado na terceira colocação da chave pelo Corinthians (24), quederrotou o Atlético Sorocaba por 3 a 0, com três gols de Romarinho, no Pacaembu.
A vitória do Linense, por sinal, acabou com o sonho de permanência de Atlético Sorocaba, Comercial e Oeste. Os três times tinham 11 pontos e precisavam vencer além de torcer pela derrota do clube de Lins (13 pontos). O clube alvinegro empatou por 1 a 1 em visita o XV de Piracicaba, enquanto a equipe de Itápolis foi goleada pelo São Bernardo por 5 a 2 no ABC.
Assim, estão definidos os confrontos das quartas de final do Paulistão. A federação estadual (FPF) vai definir nesta segunda-feira as datas dos duelos, que acontecem quarta e quinta-feira. Santos (36 pontos), Palmeiras (35), Botafogo (28) e São Paulo (27) atuam em casa:
São Paulo x Penapolense
Botafogo x Ituano
Santos x Ponte Preta
Palmeiras x Bragantino
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 16 de março de 2014

Após bater recorde, Messi diz que quer se aposentar no Barça: 'Sou feliz aqui'

Após marcar três gols na vitória por 7 a 0 do Barcelona sobre o Osasuna, neste domingo, pela 28ª rodada do Campeonato Espanhol, e se tornar o maior artilheiro da história do clube catalão, o atacante Lionel Messi disse que nunca quer deixar o Barça.
"Enquanto as pessoas gostarem de mim, seguirei aqui. Minha intenção é me aposentar com a camisa do Barcelona. Sou feliz aqui", disse o craque, à TV3, logo após a partida no Camp Nou.
Messi chegou a impressionantes 371 gols com a camisa azul-grená. O número é superior ao de Paulino Alcántara, que defendeu o clube entre 1912 e 1916 e 1918 e 1927, e fez 369 gols no período.
Getty
Messi Daniel Alves Barcelona Osasuna Espanhol 16/03/2014
Messi ganha abraço de Daniel Alves após marcar mais um
Bastaram 17min para que Messi igualasse a marca histórica, com um toque sutil na saída do goleiro. O recorde ficaria para trás aos 19min da segunda etapa, após tabela com Iniesta e tiro cruzado para as redes. Aos 43min, o argentino pulverizava o antecessor, aproveitando cruzamento de Daniel Alves e anotando mais um belo gol, este, o 371º de sua vitoriosa passagem pelo Barça.
O recorde é apenas mais um dos tantos que Messi tem alcançado nos últimos anos. Em 2012, por exemplo, ele superou César Rodríguez que, com 232 gols, era o maior marcador da história do time catalão em jogos oficiais.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Cruzeiro se despede com mais uma vitória e pega o Boa na semifinal

O Cruzeiro se despediu da primeira fase do Campeonato Mineiro com mais uma vitória tranquila neste domingo. Mesmo jogando fora de casa e com vários reservas em campo, o time celeste não deu chances a Tombense: 3 a 0. Júlio Baptista, Mayke e Alisson marcaram os gols do triunfo.
O resultado faz o Cruzeiro terminar com 29 dos 33 pontos possíveis na primeira fase do Mineiro, com a liderança isolada da competição. Com isso, o rival na semifinal será o Boa Esporte, com o primeiro jogo em Varginha e a decisão da vaga na final dentro do Mineirão.
Antes de pensar na fase decisiva do estadual, porém, o Cruzeiro tem que mudar o foco para a Libertadores. Em uma situação não muito boa no grupo 5, a equipe celeste precisa vencer o Defensor na próxima quinta-feira.

O jogo - Precisando vencer para conseguir a classificação para oitavas de final do Mineiro, o Tombense iniciou o duelo pressionando o Cruzeiro, mas dando espaços. Mesmo com mais volume de jogo, a primeira chance de real perigo foi dos celestes. Aos quatro minutos, o zagueiro Walace foi ao ataque e desviou cobrança de escanteio, obrigando o goleiro Flávio a fazer grande defesa.
Com o passar do tempo, o cenário da partida no Almeidão revelou equilíbrio de ações, com o Tombense buscando o ataque, mas errando muitos passes, o que permitiu ao Cruzeiro sair no contra-ataque em vários momentos. Aos 15, Elber fez fila na zaga visitante e ficou livre para fuzilar o goleiro Flávio, mas a conclusão saiu por cima do travessão, em um bom ataque cruzeirense.
Apesar de manter a posse de bola nas imediações da área do Cruzeiro por muito tempo, a equipe de Tombos encontrou dificuldades para finalizar com perigo contra a meta de Elisson. Com isso, as oportunidades celestes no jogo foram mais perigosas na maioria das vezes.
De tanto insistir, o Cruzeiro chegou ao gol aos 33, com o armador Júlio Baptista. O jogador aproveitou cobrança de escanteio de Samudio e subiu mais que a zaga do Tombense para estufar as redes, levando o torcedor celeste à loucura nas arquibancadas do Almeidão, em Tombos. O gol deu tranquilidade para a equipe da capital, que passou a controlar a partida.
Aos 37, Mayke foi lançado na ponta direita e mostrou calma para limpar a marcação ante de tocar na saída do goleiro ampliando a vantagem do Cruzeiro, e deixando a equipe da Zona da Mata Mineira distante do sonho de chegar as semifinais do Mineiro. Com 2 a 0 no placar, os celestes administraram o restante da primeira etapa.
Na volta para o segundo tempo, o Tombense não teve alternativa a não ser buscar a virada. Aos três minutos, o avante Júnior Negão arriscou arremate de fora da área, e a bola explodiu na trave do goleiro Elisson. Perseguindo o ataque a qualquer custo, os donos da casa deram muitos espaços para o contra-ataque celeste.
O time do técnico Marcelo Oliveira aproveitou pouco a liberdade dada pelos donos da casa, e acabou recuando demais para chamar o time de Tombos, mas no momento de armar os contra-ataques pecou na troca de passes. Aos 35, Jonathan quase marcou o gol de honra do time da Zona da Mata, mas Elisson trabalhou bem para segurar chute forte de fora da área.
Já no finalzinho do jogo, o Cruzeiro chegou ao terceiro gol para selar o triunfo celeste no Almeidão. Elber pegou rebote da zaga do Tombense e rolou para Alisson, que na saída do goleiro tocou por baixo para balançar as redes. Após o gol, o jogador se emocionou bastante e foi abraçado pelos companheiros de clube.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Cumprindo tabela, Inter bate Lajeadense e encara Cruzeiro nas quartas


Já classificado e com a melhor posição da fase de grupos, o Internacional não tinha objetivos na última rodada da fase de grupos do Campeonato Gaúcho. Mesmo assim, fez o suficiente para bater o Lajeadense no Estádio Alvizul por 1 a 0, neste domingo.
Wellington Paulista fez o único gol da partida ao aproveitar cruzamento de Murilo e cabecear para o fundo da rede aos 35 minutos da etapa final. Foi o quarto gol do atacante no Estadual.
Por já ter garantido a melhor posição da primeira fase - o que garante o direito de jogar em casa nas quartas e na semi e atuar o segundo jogo da final como mandante -, o Inter foi a campo com uma formação reserva. Até porque, na quarta-feira, o clube foi até o Pará, onde venceu o Remo por 6 a 1, pela Copa do Brasil.

Agora, o time colorado, líder do grupo A, irá enfrentar o Cruzeiro, que, em casa, levou o empate do São Luiz por 2 a 2 nos acréscimos, e ficou na quarta posição da chave B com 19 pontos.

O jogo - A primeira oportunidade foi criada pelo Inter. Gladestony dominou a bola na ponta esquerda e cruzou para Eduardo Sasha, que finalizou à direita do gol defendido por Eduardo Martini, com perigo.

Aos 11 minutos, a equipe do Lajeadense recuou a bola para Martini, que, ao tentar dar um chutão para a frente, acertou Wellington Paulista: a bola saiu pela linha de fundo. No lance seguinte, Muriel tentou driblar Cléverson e perdeu a bola. Desequilibrado, o meia do time anfitrião chutou por cima da meta.
Aos 39 minutos, o Lajeadense teve a melhor chance da primeira etapa. Cléverson cruzou para Japa, que, após acertar uma boa cabeçada, viu a bola passar perto do gol de Muriel, que não chegaria à bola.
A equipe da casa perdeu outra grande oportunidade aos sete minutos do segundo tempo. João Felipe recebeu lançamento, aproveitou-se de falha da zaga do Inter e finalizou rasteiro. Muriel, com os pés, defendeu e salvou o Inter.
Aos 18, Eduardo Sasha recebeu na ponta direita, fez boa jogada individual e entrou na área em velocidade. No instante em que armava o chute, o meia-atacante colorado foi desarmado por Everton.
Três minutos mais tarde, Aylon, que acabara de entrar no lugar de Sasha, recebeu bom passe e entrou livre na área. Eduardo Martini fez uma grande defesa e, no rebote, os colorados reclamaram que Aylon foi derrubado, mas o juiz nada marcou.
Aos 28, Gladestony deu passe preciso para Caio, que entrou na área e ficou frente a frente com Eduardo Martini. O goleiro do Lajeadense fechou bem o ângulo e defendeu o forte chute do jogador adversáro, que tinha a opção de rolar a bola para Wellington Paulista.
O gol que abriu o placar saiu aos 35 minutos, quando Murilo foi à linha de fundo e cruzou na cabeça de Wellington Paulista, que cabeceou entre a trave esquerda e o goleiro Eduardo Martini.
Aos 42 minutos, o Lajeadense teve um gol anulado por impedimento. Cléverson cobrou falta com força, Muriel espalmou e Everton, no rebote, empurrou para o fundo da rede. No lance seguinte, Urnau cruzou e Lima cabeceou forte. Muriel, com os pés, fez grande defesa e salvou o Inter.

FICHA TÉCNICA
LAJEADENSE 0 X 1 INTERNACIONAL
Local: Estádio Alviazul, em Lajeado (RS)
Data: 16 de março de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Vinícius Costa
Assistentes: José Eduardo Calza e Leírson Martins
Cartões amarelos: Fernando Urnau, Oliveira, Rudiero (Lajeadense); Claudio Winck, Alan Ruschel, Juan (Internacional)
GOL: INTER: Wellington Paulista, aos 35 minutos do segundo tempo
LAJEADENSE: Eduardo Martini; Fernando Urnau, Oliveira, Everton e Márcio Goiano (Higor); Rudiero, Fábio Rosa (Marabá), João Felipe e Cléverson; Japa (Lima) e Gustavo
Técnico: Fabiano Daitx
INTERNACIONAL: Muriel; Cláudio Winck, Juan, Thales e Alan Ruschel; Gladestony, João Afonso (Valdivia), Ygor e Eduardo Sasha (Aylon); Caio (Murilo) e Wellington Paulista
Técnico: Abel Braga
Um grande abraço.
Fonte: ESPN
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