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sábado, 21 de dezembro de 2013

Piazon brilha de novo, mas Vitesse cede empate ao Heracles e pode perder a ponta do Holandês

O Vitesse empatou fora de casa com o Heracles por 2 a 2 neste domingo em confronto válido pela 18ª rodada do Campeonato Holandês. Com o resultado, o time de Arnhem chegou aos 37pontos e segue na liderança da competição. Já o clube de Almelo continua com 22 pontos, no meio da tabela.
Lucas Piazon foi novamente destaque no Vitesse. O brasileiro marcou o segundo gol, aos 41 minutos do primeiro tempo (Patrick van Aanholt abriu o placar aos seis minutos de jogo), e chegou ao 11º tento em 16 jogos na temporada. Porém, no segundo tempo, Linssen marcou duas vezes para o time da casa e decretou o empate.
Com o empate, o Vitesse pode perder a liderança rodada: o vice-líder Ajax tem 34 pontos e, caso vença fora de casa o Roda neste domingo, empata em pontos com o time de Arnhem e supera o rival no saldo de gols: o time de Amsterdã tem 23 gols de saldo (o que só aumentaria com uma vitória), contra 18 do adversário.
Na próxima rodada, o Vitesse visita o PEC Zwolle, enquanto o Heracles recebe o Twente.
Confira todos os resultados da 18ª rodada do Campeonato Holandês:
RKC Waalwijk 1 x 1 Twente
AZ 1 x 5 Heerenveen
Heracles 2 x 2 Vitesse
NAC Breda 1 x 0 Cambuur
Feyenoord 3 x 0 PEC Zwolle
Domingo
Roda JC x Ajax
Groningen x NEC
Go Ahead Eagles x Utrecht
PSV x ADO Den Haag
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Missão cumprida: brasileiros marcam, Bayern vence e conquista o mundo

Dante e Thiago Alcântara marcam no começo, freiam empolgação da torcida do
Raja e garantem o quinto título do time alemão em ano com 50 vitórias em 56 partidas


O ano de 2013 seria o de uma epopeia chamada Raja Casablanca. Os marroquinos encantaram o Mundial de Clubes, eliminaram o Atlético-MG de Ronaldinho Gaúcho e levaram a África até a final com o seu time menos badalado. Mas então surgiu o Bayern de Munique pelo caminho. O time de Guardiola, Ribéry, Müller e outros craques. E de Dante. O zagueiro brasileiro viveu neste sábado o seu dia de astro ao fazer o gol da vitória por 2 a 0, em Marrakesh, que selou a quinta missão para uma equipe avassaladora.
Thiago Alcântara, outro brasileiro - embora naturalizado espanhol -, completou o placar numa decisão que por algumas vezes teve pouca emoção. O Raja não foi páreo diante da alta estirpe alemã, mas pode se orgulhar por ter caído de pé. Os donos da casa terminaram a partida lamentando três chances ótimas de gol e ainda viram o goleiro Askri trabalhar menos do que o esperado.
Este é o terceiro título mundial do Bayern de Munique, o primeiro com a chancela da Fifa. Em 1976, os bávaros superaram o Cruzeiro em jogos de ida e volta na disputa do Mundial Interclubes. Em 2001, derrotaram o Boca Juniors, no Japão - e agora se igualam ao próprio time argentino, Inter de Milão, São Paulo, Real Madrid, Nacional e Peñarol. O Milan segue como maior campeão do torneio, com quatro canecos.
Talvez a conquista de 2013, porém, seja a mais especial delas, pois encerra um ano glorioso na história do clube. Ela simboliza o quinto título de seis possíveis (Campeonato Alemão, Copa da Alemanha, Liga dos Campeões e Supercopa Europeia). Apenas a Supercopa da Alemanha escapou dos dedos para o rival Borussia Dortmund.
As taças são a recompensa pela eficiência ao longo do ano. Com Guardiola e o antecessor Jupp Heynckes, o Bayern fez 56 partidas ao longo de 2013. Venceu 50 vezes, empatou três e perdeu três. Apenas com o catalão à frente do time, são 29 jogos, 24 vitórias, três empates e duas derrotas. Números que falam por si só.
Agora o Bayern descansa e só volta a campo no meio de janeiro. Por causa da paralisação do Campeonato Alemão durante o período mais rigoroso do inverno europeu, o time joga de novo no dia 18, em amistoso contra o Salzburg, na Áustria. Na Bundesliga, seu próximo compromisso é diante do Borussia Monchengladbach, no dia 24. Líder isolado da competição germânica com 44 pontos, o time está garantido nas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa. Enfrenta o Arsenal, dia 19 de fevereiro, em Londres, e dia 11 de março, em Munique.
Deus Alá foi piedoso com o Raja Casablanca ao longo do Mundial de Clubes. Gols nos acréscimos, na prorrogação, de pênalti a minutos do fim... Mas não seria ele o responsável por realizar o sonho marroquino numa final contra o todo poderoso Bayern de Munique. É daqueles casos que nem a força divina poderia decidir nas quatro linhas. Faltava ali algo que sobrava no time alemão: categoria.

O Raja viveu últimas semanas mágicas, com todo um enredo pautado pela superação de um time que só disputou o torneio por ser o campeão do país-sede. A empolgação que comoveu Agadir e Marrakesh levou até mesmo o Rei Mohammed VI ao estádio, acompanhado por Joseph Blatter, Jêróme Valcke e sua trupe da Fifa. Havia um notório sentimento do “sí, se puede” na versão árabe. Mas o sonho durou exatos sete minutos.
Até o gol do brasileiro Dante, que na quinta-feira sequer sabia se seria titular, o estádio vivia os seus momentos de puro êxtase. Imaginem se o chute de Iajour, aos quatro, balançasse as redes de dentro - e não de fora. Imaginem se Karrouchy saísse um pouco antes da pequena área e não deixasse o zagueiro em condições para abrir o placar?
Não há muito que se lamentar, porém. O Bayern precisou de pouquíssimo tempo para mostrar que a diferença entre o melhor time da Europa e o do Marrocos era gigantesca, talvez do tamanho das contas bancárias de seus elencos. Aos 22, depois de quase balançar a rede com Müller e Alaba, saiu o segundo: o lateral-esquerdo avançou pela esquerda, cortou o marcador e rolou para Thiago Alcântara colocar no canto de Askri.

A vantagem deu conforto ao Bayern – não acomodação. O time de Guardiola seguiu mordendo, marcando forte e foi dono da bola por um tempo precioso (75% de posse). Quando soube o que fazer com ela, criou chances, com Shaqiri e Thiago. Quando não soube, Neuer entregou um presentão para Chtibi, que quase levou a torcida ao delírio com um gol de fora da área.
MASSACRE?

Foi uma atuação digna do Raja neste Mundial. Quem esperava um massacre no segundo tempo viu os marroquinos quase diminuírem com Iajour, aos 11. Uma cabeçada potente, embora sem direção, que exigiu reflexo de Neuer. Entre sua sinfonia de toques envolventes, o Bayern também levou perigo. Shaqiri, a novidade de Pep no time titular, carimbou o travessão após cruzamento de Lahm. Thiago jogou o rebote para fora.
Os marroquinos se orgulhavam de seu papel. Cantaram mesmo sem enxergar alguma perspectiva de reação. Vaiaram os alemães quando já pareciam comemorar o título em alto e bom som. E cantaram de novo. Em campo, quase foram ao delírio com as chances desperdiçadas por Mabide, Moutaouali e Kachani. A taça estava mesmo destinada ao "Super Bayern".

Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte.com


Penalty quita dívida de R$ 7 milhões com São Paulo, e parceria continua

A Penalty acertou nesta sexta-feira uma dívida que tinha com o São Paulo. O atraso nos pagamentos chegava a R$ 7 milhões, como noticiou o ESPN.com.br, em outubro. A situação gerou um mal estar entre a empresa e o clube, que chegou a cogitar romper o contrato e procurar outra fornecedora de material esportivo. A parceria vai até o fim de 2015. 
Por mês, a Penalty tem uma série de acertos a fazer com o departamento financeiro de Juvenal Juvêncio, como o envio de peças dos uniformes do time para os jogos, os royalties dos produtos vendidos e uma porcentagem pela loja do Morumbi. Há também um pagamento mensal referente a um valor fixo previsto em contrato.
A soma de todos os itens citados faz com que o acordo chegue a R$ 35 milhões anuais. O valor, divulgado pelas partes no momento da assinatura, é contabilizado da seguinte forma: as luvas (que são o valor fixo); o número de peças a serem fornecidas anualmente multiplicado ou pelo valor de varejo ou pelo preço final dos pontos de venda (o que acaba inflando o valor do contrato); bonificação por performance e royalties.
Apesar de não estar satisfeito com o parceria, e não só por causa da dívida, o São Paulo fez um esforço extra para acertar a situação por causa da dificuldade que teria em mudar de empresa neste momento. A Adidas, por exemplo, chegou a conversar com o clube, mas avisou que só conseguiria iniciar uma parceria a partir de 2015, por causa do tempo que precisaria para a produção do material e a distribuição das peças nas lojas. 
Geralmente, as empresas precisam de um tempo mínimo de cerca de 120 dias para começar a mandar os uniformes, além do período de abastecimento de pontos de venda. O processo, normalmente, irrita o torcedor, que procura por camisetas e não encontra. 
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Com novo show de Suárez, Liverpool vence Cardiff e 'seca' Arsenal por liderança

Há 54 anos, Liverpool e Cardiff se enfrentavam pela última vez no Anfield Road. Na ocasião, o time galês atropelou e venceu por 4 a 0. Neste domingo, no reencontro, a história foi bem diferente. E graças a um nome: Luis Suárez.
Com atuação inspiradíssima do atacante uruguaio - que marcou duas vezes e deu uma assistência -, os Reds não tomaram conhecimento dos visitantes e venceram por 3 a 1, em partida válida pela 17ª rodada do Campeonato Inglês.
O triunfo deixa o time comandado por Brendan Rodgers momentaneamente na liderança do campeonato, com 36 pontos. Para permanecer em primeiro, o time precisa torcer por um tropeço do Arsenal contra o Chelsea, na segunda-feira. Já o Cardiff, com a derrota, segue em 15º, com 17 pontos.
No jogo, além de Suárez, destaque também para Jordan Henderson. O meia deu o passe para os dois tentos do uruguaio e ainda armou o contra-ataque do segundo gol.
Na próxima rodada, dia 26, no chamado Boxing Day, os Reds enfrentam o Manchester City fora de casa. O Cardiff, por sua vez, receberá o Southampton.
O jogo
O Liverpool conseguiu abrir o placar aos 25 minutos do primeiro tempo. E que gol: Suárez passou para Allen na entrada da área. O meia abriu na esquerda para Henderson, que cruzou de primeira para Suárez, também de primeira, chutar e balançar as redes.
O time da casa seguiu dominando amplamente a partida frente ao desespero do Cardiff. Aos 37 minutos, após cruzamento de Sterling pela direita, Allen chutou na segunda trave e o goleiro Marshall tirou em cima da linha.
Mas, aos 41 minutos, veio o segundo gol. Henderson armou contra-ataque rápido ao enfiar para Suárez. Sem marcação, ele invadiu a área e não foi egoísta ao passar para Sterling, sozinho, empurrar para o fundo do gol.
Aos 44 minutos, o Liverpool fez mais um, novamente com a dupla Henderson-Suárez. O meia deu uma passe de calcanhar para o atacante, que acertou um belo chute de fora da área para marcar pela 19º vez no Inglês.
No segundo tempo, o ritmo do Liverpool caiu. O Cardiff, com o jogo praticamente perdido, conseguiu diminuir aos 13 minutos. Whittingham cobrou falta, e Mutch, sozinho, completou para o gol. Nada que ameaçasse a soberania e a 11ª vitória do time na Premier League.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Xingado, Cuca se despede e prevê: o Atlético vai voltar ao Mundial


No último jogo no comando do Atlético antes de partir para uma empreitada no futebol chinês, Cuca viveu uma experiência desagradavelmente inédita.

"Tivemos momentos na partida de ser muito cobrados, hostilizados. Um deles fui eu, que apesar de não ter sido xingado pela torcida do Atlético em dois anos aqui, hoje fui, pela primeira vez", declarou depois da vitória sobre o Guangzhou.
O treinador sabe muito bem os motivos da repentina mudança de humor da arquibancada no Marrocos e não seria a conquista do terceiro lugar do Mundial que mudaria isso. "As vaias - São muito em função de não ter conseguido a classificação para a final e por estar de saída."
"Mas no Atlético tive as duas maiores experiências da minha vida. A maior alegria, que foi a onquista da Libertadores e a maior tristeza, que foi não ser campeão do mundo. Está difícil de dormir. Por mais que a gente tente explicar, e o torcedor acha que a gente não tem coração, tem que valorizar esses meninos do Atlético", disse Cuca, que prometeu: "O Atlético sabe o caminho da Libertadores e vai ter mais chances de ser campeão do mundo. Em um futuro próximo, não sei quando, isso vai acontecer."

Desculpas

 "Uma pena a gente ter fracassado. Não é o que a gente queria, uma lástima muito grande. Mas o atleticano tem de estar feliz não com o terceiro lugar, mas com o ano dele. Se todo ano for campeão mineiro e internacional como foi, vai ser ótimo. Peço desculpa por não ter ido melhor. Deus abençoe o Atlético", disse o treinador ao canal Sportv.
Cuca viajou para o Marrocos já ciente de que não seria mais o treinador do Atlético-MG após a disputa do Mundial. Apesar do contrato estendido, o técnico recebeu uma proposta milionária do Shandong Luneng, da China, e pediu a liberação. Paulo Autuori será seu substituto. Mas mesmo antes de ir, o técnico relatou o carinho que tem pelo clube mineiro.
"É uma desafio novo na minha vida, vou seguir adiante, mas vou sempre ter a lembrança do Atlético como o melhor clube que eu trabalhei, tive a maior conquista da minha vida. Muito obrigado a todos", completou o treinador.
Em dois anos e meio no Atlético, o treinador conquistou dois Campeonatos Mineiros, em 2012 e 2013, e a Libertadores, neste ano.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Com melhor do mundo artilheira e goleira inspirada, Brasil vence Dinamarca e avança à final do Mundial

O Brasil está a uma vitória do título mundial no handebol. Nesta sexta-feira, com uma atuação inspirada da goleira Babi e sete gols de Alexandra, melhor jogadora do mundo em 2012, a equipe comandada por Morten Soubak venceu a Dinamarca por 27 a 21 e avançou para a decisão do torneio disputado na Sérvia.
É a primeira vez que a seleção brasileira de handebol , seja no masculino ou no feminino, terá a chance de se consagrar como a melhor equipe do mundo. A decisão, às 14h15 de domingo, será justamente contra as sérvias, que derrotaram mais cedo a Polônia para se garantirem na decisão. Será o segundo jogo entre as equipes na competição - na fase de grupos, vitória brasileira por 25 a 23.
Além de Alexandra, a armadora Ana Paula - que deu um susto ao sair carregada de quadra no final do jogo - foi outro destaque ao marcar cinco vezes. Do lado dinamarquês, nada menos que quatro atletas terminaram empatadas com três gols: Fisker, Hansen, Gravholt e Kristiansen.
O jogo desta sexta também foi uma repetição de um duelo na primeira fase. Já classificada, as brasileiras derrotaram as dinamarquesas na última rodada do grupo B por uma vantagem considerável de cinco gols (23 a 18).
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O Brasil de Deonise fez história: está na final do Mundial feminino de handebol
O Brasil de Deonise fez história: está na final do Mundial

O equilíbrio no jogo passou longe de ser igual ao da emocionante vitória contra a Hungria, decidida após duas prorrogações. Com atuação segura na primeira etapa, o Brasil terminou com vantagem de quatro gols (14 a 10).
Na segunda etapa, com um começo arrasador, a vantagem chegou a ser de seis gols. A Dinamarca chegou a reagir e diminuiu a vantagem para dois gols. Então, entrou em ação a goleira Babi. Com quatro defesas espetaculares, ela garantiu a dianteira enquanto as jogadoras de linha sofriam para acertarem o gol.
Nos dez minutos finais, o Brasil se rearmou em quadra e conseguiu aumentar a vantagem para sete gols. Uma vantagem confortável, que garantiu a histórica vitória. ´
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Metodista e Taubaté passam pela semi e decidem a Liga Nacional

Metodista e Taubaté estão na final da Liga Nacional masculina de handebol. Nesta quarta-feira, em Anápolis, as duas equipes bateram Maringá e Pinheiros, respectivamente, e garantiram lugar na decisão da disputa. As equipes se enfrentam na próxima sexta-feira, às 21h30m, também na cidade goiana, com transmissão ao vivo do SporTV. Mais cedo, às 17h, as equipes derrotadas disputam o terceiro lugar.


Em uma bela virada, Metodista garantiu o lugar na decisão ao vencer o Maringá por 37 a 34. No primeiro tempo, o time de São Bernardo perdia o duelo por 17 a 10. Artilheiro do jogo com 11 gols, o pivô Vini Teixeira, da Metodista, festejou o resultado, mas pediu mais consistência na defesa.
- Estou feliz por ter jogado bem e ajudado a equipe, mas mais feliz ainda pelo resultado. Esperamos fazer uma partida melhor ainda na sexta-feira, porque o ataque funcionou bem, mas erramos bastante defensivamente. Em uma final, não dá para tomar trinta gols como foi hoje.
Na outra semifinal, o Taubaté teve um jogo um pouco mais tranquilo diante do Pinheiros. O time do interior paulista bateu os rivais por 26 a 18, depois de um empate em 9 a 9 no primeiro tempo. O artilheiro foi o armador central André Silva, de Taubaté, com seis gols.
- As equipes se conhecem muito bem por jogarem o ano todo uma contra a outra. Já entramos em quadra mapeados e isso torna o jogo mais difícil ainda. Foi decidido nos detalhes; quem errou menos ficou com a vitória. Sobre a minha atuação, procurei me mexer bastante e consegui, mas os gols só saíram porque todos estavam bem – disse André.

Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte.com


Atlético desaba, perde para o Raja e vê fim de sonho no Mundial

No dia mais importante de sua história, o Atlético Mineiro sofreu como nunca em seus 104 anos. E chorou como nunca quando mais deveria sorrir.
No Mundial que poderia coroar sua reconstrução, o time de Cuca, de Victor, de Ronaldinho, Tardelli, Réver e Jô caiu. Desabou diante de um rival inferior, o Raja Casablanca, que fez o jogo de sua vida e venceu por 3 a 1.
A decepção de cada um dos mais de 10 mil atleticanos em Marrakech estava em olhares incrédulos, perdidos no horizonte. Em lágrimas de quem cruzou o Atlântico para viver um sonho, mas que talvez quisesse acordar de novo nesta quarta-feira para reviver a história, em busca de um final diferente.
Não houve Ronaldinho que resolvesse, mesmo com um belo gol de falta. Não houve Victor que impedisse o desastre, mesmo com uma defesa incrível.
Houve um time nervoso, que esbarrou em erros primários e num erro capital do árbitro espanhol Carlos Velasco Carballo, que marcou um pênalti duvidoso, decisivo para a partida.
O Atlético começou o duelo em Marrakech com o que tinha de melhor. Victor, um dos heróis da Libertadores, via à sua frente a mesma dupla de zaga daquela conquista - Réver e Leonardo Silva - além de Marcos Rocha, na lateral direita. Na esquerda, Lucas Cândido, garoto que começou o ano como volante e assistindo ao time principal pela TV; terminou como titular da lateral esquerda.
Getty
Ronaldinho Gaúcho tenta escapar da marcação marroquina
Ronaldinho Gaúcho fez golaço, mas não foi o suficiente 
No meio-campo, a dupla de volantes formada por Pierre e Josué. À frente, o quarteto ofensivo que fez do time um dos ataques mais temidos do Brasil. Diego Tardelli, Fernandinho, Jô e Ronaldinho.
O Ronaldinho do Atlético, como ele mesmo se definiu diante das provocações de um adversário que disse não vê-lo mais como o jogador do Barcelona. O Ronaldinho Mineiro, que disse não querer ser protagonista, mas apenas fazer parte de um time vencedor.
Mas o Atlético começou a partida tenso. Era como se os onze jogadores sentissem sobre suas costas o peso de uma responsabilidade que só o Atlético tinha: a de vencer a partida.
O Raja Casablanca, time de uma torcida apaixonada que fez do jogo uma festa digna de um campeonato mundial, era um franco-atirador. Um time que vencera de forma improvável o Monterrey nas quartas de final. Uma equipe que fazia, também, o maior jogo de sua história. Sua final de Copa do Mundo.
Os primeiros minutos foram de poucas chances e muita disputa. Em campo, o Raja tentava surpreender com ataques pelas laterais, e o Atlético tentava levar perigo nas bolas paradas. Nas arquibancadas, mais de 10 mil vozes empurravam o Atlético; o dobro de gente cantava pelo Raja. Eram 35219 pessoas no Grand Stade de Marrakech, em uma quarta-feira que o tornava ainda mais enorme e vibrante.
Uma gritaria que virou silêncio - das duas partes - aos 21 minutos do primeiro tempo. Depois de jogada de Fernandinho, Lucas Cândido avançou pela esquerda e cruzou para o meio da área; Jô chegou de carrinho e tocou na bola, que saiu à esquerda do gol de Askri. O Estádio de Marrakech prendeu a respiração.
A grande chance da partida até ali fez bem ao Atlético. Com mais paciência para tocar a bola no ataque e marcando pressão na saída de bola do adversário, o clube mineiro ainda criou outra grande chance aos 32 minutos: Fernandinho, livre na área após cruzamento de Marcos Rocha, chutou para fora.
Foram 15 minutos de lucidez, e que o gol atleticano parecia uma questão de tempo. Não era.
O Raja cresceu e quase marcou duas vezes, ambas com o capitão, Moutaouali. Na primeira, aos 36 minutos, Victor fez uma defesa que justificou a idolatria de cada um dos atleticanos no estádio. Aos 40, o camisa 5 mais uma vez teve a chance, mas chutou para fora.
Com as duas equipes acordadas, os cinco minutos finais tiveram chances de parte a parte. O Atlético, novamente em jogada de Jô e Marcos Rocha, quase marcou aos 43 - o atacante passou da linha da bola. O Raja respondeu com Iajour, que ficou frente a frente com Victor, mas chutou para fora.
O primeiro tempo acabou em um misto de alívio e sofrimento para a torcida atleticana. O sonho do Mundial, tão vivido durante o dia de festa em Marrakech, ficou em suspensão durante 45 minutos. Foi tenso, foi cruel, foi de roer as unhas.
Mas seria ainda mais tenso. Mais cruel. Mais terrível. De roer a alma.
Foi aos 8 minutos da segunda etapa. Depois de um contra-ataque pela esquerda, Iajour recebeu passe na intermediária, avançou e chutou na saída de Victor. O Raja fazia 1 a 0.
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Torcida atleticana faz a festa no Mundial
Torcida atleticana invadiu Marrakech com mais de 10 mil pessoas, mas time acabou derrotado pelo Raja Casabanca
Poderia ter feito mais. O Atlético apagou. E nem os gritos de "Eu acredito" vindos da arquibancada pareciam acordar os jogadores. Por três minutos, nada se via em campo. O segundo gol do Raja só não saiu porque Chtibi estava impedido quando tocou a bola para as redes.
Moutaouali, capitão do time marroquino, fazia graça. Deu toque de letra, olhou para uma lado e tocou para outro. Era um Ronaldinho improvisado em uma noite em que o original pouco aparecia.
Aos 11 minutos, o treinador Faouzi Benzarti colocou em campo o zagueiro Mabide - aquele que, no domingo, disse que Ronaldinho não jogava mais como antigamente, que era "apenas um nome".
O Atlético parecia perdido. E as palavras do lateral direito Marcos Rocha, irritado ao ser substituído por Luan, mostravam um time que parecia à beira do abismo. "Burro pra caral***", gritou, enquanto deixava o campo.
O palco estava armado para um desfecho de pesadelo.
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Jô e Ronaldinho comemoram com tradicional peitada
Jô e Ronaldinho comemoram com tradicional peitada
Era a hora de Ronaldinho, o mineiro, ser protagonista. Foi aos 18 minutos que o camisa 10 finalmente entrou no jogo. Em uma cobrança de falta perfeita, ele colocou a bola no ângulo, empatando o duelo e devolvendo esperança ao torcedor atleticano.
Valia a pena acreditar, e o chapéu em Erraki, no meio-campo, mostrava que Ronaldinho, o do Atlético mesmo, talvez já fosse o bastante para colocar o clube mineiro na final.
Até o telão do estádio, apagado desde o início da segunda etapa, voltou a funcionar. Ronaldinho voltou a funcionar. O Atlético voltou a funcionar. E a torcida do Raja, pela primeira vez, ficou minutos inteiros sem cantar, sem pular, sem transformar o estádio de Marrakech em sua casa.
Aos 30 minutos, Ronaldinho olhou para Réver, o capitão do Atlético, que passou por toda a reconstrução do clube nos últimos dois anos, e disse: "Faltam 15". E, em um quarto de hora, o clube poderia definir seu destino.

Não decidiu.
Para piorar, entrou em ação um personagem até então discreto na partida entrou em ação: o árbitro espanhol Carlos Velasco Carballo, que viu pênalti de Réver em Iajour aos 38 minutos. Na cobrança, Moutaouali chutou em um canto; Victor, canonizado pela torcida na Libertadores por uma defesa em um pênalti, não pôde fazer milagre.
 O milagre do dia era outro. Feito pelo Raja Casablanca, o segundo africano a chegar à decisão do Mundial de Clubes, repetindo o Mazembe, de 2010.
Madibe, aquele mesmo que falou que Ronaldinho não era mais o mesmo da época do Barcelona, fez o terceiro no fim - quando o Atlético, desesperado pelo empate, estava todo no ataque.
Na decisão, marcada para sábado, também em Marrakech, o clube marroquino enfrentará o Bayern de Munique, que bateu o Guangzhou por 3 a 0.

O Atlético, possivelmente no jogo mais triste de sua história, enfrentará o clube chinês na luta por um terceiro lugar com pouco ou nenhum significado.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Brasil supera síndrome e Hungria em jogo épico, faz história e está na semi do Mundial de Handebol

Esqueça os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Esqueça também o Mundial de 2011. A síndrome das quartas de final não existe mais.
Em partida emocionante e que terminou após duas prorrogações, a seleção brasileira comandada por Morten Soubak venceu a Hungria por 33 a 31 e pela primeira vez avançou às semifinais de uma grande competição no esporte. Agora, a equipe espera o vencedor do duelo entre Dinamarca e Alemanha para descobrir quem será a adversária por uma vaga na final no Mundial feminino, disputado na Sérvia.
Pelo retrospecto no campeonato, as brasileiras eram favoritas. Tinham feito campanha perfeita na primeira fase, com cinco vitórias em cinco jogos, e passaram bem pela Holanda. As húngaras, por outro lado, ficaram apenas na terceira posição na primeira fase, mas também se classificaram com relativa facilidade contra a Espanha.
Desta forma, o Brasil supera o fantasma das quartas de final nos grandes torneios. Em 2011, em solo nacional, a queda foi contra a Espanha em um jogo decidido no último lance. Em 2012, o algoz foi a Noruega, acusada pelas brasileiras de fazer corpo mole na fase de grupos da competição londrina.
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Morten Soubak passa orientações durante o jogo contra a Hungria
Morten Soubak passa orientações durante o jogo contra a Hungria

O Brasil começou a partida de maneira avassaladora. Depois de sofrer o primeiro gol, a equipe dominou amplamente as ações e chegou a abrir 5 a 1. Méritos para a intensidade da defesa: foram nada menos do que 8min46s sem deixar as adversárias marcarem um golzinho sequer - quase uma eternidade no handebol.
A vantagem chegou a ser de cinco gols (7 a 2). No entanto, depois, a Hungria reagiu e encostou no placar. A seleção mostrou novamente a face cascuda - é o time mais indisciplinado do Mundial, segundo a Federação Internacional de Handebol - e levou quatro suspensões por 2min no jogo.
No momento mais delicado, com o cronômetro marcando 18min37s, o time de Morten Soubak sofreu duas suspensões: as armadoras Ana Paula e Deonise levaram a punição ao mesmo tempo, deixando o Brasil com apenas quatro na linha. Nada para se desesperar: com defesa forte, levaram apenas um gol e mantiveram a vantagem mínima de 9 a 8. Com o time refeito, os 30 minutos iniciais terminaram 12 a 11 para as brasileiras.
Na segunda etapa, o ritmo caiu. O Brasil até chegou a abrir dois gols de vantagem, mas sucumbiu frente a mais organizada defesa húngara. Pouco a pouco, os espaços diminuíram para a pivô e as jogadas a partir das centrais passaram a ser mais frequentes. As europeias chegaram a abrir dois gols de vantagem novamente, mas a seleção reagiu de novo e, em um fim nervoso, levou o jogo para prorrogação.
No tempo extra, com 26 a 26, o Brasil perdeu boa chance de sair na frente depois de Deonise, sozinha em contra-ataque, ver a goleira Herr defender. Depois, o castigo: em contragolpe, Kovacsicz não desperdiçou e fez 27 a 26.
No começo da segunda etapa, a ponta Alexandra empatou. No lance seguinte, a arbitragem marcou sete metros a favor das húngaras. Gorbicz converteu: 28 a 27. A esperança brasileira de um desfecho positivo veio quando Zekeres levou dois minutos. Fernanda desperdiçou o primeiro ataque, mas Alexandra, não: 28 a 28, faltando 1min30s. Alexandra chegou a fazer 29 a 28, mas Tomori empatou, e o duelo foi para mais uma prorrogação.
No segundo tempo extra, Brasil e Hungria chegaram empatados em 30 a 30 faltando 5min. Faltando dois minutos, Alexandra converteu sete metros e fez 31 a 30. Mayara Moura fez 32 a 30 faltando 30 s para o fim. No lance seguinte, a Hungria diminuiu. Mas, no último lance, Samira fez 33 a 31 e definiu: Brasil, enfim, classificado para a semifinal.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Brasil luta por uma vaga na semifinal do Mundial Feminino

Equipe enfrenta a forte Hungria nesta quarta-feira (18), às 14h30 (Brasília), com transmissão do Esporte Interativo


Belgrado (SRB) - Depois de uma grande batalha vencida nesta segunda-feira (16) contra a Holanda, pelas oitavas de final do Campeonato Mundial Feminino de Handebol, a Seleção Brasileira já se prepara para a próxima. Nesta quarta-feira (18), a equipe volta à quadra para disputar as quartas de final da competição contra a Hungria, um adversário difícil, que eliminou a forte Espanha nas oitavas. Mesmo sabendo do equilíbrio do próximo desafio, a equipe está muito confiante na busca da primeira medalha, mas com os pés no chão de que precisa vencer mais esse passo para seguir em busca do grande objetivo. O confronto está marcado para às 14h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo do canal Esporte Interativo. 

Nas oitavas de final contra a Holanda, o Brasil fez uma partida dura, mas cheia de altos e baixos para os dois lados. O fato não quer ser repetido pela equipe, que sabe da responsabilidade de encarar um adversário tão duro na fase eliminatória. "Sabíamos que não teríamos adversário mais forte ou mais fácil nesta fase, independente de quem fosse", frisou o técnico Morten Soubak. "Todos esperavam que a Espanha saísse com uma medalha porque jogaram muito bem na preparação. Mas, a Hungria, no ano passado retornou ao Campeonato Europeu entre os TOPs, então, não é surpresa. Além disso, tem uma equipe que é campeã da Champions League. São adversárias fisicamente fortíssimas. Porém, como sempre, temos que nos preocupar com o nosso jogo e seguir com a preparação que fizemos até agora", decretou.

Uma das integrantes da Seleção, conhece muito bem as próximas oponentes. A armadora Eduarda Amorim, atua no clube Gyori Audi ETO, da Hungria, campeã da Champions League, conforme citado pelo treinador. "A Hungria tem um ataque muito bom. É um ponto positivo para mim conhecer algumas delas muito bem. Sei os pontos fortes delas e vamos ver se vai dar certo. Contra a Sérvia tentamos fazer isso, que era marcar bem as principais jogadoras delas e conseguimos. Vamos tentar isso para esse jogo também", revelou a catarinense. 

Ela afirma que o clima da equipe está muito bom e que a cabeça será um dos pontos mais importantes para esta fase decisiva. "Estamos confiantes por estarmos jogando bem. Na última partida não jogamos o nosso máximo, por causa do nervosismo. Temos que controlar um pouco isso. Como é um duelo de mata-mata, isso acaba acontecendo. É natural. Acho que se tivermos um pouquinho de tranquilidade, vamos deixar a confiança fluir. Precisamos de muita coragem para esse jogo", finalizou Duda.

Além de Brasil e Hungria, as quartas de final contam também com partidas entre Polônia e França, Dinamarca e Alemanha, e Sérvia e Noruega. Na fase classificatória, quando fez parte do grupo B, as brasileiras venceram a Argélia, China, Sérvia, Japão e Dinamarca. A partida das oitavas contra a Holanda terminou 29 a 23. O País segue em destaque nas estatísticas do Mundial. A goleira Bárbara Arenhart, tem 48% de aproveitamento na defesa e é a terceira melhor goleira. Além disso, a ponta direita Alexandra Nascimento é a nona na artilharia, com 30 gols. 

Tabela e resultados do grupo B
(horário de Brasília)

Sexta-feira (6)
Sérvia 28 x 26 Japão

Sábado (7)
Brasil 36 x 20 Argélia
Dinamarca 44 x 21 China
Domingo (8)
China 21 x 34 Brasil
Argélia 14 x 34 Sérvia
Japão 25 x 29 Dinamarca

Terça-feira (10)
China 27 x 33 Japão
Brasil 25 x 23 Sérvia
Dinamarca 38 x 20 Argélia

Quarta-feira (11)
Brasil 24 x 20 Japão
Argélia 27 x 25 ChChina
 Dinamarca 18 x 23 Brasil

 Oitavas de final

 Domingo (15)
 Alemanha 29 x 21 Angola
 França 27 x 19 Japão
 Polônia 31 x 29 Romênia
 Dinamarca 22 x 21 Montenegro 

 Segunda-feira (16)
 Hungria 28 x 21 Espanha
 Brasil 29 x 23 Holanda
 Noruega 31 x 21 República Tcheca
 Coreia 27 x 28 Sérvia

 Quarta de final

 Quarta-feira (18)
Quarta-feira (18)

 14h30 Brasil x Hungria
 14h30 Polônia x França 
 17h15 Sérvia x Noruega 
 17h15 Dinamarca x Alemanha

 Seleção Brasileira Feminina de Handebol

 Goleiras - Bárbara Arenhart (Hypo Nö - Áustria) e Mayssa Pessoa (HK Dínamo Volgograd - Rússia).

 Armadoras - Amanda Claudino de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Deonise Fachinello Cavaleiro (Hypo Nö - Áustria), Eduarda Amorim (Gyori Audi ETO - Hungria) e Karoline Helena de Souza (Team Tvis Holstebro - Dinamarca).

 Centrais - Ana Paula Rodrigues Belo (Hypo Nö - Áustria), Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP e Mayara Fier de Moura.

 Pontas - Alexandra Priscila do Nascimento (Hypo Nö - Áustria), Fernanda França da Silva (Hypo Nö - Áustria), Samyra Pereira da Silva Rocha (Mios Biganos Handball - França) e Mariana Costa (Team Vendyssel - Dinamarca). 

Pivôs - Daniela de Oliveira Piedade (Rokometni Klub Krim - Eslovênia), Elaine Gomes Barbosa (Força Atlética-GO) e Fabiana Carvalho Diniz (Hypo Nö - Áustria).
 Comissão técnica
 Técnico: Morten Soubak
 Assistente técnico: Alex Aprile
 Supervisora: Rita Orsi
 Médico: Leandro Gregorut Lima
 Fisioterapeuta: Marina Gonçalves Calister
 Nutricionista: Júlia do Valle Bargieri
 Psicóloga: Alessandra Dutra
 Massoterapeuta: Aparecida da Rocha Pereira Alves

Um grande abraço.
Fonte: CbHb
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