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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Metodista e Taubaté passam pela semi e decidem a Liga Nacional

Metodista e Taubaté estão na final da Liga Nacional masculina de handebol. Nesta quarta-feira, em Anápolis, as duas equipes bateram Maringá e Pinheiros, respectivamente, e garantiram lugar na decisão da disputa. As equipes se enfrentam na próxima sexta-feira, às 21h30m, também na cidade goiana, com transmissão ao vivo do SporTV. Mais cedo, às 17h, as equipes derrotadas disputam o terceiro lugar.


Em uma bela virada, Metodista garantiu o lugar na decisão ao vencer o Maringá por 37 a 34. No primeiro tempo, o time de São Bernardo perdia o duelo por 17 a 10. Artilheiro do jogo com 11 gols, o pivô Vini Teixeira, da Metodista, festejou o resultado, mas pediu mais consistência na defesa.
- Estou feliz por ter jogado bem e ajudado a equipe, mas mais feliz ainda pelo resultado. Esperamos fazer uma partida melhor ainda na sexta-feira, porque o ataque funcionou bem, mas erramos bastante defensivamente. Em uma final, não dá para tomar trinta gols como foi hoje.
Na outra semifinal, o Taubaté teve um jogo um pouco mais tranquilo diante do Pinheiros. O time do interior paulista bateu os rivais por 26 a 18, depois de um empate em 9 a 9 no primeiro tempo. O artilheiro foi o armador central André Silva, de Taubaté, com seis gols.
- As equipes se conhecem muito bem por jogarem o ano todo uma contra a outra. Já entramos em quadra mapeados e isso torna o jogo mais difícil ainda. Foi decidido nos detalhes; quem errou menos ficou com a vitória. Sobre a minha atuação, procurei me mexer bastante e consegui, mas os gols só saíram porque todos estavam bem – disse André.

Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte.com


Atlético desaba, perde para o Raja e vê fim de sonho no Mundial

No dia mais importante de sua história, o Atlético Mineiro sofreu como nunca em seus 104 anos. E chorou como nunca quando mais deveria sorrir.
No Mundial que poderia coroar sua reconstrução, o time de Cuca, de Victor, de Ronaldinho, Tardelli, Réver e Jô caiu. Desabou diante de um rival inferior, o Raja Casablanca, que fez o jogo de sua vida e venceu por 3 a 1.
A decepção de cada um dos mais de 10 mil atleticanos em Marrakech estava em olhares incrédulos, perdidos no horizonte. Em lágrimas de quem cruzou o Atlântico para viver um sonho, mas que talvez quisesse acordar de novo nesta quarta-feira para reviver a história, em busca de um final diferente.
Não houve Ronaldinho que resolvesse, mesmo com um belo gol de falta. Não houve Victor que impedisse o desastre, mesmo com uma defesa incrível.
Houve um time nervoso, que esbarrou em erros primários e num erro capital do árbitro espanhol Carlos Velasco Carballo, que marcou um pênalti duvidoso, decisivo para a partida.
O Atlético começou o duelo em Marrakech com o que tinha de melhor. Victor, um dos heróis da Libertadores, via à sua frente a mesma dupla de zaga daquela conquista - Réver e Leonardo Silva - além de Marcos Rocha, na lateral direita. Na esquerda, Lucas Cândido, garoto que começou o ano como volante e assistindo ao time principal pela TV; terminou como titular da lateral esquerda.
Getty
Ronaldinho Gaúcho tenta escapar da marcação marroquina
Ronaldinho Gaúcho fez golaço, mas não foi o suficiente 
No meio-campo, a dupla de volantes formada por Pierre e Josué. À frente, o quarteto ofensivo que fez do time um dos ataques mais temidos do Brasil. Diego Tardelli, Fernandinho, Jô e Ronaldinho.
O Ronaldinho do Atlético, como ele mesmo se definiu diante das provocações de um adversário que disse não vê-lo mais como o jogador do Barcelona. O Ronaldinho Mineiro, que disse não querer ser protagonista, mas apenas fazer parte de um time vencedor.
Mas o Atlético começou a partida tenso. Era como se os onze jogadores sentissem sobre suas costas o peso de uma responsabilidade que só o Atlético tinha: a de vencer a partida.
O Raja Casablanca, time de uma torcida apaixonada que fez do jogo uma festa digna de um campeonato mundial, era um franco-atirador. Um time que vencera de forma improvável o Monterrey nas quartas de final. Uma equipe que fazia, também, o maior jogo de sua história. Sua final de Copa do Mundo.
Os primeiros minutos foram de poucas chances e muita disputa. Em campo, o Raja tentava surpreender com ataques pelas laterais, e o Atlético tentava levar perigo nas bolas paradas. Nas arquibancadas, mais de 10 mil vozes empurravam o Atlético; o dobro de gente cantava pelo Raja. Eram 35219 pessoas no Grand Stade de Marrakech, em uma quarta-feira que o tornava ainda mais enorme e vibrante.
Uma gritaria que virou silêncio - das duas partes - aos 21 minutos do primeiro tempo. Depois de jogada de Fernandinho, Lucas Cândido avançou pela esquerda e cruzou para o meio da área; Jô chegou de carrinho e tocou na bola, que saiu à esquerda do gol de Askri. O Estádio de Marrakech prendeu a respiração.
A grande chance da partida até ali fez bem ao Atlético. Com mais paciência para tocar a bola no ataque e marcando pressão na saída de bola do adversário, o clube mineiro ainda criou outra grande chance aos 32 minutos: Fernandinho, livre na área após cruzamento de Marcos Rocha, chutou para fora.
Foram 15 minutos de lucidez, e que o gol atleticano parecia uma questão de tempo. Não era.
O Raja cresceu e quase marcou duas vezes, ambas com o capitão, Moutaouali. Na primeira, aos 36 minutos, Victor fez uma defesa que justificou a idolatria de cada um dos atleticanos no estádio. Aos 40, o camisa 5 mais uma vez teve a chance, mas chutou para fora.
Com as duas equipes acordadas, os cinco minutos finais tiveram chances de parte a parte. O Atlético, novamente em jogada de Jô e Marcos Rocha, quase marcou aos 43 - o atacante passou da linha da bola. O Raja respondeu com Iajour, que ficou frente a frente com Victor, mas chutou para fora.
O primeiro tempo acabou em um misto de alívio e sofrimento para a torcida atleticana. O sonho do Mundial, tão vivido durante o dia de festa em Marrakech, ficou em suspensão durante 45 minutos. Foi tenso, foi cruel, foi de roer as unhas.
Mas seria ainda mais tenso. Mais cruel. Mais terrível. De roer a alma.
Foi aos 8 minutos da segunda etapa. Depois de um contra-ataque pela esquerda, Iajour recebeu passe na intermediária, avançou e chutou na saída de Victor. O Raja fazia 1 a 0.
Getty
Torcida atleticana faz a festa no Mundial
Torcida atleticana invadiu Marrakech com mais de 10 mil pessoas, mas time acabou derrotado pelo Raja Casabanca
Poderia ter feito mais. O Atlético apagou. E nem os gritos de "Eu acredito" vindos da arquibancada pareciam acordar os jogadores. Por três minutos, nada se via em campo. O segundo gol do Raja só não saiu porque Chtibi estava impedido quando tocou a bola para as redes.
Moutaouali, capitão do time marroquino, fazia graça. Deu toque de letra, olhou para uma lado e tocou para outro. Era um Ronaldinho improvisado em uma noite em que o original pouco aparecia.
Aos 11 minutos, o treinador Faouzi Benzarti colocou em campo o zagueiro Mabide - aquele que, no domingo, disse que Ronaldinho não jogava mais como antigamente, que era "apenas um nome".
O Atlético parecia perdido. E as palavras do lateral direito Marcos Rocha, irritado ao ser substituído por Luan, mostravam um time que parecia à beira do abismo. "Burro pra caral***", gritou, enquanto deixava o campo.
O palco estava armado para um desfecho de pesadelo.
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Jô e Ronaldinho comemoram com tradicional peitada
Jô e Ronaldinho comemoram com tradicional peitada
Era a hora de Ronaldinho, o mineiro, ser protagonista. Foi aos 18 minutos que o camisa 10 finalmente entrou no jogo. Em uma cobrança de falta perfeita, ele colocou a bola no ângulo, empatando o duelo e devolvendo esperança ao torcedor atleticano.
Valia a pena acreditar, e o chapéu em Erraki, no meio-campo, mostrava que Ronaldinho, o do Atlético mesmo, talvez já fosse o bastante para colocar o clube mineiro na final.
Até o telão do estádio, apagado desde o início da segunda etapa, voltou a funcionar. Ronaldinho voltou a funcionar. O Atlético voltou a funcionar. E a torcida do Raja, pela primeira vez, ficou minutos inteiros sem cantar, sem pular, sem transformar o estádio de Marrakech em sua casa.
Aos 30 minutos, Ronaldinho olhou para Réver, o capitão do Atlético, que passou por toda a reconstrução do clube nos últimos dois anos, e disse: "Faltam 15". E, em um quarto de hora, o clube poderia definir seu destino.

Não decidiu.
Para piorar, entrou em ação um personagem até então discreto na partida entrou em ação: o árbitro espanhol Carlos Velasco Carballo, que viu pênalti de Réver em Iajour aos 38 minutos. Na cobrança, Moutaouali chutou em um canto; Victor, canonizado pela torcida na Libertadores por uma defesa em um pênalti, não pôde fazer milagre.
 O milagre do dia era outro. Feito pelo Raja Casablanca, o segundo africano a chegar à decisão do Mundial de Clubes, repetindo o Mazembe, de 2010.
Madibe, aquele mesmo que falou que Ronaldinho não era mais o mesmo da época do Barcelona, fez o terceiro no fim - quando o Atlético, desesperado pelo empate, estava todo no ataque.
Na decisão, marcada para sábado, também em Marrakech, o clube marroquino enfrentará o Bayern de Munique, que bateu o Guangzhou por 3 a 0.

O Atlético, possivelmente no jogo mais triste de sua história, enfrentará o clube chinês na luta por um terceiro lugar com pouco ou nenhum significado.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Brasil supera síndrome e Hungria em jogo épico, faz história e está na semi do Mundial de Handebol

Esqueça os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Esqueça também o Mundial de 2011. A síndrome das quartas de final não existe mais.
Em partida emocionante e que terminou após duas prorrogações, a seleção brasileira comandada por Morten Soubak venceu a Hungria por 33 a 31 e pela primeira vez avançou às semifinais de uma grande competição no esporte. Agora, a equipe espera o vencedor do duelo entre Dinamarca e Alemanha para descobrir quem será a adversária por uma vaga na final no Mundial feminino, disputado na Sérvia.
Pelo retrospecto no campeonato, as brasileiras eram favoritas. Tinham feito campanha perfeita na primeira fase, com cinco vitórias em cinco jogos, e passaram bem pela Holanda. As húngaras, por outro lado, ficaram apenas na terceira posição na primeira fase, mas também se classificaram com relativa facilidade contra a Espanha.
Desta forma, o Brasil supera o fantasma das quartas de final nos grandes torneios. Em 2011, em solo nacional, a queda foi contra a Espanha em um jogo decidido no último lance. Em 2012, o algoz foi a Noruega, acusada pelas brasileiras de fazer corpo mole na fase de grupos da competição londrina.
Getty
Morten Soubak passa orientações durante o jogo contra a Hungria
Morten Soubak passa orientações durante o jogo contra a Hungria

O Brasil começou a partida de maneira avassaladora. Depois de sofrer o primeiro gol, a equipe dominou amplamente as ações e chegou a abrir 5 a 1. Méritos para a intensidade da defesa: foram nada menos do que 8min46s sem deixar as adversárias marcarem um golzinho sequer - quase uma eternidade no handebol.
A vantagem chegou a ser de cinco gols (7 a 2). No entanto, depois, a Hungria reagiu e encostou no placar. A seleção mostrou novamente a face cascuda - é o time mais indisciplinado do Mundial, segundo a Federação Internacional de Handebol - e levou quatro suspensões por 2min no jogo.
No momento mais delicado, com o cronômetro marcando 18min37s, o time de Morten Soubak sofreu duas suspensões: as armadoras Ana Paula e Deonise levaram a punição ao mesmo tempo, deixando o Brasil com apenas quatro na linha. Nada para se desesperar: com defesa forte, levaram apenas um gol e mantiveram a vantagem mínima de 9 a 8. Com o time refeito, os 30 minutos iniciais terminaram 12 a 11 para as brasileiras.
Na segunda etapa, o ritmo caiu. O Brasil até chegou a abrir dois gols de vantagem, mas sucumbiu frente a mais organizada defesa húngara. Pouco a pouco, os espaços diminuíram para a pivô e as jogadas a partir das centrais passaram a ser mais frequentes. As europeias chegaram a abrir dois gols de vantagem novamente, mas a seleção reagiu de novo e, em um fim nervoso, levou o jogo para prorrogação.
No tempo extra, com 26 a 26, o Brasil perdeu boa chance de sair na frente depois de Deonise, sozinha em contra-ataque, ver a goleira Herr defender. Depois, o castigo: em contragolpe, Kovacsicz não desperdiçou e fez 27 a 26.
No começo da segunda etapa, a ponta Alexandra empatou. No lance seguinte, a arbitragem marcou sete metros a favor das húngaras. Gorbicz converteu: 28 a 27. A esperança brasileira de um desfecho positivo veio quando Zekeres levou dois minutos. Fernanda desperdiçou o primeiro ataque, mas Alexandra, não: 28 a 28, faltando 1min30s. Alexandra chegou a fazer 29 a 28, mas Tomori empatou, e o duelo foi para mais uma prorrogação.
No segundo tempo extra, Brasil e Hungria chegaram empatados em 30 a 30 faltando 5min. Faltando dois minutos, Alexandra converteu sete metros e fez 31 a 30. Mayara Moura fez 32 a 30 faltando 30 s para o fim. No lance seguinte, a Hungria diminuiu. Mas, no último lance, Samira fez 33 a 31 e definiu: Brasil, enfim, classificado para a semifinal.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Brasil luta por uma vaga na semifinal do Mundial Feminino

Equipe enfrenta a forte Hungria nesta quarta-feira (18), às 14h30 (Brasília), com transmissão do Esporte Interativo


Belgrado (SRB) - Depois de uma grande batalha vencida nesta segunda-feira (16) contra a Holanda, pelas oitavas de final do Campeonato Mundial Feminino de Handebol, a Seleção Brasileira já se prepara para a próxima. Nesta quarta-feira (18), a equipe volta à quadra para disputar as quartas de final da competição contra a Hungria, um adversário difícil, que eliminou a forte Espanha nas oitavas. Mesmo sabendo do equilíbrio do próximo desafio, a equipe está muito confiante na busca da primeira medalha, mas com os pés no chão de que precisa vencer mais esse passo para seguir em busca do grande objetivo. O confronto está marcado para às 14h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo do canal Esporte Interativo. 

Nas oitavas de final contra a Holanda, o Brasil fez uma partida dura, mas cheia de altos e baixos para os dois lados. O fato não quer ser repetido pela equipe, que sabe da responsabilidade de encarar um adversário tão duro na fase eliminatória. "Sabíamos que não teríamos adversário mais forte ou mais fácil nesta fase, independente de quem fosse", frisou o técnico Morten Soubak. "Todos esperavam que a Espanha saísse com uma medalha porque jogaram muito bem na preparação. Mas, a Hungria, no ano passado retornou ao Campeonato Europeu entre os TOPs, então, não é surpresa. Além disso, tem uma equipe que é campeã da Champions League. São adversárias fisicamente fortíssimas. Porém, como sempre, temos que nos preocupar com o nosso jogo e seguir com a preparação que fizemos até agora", decretou.

Uma das integrantes da Seleção, conhece muito bem as próximas oponentes. A armadora Eduarda Amorim, atua no clube Gyori Audi ETO, da Hungria, campeã da Champions League, conforme citado pelo treinador. "A Hungria tem um ataque muito bom. É um ponto positivo para mim conhecer algumas delas muito bem. Sei os pontos fortes delas e vamos ver se vai dar certo. Contra a Sérvia tentamos fazer isso, que era marcar bem as principais jogadoras delas e conseguimos. Vamos tentar isso para esse jogo também", revelou a catarinense. 

Ela afirma que o clima da equipe está muito bom e que a cabeça será um dos pontos mais importantes para esta fase decisiva. "Estamos confiantes por estarmos jogando bem. Na última partida não jogamos o nosso máximo, por causa do nervosismo. Temos que controlar um pouco isso. Como é um duelo de mata-mata, isso acaba acontecendo. É natural. Acho que se tivermos um pouquinho de tranquilidade, vamos deixar a confiança fluir. Precisamos de muita coragem para esse jogo", finalizou Duda.

Além de Brasil e Hungria, as quartas de final contam também com partidas entre Polônia e França, Dinamarca e Alemanha, e Sérvia e Noruega. Na fase classificatória, quando fez parte do grupo B, as brasileiras venceram a Argélia, China, Sérvia, Japão e Dinamarca. A partida das oitavas contra a Holanda terminou 29 a 23. O País segue em destaque nas estatísticas do Mundial. A goleira Bárbara Arenhart, tem 48% de aproveitamento na defesa e é a terceira melhor goleira. Além disso, a ponta direita Alexandra Nascimento é a nona na artilharia, com 30 gols. 

Tabela e resultados do grupo B
(horário de Brasília)

Sexta-feira (6)
Sérvia 28 x 26 Japão

Sábado (7)
Brasil 36 x 20 Argélia
Dinamarca 44 x 21 China
Domingo (8)
China 21 x 34 Brasil
Argélia 14 x 34 Sérvia
Japão 25 x 29 Dinamarca

Terça-feira (10)
China 27 x 33 Japão
Brasil 25 x 23 Sérvia
Dinamarca 38 x 20 Argélia

Quarta-feira (11)
Brasil 24 x 20 Japão
Argélia 27 x 25 ChChina
 Dinamarca 18 x 23 Brasil

 Oitavas de final

 Domingo (15)
 Alemanha 29 x 21 Angola
 França 27 x 19 Japão
 Polônia 31 x 29 Romênia
 Dinamarca 22 x 21 Montenegro 

 Segunda-feira (16)
 Hungria 28 x 21 Espanha
 Brasil 29 x 23 Holanda
 Noruega 31 x 21 República Tcheca
 Coreia 27 x 28 Sérvia

 Quarta de final

 Quarta-feira (18)
Quarta-feira (18)

 14h30 Brasil x Hungria
 14h30 Polônia x França 
 17h15 Sérvia x Noruega 
 17h15 Dinamarca x Alemanha

 Seleção Brasileira Feminina de Handebol

 Goleiras - Bárbara Arenhart (Hypo Nö - Áustria) e Mayssa Pessoa (HK Dínamo Volgograd - Rússia).

 Armadoras - Amanda Claudino de Andrade (Supergasbras/UNC/Concórdia-SC), Deonise Fachinello Cavaleiro (Hypo Nö - Áustria), Eduarda Amorim (Gyori Audi ETO - Hungria) e Karoline Helena de Souza (Team Tvis Holstebro - Dinamarca).

 Centrais - Ana Paula Rodrigues Belo (Hypo Nö - Áustria), Deborah Hannah Pontes Nunes (Metodista/São Bernardo-SP e Mayara Fier de Moura.

 Pontas - Alexandra Priscila do Nascimento (Hypo Nö - Áustria), Fernanda França da Silva (Hypo Nö - Áustria), Samyra Pereira da Silva Rocha (Mios Biganos Handball - França) e Mariana Costa (Team Vendyssel - Dinamarca). 

Pivôs - Daniela de Oliveira Piedade (Rokometni Klub Krim - Eslovênia), Elaine Gomes Barbosa (Força Atlética-GO) e Fabiana Carvalho Diniz (Hypo Nö - Áustria).
 Comissão técnica
 Técnico: Morten Soubak
 Assistente técnico: Alex Aprile
 Supervisora: Rita Orsi
 Médico: Leandro Gregorut Lima
 Fisioterapeuta: Marina Gonçalves Calister
 Nutricionista: Júlia do Valle Bargieri
 Psicóloga: Alessandra Dutra
 Massoterapeuta: Aparecida da Rocha Pereira Alves

Um grande abraço.
Fonte: CbHb

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Com Mari Paraíba e Lu Escouto na torcida, Barueri perde para o Osasco

Das três musas que reforçaram a equipe, apenas Natasha Valente esteve em quadra. Time do técnico Luizomar chega a 11 vitórias em 11 partidas e é líder da Superliga


O Osasco vive um momento incrível na Superliga feminina de vôlei. Nesta segunda-feira, o time de Luizomar jogou fora de casa contra o Barueri, levou a melhor por 3 sets a 0, parciais de 21/12, 21/12 e 21/9, e ampliou seu domínio na competição. Até o momento, são 11 vitórias em 11 jogos e só cinco sets perdidos. Nem os reforços de Mari Paraíba e Luciane Escouto nas arquibancadas do ginásio José Correa e de Natasha Valente em quadra ajudaram o time da casa.

Recém-contratadas, as duas musas ainda não têm condição de jogo, mas estiveram na torcida da nova equipe. Mari Paraíba atuou no vôlei de praia durante a temporada. Já Luciane Escouto, que concilia a carreira de atleta com a de modelo, teve o Rio de Janeiro como último time. Natasha Valente, que foi dupla de Mari Paraíba nas areias, esteve em quadra, mas teve atuação tímida. 
Pelo lado do Osasco, foram muitos destaques, como Sheilla, Thaísa, Adenízia e Fabíola, mas foi Gabi quem levou o Troféu Viva Vôlei com melhor atleta em quadra. 
- Foram poucos erros e é assim que a equipe tem que crescer. A gente não quer perder, damos o nosso máximo dentro de quadra o tempo inteiro para alcançar o nosso objetivo - disse Gabi.
O Osasco encara o Brasília na próxima sexta-feira, às 21h30m (de Brasília), com transmissão do SporTV. Já o Barueri pega o Rio de Janeiro, às 19h, fora de casa. 
O jogo
Volei - Barueri x Osasco (Foto: Luiz Pires/FotoJump/Divulgação)Meninas bloqueiam ataque rival
(Foto: Luiz Pires/FotoJump/Divulgação)
Osasco começou melhor com Sheilla comandando as companheiras ofensivamente. O time também estava muito bem no saque. Adenízia, por exemplo, acertou uma bola entre a linha defensiva do Barueri, com duas jogadoras em posição de recepção. Thaísa ainda pontuou em um belo bloqueio individual na sequência, e Gabi usou sua agressividade para aumentar a vantagem no placar. Do outro lado, o rival errava demais e não conseguia pontuar em seus saques. Em um lance, ficou evidente o nervosismo da equipe da casa. Duda recebeu boa bola pela direita, mas isolou. No fim das contas, deu 21 a 12 para o Osasco.

O segundo set seguiu mais favorável ao visitante, mas com uma leve melhora do Barueri, que já errava menos. Fernandinha ajudou o time a encostar nas rivais, mas o líder da Superliga se recuperou com Thaísa pontuando pelo meio. Aos poucos, a superioridade ficou mais evidente. Mesmo com um erro de Sheilla no saque, o Osasco abriu vantagem de sete pontos, chegando a 18 a 12. Com Fabíola levantando, a atleta respondeu em uma bomba pela direita. Tiveram algumas substituições no final da etapa, e o time de Luizomar fechou em 21 a 12 em um ponto de saque.
Volei - Barueri x Osasco (Foto: Luiz Pires/FotoJump/Divulgação)Adenízia comemora ponto com Gabi (Foto: Luiz Pires/FotoJump/Divulgação)


A partida era mesmo do Osasco. O time seguiu com a mesma pegada dos outros sets, disposto a encerrar o jogo com 3 a 0 no placar. Com bons levantamentos de Camila Brait e os ataques fortes de Thaísa e Gabi, que também ajudavam no bloqueio, não houve dificuldades. Sheilla conseguiu 18 a 7 com um forte cortada pela direita, e o time fechou em 21 a 9.
Um grande abraço.
Fonte: Globoesporte.com

Invicto, Brasil vence Holanda e enfrenta Hungria por semi inédita no Mundial de Handebol

Uma das seleções de handebol que mais evoluiu nos últimos anos, o Brasil está novamente nas quartas de final do Mundial feminino. Nesta segunda-feira, depois de encerrar a primeira fase sem perder, o time comandado por Morten Soubak soube aproveitar os momentos com uma atleta a mais em quadra para vencer a Holanda por 29 a 23 e se manter vivo na competição.
O destaque do Brasil na partida foi a armadora Ana Paula, com sete gols. A também armadora Duda Amorim fez cinco, mesmo número da ponta Alexandra, melhor atleta do mundo no handebol em 2012. Do lado holandês, a ala Louis Abbingh foi o destaque, com sete gols.
Na luta por uma vaga na semifinal, a seleção brasileira enfrentará a Hungria. As húngaras abriram o segundo dias das oitavas de final contra a Espanha, derrotando as rivais - algozes do Brasil no último Mundial, em 2011 - por 28 a 21. O duelo será realizado quarta-feira, em horário a ser definido.
Será uma nova chance das brasileiras de romperem a barreira das quartas de final. Além do Mundial de dois anos atrás, a equipe chegou nesta fase nos Jogos Olímpicos de Londres. Na ocasião, enfrentou a Noruega, saiu vencendo o primeiro tempo, mas sucumbiu e foi eliminado.
Na primeira etapa do jogo desta segunda, a Holanda começou melhor e liderou o placar nos primeiros minutos. Com a vantagem em 10 a 8, no entanto, as europeias sofreram um baque: a armadora Cornelia Groot parou um contra-ataque com falta e foi punida com dois minutos.
As brasileiras souberam aproveitar a vantagem numérica para empatar, virar e se manter na dianteira da partida até o fim da primeira etapa, com 16 a 14.
O segundo tempo foi mais pegado: nada menos do que oito punições de dois minutos foram aplicadas, sendo cinco para as holandesas. Em determinado momento, a quadra chegou a ficar com até três atletas a menos por causa das ‘suspensões'.
Com a vantagem no placar e os nervos no lugar, o Brasil conseguiu se manter na frente no marcador e encerrou a partida com uma vantagem de seis gols.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Damião assina com fundo de investimentos e é oficializado como novo reforço do Santos


O atacante Leandro Damião assinou, na tarde desta segunda-feira, em Porto Alegre, seu contrato com o fundo de investimento Doyen Sports. O negócio foi fechado por cerca de 13 milhões de euros (pouco mais de R$ 41 mi). O Internacional tinha 70% dos direitos econômicos do atleta. 

No final desta tarde, os dois clubes confirmaram a negociação por meio de notas em seus respectivos sites oficiais. O Santos ainda informou que o seu segundo reforço para a temporada - antes, Vargas já havia sido contratado - assinou um contrato válido por cinco anos.
O encontro para selar a transferência contou com a presença do presidente do time gaúcho, Giovanni Luigi, o empresário Renato Duprat, que tem participação no fundo, e o presidente do Santos, Odílio Rodrigues, informação confirmada pela assessoria de imprensa do alvinegro. 
Com esse primeiro passo concretizado, Damião deve assinar ainda nessa semana com o Santos. Como publicado no ESPN.com.br, o acordo verbal foi fechado no último dia 11, mas faltava a formalização da situação do jogador.
O Doyen já esteve envolvido com o Santos recentemente, com parte no negócio do meia Felipe Anderson, que foi para a Lazio, da Itália. O fundo também quase foi responsável pela chega do lateral Cicinho, na Ponte Preta. No fim, contudo, o clube fechou o negócio sem a parceira.

Atualizada às 18h14
Um grande abraço.
Fonte: ESPN


STJD decide: Portuguesa vai jogar a Série B em 2014; cabe recurso

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva decidiu: a Portuguesa vai jogar a Série B em 2014. Por unanimidade dos votos, 5 a 0, o tribunal condenou o clube paulista por ter colocado o jogador Héverton, que estava suspenso, na partida da última rodada do Brasileiro, por pouco mais de dez minutos. Com a punição, perda de quatro pontos, a Lusa vai para o Z-4, com 44 pontos, e salva o Fluminense do rebaixamento. 
O advogado do time paulista tentou mudar a denúncia para outro artigo no Código Brasileiro de Justiça Desportiva, para minimizar a pena, mas não conseguiu. Da decisão, ainda cabe recurso para ser julgado em segunda instância, o que deve acontecer até o dia 27 de dezembro.
O julgamento durou cerca de duas horas, no Rio de Janeiro, e contou com a presença de dezenas de torcedores na porta do prédio da justiça desportiva, como se fosse, de fato, a última rodada da competição. A PM teve de reforçar o policiamento no local. Os gritos da torcida podiam ser ouvidos da sala do tribunal, no 15ª andar do edifício localizado no Centro da cidade.
Por volta das 17 horas, o relator do processo, Felipe Bevilacqua, deu início ao julgamento, lendo o relato do caso. Vale lembrar que o time foi enquadrado no artigo 214 do CBJD - "Incluir na equipe, ou fazer constar na súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente". 
O segundo a falar foi o ainda diretor jurídico da Portuguesa, Valdir Rocha, que foi convidado a depor. Ele afirmou que não foi comunicado pelo advogado contratado pelo clube no caso, Osvaldo Sestário, e disse que o sistema da CBF não avisou que o meia Héverton estava suspenso.
"Não houve equívoco por parte dos profissionais da Portuguesa. Tínhamos uma dinâmica com o advogado que, quando não houvesse comunicação, era só uma partida. Quando vi no site da CBF, na terça, tomei susto e formou-se essa balbúrdia", afirmou.
"No site da CBF, há uma espécie de Boletim de suspensões. Olhei na sexta e no sábado, e não tinha nada. Na sexta-feira, tentei falar com o Sestário e não consegui", completou.

O julgamento aconteceu na sexta-feira, dia 6 de dezembro, e Héverton pegou dois jogos de suspensão. O meia já tinha cumprido uma partida, mas deveria ter ficado de fora do duelo com o Grêmio, no domingo dia 8, pela última rodada do Brasileirão.
Depois, foi a vez do presidente da Portuguesa, Manuel Da Lupa.
"Na terça, recebi do Tribunal que o jogador tinha pegado dois jogos. Liguei para o Sestário e perguntei para ele o que tinha acontecido. Ele disse que estava traumatizado e disse que assumiria a responsabilidade pelo que ocorreu", argumentou.
Tiago Leme/ESPN
Julgamento no STJD, nesta segunda-feira, no Rio
Julgamento no STJD, nesta segunda-feira, no Rio
O procurador William Figueiredo Oliveira assumiu a palavra, para pedir a condenação da Portuguesa. "A questão é puramente objetiva. É de direito. Muito se invocou a moralidade... Isso só vale para os denunciados? E para as outras equipes da Série A? Quantos deixaram de usar os jogadores suspensos?".
Ele ainda argumentou para que a punição fosse cumprida neste ano e não em 2014, como abre brecha uma regra da Fifa. "Só se aplicam as regras da Fifa, quando há omissão do legislador pátrio. O artigo 214 é perfeito, não há omissão".
Foi a vez, então, de João Zanforlim, advogado contratado pela Portuguesa para defender o caso. Conhecido por trabalhar para o Corinthians há anos, o profissional fez um longo discurso apoiado pela questão moral envolvida, já que a decisão rebaixa um time que se 'livrou' dentro de campo. 
"Perto da Copa do Mundo se há alguma coisa que me irrita é ver os hermanos fazendo gracinha: 'Sei lá se a gente ganhar no campo e algo pode tirar algo da gente'. Naquele domingo que terminou o campeonato nós tínhamos jogador chorando, comemorando o seu não rebaixamento ou a classificação para torneios internacionais", começou.
"Três auditores dessa casa assim decidiram no caso do Naviraiense que a competição não pode ser arranhada. Tenho impressão de que a imprensa tem razão com o termo 39ª rodada. A casa lotada, com torcida lá fora. Se o julgamento fosse no Maracanã talvez tivéssemos condições de receber todos os amigos", ironizou Zanforlim.
Os advogados de Fluminense, Mário Bittencourt, e do Flamengo, Michel Asseff Filho, também discursaram, como terceiros interessados - o primeiro para a condenação da Lusa e o segundo em defesa.No final de seu discurso, o advogado da Lusa pediu que se o tribunal não absolvesse o time da punição, que pelo menos enquadrasse o caso em um outro artigo do CBJ, o 223, que diz: "Deixar de cumprir ou retardar o cumprimento de decisão, resolução, transação disciplinar desportiva ou determinação da Justiça Desportiva. PENA: multa, de R$ 100 a R$ 100 mil. Parágrafo único. Quando o infrator for pessoa natural, a pena será de suspensão automática até que se cumpra a decisão, resolução ou determinação, além de suspensão por noventa a trezentos e sessenta dias, na reincidência, eliminação". 
"Acho que a questão técnica está definida, o que vai se discutir é a questão emocional. Tenho certeza que essa casa não vai decidir com emoção e sim com a razão", disse Bittencourt. 
Veio, então, o parecer do relator, Felipe Bevilacqua. 
"O caso é muito técnico e objetivo (...) Imagina o caos que se tornaria o campeonato. Outros clubes cumpriram a regra. E agora? Eles vão poder voltar ao Tribunal? (...) Não existe análise da má fé, da culpa, do dolo (...) Usar a Fifa não adianta. A entidade já puniu, por exemplo, Cabo Verde na Eliminatória da Copa-2014 por escalação irregular", discursou.
"O erro foi primário e descumpriu a regra. Acato a denúncia a condenar a Portuguesa à perda de quatro pontos", votou o relator.
Em seguida, os auditores Douglas Blaichman, Vinicius de Sa Silveiras e Luiz Felipe Bulus acataram a decisão do relator. O presidente da comissão disciplinar, Paulo Valed Perry, confirmou a condenação da Lusa: a Portuguesa foi punida com a perda de três pontos da partida e mais um obtido na mesma, além de uma multa de R$ 1 mil. 
Depois do fim do julgamento, os torcedores do Fluminense comemoravam do lado de fora, com gritos de "Neeeeeeense, neeeeeeense" que eram ouvidos dentro da sala do tribunal.

Um grande abraço.
Fonte: ESPN
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