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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Burkina Faso marca no último minuto e arranca empate com a Nigéria na Copa Africana de Nações



Após o empate no primeiro jogo entre Zâmbia e Etiópia, a Nigéria ganhou a chance de assumir a liderança do Grupo C. Diante da Burkina Faso, seleção sem tradição no futebol, os nigerianos saíram na frente, mas foram castigados com um gol no último lance da partida, empatando em 1 a 1.

Mesmo sem o brilho de anos atrás, a Nigéria chegou como uma das favoritas ao título da Copa Africana de Nações. Pela frente, a seleção tinha a Burkina Faso, que tem um quarto lugar, na edição de 1998, como a melhor campanha da história do país. Mas se a história apontava um jogo tranquilo para os nigerianos, dentro de campo foi diferente.

Melhor desde o início da partida, a Nigéria não demorou para fazer o primeiro gol. Aos 22 minutos, após lançamento longo, a bola sobrou para o atacante Eminike, que ganhou de dois zagueiros burquinenses e tocou para o fundo das redes.

Após o gol, a Burkina Faso não se limitou a defender, equilibrando o jogo no estádio Mbombela, em Nelspruit, na África do Sul. Sem qualidade técnicas, os burquinenses se arriscavam ao ataque, mas não criavam boas oportunidades de igualar o marcador.

A vitória, que parecia tranquila, começou a ser ameaçada aos 22 minutos do segundo tempo. O nigeriano Ambrose, que já tinha cartão amarelo, impediu a progressão do adversário e foi expulso de campo. Mesmo com um a menos, a Nigéria conseguia segurar o triunfo nos minutos finais. Mas no último lance da partida, depois de boa escapada pela ponta direita, Traore recebeu na marca do pênalti e completou para o fundo do gol. Era o empate da surpreendente Burkina Faso diante da Nigéria.

Com dois empates em 1 a 1, as quatro seleções do Grupo C terminaram a rodada iguais. O próximo compromisso da Nigéria é contra a Zâmbia, enquanto que a Burkina Faso enfrenta a Etiópia.



PALMEIRAS: Décio Perin x Paulo Nobre: Palmeiras define presidente em eleição histórica



21-01-2013

O Palmeiras terá a partir desta terça-feira um novo presidente que comandará o clube no biênio 2013-14 após uma eleição que será histórica na noite desta segunda: pela última vez o mandatário do clube quase centenário será escolhido em voto dos cerca de 300 conselheiros, já que a próxima eleição terá participação direta dos sócios.

Na disputa estão o professor e gerente de publicidade Décio Perin, de 72 anos e conselheiro do clube desde 1985, e o empresário do mercado financeiro e piloto de rali Paulo Nobre, de 45 anos e membro do Conselho Deliberativo desde 1997.

Perin tem os apoios dos ex-presidentes Affonso Della Monica (2005-06 e 2007-08) e Luiz Gonzaga Belluzzo (2009-10). Viu também Wlademir Pescarmona se juntar na mesma base depois de cogitar uma candidatura própria. Pessoas ligadas ao candidato falam numa vitória decidida por algo entre 10 e 20 votos - o site oficial dele afirma que 132 conselheiros estiveram numa reunião na noite da última quinta-feira.


Já Nobre conta com os votos do grupo de Mustafá Contursi. Segundo publicou a Folha de S. Pauloneste domingo, o grupo do candidato mais jovem imagina uma vitória por uma margem de 30-50 votos. Conselheiros ligados a ele falam em cerca de 170 presentes em encontros na última semana.

No futebol profissional, a primeira missão do novo mandatário será de reforçar o time que já disputa o Campeonato Paulista e ainda tem Libertadores, Copa do Brasil e Série B pela frente. Neste momento de transição, todas as operações financeiras do Departamento de Futebol têm de passar pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF), e o técnico Gilson Kleina não recebeu nenhum jogador em 2013.
Agência Estado
Paulo Nobre, pré-candidato da eleição para presidente do Palmeiras
Paulo Nobre, candidato a presidente do Palmeiras
Na gestão Arnaldo Tirone, que termina nesta segunda-feira, foram 25 jogadores contratados e 39 dispensados. Ele preferiu não tentar a reeleição depois de se ver num momento conturbado do clube que caiu para a segunda divisão - a principal torcida organizada (Mancha Alviverde) prometeu uma grande manifestação para esta segunda-feira onde deve, mais uma vez, criticar a gestão que está acabando. No último jogo, como de costume nos últimos meses, o nome do presidente foi xingado assim o árbitro apitou o fim do empate sem gols contra o Bragantino.



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domingo, 20 de janeiro de 2013

Santa Cruz e CRB estreiam técnicos e Martelotte leva a melhor: 1 a 0


No último jogo da primeira rodada da Copa do Nordeste, Santa Cruz e CRB se enfrentaram no estádio Arruda, no Recife, com direito às estreias dos técnicos das duas equipes. Neste domingo, o ex-santista Marcelo Martelotte foi quem levou a melhor na vitória por 1 a 0, gol marcado por Philco. Já Heriberto da Cunha precisará repensar sua formação no retorno a Maceió.

No mesmo dia em que o Vitória venceu o América-RN por 2 a 1, fora de casa, o Sport empatou com o Sousa-PB por 1 a 1, e o Fortaleza foi superado pelo Confiança por 3 a 0, Santa Cruz e CBR entraram em campo a partir das 19h30 (de Brasília) e protagonizaram um duelo de ataque contra defesa, com superioridade total para os donos da casa.
Logo aos dois minutos do primeiro tempo, Renatinho cruzou no meio da área e Philco se antecipou à defesa alagoana para abrir o placar. Cinco minutos depois de abrir o placar, Vágner balançou as redes mais uma vez a favor do Santa Cruz, mas o árbitro anulou o lance no ato. Mesmo após diminuir o ritmo, o time da casa seguiu superior e dominando as ações.
Em vantagem no placar, o Santa Cruz apostou em jogadas individuais de jogadores como Renatinho e Natan, destaques da estreia de Marcelo Martelotte, mas não conseguiu marcar o segundo e acabou se contentando com a vitória simples na estreia. A segunda rodada da Copa do Nordeste tem início na próxima quarta-feira, quando o CRB recebe o Feirense no estádio Rei Pelé e o Santa Cruz visita o Campinense na Paraíba.
Confira os resultados da primeira rodada da Copa do Nordeste:
Grupo A: Ceará 1 x 0 ABC-RN
Bahia 3 x 2 Itabaiana
Grupo B: Confiança 3 x 0 Fortaleza
Sousa-PB 1 x 1 Sport
Grupo C: 
Salgueiro 1 x 0 ASA-AL
América-RN 1 x 1 Vitória
Grupo D: 
Feirense 2 x 2 Campinense
Santa Cruz 1 x 0 CRB-AL

Chapecoense vira contra o Joinville no fim; Figueirense vence apertado o Guarani

No complemento da primeira rodada do Campeonato Catarinense, a Chapecoense venceu o Joinville com um gol no fim da partida, na Arena Joinville. O time da casa abriu o placar com Marcelo Costa, de pênalti, aos 33 minutos do primeiro tempo. A Chapecoense empatou aos 11 minutos do segundo tempo, com Diego Felipe, em rápida jogada de contra-ataque. Aos 42 minutos, Diego Felipe recebeu dentro da área e chutou de primeira para virar o jogo.

No outro jogo, o Figueirense venceu o Guarani fora de casa, por 2 a 1. Maylson abriu o placar para os visitantes, aos sete minutos de jogo, com um chute cruzado. Aos 29 minutos, Douglas da Silva aproveitou falha da zaga do Guarani e ampliou o placar. O time da casa descontou ainda na primeira etapa, aos 37 minutos, com um chute de longe de Clebinho. O Figueirense ainda viu Gérson Magrão perdet um pênalti logo no primeiro minuto da partida.

Figueirense e Joinville se enfrentarão na próxima quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), no estádio Orlando Scarpelli. No mesmo dia, a Chapecoense receberá o Avaí em casa, às 22h.

Contira o resultado dos outros jogos da primeira rodada do Catarinense:

Avaí 1 x 0 Atlético Ibirama
Criciúma 6 x 0 Camboriú
Juventus 1 x 3 Metropolitano


Em dia de homenagem a Garrincha, Botafogo põe Duque de Caxias na roda e vence na estreia no Carioca





Não que os dribles de Garrincha tenham voltado à vida no Engenhão. Longe disso. Mas o Botafogo, como nos tempos de Mané, colocou o adversário na roda. No aniversário de 30 anos da morte de um dos maiores ídolos do clube, o time de Oswaldo de Oliveira venceu o Duque de Caxias por 3 a 0 no Engenhão, na estreia no Campeonato Carioca. Andrezinho, Bolívar e Antônio Carlos fizeram os gols. A homenagem a Garrincha, oficialmente, foi apenas um minuto de silêncio antes do jogo. Mas houve espaço para bem mais ao longo dos 90 minutos. 

Difícil dizer que o Duque de Caxias entrou em campo. Talvez só mesmo o forte tom alaranjado de sua camisa tenha chamado a atenção. De resto, foram 11 espectadores privilegiados. Sem o ídolo Seedorf, poupado, a envolvente troca de passes coube ao trio Fellype Gabriel, Andrezinho e Lodeiro deixou tonto o adversário. O buraco pelo lado esquerdo da zaga do Duque era um convite. Edílson e Fellype Gabriel não se cansaram de aparecer nessa brecha e lançar a bola para a área. Em uma delas, aos 14 minutos, a rebatida sobrou para Marcelo Mattos, que chutou de primeira e assustou o goleiro Fernando. Era o Botafogo, mané. Ou melhor, o Botafogo em dia de homenagem a Mané. 

Entre algumas faixas em homenagem ao ídolo na arquibancada, a torcida botafoguense só tremeu na cadeira três minutos depois, quando Bolívar fez graça ao tocar de calcanhar. A bola parou nos pés de Charles Chad, que chutou rente à trave esquerda de Jefferson. Então, o Botafogo resolveu decidir a fatura e deu início ao massacre. A troca de passes no meio de campo aumentou, de um lado para o outro, com jogadas pela linha de fundo. Em uma delas, o time conseguiu um escanteio. Lodeiro cobrou, a bola sobrou limpa para Andrezinho em frente à área. Sem perdão, o camisa 17 dominou no peito e chutou com o peito do pé. A bola ainda desviou levemente no zagueiro Sérgio Raphael antes de entrar. 1 a 0, aos 24 minutos da primeira etapa.

Quatro minutos depois, novo escanteio e a redenção de Bolívar. Estreante da noite, o zagueiro mergulhou no meio da área adversária após escanteio de Andrezinho e, de cabeça, estufou a rede adversário. 2 a 0. A cada jogada pelo lado direito, a torcida levantava. Talvez uma reverência insconsciente à faixa do campo de que Mané mais gostava. E o terceiro gol veio mesmo por ali. Em jogada ensaiada, Lodeiro cobrou falta para Fellype Gabriel, que achou Andrezinho justamente na ponta...direita. O meia cruzou rasteiro, a bola beliscou chuteiras adversárias, mas encontrou mesmo os pés de Antônio Carlos, que a colocou no fundo da rede, aos 35 minutos. A nota tiste ficou apenas pela saída de precoce de Renato, com dores na coxa esquerda, para a entrada de Cidinho. O time desceu o campo sob aplausos. Talvez, mesmo, como nos tempos de um tal Mané.

Na volta do vestiário, o Botafogo diminuiu o ritmo diante da vantagem construída. O técnico do Duque, Josué Teixeira, enxergou o buraco no lado esquerdo e trocou o lateral Pedro Júnior por Dudu. Pouco adiantou. Assim que se sentiu com menos domínio na partida, o Botafogo passou a insistir pelo lado direito. Em boa jogada pelo lado direito, o lateral Gilberto driblou dois jogadores e chutou rente à trave esquerda de Fernando. Ao fundo, a faixa da torcida dizia "Impossível te esquecer, Garrincha". Um tanto quanto sugestivo. 

O Duque de Caxias até tentou, mas Jefferson fez boas defesas em dois chutes de Charles Chad. Outro estreante da noite pelo Botafogo, o atacante Henrique pouco foi notado, muito recuado. No mais, a estreia alvinegra ficou por aí. Adversário na roda, aplausos da arquibancada, jogadas pela direita e faixas de homenagem. Lá de cima, certamente, Mané ficou orgulhoso com o que viu.


FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 3X0 DUQUE DE CAXIAS


Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de janeiro de 2013, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: André Rodrigo Rocha
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia e Daniel Pereira
Cartões amarelos: Henrique e Andrezinho (BOT) e Jefinho e Marcus Vinicius (DUQ) 
Gols: Andrezinho, aos 24 minutos; Bolívar, aos 28 minutos; e Antônio Carlos, aos 35 minutos do primeiro tempo.  
Renda e público: 4.690 pagantes / R$ 119.710,00


BOTAFOGO: Jefferson; Gilberto, Bolívar, Antônio Carlos (Rodrigo Defendi) e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato (Cidinho), Fellype Gabriel (Rodrigo Dantas), Lodeiro e Andrezinho; Henrique
Técnico:Oswaldo de Oliveira

DUQUE DE CAXIAS: Fernando; Jefinho, Paulão Sérgio Raphael e Pedro Júnior (Dudu); Renan Silva, André Gomes, Marcus Vinicius e Carlos Alberto (Leandro Cruz); Thiago Souza e Charles Chad (Rafinha).
Técnico: Josué Teixeira

Com pênalti perdido e problema no carro-maca, Coritiba empata na estreia do Paranaense


O Coritiba não iniciou do jeito que queria sua caminhada rumo ao tetra do Campeonato Paranaense. Mesmo jogando fora de casa e com um time misto, o clima era de decepção após o empate por 0 a 0 diante do Operário, no Estádio Germano Krüguer, em Ponta Grossa.

A partida foi tecnicamente ruim, mostrando que os times ainda precisam de ritmo de jogo neste início de temporada. A principal jogada da partida aconteceu nos acréscimos do primeiro tempo. Ruidíaz cobrou penalidade e parou nas mãos do goleiro Sílvio.

O duelo ainda ficou marcado por um episódio inusitado. Rafhael Lucas, do Coritiba, se machucou e precisou ser retirado de campo pelo carro-maca. Porém, o veículo quebrou e teve de ser empurrado pelo árbitro e pelos jogadores. Rafhel Lucas deixou o gramado pela maca tradicional, carregada pelos paramédicos. Os torcedores deram risada com a situação incomum.

Na próxima rodada, o Operário terá pela frente o Arapongas, quarta-feira, no Estádio dos Pássaros. Já o Coritiba encara no mesmo dia o Paranavaí, em sua estreia no Estádio Couto Pereira.

O jogo

A partida começou morna, com o Operário muito recuado, apenas rebatendo as primeiras investidas alviverdes. Aos quatro minutos, depois de cobrança de falta, a bola sobrou para Ruidíaz arrematar em cima da defesa. O Coxa mostrava muita ansiedade e errava alguns passes. Aos dez minutos, Grilo chutou, e Vanderlei fez a defesa, cedendo escanteio.

O Operário começou a sair para o jogo e, aos 12 minutos, Thiago Augusto partiu em velocidade, mas Vanderlei se antecipou e ficou com a bola. Aos 18 minutos, Thiago Augusto invadiu a área e foi travado, ficando no chão pedindo pênalti, não marcado. Rone Dias chegou à lateral da área e levantou para boa saída do camisa 1 coxa-branca, aos 26 minutos.

O Coritiba chegou no ataque, aos 31 minutos, com Ruidíaz, que foi travado na hora do chute e ganhou escanteio. Rafhael Lucas recebeu uma entrada mais forte de Neguetti e saiu de campo lesionado e chorando para a entrada de Rafael Silva. Aos 38 minutos, Eltinho cobrou falta e Silvio defendeu sem dificuldade. Nos acréscimos, Fabinho derrubou Djair, e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Ruidíaz parou em Sílvio.

Depois do intervalo, nenhuma mudança nas equipes. O Coritiba voltou com mais disposição e pressionava, ainda que sentisse falta de entrosamento. Aos cinco minutos, Robinho levantou na área e Chico desviou de cabeça, pela linha de fundo. Na resposta, Thiago Augusto arriscou de fora da área, sem perigo algum. Aos nove minutos, Rafael Silva desviou de cabeça, e Silvio fez um milagre.

Depois da velocidade dos primeiros minutos, o ritmo do time alviverde caiu. Aos 16 minutos, houve boa jogada de Primão para Djair, que arrematou pela linha de fundo. Sem ter com quem jogar, Valdir partiu para jogada individual, aos 24 minutos, mas Chico apareceu para desarmar. No lance seguinte, Júnior Urso chutou de longe, totalmente sem direção.

O Operário parava as jogadas do jeito que dava, e os jogadores colecionavam cartões amarelos. Aos 39 minutos, Robinho cobrou falta fechada, e Silvio defendeu em dois tempos. O cansaço era evidente no semblante dos atletas, que não mostravam força para fazer nada muito melhor. Aos 43 minutos, Thiago Augusto ainda tentou um chute de longe, mas a bola foi pela linha de fundo.

FICHA TÉCNICA
OPERÁRIO 0 X 0 CORITIBA

Local:
 Estádio Germano Kruger, em Ponta Grossa (PR)
Data: 20 de janeiro de 2013, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva
Assistentes: Bruno Boschilia e Moisés Aparecido de Souza
Cartões amarelos: Thiago Augusto, Alex Moraes, Grilo, Neguete, Fabinho e Marquinho (Operário); Rafhael Lucas (Coritiba)

OPERÁRIO: Silvio; Correa, Alex Moraes, Neguete e Fabinho; Edimar (Adoniran), Batista (Patrick), Grilo (Valdir) e Marquinho; Maicon e Thiago
Técnico: Lio Evaristo

CORITIBA: Vanderlei; Gil, Chico, Bonfim (William Rodrigues) e Eltinho; Júnior Urso, Djair, Robinho e Thiago Primão; Ruidíaz (José Rafael) e Rafhael Lucas (Rafael Silva)
Técnico: Marquinhos Santos


Com gols no fim, Sport empata, e Vitória estreia vencendo América-RN


Neste domingo, no complemento da primeira rodada da Copa do Nordeste, mais seis equipes entraram em campo para os jogos das 17 horas (de Brasília), com destaque para gols marcados nos últimos minutos em dois destes confrontos. No estádio Marizão, em Sousa-PB, o time da casa ficou no empate com o Sport por conta de um golaço marcado pelo estreante Roger perto do fim. Já no Nazarenão, o América-RN abriu o placar, mas sofreu virada aos 44 minutos do segundo tempo e acabou derrotado pelo Vitória, por 2 a 1.


Na cidade do Vale dos Dinossauros, no sertão paraibano, o Sousa não tomou conhecimento do Sport, que adotou ofensividade em sua primeira partida na temporada, mas esbarrou no forte poder de marcação de seu rival. Com o ataque formado por Felipe Azevedo, Gilsinho e o estreante Roger, o Sport demorou a se encontrar dentro de campo e só criou a primeira chance real aos 17 minutos, quando Felipe Menezes tentou aproveitar o rebote de um chute de Cicinho, mas bateu pela linha de fundo.

O Sport melhorou seu rendimento e reclamou muito de um lance ocorrido aos 30 minutos do primeiro tempo, quando o zagueiro Camilo derrubou Felipe Azevedo na área e o árbitro marcou pênalti. Depois de uma conversa com o auxiliar, o lance foi anulado e a partida teve sequência normalmente. Além do lance da penalidade, os jogadores do Sport reclamaram do gramado do estádio Marizão, prejudicado na tarde deste domingo.

Mas, no segundo tempo, quando pareceu ter se acostumado ao gramado, o time visitante foi surpreendido pelo poder de fogo do Sousa e principalmente por uma falha de sua defesa, formada pelos recém-contratados Gabriel e Mateus. No meio da área, o atacante Leandro, do time paraibano, precisou até se abaixar para concluir, de cabeça, e marcar o gol.

Mas o Sport deixou tudo igual aos 44 do segundo tempo, quando Roger chutou forte, de fora da área, no ângulo de Marcelo Silva.

Vitória triunfa com gols aos 44

No estádio Nazarenão, em Goianinha, América-RN e Vitória fizeram um duelo equilibrado, mas o resultado não confirmou o jogo ‘lá e cá’ dos times comandados por Roberto Fernandes e Caio Júnior. Estreante, o técnico do Vitória mesclou a base de 2012 com os reforços Fabrício e David Braz. Em retomada de temporada, o time demorou a se encontrar dentro de campo.

Logo aos oito minutos do primeiro tempo, Cascata recebeu passe curto e levantou a bola na área do Vitória, onde Fabinho apareceu para dominar de peito e estufar a rede de Deola. O Vitória só conseguiu reagir no segundo tempo, também aos oito. Após cruzamento de Arthur Maia, Marcelo Nicácio tentou de cabeça, mas a zaga cortou e acabou deixando a sobra com Marquinhos, que igualou a contagem e homenageou o irmão, falecido recentemente em um acidente de carro.

Depois de forte pressão exercida pelo time do técnico Caio Júnior, o resultado positivo só apareceu aos 44 minutos, quando Marcelo Nicácio aproveitou a cobrança de escanteio e marcou, de cabeça, o gol que deu os primeiros três pontos de 2013 ao time baiano.

Confira as partidas deste domingo, pela 1ª rodada da Copa do Nordeste:

Sousa-PB 1 x 1 Sport
América-RN 1 x 2 Vitória
Confiança-SE 3 x 0 Fortaleza
19h30 - Santa Cruz x CRB




Goiás não joga bem, mas vence o Itumbiara em sua estreia no Goiano


O primeiro jogo oficial do Goiás nesta temporada poderia ser melhor. A torcida que esperava as mesmas atuações vistas na última edição da Série B do Brasileiro se decepcionou com o rendimento do time e só não saiu frustrada do Serra Dourada porque Júnior Viçosa e Ramon salvaram o domingo. Os jogadores fizeram um gol cada na vitória por 2 a 0 sobre o Itumbiara e garantiram os três pontos na rodada inicial do Campeonato Goiano.

Os 45 minutos iniciais do jogo ficaram marcados pela falta de objetividade do Goiás e a boa marcação imposta pelo Itumbiara no meio-campo. A equipe visitante dificultou a vida dos atacantes esmeraldinos e aguentou bem a pressão dos donos da casa nos primeiros lances do confronto. Com a falta de espaços para os mandantes, a torcida local só comemorou mesmo os gols anotados pelo Goianésia no rival Atlético-GO.

A volta dos intervalos, porém, foi mais emocionante para a torcida. O segundo tempo teve início já com uma chance incrível desperdiçada por Ramon. Autor do gol que garantiu o título estadual de 2012, o meia não teve sorte e chutou para fora a boa jogada construída pelo Goiás. A resposta do Itumbiara veio logo em seguida. O clube tricolor aproveitou a desatenção da zaga, e Itacaré testou na trave de Harlei.

Mesmo com a superioridade demonstrada pelo Itumbiara na partida, o Goiás conseguiu comprovar o seu favoritismo com Júnior Viçosa. Os donos da casa organizaram um bom contra-ataque e desmontaram o sistema defensivo dos adversários. Livre de marcação, o atacante teve calma para testar firme e superar o goleiro tricolor. 

A vantagem estabelecida no marcador trouxe tranquilidade aos ansiosos jogadores do Goiás e Júnior Viçosa conseguiu anotar mais um gol. O bandeira, porém, anulou o tento e manteve o placar inalterado. Sem se abater, o time esmeraldino buscou o ataque novamente e conseguiu ampliar nos minutos finais com Ramon. O meio-campista se redimiu do gol perdido no início do segundo tempo e colocou números finais na partida.

Com os três primeiros pontos somados no Estadual deste ano, o técnico Enderson Moreira trabalhará ao longo da semana para corrigir os erros apresentados na estreia de sua equipe. O clube voltará aos gramados na próxima quarta-feira, contra Grêmio Anápolis, fora de casa. Já o Itumbiara buscará a reabilitação contra o Goianésia, no estádio Juscelino Kubitschek.



Com gol contra, Atlético-PR cede empate ao Rio Branco na estreia


O Atlético Paranaense começou sua caminhada no Campeonato Paranaense 2013 com um empate em 1 a 1 diante do Rio Branco, no Eco Estádio Janguito Malucelli. Jogando com o time sub-23, o Rubro-Negro saiu na frente no placar, mas permitiu a igualdade na segunda etapa.

Depois enfrentar uma defesa bem fechada, o Atlético-PR conseguiu abrir o placar aos 27 minutos da primeira etapa, com Pablo, que aproveitou cruzamento de Junior de Barros e testou para o fundo da rede. Depois do intervalo, o empate dos visitantes veio com Erwin, que desviou contra o próprio patrimônio.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense enfrenta o Nacional, quarta-feira, no Estádio Erich George, em Rolândia. Já o Rio Branco terá pela frente, no mesmo dia, o Londrina, no Gigante do Itiberê, em Paranaguá.

O Jogo

O Atlético-PR tentava impor seu ritmo e, aos cinco minutos, criou a primeira grande oportunidade da partida, em lançamento de Harrison para Júnior de Barros, que tirou o goleiro e carimbou a trave. Na reposta, aos oito minutos, Meduna aproveitou cochilo da defesa rubro-negra e tocou por cima da trave, com perigo.

O Rio Branco equilibrou as ações e, aos 12 minutos, Bahia roubou de Pablo e bateu para defesa de Santos. O ritmo caiu um pouco, ficando truncado no meio campo. Aos 19 minutos, Edigar Junio partiu para a jogada individual, buscou o cruzamento e acertou a defesa, que estava bem postada. Vinícius vacilou, aos 25 minutos, entregou o ouro para Harrison, que bateu pela linha de fundo.

Mas, aos 27 minutos, cruzamento de Junior de Barros para Pablo, que testou firme para o fundo da rede para fazer o primeiro do Atlético-PR na competição. O Rio Branco tentou responder com Meduna, aos 30 minutos, dando trabalho para Santos, que buscou no ângulo. Aos 33 minutos, Pablo desviou de cabeça, desta vez pela linha de fundo. Aos 43 minutos, Harrison cobrou falta e isolou.

Na segunda etapa, as equipes retornaram sem alterações. Logo aos dois minutos, Pablo pegou sobra de bola e mandou o petardo sobre a defesa. Porém, o Rio Branco cresceu de produção. Aos nove minutos, Renan Meduna cobrou falta e bola subiu demais. Harrison fez bela jogada, aos 13 minutos, tirou a defesa e bateu para fora.

Porém, aos 16 minutos, William fez a jogada e cruzou. Erwin tentou cortar e mandou para dentro da própria rede para ceder o empate. Júnior de Barros partiu para cima da defesa e arrematou alto demais.

Os dois treinadores começaram a mexer nos times. Aos 25 minutos, Valdir fez falta infantil no meio-campo e recebeu o cartão vermelho. Mesmo com um a menos, o Rio Branco quase virou com Meduna, com um belo chute na rede, pelo lado de fora.

O técnico Arthur Bernardes colocou o Rubro-Negro no ataque com a entrada de Marcos Guilherme. Lance incrível aos 37 minutos, com Taiberson carimbando o travessão, de frente para o gol, dentro da pequena área. Aos 41 minutos, Júnior de Barros pegou sobra de bola e bateu para defesa de Felipe. Aos 45 minutos, o atacante atleticano caiu na área e reclamou pênalti. Ganhou apenas amarelo e não impediu o empate.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 1 X 1 RIO BRANCO

Local: Eco Estádio Janguito Malucelli, em Curitiba (PR)
Data: 20 de janeiro de 2013, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Antônio Denival de Morais
Assistentes: Luciano Roggenbaum e Marcos Rogério da Silva
Cartões amarelos: Junior de Barros (Atlético-PR); Valdir e Bahia (Rio Branco)
Cartão vermelho: Valdir (Rio Branco)
Gols - ATLÉTICO-PR: Pablo, aos 27 minutos do primeiro tempo; RIO BRANCO: Erwin (contra), aos 16 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Santos; Jean Felipe (Marcos Guilherme), Erwin, Bruno Costa e Héracles; Renatinho, Renan Foguinho, Edigar Junio (Taiberson), Harrison (Bruno Pelissari) e Pablo; Júnior de Barros
Técnico: Arthur Bernardes

RIO BRANCO: Felipe; Elvis, Valdir, Vinicius e Wagner; Peu, Duda (Samuel), Renan Medina (Fabinho) e Renan Tavares; Willian (Grafite) e Bahia
Técnico: Gassem



Mesmo com cabeça na altitude e time B em campo, Grêmio vence Esportivo na estreia do Gaúcho



Mesmo com o time reserva, o Grêmio venceu fora de casa o Esportivo por 2 a 0, no estádio Montanha dos Vinhedos, em confronto válido pela primeira rodada do Campeonato Gaúcho. Com o resultado, o time de Porto Alegre lidera o grupo A da Taça Piratini com três pontos, enquanto a equipe de Bento Gonçalves está zerada.

Os gols da vitória tricolor aconteceram apenas no segundo tempo e foram marcados por Lucas Coelho, aos 35 minutos, e Paulinho, aos 41.

Com isso, o Grêmio mostra sua imensa superioridade perante à maioria dos rivais em nível estadual. O time entrou apenas com jogadores da equipe de base e suplentes, já que os titulares estão em Quito desde a semana passada visando adaptação à altitude de 2,8 mil metros de Quito, local onde enfrentará a LDU pela pré-Libertadores.

Na próxima rodada, o Grêmio recebe o Canoas, enquanto o Esportivo visita o Pelotas.

O jogo

Os reservas do Grêmio tentaram mostrar serviço logo início do confronto. Depois de cobrança de escanteio de Rondinelly, a defesa adversária afastou, e Léo Gago pegou o rebote para arrematar de primeira, mas para fora. O time tricolor exibiu sua dificuldade com a falta de entrosamento no começo do duelo, enquanto o Esportivo tentava arriscar em batidas de fora da área, mas sem sucesso.

A primeira boa chance gremista saiu aos 18 minutos, quando Tinga cruzou para Lucas Coelho, que ajeitou para Gustavo Xuxa finalizar com força, exigindo boa defesa do goleiro Fabiano. Pouco depois, Fabiano defendeu cobrança de falta de Léo Gago, mas Werley desperdiçou o rebote de frente para o gol.

A resposta do Esportivo saiu apenas aos 30 minutos, no lance em que Filipe Athirson chutou e viu Busatto trabalhar para evitar o gol. Ainda no primeiro tempo, Ediglê cabeceou e também obrigou o goleiro gremista a defender.

No intervalo, o técnico Marcelo Mabília tirou Rondinelly para a entrada de Jean Deretti. Logo em sua primeira jogada em campo, o meia passou por dois defensores e só parou em defesa do goleiro Fabiano.

O técnico Luís Carlos Winck, então, promoveu uma alteração no Esportivo, com a entrada de Paulo José na vaga de Léo. Pouco depois, Anderson Feijão deixou o jogo para a entrada de Diego Campos. Porém, o Grêmio ameaçou em cobrança de falta de Léo Gago, defendida pelo goleiro.

Na tentativa de mudar o ritmo do jogo, Marcelo Mabília fez nova substituição, com Misael Bueno na vaga de Calyson, mas o gol gremista só saiu aos 35 minutos. O garoto Lucas Coelho recebeu de Léo Gago e soltou um chute forte para superar o goleiro.

Aos 41, o time da capital ampliou. Lucas Coelho acertou a trave em um cabeceio, e a bola sobrou para o gol de Paulinho, que havia acabado de entrar no lugar de Gustavo Xuxa.

FICHA TÉCNICA:
ESPORTIVO 0 X 2 GRÊMIO

Local: 
Estádio Montanha dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS)
Data: 20 de janeiro de 2013, domingo
Horário: 17 h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Júlio César Santos e Alexandre Antônio Kleiniche (ambos de RS)
Cartões amarelos: Ediglê e Fábio Oliveira (Esportivo). Léo Gago (Grêmio)
GOLS: GRÊMIO: Lucas Coelho, aos 35, e Paulinho, aos 41 minutos do segundo tempo

ESPORTIVO: Fabiano; Mateus, Ediglês e Dirley; Erick, Fábio Oliveira, Filipe Athirson, Rafael Bittencourt e Anderson Feijão (Diego Campos); Léo (Paulo José) e Gillian
Técnico: Luís Carlos Winck

GRÊMIO: Busatto; Tinga, Gérson, Werley e Carlos Alexandre; Ramiro, Léo Gago, Calyson (Misael Bueno) e Rondinelly (Jean Deretti); Gustavo Xuxa (Paulinho) e Lucas Coelho
Técnico: Marcelo Mabília


Com time 'B' e dois de Wagner, Fluminense bate Nova Iguaçu na estreia do Carioca



Com um time recheado de jogadores considerados reservas, o Fluminense enfrentou o Nova Iguaçu na tarde deste domingo, pela primeira rodada do Campeonato Carioca. E o atual campeão brasileiro contou com dois gols do meia Wagner para superar o adversário por 2 a 0. O duelo aconteceu em São Januário.

Depois de um primeiro tempo sem grandes emoções, o Fluminense abriu o placar aos 34 minutos da segunda etapa. Wellington Silva tabelou com Rhayner, foi ao fundo e cruzou na cabeça de Wagner, que mandou no canto esquerdo do goleiro Jeferson.

Já aos 45 minutos, Ronan evitou a saída pela lateral e fez o cruzamento preciso para Wagner tocar de cabeça, no ângulo esquerdo de Jeferson.

O resultado fez a equipe das Laranjeiras dividir a liderança do Grupo B com o Flamengo, ambos com três pontos ganhos. O Nova Iguaçu está na sétima colocação do grupo A, ainda sem marcar pontos.

O Fluminense atuou com a equipe reserva e encontrou muita dificuldade para superar a marcação imposta pelo Nova Iguaçu. Só após as mudanças efetivadas por Abel Braga na metade da segunda etapa, principalmente com a entrada de Wagner, é que o atual campeão carioca conseguiu subir de produção e marcar os gols que garantiram a estreia vitoriosa.

Na próxima rodada, o Fluminense pega o Olaria, no Engenhão. O Nova Iguaçu vai encarar o Audax Rio, em Moça Bonita.

O Jogo

A partida começou com o Nova Iguaçu pressionando. Os jogadores de meio campo da equipe da Baixada Fluminense se colocavam no campo tricolor para empurrar o adversário para a defesa. O Fluminense demorou a sair para o ataque, o que só começou a acontecer a partir dos cinco minutos, pelo lado direito do ataque onde o estreante Wellington Silva era constantemente acionado. O péssimo estado do gramado de São Januário prejudicava os jogadores das duas equipes na hora de executar os passes.

Depois da primeira jogada perigosa na área do Nova Iguaçu, aos dez minutos, quando Rhayner tentou a conclusão que explodiu na zaga, o time do Nova Iguaçu passou a atuar de forma mais cautelosa, dando espaço para o time dirigido por Abel Braga manobrar com um pouco mais de facilidade. Aos 14 minutos, Samuel fez boa tabela com Fábio Braga, recebeu dentro da área, mas foi bloqueado por Rodrigo na hora de tentar a conclusão.

O Fluminense assumiu o controle da partida, mas seguia encontrando dificuldades para penetrar na área do Nova Iguaçu que se defendia com competência. Aos 18 minutos, Wellington Silva, o mais acionado da equipe, cruzou fechado e quase surpreendeu o goleiro Jéfferson. Um minuto depois, o goleiro fez uma defesa difícil em chute de Fábio Braga.

Aos 21 minutos, o Nova Iguaçu criou sua primeira grande chance. Dieguinho se livrou de Diguinho e bateu de fora da área. Ricardo Berna deu rebote e depois teve que se atirar nos pés de Glauber para evitar o chute do atacante. A equipe comandada por Abel ficava mais tempo com a bola, mas encontrava dificuldades para penetrar na defesa do Nova Iguaçu. O meia Fernando, improvisado na lateral esquerda, embolava pelo meio campo, o que facilitava o sistema defensivo do Nova Iguaçu.

Aos 28 minutos, Anderson agarrou Rodrigo na área da equipe carioca, mas o árbitro não marcou o pênalti pedido pelos jogadores do Nova Iguaçu. Na cobrança do escanteio, Rodrigo ganhou a disputa com Anderson e cabeceou com perigo. Aos 34 minutos, o atacante Rhayner roubou a bola no meio campo, evitou a marcação e cruzou para Samuel, mas a zaga aliviou o perigo. Aos 40 minutos, após cobrança de escanteio, o zagueiro Rodrigo Almeida subiu mais do que a zaga tricolor, mas cabeceou por cima do travessão do goleiro Ricardo Berna, no último lance importante do primeiro tempo.

Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. E com o mesmo ritmo lento já mostrado no primeiro tempo. Aos três minutos, Léo Salino arriscou de longe para fácil defesa de Ricardo Berna. Os torcedores tricolores perderam a paciência e começaram a vaiar os erros de passe. Fábio Braga, filho do treinador Abel Braga, e Fernando eram os mais visados pelos protestos. Aos 12 minutos, o Nova Iguaçu conseguiu colocar a bola na rede, mas a arbitragem invalidou a jogada porque Flávio estava em posição de impedimento, quando concluiu para as redes de Ricardo Berna.

O time da Baixada Fluminense mostrava maior disposição ofensiva, enquanto o campeão carioca seguia com dificuldades para criar jogadas ofensivas. Por volta dos 20 minutos, Abel trocou Sobis e Fábio por Wagner e Michael. E as mudanças tornaram o Fluminense mais agressivo. O time das Laranjeiras passou a pressionar a defesa do Nova Iguaçu em busca do primeiro gol, principalmente através de Samuel, que passou a utilizar o lado esquerdo do ataque, enquanto Michael ocupava a posição entre os zagueiros.

Aos 26 minutos, o lançamento de Samuel quase possibilita que Wagner chegue primeiro, mas o goleiro Jéfferson se antecipou e ficou com a bola. Aos 30 minutos, Talles Cunha recebeu na intermediária, se livrou de Valencia com um drible curto, e mandou para o gol, mas Ricardo Berna espalmou para escanteio. Aos 34 minutos, Wellington Silva tabelou com Rhayner e cruzou para a cabeçada certeira de Wagner, sem chances para o goleiro Jéfferson, marcando o primeiro gol do Fluminense.

Os jogadores do Nova Iguaçu reclamaram de falta no início da jogada, mas o árbitro nada marcou e confirmou o gol tricolor. Depois de assegurar a vantagem, o Fluminense seguiu pressionando e criou algumas chances para ampliar o marcador, mas acabou desperdiçando as chances criadas, principalmente através de Samuel e Rhayner.

Quando tudo indicava que o placar não seria modificado, Ronan fez ótima jogada pela esquerda e cruzou para Wagner, cabecear, e definir a vitória tricolor por 2 a 0.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 2 x 0 NOVA IGUAÇU

Local: Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de janeiro de 2013, domingo
Hora: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Pathrice Maia
Assistentes: Luiz Cláudio Regazone e Marcos Sivolella
Gols - Fluminense: Wagner aos 34 e 45 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Ricardo Berna; Wellington Silva, Elivélton, Anderson e Fernando (Ronan); Valencia, Diguinho, Fábio Braga (Michael) e Rhayner; Rafael Sobis (Wagner) e Samuel
Técnico: Abel Braga

NOVA IGUAÇU: Jéfferson; Marcelinho, Leonardo, Rodrigo Almeida e Uallace; Léo Salino, Rodrigo Souza, Filipe Alves e Glauber (Talles Cunha); Dieguinho(Márcio Guerreiro) e Lukian (Flávio)
Técnico: Leonardo Condé

Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN




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