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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mayra, bronze: Dureza ao mudar de categoria, 'doideira' com favoritismo e elogio a algoz hoje no MMA

Logo que chegou à redação dos canais ESPN em Londres, Mayra Aguiar só queria uma coisa: gelo. A dor no cotovelo esquerdo causada pela imobilização sofrida para a norte-americana Kayla Harrison na semifinal da categoria até 78kg do judô incomodou muito a gaúcha durante a luta que valia o bronze nos Jogos Olímpicos diante da holandesa Marhinde Verkerk. Ainda assim, com um ippon, ela levou a medalha, chorou e desabafou.

Com 21 anos completados exatamente nesta sexta-feira, 3 de agosto, Mayra Aguiar mantém o status de grande nome do judô feminino e com muita história para contar a quem a perguntar.
Antônio Strini
Mayra é a terceira judoca do Brasil a conquistar uma medalha em Jogos Olímpicos
Mayra é a terceira judoca do Brasil a conquistar uma medalha em Jogos Olímpicos
Da prata nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro-2007 com só 15 anos - ainda na faixa marrom - até a liderança do ranking mundial, a atleta da Sogipa passou por uma lesão grave no joelho direito em novembro de 2008, que a deixou dez meses afastada do tatame, subiu de peso (de -70kg a -78kg), foi medalhista em dois Mundiais seguidos e, agora, está na história como a terceira judoca a subir ao pódio em Olimpíadas – Ketleyn Quadros foi bronze em Pequim há quatro anos e Sarah Menezes ficou com o ouro em Londres, no último sábado.

E Mayra Aguiar sabe até como está sua algoz no Pan do Rio: a norte-americana Ronda Rousey  é uma das grandes estrelas do MMA e possui o título do Strikeforce. “Bah, tá forte a menina!”, brincou a gaúcha.

Leia abaixo a entrevista de Mayra Aguiar ao ESPN.com.br contando melhor essas passagens 

Antônio Strini
Gelo no cotovelo esquerdo lesionado durante a luta semifinal
Gelo no cotovelo esquerdo lesionado durante a semifinal
Lesão e mudança de categoria
É duro, estava indo bem no 70kg, conquistei uma medalha nos Jogos Pan-Americanos, era bem nova, e ter que mudar tudo, de categoria, depois de uma cirurgia no joelho, foi bem difícil. Eu sabia que não ia parar, pois amo o judô e não conseguiria ficar longe disso. Foi dura essa volta, esse ‘como seria mudar de categoria’, mas hoje vejo que deu tudo certo. Agora estou com uma medalha olímpica no peito, isso é uma alegria enorme.

Pressão por ser líder do ranking mundialFoi duro no começo. Depois que saiu aquela de primeira no ranking foi uma doideira, vou levar para a vida inteira. Mas tinha que bloquear isso, para não começar a pesar muito. Consegui tirar, no começo foi bastante difícil. Mas é bom ver o sonho concretizado, saber que posso chegar lá, que tenho chance de pegar essa medalha. Tentei levar mais como um incentivo.

Força das brasileiros no judôCresceu muito rápido e muito bem. Foi um investimento que fizeram em nós, uma equipe muito jovem. Eles (Confederação Brasileira de Judô) acreditaram, nos levaram para competir fora, deu uma bagagem muito boa de experiência. Além do conforto de treinar tranquila, em um ambiente bom. Isso tudo proporciona o crescimento, e o resultado sempre vem.

Como anda Ronda Rousey, campeã do Strikeforce
Eu vi uns vídeos dela, muito legal. Bah, tá forte a menina! Eu prefiro o judô, acho muito mais bonita a luta. Mas acompanho também, vejo algumas lutas dela, e realmente a guria está botando o pessoal para baixo.




Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Flamengo acerta contratação de Liedson

Por meio de sua assessoria de imprensa, o atacante Liedson anunciou a transferência para o Flamengo. O veterano de 34 anos, que estava no Corinthians, voltará a defender a equipe carioca dez anos depois de ter se lançado para o futebol brasileiro com a camisa rubro-negra.

Liedson acertou contrato com o Flamengo até o final de 2013. A dificuldade de assinar um vínculo mais longo com o Corinthians foi exatamente o que impediu o jogador de continuar no clube paulista. Ele deve viajar ao Rio de Janeiro nos próximos dias para se apresentar ao novo time. 
Agência Estado
Liedson está confirmado entre os 'titulares' para o clássico contra o Palmeiras
Liedson participou do título da Libertadores do Corinthians


Liedson passou oito anos no Sporting, de Portugal e acabou se naturalizando lusitano. Com a seleção portuguesa, disputou a Copa do Mundo de 2010. Ele voltou ao Corinthians no ano passado e teve boa participação no título brasileiro. Em 2012, porém, caiu de produção e virou reserva.
Em 2002, em sua primeira passagem pelo Flamengo, ele disputou 29 jogos e marcou 15 gols. Liedson foi contratado pelo Flamengo naquele ano do Coritiba. Ele foi lançado pelo Poções, da Bahia.




Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Brasil joga bem, mas leva cesta incrível no fim e perde a invencibilidade para a Rússia

Em uma partida emocionante e decidida apenas na última posse de bola, a seleção brasileira masculina de basquete atuou de forma incrível contra a Rússia, principalmente no último período, e chegou a estar em vantagem quando restavam apenas seis segundos para o fim do jogo. Porém, uma cesta de três pontos de Vitaly Fridzon definiu o confronto a favor dos russos, que venceram por 75 a 74.

Destaque para a ótima atuação de Larry Taylor. O norte-americano naturalizado brasileiro foi decisivo na reação do Brasil. Por conta de um “apagão” no segundo período, o time comandado por Rubén Magnano ficou em desvantagem durante a maior parte do segundo tempo. Foi exatamente nesse momento que brilhou a estrela do ala do Bauru. Taylo anotou nove de seus 12 pontos apenas nos últimos dez minutos e comandou a reação brasileira na partida. 

Quando restavam apenas seis segundos para o término do jogo, o Brasil ainda liderava o placar por 74 a 72. Com dois pedidos de tempo para gastar, os russos trabalharam uma jogada para três pontos e a tática deu certo. Shved cobrou lateral pela esquerda e encontrou Fridzon na ala. O atleta europeu conseguiu arremessar mesmo pressionado por Leandrinho e deu a vitória à Rússia. 

O cestinha do Brasil na partida foi o ala-armador Leandrinho Barbosa, que anotou 16 pontos. Larry Taylor, com 12, também esteve bem. Já Marcelinho Huertas colaborou com mais oito pontos e três assistências. Pelos russos, destaque para Andrei Kirilenko, que anotou 19 pontos. Timofey Mozgov, com 18 pontos, foi outro atleta que esteve em noite inspirada. 

Reuters
Anderson Varejão tenta impedir o arremesso de Andrei Kirilenko no jogo contra a Rússia
Anderson Varejão tenta impedir o arremesso de Andrei Kirilenko no jogo contra a Rússia

Com a derrota, a seleção brasileira chegou aos cinco pontos e assumiu a vice-liderança do Grupo B, com três jogos. Agora o time comandado por Rubén Magnano aguarda o término da rodada para saber qual é a sua real posição. Já os russo estão com seis pontos e lideram a chave. 

O Brasil joga novamente no sábado, quando tem um importante duelo contra a China. A partida pode definir quem fica em melhores condições para a próxima fase. Já a Rússia terá pela frente a forte seleção da Espanha. 

O jogo 

Com uma postura completamente diferente do que na partida contra a Grã-Bretanha, a seleção brasileira começou o jogo com poucas falhas defensivas. Com boas jogadas, o time comandado por Rubén Magnano conseguiu até abrir vantagem nos minutos iniciais e venceu o primeiro período por 20 a 15. 

A dificuldade brasileira começou no segundo quarto. Demonstrando inconsistência ofensiva, o Brasil desperdiçou muitas oportunidades e parou de trabalhar a bola em transição. O jogo forçado e de meia quadra russo prevaleceu completamente, muito por conta da estatura e experiência de seus jogadores, e fez com que os europeus fossem para o intervalo com a liderança: 40 a 32. 

O Brasil começou o segundo tempo com outra postura. Mais consciente ofensivamente e sem forçar lances desnecessários, o time brasileiro equilibrou a partida e só não conseguiu um resultado melhor na parcial porque o rebote ofensivo continuou senso o “calcanhar de Aquiles” da equipe. 

Nos últimos dez minutos, o Brasil finalmente encontrou o seu melhor jogo. Atuando de forma rápida e em transição, os brasileiros conseguiram forçar o ritmo e quebrar a forte defesa russa. Com Larry Taylor nas infiltrações, a equipe comandada por Magnano reagiu de forma incrível e virou a partida nos minutos finais. 

O ala norte-americano naturalizado brasileiro anotou dez pontos nos minutos decisivos e colocou o Brasil novamente no jogo. Bem ofensivamente, o time de Magnano chegou a abrir cinco pontos de vantagem, mas permitiu que os russos reagissem e encostassem novamente. 

Apesar dos problemas, o Brasil ainda liderava o placar por 74 a 72. Com dois pedidos de tempo para gastar, os russos trabalharam uma jogada para três pontos e a tática deu certo. Shved cobrou lateral pela esquerda e encontrou Fridzon na ala. O atleta europeu conseguiu arremessar mesmo pressionado por Leandrinho e deu a vitória à Rússia. 

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Fonte: ESPN

EUA fazem história, anotam 156 pontos e batem recorde de Brasil de Oscar na Olimpíada


Getty
LeBron James pula para enterrada em jogo contra a Nigéria, na Olimpíada
LeBron James pula para enterrada em jogo contra a Nigéria

Maior potência do basquete, o time dos Estados Unidos simplesmente  humilhou a Nigéria em uma noite que ficará marcada para a história do esporte. Azar dos africanos, que foram derrotados por assustadores 156 a 73 nesta quinta-feira, em duelo válido pelo grupo A da Olimpíada de Londres.

Os 156 pontos anotados pela seleção norte-americana estabelece um novo recorde na história da Olimpíada. A marca anterior pertencia ao Brasil, que liderado por Oscar Schmidt conseguiu fazer 138 pontos no Egito, nos Jogos de Seul-1988.
O maior número de pontos que um time de basquete olímpico dos Estados Unidos havia anotado tinha sido 133, na vitória sobre a China em Atlanta-96. Nem mesmo o Dream Team de Michael Jordan, Larry Bird e Magic Johnson conseguiu chegar perto de 156. Em Barcelona-92, a equipe dos EUA fez 127 pontos contra o Brasil e diante da Lituânia.

Reuters
Time dos EUA 'sobrou' diante da Nigéria
Time dos EUA 'sobrou' diante da Nigéria
Com este resultado, os Estados Unidos assumem a liderança isolada do grupo A do torneio olímpico de basquete com 6 pontos. A equipe norte-americana é seguida pela França e Argentina, ambas com 5 pontos ganhos até aqui.

Além de ter quebrado o recorde de pontos de toda a história olímpica, os Estados Unidos também superaram a melhor marca de bolas de três pontos do país no basquete. Diante da Nigéria, foram 29 tiros de longa distância, superando o recorde anterior que era de 14.
Carmelo Anthony foi o cestinha do massacre. O ala do New York Knicks fez 37 pontos, com dez bolas de três pontos, em apenas 14 minutos dentro de quadra. Anthony superou a melhor marca de pontos por um norte-americano nos Jogos Olímpicos, que era de 31 pontos e foi estabelecido por Stephon Marbury, em 2004.
Kevin Love também foi bem com 15 pontos e 6 rebotes. LeBron James (6 pontos e 5 assistências) e Kobe Bryant (16 pontos) mal atuaram. Ambos ficaram apenas 10 minutos na partida.
Para carimbar a classificação às quartas de final da Olimpíada, os Estados Unidos voltam à quadra neste sábado diante da Lituânia. Já a Nigéria encara a Argentina.

Veja todos os resultados do basquete masculino nesta quinta:

França 82 x 74 Lituânia
Austrália 81 x 61 China
Argentina 92 x 69 Tunísia
Brasil 74 x 75 Rússia
Grã-Bretanha 78 x 79 Espanha

Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Olimpíadas de 2012: Mayra vence holandesa e ganha o bronze



Mayra vence holandesa e ganha o bronzeMayra comemora a vitória na disputa pelo bronzeFranck Fife/AFP

Nos Jogos de Los Angeles 1984 e Pequim 2008, a equipe brasileira também ganhou três medalhas, mas sem ouro. Até hoje, a melhor participação havia sido em 84, com uma prata e dois bronzes – em 2008 foram três bronzes.

‘Mordida’ após ser derrotada na semi para a rival Kayla, Mayra, líder do ranking mundial, retornou ao tatame determinada, e mostrou o mesmo ímpeto que exibiu nas primeiras lutas, quando venceu fácil. Tanto que precisou de um pouco mais de um minuto de combate para encaixar um golpe perfeito e conseguir um ippon sobre a holandesa, número 10 do ranking.

A campanha de Mayra em Londres começou já nas oitavas, contra a tunisiana Hana Mareghni. A brasileira não tomou conhecimento da oponente e venceu sem dificuldades, com dois waza-ari. Nas quartas, bateu a polonesa Daria Pogorzelec também de maneira tranquila, com dois waza-ari, e avançou para encarar a rival americana Kayla.


Mayra encaixa golpe Marhinde - Foto: Franck Fife/AFP

Na semi, Mayra acabou derrotada ao sofrer um golpe perto fim da luta e, em seguida, ser imobilizada, quando faltavam cerca de 20 segundos para o término do combate. Na disputa pelo bronze, venceu a holandesa, que veio da repescagem.

Na luta pelo título, Kayla, vice-líder do ranking, venceu a ‘zebra’ britânica Gemma Gibbons, número 42 do mundo, e ficou com a medalha de ouro - a primeira dos EUA no judô na história. O outro bronze (no judô, dois atletas sobem ao pódio como terceiro) foi para a francesa Audrey Tcheumeo, que derrotou a húngara Abigel Joo.
Kayla (branco) e Gemma duelam pelo ouro
Kayla (branco) e Gemma duelam pelo ouro - Foto: Franck Fife/AFP




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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Brasileiras choram, reconhecem falta de atitude e vibração e dizem: 'Temos que engolir'

Brasileiras lamentam derrota para a Coreia do SulO sentimento da seleção brasileira feminina de vôlei após a derrota por 3 a 0 para a Coreia do Sul era de total abatimento. Logo após o inesperado revés, algumas atletas até choraram. Para elas, faltou atitude, vibração e agressividade durante a partida desta quarta-feira. Com uma vitória e duas derrotas, o Brasil se encontra em uma situação delicada na chave, que foi expressada no rosto das jogadoras na saída de quadra.

“O que fazemos nos treinos não estamos impondo isso na quadra. Estamos cometendo sempre erros. Nosso time pode ser mais agressivo, acho que estamos perdendo isso. Não sei se é ansiedade, afobação”, afirmou Fabiana. “Acho que está faltando agressividade, alegria. Até gritar na cara de vez em quando. Está até faltando vibração”, contou Sheilla.

Fabi e Jaqueline também seguiram a mesma linha e também pediram para a equipe levantar a cabeça e buscar a reagir nas duas últimas partidas da fase de grupos. “Não temos palavras. Deu um apagão em alguns momentos. É difícil falar alguma coisa, mas temos que nos ajudar. A gente tem que engolir o choro e ir para o pau”, falou Jaqueline, com a voz embargada.

“Estamos chateadas não só pela derrota, mas de não conseguir fazer o que queríamos. A gente tentou, lutou. Infelizmente, a Coreia jogou bem, muito mais por demérito nosso. Mas, enquanto tiver chances tem que lutar. Isso aqui é Brasil e não vamos desistir de jeito nenhum”, declarou Fabi.

O técnico José Roberto Guimarães procurou fazer uma análise das falhas brasileiras. “Começou pelo primeiro set, a quantidade de ataques que a gente perdeu, e a Coreia do Sul acreditou que podia vencer. Elas melhoraram, estão jogando bem e é um time com qualidade técnica boa. A Kim é uma jogadora fantástica, por exemplo. A número 12, sabíamos que ela atacava muito pelo corredor, e não neutralizamos muito isso. O time está preso e vamos conversar”, apontou.

O Brasil entrará em quadra para enfrentar a China, que venceu dois jogos e está com seis pontos e está na terceira posição, e a Sérvia, que perdeu todas as partidas que fez. Com dois pontos, as comandadas de José Roberto Guimarães estão na quinta posição. Apenas as quatro primeiras avançam às quartas de final.


Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Ginasta uzbeque é excluída dos Jogos Olímpicos por doping

Ginasta Luiza Galiulina foi excluída da Olimpíada por doping
                                            Ginasta Luiza Galiulina foi excluída da Olimpíada por doping


A ginasta uzbeque Luiza Galiulina foi expulsa dos Jogos de Londres pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) nesta quarta-feira, após dar positivo para o diurético furosemida, em um exame antidoping realizado na quarta passada e cuja contraprova confirmou o resultado da primeira amostra.

Galiulina foi submetida a um controle de urina no dia 25 de julho, que deu positivo para o diurético, e foi suspensa preventivamente, à espera da contraprova.

"A ginasta foi excluída dos Jogos de Londres e seu credenciamento olímpico foi imediatamente retirado. O Comitê Olímpico colocará o caso nas mãos da Federação Internacional de Ginástica, para que esta decida se deve ocorrer uma punição ainda maior", diz o comunicado.

Única ginasta uzbeque que competiria em Londres, Galiulina foi o segundo caso de doping detectado no programa feito pelo COI para os Jogos Olímpicos. No último dia 28, a entidade anunciou a expulsão do halterofilista albanês Hysen Pulaku, que deu positivo para o anabolizante estanozolol, em exame realizado em 23 de julho



Postado por Juarez Alves
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Copa Sul-Americana - Com show de Barcos, Palmeiras vence Botafogo e se aproxima das oitavas de final


O Palmeiras estreou em grande estilo na Copa Sul-Americana 2011. A equipe recebeu o Botafogo na Arena Barueri, nesta quarta-feira, e venceu por 2 a 0, em partida válida pela ida da segunda fase da competição continental. O grande destaque da partida foi o argentino Hernán Barcos, autor dos dois belos gols anotados pelo time alviverde.

Dessa forma, com os tentos anotados, o atacante chega a 17 com a camisa palmeirense na temporada e fica a dez de chegar à marca de 27, que ele havia prometido quando acabara de se juntar à equipe do Palestra Itália.

O time mandante não contou com o técnico Luiz Felipe Scolari. O comandante já havia adiantado durante a tarde que não ficaria no banco de reservas, isso porque o auxiliar Roberto Braatz, desafeto de Felipão, estava escalado para o confronto e, assim, ele temia uma expulsão durante o confronto desta quarta-feira.

O desentendimento entre Felipão e Braatz vem desde o dia 30 de julho de 2011, quando o técnico foi expulso em jogo contra o Atlético-MG. Na ocasião, o árbitro Sandro Meira Ricci registrou na súmula que o pentacampeão teria ofendido o assistente com as seguintes palavras: "Além de gaúcho, você é safado!".

O episódio levou o pentacampeão a julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, com o risco de suspensão por até 720 dias, mas a pena foi de apenas dois jogos. Por isso, pouco depois, de forma surpreendente, Felipão se recusou a ficar no banco de reservas diante do Vasco, já que o assistente na partida seria Braatz.

No domingo passado, o auxiliar trabalhou na derrota do Palmeiras para o Cruzeiro, com Felipão no banco, mas gerou reclamações dos jogadores alviverdes - ele anulou um gol de Artur, e o jogo foi marcado por diversos erros da arbitragem.

Se não teve o treinador, o Palmeiras pelo menos pôde contar com o retorno do volante Marcos Assunção. Recuperado de lesão, o jogador não atuava desde a final da Copa do Brasil, no dia 11 de julho. O zagueiro Maurício Ramos foi outro a voltar aos campos nesta quarta-feira.

O duelo ainda foi marcado por ser o primeiro em que o holandês Clarence Seedorf não participou. Desde que o meio-campista de 36 anos havia estreado com a camisa alvinegra, ele não deixou de entrar em campo desde então – jogou contra Vasco e Figueirense. Para o confronto desta quarta-feira, o treinador Oswaldo de Oliveira preferiu poupá-lo.

Com o resultado, o clube paulista poderá perder por até dois gols de diferença no duelo da volta desde que marque pelo menos um. A próxima partida ocorrerá no dia 22 de agosto, quarta-feira, às 22h (de Brasília), no Engenhão.
Agência Estado
Barcos comemora gol marcado diante do Botafogo pela Copa Sul-Americana
Barcos comemora gol marcado diante do Botafogo

O jogo

Apesar de jogaram com formações titulares, Palmeiras e Botafogo não conseguiram ter grande atuação durante o primeiro tempo. As duas equipes criaram poucas chances de gol, sendo que o time visitante foi quem mais levou perigo. 

Aos 11 minutos, Marcos Assunção cobrou falta e Jefferson defendeu com tranquilidade. Seis minutos depois, Jadson rolou para Andrezinho, que chutou no travessão. Aos 20, Vitor Júnior foi acionado por Elkeson e concluiu para defesa de Bruno. Nesse cenário, os primeiros 45 minutos terminaram sem gols.

Bastou o intervalo para que o jogo mudasse completamente. Isso porque logo a um minutos, Artur cruzou da direita, Barcos ganhou de Lucas, dominou no peito e finalização no ângulo esquerdo de Jefferson, marcando um bonito gol.
Os mandantes se animaram com a vantagem e passaram a dominar o confronto. Aos 17, Obina, que entrou no lugar de Mazinho ainda no primeiro tempo, cruzou, e Barcos concluiu à direita do alvo. Dois minutos depois, o Palmeiras conseguiu ampliar. Barcos foi lançado por João Vitor, dominou na entrada da área e finalizou com categoria no canto direito de Jefferson.

Com o passar do tempo, o Botafogo adotou uma postura mais ofensiva e tentou diminuir a desvantagemAos 24, Rafael Marques aproveitou vacilo de Maurício Ramos, invadiu a área, finalizou e viu Bruno fazer voa defesa. Pouco inspirado, o Botafogo não conseguia levar muito perigo aos mandantes e, assim, o placar de 2 a 0 se manteve inalterado até o apito final.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 0 BOTAFOGO

Local: 
Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data: 1º de agosto de 2012 (Quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Altemir Hausmann (Fifa-RS)
Cartões amarelos: João Vitor (Palmeiras). Renato (Botafogo)
Público: 3.833
Renda: R$ 144.440,00
Gols:
Palmeiras: Barcos, a 1 e aos 19 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Bruno; Artur, Leandro Amaro, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, Marcos Assunção (Márcio Araújo), João Vitor e Mazinho (Obina); Maikon Leite (Fernandinho) e Barcos
Técnico: Flávio Murtosa

BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas (Lennon), Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo (Lima); Jadson, Renato, Andrezinho e Vítor Júnior; Elkeson e Fellype Gabriel (Rafael Marques)
Técnico: Oswaldo de Oliveira


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Fonte: ESPN

Copa Sul-Americana - Rogério Ceni faz de falta, São Paulo vence o Bahia e fica perto de vaga nas oitavas

Buscando o seu primeiro título nos últimos quatro anos, o São Paulo começou bem a caminhada na Copa Sul-Americana. Fora de casa contra o Bahia, a equipe paulista venceu por 2 a 0 na noite desta quarta-feira o duelo de ida da segunda fase da competição continental.

No seu segundo jogo depois de ter retornado de uma lesão no ombro que o afastou dos gramados por 7 meses, Rogério Ceni marcou um gol de falta, sua marca registrada clássica. O goleiro são-paulino abriu o placar aos 6 minutos do primeiro tempo.
Mesmo tendo sofrido muita pressão do Bahia, o São Paulo suportou os ataques adversários e ampliou o placar aos 23 da etapa final, com Ademílson.
A nota negativa para o time do Morumbi ficou por conta de Luis Fabiano. O atacante, que tem lutado contra lesões nos últimos anos, foi substituído aos 40 minutos do primeiro tempo sentindo uma dor na virilha.
Com este resultado, o São Paulo pode até perder por 1 a 0 para o Bahia no jogo de volta, no estádio do Morumbi no próximo dia 21 de agosto, que mesmo assim avança às oitavas de final da Copa Sul-Americana 2012.

Gazeta Press
Rogério Ceni abriu o placar com um gol de falta
Rogério Ceni abriu o placar com um gol de falta

O jogo – Durante os seis primeiros minutos da partida, o São Paulo seguiu à risca as ordens de Ney Franco. Como o técnico prega e repete a cada entrevista, treino e preleção, a equipe pressionou a saída de bola no campo do Bahia a ponto de chegar a ter todo o time depois do meio-campo, deixando os anfitriões perdidos.
Na tentativa de tentar para o adversário, o time nordestino acabou cometendo falta em Douglas à altura da meia-lua, aos seis minutos. Parecia ter esquecido que Rogério Ceni estava de volta ao gol do clube paulista. Do seu local predileto para bater faltas, o camisa 01 cobrou com perfeição no ângulo direito de Marcelo Lomba.
A pressão são-paulina havia dado resultado e já havia tempo para respirar. O adversário propiciou ainda mais a escolha por diminuir o ritmo dos paulistanos. Os comandados de Caio Júnior erravam passes seguidamente. A maior sequência de toques parava, normalmente, em um erro de domínio, na maioria das vezes com Souza.
O São Paulo, porém, se contentou demais com o gol de Rogério Ceni. E deu espaço para que os rivais aprimorassem seu toque de bola. Desta forma, Zé Roberto começou a aparecer na partida, avançando pelos dois lados e até voltando para buscar a bola na defesa. Em um desses retornos, recebeu falta e conseguiu que Rodrigo Caio levasse amarelo.
Mesmo sem qualidade, o Bahia ficava mais tempo no ataque, auxiliado também pela movimentação de Júnior. Desta forma, conseguia escanteios, e em um deles, aos 28 minutos, teve uma péssima saída do gol de Rogério Ceni. O veterano, porém, se recuperou a tempo de dar um tapa para evitar que Souza balançasse as redes.
Naquele momento, contudo, o relaxamento excessivo dos visitantes era prejudicial. Tanto que, aos 30 minutos, Júnior prendeu a marcação até encontrar Fahel sem nenhuma marcação para acertar o travessão. Aos 40 minutos, o mesmo Júnior jogou fora uma boa chance ao ser ‘fominha’ e, em vez de tocar para Souza e Zé Roberto, melhores posicionados, chutou muito mal.
Beneficiado pela falta de qualidade do adversário, o São Paulo começava a sofrer e lamentava ainda mais por ter perdido Luis Fabiano aos 40 minutos, que sentiu fisgada na coxa esquerda e foi trocado por Willian José. Antes do intervalo, ao perceber que Zé Roberto poderia causar a expulsão de Rodrigo Caio, trocou o garoto pelo também jovem meio-campista João Schmidt.
Caio Júnior se assustou do banco por ver Ney Franco fazer duas mudanças, mas percebeu que precisava mexer. Tirou que Gerley, que mais atrapalhava no ataque ou na defesa, e apostou no bem ofensivo Ávine na lateral esquerda. Antes dos dez minutos, aumentou a mobilidade do ataque trocando Júnior por Lulinha.
O Bahia ocupou mais o campo adversário, mas continua faltando quem soubesse transformar a pressão em maior trabalho de Rogério Ceni, que executou defesas mais complicadas somente afastando o perigo em chutes de longe nos primeiros minutos do segundo tempo. Quando Zé Roberto não tinha mais condições de correr, Ciro entrou em seu lugar.
Mas quem correu mesmo foi Cortez, e com mais eficiência. Aos 22 minutos, o lateral esquerdo deu um drible de corpo em Fahel e só foi tocar na bola para bater na saída de Marcelo Lomba, acertando a trave. No rebote, Ademilson ampliou o placar a favor dos visitantes.
Desta vez, o São Paulo escolheu a hora certa para respirar. E os mandantes pareceram aceitar o placar. 

Mexida somente na troca de João Filipe, que ficou com câimbras por tanto correr atrás dos rápidos e ineficientes atacantes do Bahia, por Paulo Miranda. A vitória estava definida.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 0 X 2 SÃO PAULO

Local: estádio do Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 1º de agosto de 2012, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Henrique Dibert Pedrosa (Fifa-RJ) e Rodrigo Joia (Fifa-RJ)
Cartões amarelos: Diones (Bahia); Rodrigo Caio e Rhodolfo (São Paulo)
Gols:
SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos seis minutos do primeiro tempo; Ademilson, aos 22 minutos do segundo tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Gil, Danny Morais, Titi e Gerley (Ávine); Fahel, Diones, Hélder e Zé Roberto (Ciro); Júnior (Lulinha) e Souza
Técnico: Caio Júnior
SÃO PAULO: Rogério Ceni; João Filipe (Paulo Miranda), Rafael Toloi e Rhodolfo; Douglas, Rodrigo Caio (João Schmidt), Maicon, Jadson e Cortez; Ademilson e Luis Fabiano (Willian José)
Técnico: Ney Franco

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Fonte: ESPN

Seleção Brasileira Feminina mantém invencibilidade nos Jogos Olímpicos


Equipe venceu a Grã-Bretanha nesta quarta-feira (1º) por 30 a 17
Londres (ING) - A Seleção Brasileira Feminina de Handebol massacrou a Grã-Bretanha na terceira rodada da fase preliminar dos Jogos Olímpicos de Londres nesta quarta-feira (1º), manteve sua invencibilidade na competição e garantiu vaga nas quartas de final. A equipe nacional derrotou as donas da casa - adversário teoricamente mais frágil do Grupo A - por 30 a 17 (17 a 8 no primeiro tempo) no ginásio Cooper Box. O objetivo principal era aumentar o saldo de gols para se aproximar ainda mais da Rússia, líder da chave até a rodada anterior. O Brasil está à frente com seis pontos, mas as russas, com quatro, ainda enfrentam as croatas nesta tarde.
Desde o início do confronto, as britânicas não ofereceram muitas dificuldades à Seleção. Talvez por essa tranquilidade do jogo, as brasileiras tenham cometido alguns erros. Porém, as donas da casa, de nível visivelmente inferior, não conseguiram barrar os contra-ataques das comandadas de Morten Soubak por muito tempo. A vantagem ficou em três gols até os 20 minutos, mas depois disso só aumentou.
Na segunda etapa, a Seleção manteve o bom ritmo e, mesmo com várias trocas de jogadoras, seguiu bem no contra-ataque e com ótimas defesas. Foi o momento ideal para trabalhar jogadas e ampliar o placar, conforme o objetivo proposto. A artilheira da partida foi a central Ana Paula, com sete gols. A ponta Alexandra segue entre as maiores goleadoras dos Jogos Olímpicos, com 18.
"Foi um jogo teoricamente tranquilo, mas poderia complicar nossa situação dependendo da nossa atuação", enfatizou a capitã Dara. "Cometemos alguns erros nos primeiros momentos, mas também soubemos colocar a cabeça no lugar e melhorar durante a partida. Depois, tudo fluiu naturalmente. Nossa grande preocupação era o saldo de gols para conseguir uma boa classificação na primeira fase", completou a pivô.
O próximo desafio da Seleção Brasileira será na sexta-feira (3), contra a Rússia, também no ginásio Cooper Box, confronto direto pela liderança do Grupo A. O último jogo do Brasil na fase preliminar será contra a Angola, no domingo (5). Além da Grã-Bretanha, as brasileiras já venceram Croácia (24 a 23) e Montenegro (27a 25). No Grupo B, estão França, Coreia do Sul, Noruega, Dinamarca, Espanha e Suécia. Os quatro melhores de cada chave avançam às quartas de final.
Tabela - fase de grupos (Ginásio Cooper Box)
28 de julho, às 14h30 (10h30 de Brasília) - Croácia 23 x 24 Brasil
30 de julho, às 19h30 (15h30 de Brasília) - Brasil 27 x 25 Montenegro
1 de agosto, às 16h15 (12h15 de Brasília) - Grã-Bretanha 17 x 30 Brasil
3 de agosto, às 16h15 (12h15 de Brasília) - Rússia x Brasil
5 de agosto, às 11h15 (7h15 de Brasília) - Brasil x Angola
Seleção Brasileira
Goleiras
Chana Franciela Masson (CHANA) - Randers HK/Dinamarca
Mayssa Pessoa (MAYSSA) - Issy Paris Hand/França
Armadoras-direita
Deonise Fachinelo Cavaleiro (DEONISE) - Hypo/Áustria
Francine Camila Gomes de Moraes (FRAN) - Hypo/Áustria
Silvia Helena Araújo Pinheiro (SILVIA) - Toulon/França
Armadora-esquerda
Eduarda Amorim (DUDA) - Györi Audieto KC/Hungria
Centrais
Ana Paula Rodrigues (ANA PAULA) - Hypo/Áustria
Mayara Fier de Moura (MAYARA) - Hypo/Áustria
Pontas-direita
Alexandra Priscila Nascimento (ALÊ) - Hypo/Áustria
Jéssica da Silva Quintino (JÉSSICA) - A.D. Blumenau/Santa Catarina
Pontas-esquerda
Fernanda França da Silva (FÊ) - Hypo/Áustria
Samira Pereira da Silva Rocha (SAMIRA) - Hypo/Áustria
Pivôs
Daniela de Oliveira Piedade (DANI PIEDADE) - Krim Ljubljana/Eslovênia
Fabiana Carvalho C. Diniz (DARA) - Hypo/Áustria
Comissão técnica
Técnico: Morten Soubak
Assistente Técnico: Alex Aprille
Supervisora: Rita de Cássia Orsi
Médico: Leandro Gregorut Lima
Fisioterapeutas: Maria Rita Cardoso Gomes e César Augusto Parreira
Psicóloga: Alessandra Dutra
O BVA é o patrocindor da CBHb, a ASICS é a marca oficial do material esportivo, e a Penalty a fornecedora de bolas.



Postado por Juarez Alves
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Fonte: Brasilhandebol.com.br










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