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domingo, 22 de julho de 2012

Brasileiro Série A 2012: Ataque reserva decide, São Paulo bate combalido Figueirense e vence a primeira com Ney Franco



São -paulino Ademilson celebra o gol que fez logo no início do jogo em Florianópolis
São-paulino Ademilson celebra o gol que fez logo no início do jogo em Florianópolis; Willian José, atrás, anotou o segundo 

Com esquema à la Milton Cruz e oportunismo dos atacantes reservas Ademilson e Willian José. Foi assim que o São Paulo superou o combalido Figueirense por 2 a 0 na tarde deste domingo no estádio Orlando Scarpelli, em duelo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, e, enfim, chegou ao seu primeiro triunfo sob o comando de Ney Franco.

Depois de um empate e uma derrota, o treinador decidiu apostar no 3-5-2, formação que dera certo com o interino em duas partidas antes de ele assumir. A proteção à zaga aumentou, e o time praticamente não correu riscos atrás. 

Na frente, a expectativa ficara por conta dos atacantes reservas por conta das baixas de Luis fabiano e Osvaldo por problemas físicos. E eles deram conta. Logo a um minuto de partida, Denilson pegou rebote da zaga e chutou forte, na sobra, o novato Ademilson mostrou oportunismo e mandou para as redes. 

Na etapa final, quase com o cronômetro batendo em 45 minutos, Willian José aproveitou contra-ataque e ampliou a vantagem, anotando seu primeiro gol no Brasileiro. Emocionado, chegou a chorar na comemoração.

Foi a segunda vitória do São Paulo fora de casa, já que antes já havia batido o Cruzeiro em Minas Gerais, sob o comando de Milton Cruz.

O Figueirense, que deve anunciar Adilson Batista como treinador, ainda jogou parte do segundo tempo com um atleta a menos, por conta da expulsão do zagueiro Fred. Pelo lado paulista, o zagueiro João Filipe levou o terceiro amarelo e não atuará na próxima partida.  

Com o resultado, o São Paulo chegou a 19 pontos e à quinta colocação, ficando perto do grupo que garante vaga na Libertadores. Já o Figueirense, que demitira o técnico Argel Fuchs durante a semana, cai da 17ª para a 18ª posição e continua na zona de rebaixamento com apenas oito pontos.  

As duas equipes voltam a campo já na próxima quarta-feira, pela 12ª rodada do Brasileiro. Enquanto o Figueirense receberá o Internacional no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, às 19h30, o São Paulo visitará o Atlético-GO um pouco mais tarde, às 21h50, em Goiânia, no Serra Dourada.

O jogo – A alma que Ney Franco cobrou do time apareceu logo na saída de bola. O São Paulo passou o primeiro minuto da partida tocando bola com rapidez entre sua intermediária ofensiva e a meta de Wilson buscando espaços diante de um Figueirense completamente assustado com um ritmo tão frenético.

Não demorou para que uma bola invertida na lateral direita chegasse limpa para Denilson chutar da meia-lua. O arremate saiu mascado, mas a sorte parecia mesmo estar diferente. Pingando, fraca, a bola encontrou Ademilson sem nenhuma marcação e em posição legal para só escorar com o pé no canto direito de Wilson, aos 50 segundos de jogo.
O Figueirense não teve nem tempo de entender como seu rival jogaria. E ficou ainda mais perdido com o nervosismo causado pelo gol-relâmpago. E o Tricolor pôde mostrar que obedecia Ney Franco à risca, com disposição para marcar já no campo de ataque cada adversário de perto. Muitas vezes, eram dois atletas do time visitante para desarmar um rival.

Na parte tática, o São Paulo aproveitou o 3-5-2. Douglas e Cortez tinham toda a liberdade para serem alas ou até pontas. Como raramente eram marcados, apareciam sem marcação até pelo meio, também por favorecimento da constante movimentação de Jadson, Ademilson e Willian José, tudo bem organizado por Maicon vindo de trás.

Quando os anfitriões tentavam pressionar, eram prejudicados pela péssima atuação do meia Almir, que errava quase todos os passes, e encontravam em Douglas e Cortez adversários com disposição para, correndo na recomposição, transformarem o 3-5-2 em um 5-3-2, ficando na mesma linha do trio de zagueiros.

Estava tão tranquilo que o São Paulo se empolgou ao optar por adiantar seu jogo para evitar qualquer tentativa de pressão. Foi tão á frente que, em uma jogada, Rhodolfo errou no ataque e, na sequência, João Filipe falhou na defesa. Embora o Figueirense não demonstrasse qualidade para assustar, os comandados de Ney Franco optaram por ouvir o chefe, que pedia calma, e diminuiu o ritmo a ponto de tornar o jogo lento.

A necessidade de mudança, entretanto, estava com o interino Abel Ribeiro, no banco da equipe de Florianópolis. E o ex-auxiliar do recém-demitido Argel Fucks optou por trocar o confuso Almir pelo atacante Roni. Ganhou movimentação e a chance de, realmente, apertar o Tricolor em seu campo de defesa. Logo aos dois minutos, Júlio César só não marcou porque não chutou com força suficiente para superar Denis.

Se apertava na frente, faltava ao Figueirense organização na defesa, tanto que muitas vezes os rápidos Jadson, Ademilson e Willian José tinham só os dois zagueiros para pará-los. E a forma usada por defensores foi cometendo faltas, umas delas, punida por cartão, foi de Fred e tirou Ademilson do jogo por lesão.

Aos 13 minutos, mais um susto para os são-paulinos, que só não sofreram o gol porque Rhodolfo estava na linha do gol ao lado de João Filipe e Rafael Toloi para compensar uma saída errada e um escorregão de Denis. Foi quando Denilson assumiu a responsabilidade de levar a bola ao ataque para desafogar, fazendo função que seria de Maicon, outro a sair machucado.

Quando o Figueirense descobriu que poderia ter chance com a velocidade de caio sobre João Filipe, Ney Franco trocou o zagueiro por Edson Silva. E Fred tratou de reduzir todas as esperanças ao ser expulso em falta boba, quase arrancando a camisa de Cortez em jogada sem perigo no meio-campo. Levou o segundo amarelo e foi expulso.

Com um a menos, o Figueira ainda encontrou um adversário que aliou bem confiança e inteligência para, diferentemente do que ocorreu contra o Palmeiras há uma semana, saber usar a superioridade numérica. Tocando a bola até o apito final, o time garantiu a sua primeira vitória sob o comando de Ney Franco. A rapidez só voltou quando Rafinha puxou contra-ataque aos 48 minutos, deixando para Willian José fechar o placar.

FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 0 X 2 SÃO PAULO

Local: estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 22 de julho de 2012, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago (Fifa-MG) e Jose Chaves Franco Filho (RS)
Assistentes adicionais: Francisco Santos Silva Neto e Marcio Brum Coruja (ambos do RS)
Cartões amarelos: Anderson Conceição, Túlio e Pittoni (Figueirense); Willian José, João Filipe e Edson Silva (São Paulo)
Cartão vermelho: Fred (Figueirense)
Gols: SÃO PAULO: Ademilson, aos 50 segundos do primeiro tempo; Willian José, aos 48 minutos do segundo tempo

FIGUEIRENSE: Wilson; Coutinho (Aloísio), Fred, Anderson Conceição e Guilherme Santos; Túlio, Doriva, Pittoni e Almir (Roni); Caio e Júlio César (Canuto)
Técnico: Abel Ribeiro (interino)
SÃO PAULO: Denis; João Filipe (Edson Silva), Rafael Toloi e Rhodolfo; Douglas, Denilson, Maicon (João Schmidt), Jadson e Cortez; Ademilson (Rafinha) e Willian José
Técnico: Ney Franco



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Brasileiro Série A 2012: Borges desencanta, Cruzeiro bate o Flamengo e complica a vida de Joel Santana


O artilheiro do último Campeonato Brasileiro, enfim, desencantou na competição deste ano. Borges marcou o único gol deste domingo no estádio Independência e garantiu a vitória magra do Cruzeiro por 1 a 0 em cima do Flamengo. O resultado ainda complica a vida de Joel Santana como treinador rubro-negro.
Vipcomm
Joel Santana corre grande risco de ser demitido
Joel Santana corre grande risco de ser demitido

Joel já chegou a balançar bastante no cargo no começo de julho, mas conseguiu uma vitória sobre o Atlético-GO e se manteve no cargo. Desta vez, porém, ele pode não ter a mesma sorte. No meio da semana, o Flamengo acabou atropelado pelo Corinthians dentro de casa, e a torcida rubro-negra não poupou vaias e críticas ao treinador. O Fla tem 15 pontos e é o atual décimo colocado.

Do outro lado, o Cruzeiro volta a ter uma boa sequência no Brasileiro. O time celeste havia perdido três jogos seguidos, mas bateu a Portuguesa no meio de semana e voltou a vencer neste domingo. Com isso, a equipe celeste chega aos 20 pontos e entra momentaneamente na zona de classificação para a Libertadores.

O time celeste ainda comemorou o primeiro gol de Borges com a camisa do Cruzeiro. Contratado para ser o artilheiro da equipe, o atacante precisou de três jogos para desencantar com o uniforme celeste. “Saiu a zica. Eu trabalho muito sério, e na única chance que tive, fiz o gol", disse o atacante, ainda no intervalo do jogo. Do lado mineiro, ainda um último destaque: mesmo

Se um artilheiro desencantou de um lado, outro não teve a mesma sorte. Vagner Love teve duas chances claríssimas de gol ainda no primeiro tempo, mas acabou parando nas mãos do goleiro Fábio e não conseguiu quebrar o jejum de gols, que agora já dura sete jogos.

As duas equipes voltam a campo já no meio da semana. O Cruzeiro viaja até São Paulo para enfrentar o Corinthians na quarta-feira. No dia seguinte, o Flamengo recebe a Portuguesa. Resta saber se com Joel Santana no banco de reservas ou não.

O jogo - Com os dois times precisando se recuperar no Brasileiro, a partida começou bastante movimentada. O primeiro a chegar com mais perigo foi o Flamengo, aos 9 minutos. Adryan cruzou pela direita e achou Vágner Love nas costas da defesa do Cruzeiro. O atacante, porém, cabeceou torto e a bola saiu sem força e pela linha de fundo.

O Cruzeiro respondeu cinco minutos depois. Ceará cruzou da meia direita para a área,mas Borges e Wellington Paulista não alcançaram a bola, que cruzou a área com muito perigo e saiu à direita de Paulo Victor. No ataque seguinte, mais um susto para a defesa rubro-negra. William Magrão chegou no bico esquerdo da grande área e bateu cruzado. A bola tirou tinta da trave de Paulo Victor.

A partir daí os dois ataques passar a ter mais dificuldades, e o jogo só voltou a se movimentar no fim da primeira etapa. Aos 35, Renato Abreu chutou de longe. A bola foi venenosa para a direção de Fábio, que acabou dando um rebote para frente, mas conseguiu recuperar a bola antes da chegada de Vágner Love.

Quatro minutos depois, a mesma dupla criou melhor chance do Flamengo. Renato lançou e deixou Love livre, dentro da área. O atacante tentou o chute, mas acabou batendo em cima do goleiro Fábio. Pelo meio, dois rubro-negros ainda pediam o passe.

Quando o Fla parecia melhor, veio a ducha de água fria. No último lance do primeiro tempo, Ceará recebeu pela direita e cruzou na área. O goleiro Paulo Victor tentou cortar o lance, mas acabou sendo antecipado por Borges. O atacante cabeceou para o gol livre e abriu o placar.
Vipcomm
Diante do Flamengo, Borges desencantou e marcou seu primeiro gol com a camisa do Cruzeiro

Em desvantagem, o Flamengo tentou partir para cima no segundo tempo, mas tinha dificuldades de criar. Aos oito minutos, Adryan arriscou um chute de longe e acabou assustando o goleiro Fábio. O Cruzeiro se fechava bem e tentava partir no contra-ataque, mas também não tinha grandes chances.

Joel colocou Hernane e Camacho em campo. Na base da vontade, o Flamengo foi para o ataque com tudo e só não empatou o jogo por conta da incrível falta de pontaria. Aos 33, o time rubro-negro conseguiu perder três gols em um só lance. Léo Moura recebeu livre na direita, cruzou, e o zagueiro do Cruzeiro cortou. A bola, porém, sobrou na pequena área para Vagner Love. O atacante primeiro acertou o travessão e depois parou em Fábio. A bola ainda voltou a sobrar para Hernane, mas Marcelo Oliveira salvou o Cruzeiro em cima da linha.

Sem muita criativida e ainda com azar nas finalizações, o Flamengo não conseguiu ter forças para buscar o empate. Do outro lado, o Cruzeiro se contentou com a vitória magra e também abdicou do ataque. Assim, o placar terminou inalterado.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 0 FLAMENGO

Local:
 Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 22 de julho de 2012 (domingo)
Horário: 16 horas (horário de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR)
Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa/RS) e Bruno Boschilia (Asp/Fifa/PR)
Cartões amarelos: (Cruzeiro) Charles, Marcelo Oliveira (Flamengo) Amaral, Marllon
Gol: Cruzeiro: Borges, aos 44 minutos do primeiro tempo
CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Mateus, Rafael Donato e Marcelo Oliveira; Leandro Guerreiro, William Magrão, Charles (Sandro Silva) e Montillo; Borges (Anselmo Ramon) e Wellington Paulista (Élber). Técnico: Celso Roth

FLAMENGO: Paulo Victor, Leonardo Moura, Gonzalez, Marllon e Ramon; Amaral, Ibson, Renato Abreu (Camacho) e Luiz Antônio (Mateus); Adryan (Hernane) e Vagner Love. Técnico: Joel Santana



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sábado, 21 de julho de 2012

Em dia ruim para brasileiros, James Buescher vence em Chicago


Nelsinho Piquet e Miguel Paludo tiveram muitos problemas, e Buescher alcançou a terceira vitória na temporada

Mesmo tendo que realizar uma troca de carburador, Buescher (foto) venceu em Chicago (Getty Images)
O sábado (21 de julho) não foi feliz para os pilotos brasileiros da categoria Camping World Truck Series da Nascar. No "Chicagoland Speedway", Miguel Paludo e Nelsinho Piquet não tiveram sorte e acabaram nem completando a prova. Por outro lado, James Buescher, que também teve problemas mecânicos, cruzou a linha em primeiro lugar pela terceira vez na categoria nesta temporada.
Depois de ter largado apenas na 11ª posição, Buescher ainda teve problemas no carburador durante a prova, o que fez com que ele ficasse duas voltas atrás dos líderes. Entretanto, o piloto conseguiu se recuperar "na pista" e graças a uma bandeira amarela. Novamente no pelotão da frente, o dono do carro número 31 fez um fim de prova consistente para vencer a corrida.
"Nós tivemos um problema de carburador no começo, mas foi consertado. Eu não podia me prender no começo da corrida. Ainda tinha muito o que correr", disse Buescher após a prova.
Brendan Gaughan, Timothy Peters, Matt Crafton e Parker Kligerman, respectivamente, completaram o grupo dos cinco primeiros colocados em "Chicagoland".
Neste domingo (22), o canal FOX Sports também transmite ao vivo a etapa de Chicago da Nationwide Series a partir das 16h00.

Maurren escolhe Madrid como palco de sua última fase de preparação


Técnico de Maurren, no entanto, nega que a preparação esteja acontecendo em Madri por conta de sua lesão no quadril (LancePress)
Repetindo a preparação feita para os Jogos Olímpicos de Pequim, onde conquistou a medalha de ouro, a saltadora brasileira Maurren Maggi está fazendo sua preparação final para os jogos de Londres-2012 em Madri, Espanha. A atleta utiliza, pelo menos, duas vezes por ano as instalações do centro de treinamentos Consejo Superior de Deportes.
Maurren não é a única integrante da equipe de atletismo que não utiliza as instalações do Crystal Palace, local escolhido pelo COB para ser o centro de treinamento da equipe brasileira para os Jogos. Fabiana Murrer, do salto dom vara, e Mauro Vinícius da Silva, do salto em distância, optaram, respectivamente, por Fórmia (Itália) e Lisboa (Portugal) para se prepararem antes da Olimpíada.
Técnico da saltadora, Nélio Moura não gostou das insinuações de que sua atleta estaria treinando na capital espanhola por conta da lesão no quadril sofrida em junho.
"A lesão no quadril da Maurren é de conhecimento público e atrasou um pouco sua preparação no início de junho, no entanto, está resolvida, sendo assim, não houve nenhum acontecimento novo. Desde 2008, a Maurren se prepara para as grandes competições internacionais em Madri. Temos nos preparado aqui duas vezes por ano e quando nos planejamos para a temporada de 2012, logo após o Pan-Americano, pedimos novamente dois períodos de treinos em Madri, em fevereiro e em julho. Isso estava previsto há muito tempo, assim como outros grupos optaram por treinar em outros países (Itália, Portugal) e não no Crystal Palace", explicou o treinador.
Postado por Juarez Alves
Sigam-me no Twitter : @Juarez_Sports
Fonte: FOX SPORTS

Camping Truck Series acontece em Chicago neste sábado


Chicagoland Speedway é o palco da Camping World Truck Series neste sábado (21) (Getty Images)
O canal FOX Sports exibirá ao vivo mais uma etapa da Camping World Truck Series da Nascar neste sábado (21 de julho). Desta vez, os carros acelerarão no circuito de Chicago a partir das 20h45 e você poderá participar da transmissãndo, enviando suas perguntas para a equipe formada por Sergio Lago e Thiago Alves na área de comentários abaixo.
Grid de largada em Chicago
Pela primeira vez em sua carreira, Justin Lofton, que já soma uma vitória nesta temporada e está na segunda colocação da classificação geral, largará na pole position no Chicagoland Speedway.
Dentre os brasileiros que competem na categoria, Miguel Paludo foi quem se deu melhor e largará na décima colocação, duas posições à frente de Nelsinho Piquet, que sai em 12º.
Postado por Juarez Alves
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Fonte: FOX SPORTS

Pós Jogo Brasileirão Série A 2012 - Corinthians e Portuguesa empatam em 1 a 1 no Pacaembu

Mesmo jogando em casa, Timão não conseguiu a terceira vitória consecutiva para poder embalar no Brasileiro (LancePress)
Com duas vitórias seguidas no Brasileirão, o Corinthians não conseguiu a terceira para embalar de vez no campeonato e ficou apenas no empate com a Portuguesa, por 1 a 1, na noite deste sábado (21 de julho), no Pacaembu.
Ainda na primeira etapa, a Lusa abriu o placar com o recém-repatriado e também ex-jogador do Timão, Héverton, em chute forte da entrada da área. Na etapa final, Douglas, em cobrança de falta que passou por toda a pequena área, deixou tudo igual no placar.
Superior, Lusa sai na frente
O início de jogo no Pacaembu foi morno, com as duas equipes sem conseguir encaixar uma boa troca de passes nos primeiros dez minutos.
Até que aos 13, o volante Léo Silva invadiu a área pela esquerda com velocidade, cortou para o meio e finalizou rasteiro. Cássio, de olho no lance, fez boa defesa no chão.
Ainda sem se achar na partida, o Corinthians quase viu a Lusa abrir o placar novamente. Em saída estranha de Cássio pelo alto, a bola sobrou para Diego Viana, que cabeceou rasteiro. O goleiro corintiano se recuperou bem, pulou no canto esquerdo e evitou o primeiro da Portuguesa.
Melhor no jogo, a Lusa foi recompensada aos 29 minutos. Após bela assistência de Moisés, Héverton, recém-repatriado pelo clube do Canindé e ex-jogador do Timão, dominou na entrada da área e fuzilou o gol de Cássio para abrir o placar.
Após o gol, o Corinthians melhorou discretamente e buscou chegar ao gol de Dida principalmente com jogadas de linha de fundo e em bolas paradas, mas sem sucesso.
Timão reage rápido mas não consegue virada
Logo no começo da segunda etapa, o Timão contou com um pouco de sorte para deixar tudo igual no confronto. Aos 4 minutos, Douglas cobrou falta da esquerda, passou por toda a pequena área e, sem nenhum desvio, foi morrer no canto esquerdo de Dida, que não conseguiu chegar a tempo no lance.
Em busca da virada, os comandados de Tite foram para cima da Lusa, que não conseguia impor a mesma pressão colocada sobre o Corinthians no primeiro tempo. Cinco minutos depois do empate, Romarinho recebeu livre pela direita, invadiu a área mas pegou muito embaixo da bola e isolou por cima do gol, desperdiçando boa chance de virar a partida.
Na primeira boa chance da Lusa na etapa complementar, Cássio apareceu mais uma vez para fechar o gol corintiano. Após receber bom passe de Guilhermr, Héverton dominou na direita da área e bateu forte de esquerda. O goleiro do Timão, com os pés, desviou para escanteio e evitou o segundo da Portuguesa.
E os visitantes parecem ter acordado após a primeira oportunidade no segundo tempo e se lançaram ao ataque novamente. Depois de boa jogada individual, o volante Guilherme arriscou de fora da área, a bola desviou em Paulo André e deixou Cássio batido, que só observou o chute sair por cima do gol em escanteio, raspando o travessão.
Aos 36, o Corinthians chegou muito perto de virar o jogo no Pacaembu. Douglas recebeu com liberdade na intermediária, deu uma pancada de fora da área e a bola explodiu no travessão de Dida.
Na próxima rodada, o Corinthians recebe o Cruzeiro no Pacaembu, na quarta-feira, às 21h50. Já a Portuguesa vai ao Rio de Janeiro enfrentar o Flamengo, na quinta-feira, no Engenhão, às 21h.
Ficha Técnica

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data e hora: 21/7/2012, às 21h
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto e Bruno Salgad Rizo
Renda e público: R$ 991.425,00 / 31.106 pagantes
Cartões amarelos: Douglas e Romarinho (COR); Luis Ricardo (POR)
Cartões vermelhos:
Gols: Héverton, aos 29'/1ºT; Douglas, aos 4'/2ºT

Corinthians: Cássio, Welder, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho (Ramírez, 37'/2ºT), Edenílson (Jorge Henrique, Intervalo) e Douglas; Romarinho e Emerson (Adilson, 37'/2ºT). Técnico: Tite
Portuguesa: Dida, Luis Ricardo, Gustavo, Valdomiro e Marcelo Cordeiro; Fernando, Léo Silva, Guilherme e Moisés; Héverton e Diego Viana (Rodriguinho, 37'/2ºT). Técnico: Geninho
Postado por Juarez Alves
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Fonte: FOX SPORTS


SÃO PAULO: Agora no Morumbi, ex-alviverde Paulo Assunção já ajudou o São Paulo a eliminar o Palmeiras levando cartão amarelo; relembre


A história é bizarra, mas muitos torcedores não devem se lembrar que o volante Paulo Assunção, anunciado hoje como reforço do São Paulo, já foi protagonista de uma curiosa eliminação do Tricolor sobre o Palmeiras - ex-time de Assunção -, levando um cartão amarelo nas semifinais do Torneio Rio-São Paulo de 2002. 

Naquele ano, os organizadores da competição tiveram a ideia de usar o número de amarelos como um dos primeiros critérios de desempate. E foram justamente os cartões que decidiram o duelo entre São Paulo e Palmeiras, nas semis.
Divulgação
Assunção em jogo da Europa League com o Atlético de Madri, sua ex-equipe
Assunção em jogo com o Atlético de Madri, sua ex-equipe


A equipe de Palestra Itália até fez melhor primeira fase que o rival e se classificou em segundo, enquanto o time do Morumbi foi terceiro. Na fase final, contudo, a vantagem não valeu de nada.
O primeiro confronto valendo vaga na decisão do Rio-São Paulo acabou empatado em 1 a 1. Na volta, o Palmeiras chegou a estar vencendo por 2 a 1, mas sofreu o empate.
As atenções se voltaram para o árbitro do jogo, o gaúcho Carlos Eugênio Simon. Como o Alviverde levou sete amarelos, um deles recebido por Paulo Assunção, contra quatro do Tricolor, o São Paulo avançou para a final. 

Assunção foi revelado em 2000 pelo Palmeiras e atuou no clube até 2002. Neste intervalo, jogou no Porto, de Portugal. Passou por Nacional, também de Portugal, AEK Atenas, pelo Porto, novamente, até chegar no Atlético de Madri, em 2008.



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Brasileiro Série B 2012: Atlético-PR perde gols incríveis e é derrotado pelo VitóriaAtlético-PR, Vitória-BA, Campeonato Brasileiro Série B 2012,


O Vitória conseguiu um grande resultado na tarde deste sábado. A equipe visitou o Atlético-PR e obteve um triunfo por 1 a 0. Depois de um primeiro tempo truncado, quase sem chances de gol, o Rubro-Negro baiano balançou a rede aos 32 minutos. Leilson recebeu bom lançamento, dominou e chutou no cantinho para marcar o único gol da partida. O Atlético-PR poderia ter conseguido um melhor resultado, mas Marcelo desperdiçou duas chances incríveis de gol.

Com o resultado, o Vitória vai a 28 pontos ganhos, consolidando cada vez mais sua posição no G-4, na segunda colocação. O Atlético-PR, por sua vez, estacionou em 17 pontos, na nona colocação.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense vai a Campinas, onde enfrenta o Guarani, sábado, no Estádio Brinco de Ouro. Já o Vitória volta a campo no mesmo dia para enfrentar o CRB, no Estádio Barradão, em Salvador.
AE
Victor Ramos, do Vitória, disputa a bola com Paulo Baier, do Atlético-PR
Victor Ramos, do Vitória, disputa a bola com Paulo Baier, do Atlético-PR
O jogo

A partida começou truncada, com as equipes se estudando e muita marcação no meio campo. Ricardinho arriscou o primeiro chute aos cinco minutos, com perigo ao gol de Gustavo, que viu a bola raspar o travessão. O goleiro baiano, sentindo uma lesão no tornozelo, parou o jogo em duas oportunidades para atendimento, irritando o torcedor.
AE
Marcelo perdeu dois gols feitos, e o Atlético-PR acabou derrotado pelo Vitória
O atacante Marcelo perdeu dois gols feitos
O Atlético-PR tinha maior posse de bola, mas tinha dificuldades de penetração na defesa adversária. Aos 15 minutos, Wellington Saci chegou na lateral da área, tentou o cruzamento duas vezes e carimbou a defesa.

Aos 21 minutos, Maranhão tocou para Paulo Baier, que entrava em velocidade na área. A bola correu demais e o maestro atleticano só conseguiu um toque desequilibrado para o meio, sem encontrar ninguém.

O Vitória equilibrou as ações e começou a dar trabalho. Aos 31 minutos, Ueliton armou o chute, mas errou totalmente na hora da execução. Aos 32 minutos, Marcelo Nicácio se enrolou no meio da área com a zaga paranaense e não completou cruzamento de Michel.

Fora de campo, o técnico Jorginho já conversava com os reservas, indicando que poderia fazer mudanças. Aos 50 minutos, Leilson passou por Manoel e bateu por cima da meta.

Na segunda etapa, o Atlético-PR voltou com Martín Ligüera e Bruno Furlán nos lugares de Paulo Baier e Tiago Adan. Já o goleiro Gustavo finalmente saiu para a entrada de Caio. Aos três minutos, Ligüera desviou levantamento no meio da área e o goleio baiano fez sua primeira defesa. Ricardinho tentou resolver sozinho, aos sete minutos, mandando um petardo para longe da meta.

Paulo César Carpegiani mudou o ataque com a entrada de Willie no lugar de Marcelo Nicácio. O Atlético-PR criou uma boa jogada com Marcelo e Maranhão, aos 16 minutos, mas o lateral não encontrou Liguera, que entrava bem colocado. Caio quase entregou o ouro aos 21 minutos, na frente de Bruno Furlán, e se recuperou para segurar a bola.

A grande chance da partida aconteceu aos 25 minutos. Bruno Furlán mandou um petardo, Caio deu rebote e Marcelo, na cara do gol, conseguiu perder. Na resposta, Marquinho tocou por cobertura e a bola subiu demais. Até que, aos 32 minutos, Leilson recebeu o lançamento pelo lado esquerdo, chutou no canto e abriu o placar. Aos 43 minutos, Marcelo poderia ter empatado e, novamente, de frente para o crime, conseguiu perder mais um gol incrível.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 0 X 1 VITÓRIA

Local: Estádio Fernando Charub Farah, em Paranaguá (PR)
Data: 21 de julho de 2012, sábado
Horário: 16h20 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Assistentes: Herman Brumel Vani e Ricardo Pavanelli Lanutto (ambos de SP)
Cartões amarelos: João Paulo e Ricardinho (Atlético-PR)
Gol:
VITÓRIA: Leilson, aos 32 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR:
 Weverton; Maranhão, Manoel, Cléberson e Wellington Saci (Bruno Costa); Derley, João Paulo Silva e Paulo Baier (Martín Lugüera); Tiago Adan (Bruno Furlán), Marcelo e Ricardinho
Técnico: Jorginho

VITÓRIA:
 Gustavo (Caio); Nino, Victor Ramos, Gabriel Paulista e Denkler; Uelliton, Michel, Pedro Ken e Leilson (Tartá); Marquinhos e Marcelo Nicácio (Willie)
Técnico: Paulo César Carpegiani



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Brasileiro Série A 2012: Sem Fágner e Diego Souza, Vasco aumenta má fase do Santos, vence e não deixa Atlético-MG disparar


O anúncio da saída do lateral direito Fágner e do meia Diego Souza pouco antes da partida contra o Santos parece não ter abalado o Vasco. Dominante, o time cruz-maltino venceu os paulistas por 2 a 0, neste sábado, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o triunfo, os cariocas completam cinco jogos sem perder, sendo quatro vitórias e um empate. Já o Santos não consegue um triunfo há três partidas (dois empates e uma derrota).

Agora, o Vasco, na vice-liderança, chega a 26 pontos e não deixa o Atlético-MG, que venceu o Sport neste sábado, disparar na ponta. Os mineiros possuem 28 pontos. O Santos, por sua vez, estaciona nos dez pontos e fica na parte inferior da tabela. Além disso, a equipe alvinegra praiana ainda mantém um jejum fora de casa na primeira divisão nacional. Nas seis vezes que jogou longe de seus domínios na competição, o Santos ainda não marcou gols.

O time mandante entrou em campo logo após de receber a notícia das saídas de Fágner, que foi para o Wolfsburg, e Diego Souza, acertado com Al-Ittihad (Arábia Saudita). Na vaga deles entraram, respectivamente, Auremir, recém-contratado junto ao Náutico e que fez a sua estreia pela equipe, e o meia-atacante Carlos Alberto.

Do outro lado, o Santos vinha com sérios problemas para montar o time titular. Além das convocações de Paulo Henrique Ganso, Neymar e Rafael pela seleção brasileira, o técnico Muricy Ramalho também não pôde contar com o zagueiro e capitão Edu Dracena, que sofreu séria contusão no joelho. 

Apesar das saídas de dois dos seus principais jogadores, o Vasco não se abateu e dominou a partida completamente. Logo aos 12 minutos do primeiro tempo, Juninho cobrou escanteio na área, Douglas aproveitou vacilo da defesa adversária e concluiu forte para o fundo do gol. 

Tranquilo no confronto, os comandados de Cristóvão Borges ampliaram a vantagem na volta do intervalo. Aos dois minutos, em nova cobrança de escanteio de Juninho, Alecsandro cabeceou para o fundo das redes. O gol anotado foi o sétimo do atacante na competição e assim ele se tornou o artilheiro isolado.

Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco fará clássico com o Botafogo no Engenhão, na quarta-feira, às 20h30 (de Brasília). Um dia depois, o Santos visitará o líder Atlético-MG no Independência, às 21h.

Divulgação/Vasco
Jogadores do Vasco comemoram após gol marcado contra o Santos
Jogadores do Vasco comemoram após gol marcado contra o Santos

O jogo

Jogando em casa, o Vasco partiu para cima em busca de definir o jogo. Logo aos três minutos Éder Luís cruzou da direita e Carlos Alberto chutou de primeira, mas a bola passou sobre o gol. O lance deixou visível a fragilidade do time do Santos, assustado com a pressão do adversário. Os visitantes deixavam evidente que os clamores por reforços do técnico Muricy Ramalho não são exageros.

No cenário do início do jogo, o gol do Vasco parecia uma questão de tempo e ele saiu aos 12 minutos. Juninho Pernambucano cobrou escanteio pela direita, a zaga cortou de maneira equivocada e a bola sobrou para Douglas, na entrada da pequena área, chutar sem chances para o goleiro Aranha.

Foi a senha para o Santos se desesperar e começar a errar passes, deixando Muricy Ramalho cada vez mais nervoso à beira do gramado. O Vasco, por sua vez, passou a tocar a bola com mais segurança, fechando os espaços para as avançadas do time paulista, que só assustou ao longo de toda a primeira etapa aos 19 minutos. Em chute de fora da área, Bruno Peres mandou sobre o gol.

Enquanto o Santos exibia nervosismo, o Vasco administrava bem a situação e ainda buscava formas de tentar ampliar. O segundo gol quase saiu aos 35 minutos. Juninho Pernambucano cobrou falta da esquerda, Douglas cabeceou para grande defesa de Aranha. No rebote, o próprio zagueiro cruzou para o meio da área, mas Carlos Alberto e Éder Luís não conseguiram completar para o fundo da rede. Faltando dois minutos para o fim do primeiro tempo, Aranha voltou a salvar sua equipe, defendendo com dificuldade uma cobrança de falta de Juninho Pernambucano.

Na volta para a segunda etapa, as duas equipes ainda tentavam se encontrar em campo quando o Vasco conseguiu ampliar, aos dois minutos. Juninho Pernambucano cobrou escanteio da esquerda e Alecsandro, livre de marcação, escorou para o fundo da rede, se aproveitando de falha do setor defensivo santista.

O segundo tento vascaíno praticamente liquidava o jogo. Somente aos seis minutos desta etapa final que o goleiro Fernando Prass fez a sua primeira defesa. Adriano fez boa cobrança de falta e obrigou o arqueiro vascaíno a se esforçar para evitar o gol.

O Vasco, então, começou a se limitar a tocar a bola, neutralizando as ações ofensivas do adversário, que não conseguia criar. O resultado foi que o confronto ficou sem muitas emoções. Um novo lance de perigo aconteceu apenas aos 30 minutos, quando Felipe Anderson pegou rebote na entrada da área e chutou sobre o gol. O clube cruz-maltino respondeu três minutos depois, quando Éder Luís avançou pela direita, cruzou rasteiro e Aranha se antecipou para evitar o complemento de Pipico.

Nos minutos finais, o Vasco se fechou ainda mais no seu campo, montando uma linha defensiva que impedia qualquer ação do Santos na busca do gol. Assim, os cariocas conseguiram administrar a vantagem até o apito final do árbitro.

FICHA TÉCNICA
VASCO 2 X 0 SANTOS

Local:
 Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de julho de 2012, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Rosnei Scherer (SC)
Cartões amarelos: Durval e Bruno Peres (Santos)
Gols: VASCO: Douglas aos 12 minutos do primeiro tempo e Alecsandro aos dois minutos do segundo tempo

VASCO: Fernando Prass; Auremir, Dedé, Douglas e William Matheus; Nilton, Wendel (Fellipe
Bastos), Juninho Pernambucano (Diego Rosa) e Carlos Alberto (Pipico); Éder Luís e Alecsandro 
Técnico: Cristóvão Borges

SANTOS: Aranha; Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Léo; Adriano, Henrique, Arouca e Felipe Anderson; Dimba (João Pedro) e Miralles (Victor Andrade)
Técnico: Muricy Ramalho



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Brasileiro Série A 2012: Ronaldinho quebra jejum de cinco meses, Bernard brilha, Atlético goleia Sport e segue líder


O Atlético-MG segue líder e quase impecável no Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o time de Cuca foi até a Ilha do Retiro e até tomou um susto, mas se recuperou bem e volta para Belo Horizonte com mais uma vitória. De virada, a equipe alvinegra goleou o Sport por 4 a 1, com direito a quebra de jejum de Ronaldinho Gaúcho e show do meio-campista Bernard.

O Sport até começou jogando bem e saiu na frente com um gol de Gilberto. Depois disso, porém, o Atlético acordou e virou a partida com Danilinho, Ronaldinho Gaúcho, Jô e Bernard. Este último foi um dos grandes destaques da partida: participou dos lances de todos os gols e fechou a atuação com um golaço de cobertura.

Apesar do show de Bernard, foi Ronaldinho Gaúcho quem mais chamou as atenções de novo. O camisa 49 marcou o gol da virada em uma bela jogada pela esquerda e quebrou um jejum que já era incômodo: não marcava um gol com a bola rolando desde o dia 18 de fevereiro, em uma vitória do Flamengo sobre o Resende. Desde então, foram sete gols – dois deles com a camisa do Atlético -, mas todos de pênalti.

A goleada em Recife mantém o Atlético com vantagem na liderança. O time mineiro tem agora 28 pontos, dois a mais que o vice-líder Vasco. Já o Sport está em 12º lugar, com 12 pontos ganhos. As duas equipes voltam a campo já no meio da semana. Na quarta, os pernambucanos vão até Campinas enfrentar a Ponte Preta. Já os mineiros tentarão manter a ponta recebendo o Santos, na quinta.
AE
Ronaldinho, Danilinho e Bernard comemoram um dos gols da goleada do Atlético-MG contra o Sport
Ronaldinho, Danilinho e Bernard comemoram um dos gols da goleada do Atlético-MG contra o Sport
O jogo - Diante do líder do campeonato, o Sport ‘ignorou’ o mando de campo e começou o jogo apostando na forte marcação. A estratégia até começou dando certo. O Atlético-MG dominava a posse de bola, mas não conseguia criar. Os pernambucanos chegavam com perigo nas chances que tinham. Aos 19 minutos, a primeira oportunidade mais clara. Felipe Menezes cobrou falta pela esquerda, e Gilberto apareceu para desviar. A bola passou por cima do gol de Victor.

O primeiro gol do jogo sairia pouco depois. Aos 25, o Sport fez boa jogada pela direita, Cicinho apareceu livre dentro da área e, perto da linha de fundo, cruzou rasteiro para Gilberto. Victor tentou cortar o passe, mas errou a bola. De dentro da pequena área e sem goleiro, o atacante teve apenas o trabalho de empurrar para as redes.

Empolgado, o Sport apertou a marcação para tentar ampliar o placar, mas acabou tomando uma ducha de água fria. Aos 33 minutos, Bernard achou Ronaldinho Gaúcho livre dentro da área. O goleiro Magrão até saiu bem e abafou o chute, mas a bola acabou sobrando livre para Danilinho. De dentro da pequena área, o atacante deixou tudo igual.

O Sport sentiu o gol. Logo no lance seguinte, Réver lançou Jô dentro da área. O centroavante bateu cruzado, e a bola passou muito perto do gol de Magrão. Os pernambucanos não conseguiam mais chegar ao ataque. Em compensação, o Atlético continuava sofrendo com a forte marcação e, quando chegava, pecava na hora da finalização. Assim, o primeiro tempo terminou empatado.

A etapa final começou logo com o Atlético assustando. Aos 2 minutos, Danilinho recebeu dentro da área, cortou o marcador e bateu para o gol. A bola passou pelo goleiro Magrão, mas Cicinho apareceu para salvar o Sport da virada.

O Atlético-MG seguia melhor no jogo e ainda passou a encaixar bons contra-ataques. Em um deles, veio a virada. Aos 14 minutos, Bernard lançou Ronaldinho Gaúcho pela esquerda. O meia entrou na área, fez o que quis para passar pela marcação do zagueiro Edcarlos e deu um belo chute cruzado no ângulo, sem chances para o goleiro rival.

O Sport voltou a sentir demais o gol, e o Atlético aproveitou para ampliar. Cinco minutos depois, Ronaldinho inverteu o jogo com Bernard, que foi até a linha de fundo pela esquerda e cruzou na cabeça de Jô. O centroavante finalizou com precisão e balançou novamente as redes de Magrão.

Com a vitória praticamente garantida, o Atlético-MG ainda marcou o quarto e garantiu a goleada. Bernard lançou para Danilinho, que dividiu com o goleiro e não conseguiu finalizar. O atacante, então, rolou a bola de volta para o meia, que viu o goleiro adiantado e deu apenas um toque por baixo da bola para encobrir Magrão e fechar a vitória com um golaço.

FICHA TÉCNICA
SPORT 1 X 4 ATLÉTICO-MG

Local:
 Estádio Ilha do Retiro, Recife (PE)
Data: 21 de julho de 2012 (sábado)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa/SP)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa/PR) e João Chaves (SP)
Cartões amarelos:(Sport) Cicinho, Edcarlos (Atlético-MG) Leandro Donizete
Gols:
SPORT: Gilberto, aos 25 minutos do primeiro tempo
ATLÉTICO-MG: Danilinho, aos 34 minutos do primeiro tempo; Ronaldinho, aos 14, Jô, aos 20 e Bernard aos 27 minutos do segundo tempo
SPORT: Magrão; Cicinho (Moacir); Bruno Aguiar, Edcarlos e Reinaldo; Marquinhos Paraná (Gilsinho), Tobi, Felipe Menezes (Rithelly) e Marquinhos Gabriel; Felipe Azevedo e Gilberto. Técnico: Vágner Mancini
ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre, Leandro Donizete (Serginho), Ronaldinho e Danilinho (Escudero); Bernard (Guilherme) e Jô. Técnico: Cuca



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