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quarta-feira, 12 de março de 2014

Inter goleia Remo, elimina 2° jogo na Copa do Brasil e volta a vencer sem D'Alessandro após 518 dias

Há 11 anos, o Internacional era surpreendido pelo Remo e caia logo na segunda fase da Copa do Brasil para o time paraense. Os times se reencontraram pela primeira rodada do torneio nacional nesta quarta-feira, em Belém, e os gaúchos deram o troco, golearam por 6 a 1 e se classificaram.

Os gols de Fabrício, Rafael Moura, duas vezes, Max, contra, Aránquiz, de pênalti e Alex, de falta, dispensaram a disputa da partida de volta, em Porto Alegre, dia 16 de abril. Val Barreto descontou. O Inter enfrentará na fase seguinte o vencedor de Barbalha-CE x Cuiabá-MT, que se encontram no duelo de ida em 2 de abril.
Esta foi a primeira vitória do Inter sem D'Alessandro, poupado por pequeno edema na região da coxa esquerda, em 518 dias ou oito jogos. O último triunfo sem o argentino aconteceu em 10 de outubro de 2012, 3 a 0 sobre o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro.

Líder disparado do grupo A do Campeonato Gaúcho com 35 pontos - nove a mais que o segundo colocado Brasil -, o Colorado encerra a primeira fase do Estadual no próximo domingo, contra o Lajeadense, fora de casa.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Palmeiras se salva com gol de Leandro no fim e vence o Vilhena-RO

O Palmeiras caminhava para seu primeiro jogo sem gols em 2014. Mas o faro de artilheiro de Leandro não permitiu. O atacante, que entrou no segundo tempo em lugar de Patrick Vieira, marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Vilhena-RO, nesta quarta-feira, fora de casa, em estreia na Copa do Brasil.
Apesar do triunfo, o time alviverde não encontro facilidade. O Palmeiras esbarrou na chuva, nas más condições do gramado do estádio Portal da Amazônia e também na marcação dos jogadores do Vilhena, que levaram a melhor na maioria das divididas.
Desfalcado apenas de Wesley, o Palmeiras pecou na criação das jogadas, o que facilitou o trabalho da defesa rondoniense. Valdivia foi presa fácil para Carlinhos, volante que se destacou no Vilhena, enquanto Juninho foi o único jogador inspirado.
Com isso, sobrou para um lance isolado decidir a partida em favor do Palmeiras. Aos 43 minutos do segundo tempo, Leandro recebeu passe de Bruno César da linha de fundo pelo lado direito, dominou e fuzilou para decretar o triunfo alviverde que representou um castigo para o Vilhena.
Com o resultado, o Palmeiras só depende de um empate na partida de volta, que acontecerá no dia 10 de abril, no Pacaembu, para avançar à segunda fase. O Vilhena, em compensação, terá a chance de enfrentar o Verdão novamente, já que, se perdesse por dois gols de diferença, estaria eliminado.

O jogo
Mesmo com Leandro, Bruno César e Mendieta à disposição, Gilson Kleina não quis mexer na estrutura tática do time e manteve Vinicius e Patrick Vieira nas pontas para aproveitar a volta de Valdivia. Mas de nada adiantou esse ou qualquer outro posicionamento. O Portal da Amazônia mostrou-se o principal adversário do Palmeiras.
O campo estava cheio de poças, principalmente da intermediária para a frente onde o Verdão atacou no primeiro tempo. Não adiantava lançar, impor velocidade ou mesmo tentar passar pela retranca do Vilhena tocando a bola, pois ela parava no acúmulo de água que sempre encontrava.
Mesmo o time anfitrião, que deveria estar acostumado com as condições do gramado, sofria pela chuva que caiu horas antes do jogo. O que se viu na estreia da Copa do Brasil mais parecia um jogo de várzea, com chutão e cruzamentos de longe que só consagravam goleiros e zagueiros.
As poças atrapalhavam tanto que Valdivia só não conseguiu aproveitar lançamento de Alan Kardec e driblar o goleiro porque a água o bloqueou na grande área, aos 24 minutos. Do outro lado, Edilsinho, meia-atacante de baixa estatura, chegou mais perto de abrir o placar ao tentar encobrir Fernando Prass e, em posição de impedimento, perder grande chance na cara do goleiro. O capitãop do Verdão ainda teve que segurar cabeçada de João Leandro.
À medida que faltava futebol, já que o Palmeiras, muito mais técnico, só conseguia atacar em cobranças de falta de Juninho, aumentava a violência em campo. O Vilhena passou a fazer cera sempre que podia e irritava o adversário com faltas duras, sempre escapando do cartão.
O árbitro só foi mexer no bolso quando Valdivia, que já tinha dito palavrões a Carlinhos, acertou o braço no meio-campista aos 40 minutos e recebeu amarelo. O campeão rondoniense teve seu primeiro cartão em lance pior, seis minutos depois, quando Alex Barcellos deu um tapa na nuca de Alan Kardec.
No segundo tempo, sem alterações, Gilson Kleina apostou no campo em melhores condições para atacar com a mudança de lado e adiantou a marcação, instruindo o time a utilizar Juninho para aproveitar o lado do gramado com menos poças. O camisa 6 correspondeu às expectativas em dez minutos.
O lateral esquerdo cobrou uma falta alçando a bola na área e a viu bater na trave e nas costas do goleiro Dalton antes de sair. Depois, foi à linha de fundo para colocar Vinicius na cara do goleiro - o atacante conseguiu bater para fora - e cruzar para Eguren, quase debaixo do gol, cabecear pela linha de fundo.
Em perigo, o Vilhena retomou sua estratégia de cometer faltas e fazer cera, tendo um jogador no chão pedindo atendimento médico sempre que possível. Kleina abriu o time trocando Eguren, Patrick Vieira e Vinicius por Bruno César, Mendieta e Leandro. Graças ao trio, conseguiu a vitória.
Aos 42 minutos, Mendieta lançou de cabeça do meio-campo para Bruno César, que ganhou disputa de corpo com seu marcador e entrou na grande área para entregar a bola a Leandro. Diferentemente de Vinicius, o artilheiro abriu o placar, dando esperança de eliminação do jogo de volta. Em vão: o segundo jogo no Pacaembu vai acontecer.

FICHA TÉCNICA VILHENA 0 X 1 PALMEIRAS

Local: 
Portal da Amazônia, em Vilhena (RO) 
Data: 12 de março de 2014, quarta-feira 
Horário: 19h30 (de Brasília) 
Árbitro: Paulo Schleich Vollkopf (MS) 
Assistentes: Lincoln Ribeiro Taques e Gislan Antonio Garcia da Silva (ambos do MT) 
Cartões amarelos: Alex Barcellos, Carlinhos, Willian Santos, Cucaú, Júnior e Edilsinho (Vilhena); Valdivia e Marcelo Oliveira (Palmeiras) 
Gol: PALMEIRAS: Leandro, aos 42 minutos do segundo tempo 

VILHENA: Dalton; Portela, Júnior, Alex Barcellos e Marinho; Thiaguinho, Cucaú, Willian Santos (Wertinho), Carlinhos e Edilsinho (Rocha); João Leandro (Roallase) 
Técnico: Marcos Birigui 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Eguren (Bruno César), França e Valdivia; Patrick Vieira (Mendieta), Vinicius (Leandro) e Alan Kardec 
Técnico: Gilson Kleina

Um grande abraço.

Fonte: ESPN

Com Pato no 'quase' e golaço de Osvaldo, São Paulo, com sustos, vence CSA por 1 a 0

Teve golaço, pressão e, enfim, a esperada estreia do atacante Alexandre Pato. Nesta quarta-feira, o São Paulo, com certa dificuldade e sofrendo vários sustos, venceu o CSA por 1 a 0 no estádio Rei Pelé, em Maceió, Alagoas, pela estreia na Copa do Brasil de 2014. O único gol do jogo foi marcado por Osvaldo, em bela jogada dentro da área.
Com o placar mínimo, o time do Morumbi voltará a enfrentar a equipe alagoana na competição nacional, torneio que nunca conquistou. A partida de volta está marcada para o dia 9 de abril, às 22h, na capital paulista.
Na partida, o técnico Muricy Ramalho optou por deixar Paulo Henrique Ganso no banco para acomodar Alexandre Pato entre os titulares. O camisa 11 ficou com a função de atuar como segundo atacante, encostando em Luis Fabiano. Pabón e Osvaldo jogaram como de costume, abertos pelos lados.
Pato estreou rodeado de expectativa. Foi um mês praticamente só treinando. Mas treinando bem: com gols e belas jogadas, ele se destacou nos treinamentos no CT da Barra Funda. O fato dele também, de ter o retrospecto de sempre estreiar marcando contribuiu para que o otimismo aumentasse.
Os minutos iniciais refletiram o ambiente de boas perspectivas. Com menos toque de bola, mais velocidade e sem ser pressionado, o clube do Morumbi chegou duas vezes com perigo em seis minutos. As duas com Pato. Na primeira, ele até balançou as redes, mas o juiz apontou um toque de mão. Na segunda arriscou de fora da área e viu a bola ir para fora. E, no primeiro tempo, foi só.
Aos 23 minutos, o São Paulo teve sua melhor chance de abrir o placar. Osvaldo arrancou pela esquerda, passou por três adversários e inverteu a bola para a direita. Luis Fabiano dominou, invadiu a área e chutou na saída do goleiro Pantera - a zaga tirou em cima de linha. Quatro minutos depois, o CSA obrigou Rogério Ceni a fazer sua primeira defesa no jogo, após chute de Daniel Costa de fora da área.
O time alagoano se animou e também teve um gol anulado aos 40 minutos. Jefferson Maranhense serviu Mineiro, que invadiu a área e fuzilou Ceni. O assistente, no entanto, marcou impedimento.
Na segunda etapa, o São Paulo conseguiu abrir o placar com nove minutos. Álvaro Pereira avançou até a linha de fundo e cruzou. A zaga rebateu, Pato pegou a sobra e passou para Osvaldo. O camisa 17 girou, saiu de três jogadores do CSA e bateu forte para balançar as redes. Um minuto depois, o lateral uruguaio quase provocou o empate: fez um recuo mal feito para Ceni e viu Uéderson roubar a bola, driblar o camisa 1 e acertar a trave.
A desvantagem não assustou o time alagoano. Com chegadas rápidas e muita correria, o CSA passou assustar o gol defendido por Ceni. Para mudar o panorama, Muricy colocou Ganso no lugar de Luis Fabiano e empurrou o Pato para virar a referência do ataque. E quase funcionou na hora: após cruzamento, o camisa 10 tocou e, de cabeça, Pato arrematou para grande defesa de Pantera.
Foi o último momento de real perigo que o São Paulo criou na partida. O CSA, apostando na velocidade, ainda deu pequenos sustos na defesa são-paulina, mas não evitou a derrota. Por outro lado, o time alagoano fez o suficiente para garantir o jogo de volta.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 9 de março de 2014

Não para: Santos chega a 14 gols em três jogos e atropela mais um


O Santos completou a primeira parte de sua meta no Campeonato Paulista. Perseguindo a liderança geral da fase de grupos para assegurar a vantagem de decidir em casa no mata-mata, o time suou no início, mas acabou goleando o Oeste por 4 a 1 na Vila Belmiro, neste sábado, e terá de manter o ritmo nas duas próximas rodadas para conseguir o seu objetivo.
O Palmeiras segue na cola nessa briga após vencer o Paulista por 3 a 1, em Jundiaí. A equipe ainda permanece atrás no saldo de gols, no entanto.
O alvinegro praiano abriu o placar com Leandro Damião aos 21 minutos do primeiro tempo, subindo mais que todo mundo para completar cruzamento da revelação Emerson Palmieri, substituto do chileno Eugenio Mena. Na saída para os vestiários, o centroavante confessou ter desviado a bola com o ombro.
"Realmente, fiz o gol de ombro, mas já fiz muitos desses. O problema é que fizemos e demos uma parada. E não podemos fazer isso. Essa vitória é muito importante pra gente e temos de voltar mais ligados", disse.
No retorno do intervalo, em lance praticamente idêntico, Bruno Peres levantou na área e Thiago Ribeiro fez o segundo. A bola tocou no travessão antes de pingar próxima à linha do gol e gerar reclamação adversária. O assistente Alex Alexandrino assumiu a responsabilidade e o árbitro Flavio Guerra confirmou. Ribeiro ainda marcou outro e viu a revelação Diego Cardoso fechar o baile. Eric descontou nos acréscimos.
Além de Mena, com dores no quadril, os zagueiros Edu Dracena e Gustavo Henrique, ambos com lesão no joelho, e o atacante Neilton, com uma entorse no tornozelo esquerdo, foram desfalques por problema físico. Aranha, Geuânio e Rildo, suspensos, também ficaram de fora.
Gazeta Press
Ex-Menino da Vila, Jean Chera retornou ao estádio neste domingo
Ex-Menino da Vila, Jean Chera retornou ao estádio neste domingo

O Oeste ainda pressionou a defesa dos donos da casa e teve pelo menos outras duas excelentes oportunidades para deixar a Vila Belmiro com um resultado melhor, esbarrando na noite inspirada do reserva Vladimir, sobretudo na etapa incial.
O detalhe curioso da partida ficou por conta da presença no banco de reservas dos visitantes da eterna promessa Jean Chera, que começou no Santos, foi comparada a Neymar e acabou sendo dispensada posteriormente.
Com o resultado, o time comandado por Oswaldo Oliveira alcançou 32 pontos e se mantém tranquilo na ponta do grupo A. A equipe de Itápolis é lanterninha no D, com oito pontos.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 4 x 1 OESTE
Local:Estádio Urbano Caldeira, Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 09 de março de 2013 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra
Assistentes: Herman Brumel Vani e Alex Alexandrino
Cartões amarelos: Gabriel e Thiago Ribeiro (Santos); Paes, Eric, Mauro Viana (Oeste)
Gols:
SANTOS: Leandro Damião, aos 21 minutos do primeiro tempo. Thiago Ribeiro, aos 14 e aos 30 minutos do segundo tempo e Diego Cardoso aos 37
OESTE: Eric, aos 46 minutos do segundo tempo;
SANTOS: Vladimir, Bruno Peres, Jubal, Neto, Emerson Palmieri (Zé Carlos); Arouca, Cícero e Lucas Lima (Serginho); Gabriel (Diego Cardoso), Thiago Ribeiro e Leandro Damião
Técnico: Oswaldo de Oliveira
OESTE: Paes; Eric, Ligger, Mauro Viana e Dênis Neves; Artur, Tiago Timbó (Fernandinho), João Denoni (Pablo), Jeferson Paulista (Piauí) e Lelê; Waguininho
Técnico: Sérgio Guedes
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Com time misto, Palmeiras bate o Paulista e segue na briga por melhor campanha

Já classificado para a fase de mata-mata do Campeonato Paulista de 2014, o Palmeiras foi até Jundiaí e entrou em campo apenas com alguns titulares. Mesmo assim, o "mistão" de Gilson Kleina conseguiu superar o Paulista por 3 a 1 neste domingo em duelo válido pela 13ª rodada do Estadual.
William Matheus abriu o placar aos 19 minutos de jogo para o Palmeiras. Seis minutos depois, David empatou para os mandantes em uma cobrança de pênalti. No segundo tempo, Victor Hugo, do time da casa, e Marcelo Oliveira, dos visitantes, foram expulsos pelo segundo cartão amarelo em lances distintos.
O Palmeiras soube se virar melhor com um homem a menos e voltou à frente do placar com Miguel, aos 22 minutos, e Patrik Vieira, aos 42 da etapa final.
Com este resultado o Palmeiras vai aos 32 pontos e segue na liderança do grupo D e em busca da melhor campanha na primeira fase do Paulista. O Santos também tem 32 pontos, mas leva vantagem nos critérios de desempate.
Já o Paulista continua como pior time do Estadual, com apenas dois pontos e na lanterna do grupo C, e confirmou o rebaixamento para a segunda divisão no ano que vem.

Não foi preciso muito tempo para notar os problemas que o Palmeiras iria enfrentar com a ausência de seus principais jogadores. Sem Wesley e Valdívia no meio de campo, além de Leandro e Alan Kardec no ataque, o time comandado por Gilson Kleina teve dificuldades para se impor diante do Paulista, e só viu um cenário ainda mais trágico no início do jogo por causa da falta de qualidade do adversário - já rebaixado à segunda divisão.
Se os reservas do Palmeiras tinha a missão de mostrar serviço ao comandante alviverde, mas tinham dificuldades diante da falta de criatividade em um gramado bastante ruim, a situação do Paulista era bastante diferente. Os jogadores da equipe de Jundiaí entraram em campo sem qualquer tipo de pressão e assim tiveram mais facilidade para partirem ao ataque.
O maior problema do Paulista, no entanto, era a falta de qualidade. Apesar da presença no ataque, o time de Jundiaí não conseguia acertar uma troca de passes no ataque, e assim não levaram perigo ao gol de Fernando Prass. O Palmeiras, por sua vez, não colocava velocidade para surpreender os lanternas do campeonato, o que irritou bastante o treinador Gilson Kleina.
Apesar da má atuação, quando os meias palmeirenses tiveram lampejos de criatividade, o time do Palestra Itália conseguiu balançar as redes. Aos 20 minutos de jogo, depois de França e Vinícius sofrerem falta, a bola ficou com Mendieta, o árbitro deu vantagem e o paraguaio encontrou William Matheus livre na esquerda, que invadiu a área e bateu cruzado para balançar as redes pela primeira vez.
O gol, porém, não era o reflexo da partida. Apesar da falta de qualidade, o Paulista mostrava bastante empenho no ataque e foi premiado pela dedicação aos 26 minutos. Após uma falha de Eguren no meio de campo, Gabriel Leite invadiu a área com liberdade, foi derrubado por Marcelo Oliveira e o árbitro marcou o pênalti. Na cobrança, David Batista chutou no meio do gol e deixou tudo igual.
O empate do Paulista não fez com que o Palmeiras acordasse no jogo. Ainda sem velocidade e criatividade, o time de Gilson Kleina se arrastou em campo ao longo do primeiro tempo, obrigando o treinador a modificar sua equipe no intervalo. Desta forma, o volante Eguren deu lugar ao atacante Miguel, com a intenção de deixar o Verdão mais ofensivo. A mudança demorou, mas deu resultado.
Os primeiros minutos da etapa complementar indicavam que o cenário seria bastante parecido com o que foi produzido antes do intervalo. Logo aos sete, o lateral Victor Hugo foi expulso de campo, deixando o Palmeiras com um jogador a mais. A vantagem não durou muito, já que, aos 10, Marcelo Oliveira também recebeu o segundo cartão amarelo e foi para os vestiários mais cedo.
Com o jogo fraco tecnicamente, o Palmeiras precisou de uma jogada individual para conquistar a vitória. Valente, Vinícius ganhou na força pela ponta esquerda do ataque, saiu na cara do goleiro e mostrou inteligência ao cruzar para Miguel. Desta forma, o garoto teve o trabalho de apenas escorar ao fundo das redes e virar o jogo para o Palmeiras.
O segundo gol deu mais tranquilidade ao Palmeiras, que passou a ter o domínio do jogo e ainda conseguiu ampliar sua vantagem diante do lanterna do Paulistão. Aos 42, Mazinho, que entrou no lugar de Vinícius no segundo tempo, fez a jogada pela esquerda, cruzou rasteiro e Patrick Vieira, após duas tentativas, colocou a bola no fundo das redes.
FICHA TÉCNICA
PAULISTA 1 X 3 PALMEIRAS
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto (SP)
Data: 9 de março de 2014, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Luis Alexandre Nilsen (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Adriano de Assis Miranda e Fábio de Jesus Volpato Mendes (ambos de SP)
Cartões Amarelos: Victor Hugo, David Batista (Paulista) França, Mendieta e Marcelo Oliveira (Palmeiras)
Cartões Vermelhos: Victor Hugo (Paulista) e Marcelo Oliveira (Palmeiras)
Gols: PALMEIRAS: William Matheus, aos 20 minutos do primeiro tempo, e Miguel, aos 22, e Patrick Vieira, aos 42 minutos do segundo tempo; PAULISTA: David Batista (pênalti), aos 26 minutos do primeiro tempo
PAULISTA: Ian, Crystian (Johny), Malcon, Leandro e Victor Hugo; Dodó, Everton, Gabriel (Felipe Silva) e Diego Rosa (Márcio Pitt), Erik Mamadeira e David Batista. Técnico: Beto Cavalcante
PALMEIRAS: Fernando Prass, Bruno Oliveira, Tiago Alves, Marcelo Oliveira e William Matheus; Eguren (Miguel), França, Mendieta, Bruno César (Victor Luís) e Patrick Vieira; Vinícius (Mazinho). Técnico: Gilson Kleina
Um grande abraço.
Fonte: ESPN


Campeão! Fla bate reservas do Botafogo e conquista sua 20a Taça Guanabara


Muitos rivais, provavelmente, vão desdenhar. Não devem saber, portanto, que a brincadeira do futebol é trofeu na galeria. E, ainda que de maneira melancólica se comparado a outros tempos, o Flamengo colecionou mais um. O vigésimo, para ser exato. Com gols de Gabriel e Leo, os rubro-negros venceram os reservas do Botafogo por 2 a 0 no Maracanã e abocanharam a Taça Guanabara de 2014.
Favorecido pelos empates de Cabofriense e Fluminense, o Flamengo chegou aos 34 pontos, sete a mais do que os tricolores, vice-líderes, a duas rodadas do fim da competição. Com isso, o Flamengo vai enfrentar na semifinal do Carioca o quarto colocado, neste momento a Cabofriense. A derrota no clássico, aliás, eliminou matematicamente o Botafogo, atual campeão, do Carioca.
Ciente da possibilidade de levantar a taça, Jayme de Almeida levou a campo quase todos os titulares, salvo Elano, em recuperação de lesão. O Botafogo, recheado de reservas, mostrou o desinteresse de sempre. O espetáculo ficou mais triste também com a falta de sensatez da Federação do Rio, que não levou o trofeu para o estádio mesmo diante da possibilidade de o Flamengo ser campeão.
O jogo
A sensação nem de perto era de um jogo que resultaria em taça ou eliminação. Maracanã com vários espaços vazios de um lado e de outro. E Flamengo e Botafogo entraram em campo sob alguns aplausos. Dia atípico para a Taça Guanabara.
O Botafogo, desinteressado desde sempre no Campeonato Carioca, mostrou desde início a apatia. Entre o mar de reservas só mesmo o estrante Zeballos mostrava alguma vontade, disputando bolas, brigando. E o Flamengo?
Bom, o Flamengo entrou em campo à la Jayme de Almeida. Com titulares, sério, bem postado e ao menos consciente de que era ali disputado um jogo profissional. Por isso, buscou o gol que lhe daria o título da Taça Guanabara. E logo conseguiu.
Márcio Araújo, em boa noite no Maracanã, tabelou com Gabriel e deixou o meia-atacante na cara de Helton Leite com apenas dez minutos. Gabriel bateu fácil, por baixo do goleiro alvinegro para abrir o placar. Flamengo 1 a 0.
A vibração da torcida foi tímida. A de Gabriel, em campo, e de Jayme de Almeida, na área técnica, não. O Flamengo tinha mais presença no campo adversário, tocava a bola, aproveitava as ultrpassagens de Everto pela esquerda e Leo Moura, pela direita.
Aos 19 minutos, Márcio Araújo cruzou para Hernane na grande área e o Brocador cabeceou por cima, arrancando algum suspiro da arquibancada. Leo Moura, pela direita, era boa opção. Mas aos 30 minutos ele sentiu fisgada na coxa direita e foi substituído poe Leo. O ímpeto ofensivo rubro-negro diminuiu.
A partir daí, o Botafogo achou mais espaço com Junior Cesar justamente por aquele setor. Mas era pouco, muito pouco para quem caminhava a passos largos para a eliminação matemática e via o rival sair com uma taça no outro lado. O clima só esquentava mesmo entre uma outra pancada entre Airton e Cáceres no meio de campo. Duelo de titãs. Sem mais emoções, o intervalo veio em boa hora.
No segundo tempo, Eduardo Hungaro talvez tenha passado aos jogadores que a apatia estava além da conta. Sacou Daniel, colocou Gegê em campo e o Botafogo voltou mais disposto. Com isso, ocupou mais o meio de campo, roubou mais bolas.
E o Flamengo àquela altura já campeão da Taça Guanabara, tocava bolas, para lá e para cá, sem grande inspiração. Hernane, o artilheiro do novo Maracanã, mostrava aquela inquietude que lhe é característica, brigando com os zagueiros, buscando espaço. Mas não empolgava.
A festa na arquibancada só veio mesmo quando Airton, destemperado, deu uma pancada em Samir no meio de campo, levou o segundo amarelo e acabou expulso. A torcida rubro-negra gritou o nome do jogador rival. E o Flamengo teve mais espaço para tocar bola.
Jayme, então, ouviu os pedidos da arquibancada por Paulinho. Gabriel, autor do gol, deixou o gramado aplaudido. Mas o jogo era monótono, nem de longe parecia valer uma taça na galeria. Henrique, aos 30 minutos, fez boa jogada na frente da área e bateu forte, próximo ao gol de Felipe.
O tempo passava, o jogo se arrastava e parecia não ter fim. Aí, nos finalmentes, aos 45 minutos, em jogada pelo lado direito, Leo aproveitou a sobra da bola e, de frente para Helton Leite, batei no canto esquerdo, fechando o caixão alvinegro e garantindo o título da Taça Guanabara. Na arquibancada, o grito de campeão saiu pela primeira vez em 2014.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 0X2 FLAMENGO
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 9 de março de 2014
Hora: 18h30
Árbitro: Daniel de Sousa Macedo
Assistentes: Lilian Fernandes Bruno e Andréa Maffra de Sá
Público e renda: 9.348 pagantes / 12.648 presentes / 589.050,00 / 1.323 cativas / 1.977 gratuidades
Cartões amarelos: Airton, Junior Cesar e Fabiano (BOT) e Everton (FLA)
Cartão vermelho: Airton (BOT)
Gols: Gabriel (FLA), aos dez minutos do primeiro tempo e Leo (FLA), aos 45 minutos do segundo tempo.
BOTAFOGO: Helton Leite; Lucas, Dankler, André Bahia e Junior Cesar; Airton, Bollati, Renato (Fabiano) e Daniel (Gegê); Zeballos e Henrique (Yguinho).
Técnico: Eduardo Hungaro
FLAMENGO: Felipe; Léo Moura (Leo), Wallace, Samir e João Paulo; Cáceres (Feijão), Muralha, Márcio Araújo, Gabriel (Paulinho) e Everton; Hernane
Técnico: Jayme de Almeida
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Com golaço de Marcelo, Real vence e abre 4 pontos para o Barcelona

O Real Madrid deu um passo importante rumo ao título do Campeonato Espanhol neste domingo. Jogando no Santiago Bernabéu, o time comandado por Carlo Ancelotti venceu o Levante por 3 a 0, em uma partida que teve sob controle durante os 90 minutos.
Cristiano Ronaldo abriu o placar, Marcelo fez um golaço para ampliar e Nikos - contra - fechou a contagem.
O resultado leva o Real Madrid a 67 pontos, mantendo três de vantagem sobre o Atlético de Madri, agora vice-líder. A novidade é que, agora, a distância para o Barcelona é de quatro pontos; o clube catalão estacionou nos 63 após perder por 1 a 0 para o Valladolid no sábado.
Getty
Cristiano Ronaldo comemora gol que abriu o placar para o Real Madrid contra o Levante
Cristiano Ronaldo comemora gol que abriu o placar para o Real
O Real Madrid começou a partida em ritmo alucinante. Com a marcação adiantada, o time de Carlo Ancelotti sufocava o Levante, que não encontrava soluções para nem sequer passar do meio-campo com a posse de bola.
O primeiro gol madrileno poderia ter saído aos 5 minutos, mas o goleiro Keylor Navas fez grande defesa em chute de Cristiano Ronaldo. Aos 11, o português não desperdiçou a segunda chance que teve. Depois de cobrança de escanteio pela esquerda, o camisa 7 pulou mais do que toda a defesa para fazer um belo gol de cabeça, quase da marca do pênalti.
O ritmo intenso do Real Madrid continuou até a metade da primeira etapa - aos 16, Di María teve boa chance após passe de Benzema, mas o goleiro Navas conseguiu sair do gol a tempo de se antecipar ao argentino.
A partir dos 25 minutos, o Real passou a atacar com menos intensidade, embora ainda tivesse o total controle da partida. Já nos acréscimos, o segundo gol quase saiu: Benzema tocou de cabeça após cruzamento de Marcelo, mas o goleiro Navas tocou a bola com a ponta dos dedos; ela bateu na trave, e a defesa do Levante afastou.
Aos 3 minutos da etapa final, o brasileiro apareceu mais uma vez, em um lance espetacular. Depois de uma tabela com Cristiano Ronaldo, Marcelo girou o corpo e bateu de pé direito, da entrada da área, fazendo um golaço: 2 a 0, e o jogo praticamente definido.
O terceiro gol do Real Madrid poderia ter saído aos 11 minutos, quando Benzema arriscou chute de fora da área; Navas esticou-se para fazer uma grande defesa. O goleiro do Levante só não conseguiu impedir que o lateral Nikos fizesse um gol contra, aos 36 minutos, após cruzamento de Marcelo pela direita.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Plantão médico do Majestoso: Guerrero com ruptura muscular, e Souza com entorse no joelho

Dois jogadores deixaram o clássico vencido pelo São Paulo por 3 a 2 sobre o Corinthians, neste domingo, no Pacaembu, pelo Campeonato Paulista, com problemas físicos: o atacante Guerrero, do lado corintiano, e o volante Souza, pelos visitantes.
Guerrero, aparentemente, sofreu a lesão mais grave. Colocado em campo no intervalo depois de se recuperar de um problema no joelho direito, o peruano saiu da partida sem sequer conseguir apoiar a perna esquerda no chão depois de dar um pique na ponta esquerda e sentir dores na coxa. Deve ficar fora de ação por pelo menos um mês.
"Foi realmente uma lesão muscular na parte posterior da coxa esquerda de grau dois. A gente não teve dúvida de que houve uma ruptura pela intensidade da dor que ele sentiu. Vamos aguardar terça-feira para fazer um exame de imagem, ter uma noção maior da lesão e determinar o tempo que ele ficará afastado. Pode ser quatro semanas ou mais", explicou o médico do Corinthians Guilherme Runco.
Já Souza abandonou a partida no intervalo com uma entorse no joelho direito. Ele não preocupa tanto o departamento médico tricolor. "O Souza vai ser reavaliado amanhã, será submetido a uma ressonância e após isso vamos determinar a gravidade da lesão. A suspeita é de um problema no ligamento colateral medial", declarou o médico do São Paulo José Sanchez.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Walter marca, e 'mistão' do Fluminense busca empate com Duque de Caxias após expulsão polêmica


Com sete titulares poupados, o Fluminense sofreu, mas conseguiu buscar um empate em 2 a 2 com o Duque de Caxias, em Volta Redonda, pela 13ª e antepenúltima rodada do Campeonato Carioca. Após um primeiro tempo jogando bem abaixo do rival, o Tricolor se aproveitou de uma expulsão polêmica do goleiro Elinton Andrade e chegou à igualdade com Walter. Wagner marcara o primeiro gol, e Juninho e Alex Terra, o último ex-Flu, foram os artilheiros do Duque.
O resultado mantém o Tricolor na vice-liderança, com quatro pontos a menos que o Flamengo. O Rubro-Negro pode selar o título simbólico da Taça Guanabara em caso de vitória no clássico de logo mais contra o Botafogo. No próximo domingo, o Flu encara o Vasco, às 18h30 (de Brasília), no Maracanã.
O Duque de Caxias, por outro lado, segue em maus lençóis, na vice-lanterna do Estadual. Com a vitória do Resende e o empate do Bonsucesso no sábado, a equipe da Baixada viu a diferença para o lado de fora da zona de rebaixamento aumentar para três pontos. O próximo compromisso é a partida contra o Macaé, às 16h do próximo domingo, no Moacyrzão.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

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