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domingo, 12 de maio de 2013

Alex marca duas vezes, Coritiba vira e leva o tetra paranaense


O Atlético Parananese bem que tentou. Mas no meio do caminho havia Alex. Um ídolo. De volta para os braços da torcida do Coritiba, de modo triunfal. Com dois gols do camisa 10, o Coxa bateu o rival de virada por 3 a 1, no Couto Pereira, e faturou o tetracampeonato paranaense. Difícil imaginar uma tarde mais brilhante para o torcedor que compareceu em peso ao Alto da Glória.

A festa até esteve ameaçada, já que o time sub-23 do Atlético-PR que disputou o campeonato estadual mostrou que não fugiria da luta. Após o empate em 2 a 2 na primeira partida da decisão, bastaria ao Coritiba o empate. Então, os rubro-negros foram à frente, em busca da vitória. E tiveram essa sensação por alguns instantes. Logo aos cinco minutos, o volante Hernani experimentou de longe e o goleiro Vanderlei, talvez desatento, aceitou e deixou a bola passar por entre as mãos. Falha feia. No placar, 1 a 0 Atlético Paranaense. 

A apreensão no Couto Pereira aos poucos foi dando lugar à calma. Bastava ver Alex em campo. Camisa 10, faixa de capitão, o veterano tomou o clássico para si e fez jus ao papel de ídolo. Foi ele quem levou o time à frente o tempo todo. Apesar da marcação ferrenha, ele passou a assustar nas bolas paradas. Primeiro, em uma falta aos 18 minutos que assustou a defesa do Atlético Paranaense. Depois, em um escanteio que passou perto da conclusão de Deivid. Veio, então, o talento. 

Aos 29 minutos, Alex arrancou no meio de campo e lançou Deivid. O atacante trombou com a zaga e bola sobrou na meia-lua. De primeira, rasteiro, Alex mandou a bola no canto esquerdo do goleiro Santos. 1 a 1, resultado que já daria o título ao Coritiba. A partir daí, o Atlético-PR sentiu o golpe e ficou acuado dentro do Couto Pereira. 

O desfile de Alex, então, aumentou. Mais livre na marcação, o meia fez a bola passar mais ainda por seus pés, ajudado por Deivid e Victor Ferraz. Em uma tabela com o segundo, veio o gol da virada. O camisa 10 bateu forte, o goleiro Santos deu rebote e o próprio Alex tocou para o fundo do gol. Explosão no Alto da Glória. Reverências ao ídolo. 2 a 1 no placar e o Coritiba com uma mão na taça.

Na volta para o intervalo, os donos da casa provaram ainda mais sua superioridade diante do time sub-23 do Atlético-PR. Logo aos sete minutos, Bruno Costa saiu jogando errado e Rafinha roubou a bola. O atacante driblou Erwin e bateu cruzado. A bola triscou a trave direita do goleiro Santos. Dez minutos depois, Alex de novo fez a torcida no Couto Pereira delirar. Escudero fez boa jogada pelo lado esquerdo e cruzou para a grande área. De frente para o gol, o camisa 10 emendou de primeira e a bola explodiu no travessão e depois no chão, diante dos atônitos jogadores do Atlético-PR. Não havia jeito.

A festa continuou com o passar de bola entre Rafinha e Alex. Aos 27 minutos, o atacante driblou dois defensores pelo lado esquerdo e rolou para o meio da área. Sozinho, Alex tentou uma cavadinha e bateu fraco para defesa de Santos. Aos 39 minutos, mais uma bla sobrou para o camisa 10 na área. De novo, ela beijou a trave. Parecia haver apenas o meia no Couto Pereira. A bola o procurava. Aos 46 minutos, Alex ainda teve tempo de ver Geraldo ampliar a fatura. Título no bolso.  

15 anos depois, o garoto de 19 anos voltou, mais maduro, com fama internacional, admiradores pelo mundo. Agora, tem 35 anos. Ainda veste a camisa 10. Ainda mostra a habilidade com o pé esquerdo. Veterano, Alex realizou o sonho daquele garoto que saiu do Alto da Glória em 1997: sagrou-se campeão pelo Coritiba, no Couto Pereira. Com direito a show. Capitão, ele ergueu a taça. O ídolo está definitivamente de volta.

CORITIBA 3X1 ATLÉTICO PARANAENSE

Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data: 12 de maio de 2013
Horário: 15h50
Árbitro: Adriano Milczvski
Assistentes: Bruno Boschilla e Ivan Carlos Bohn
Cartões amarelos: Alex e Gil (COR) e Zezinho (ATL).
Cartão vermelho: Zezinho (ATL)
Gols: Hernani (ATL), aos cinco minutos e Alex (COR), aos 29 minutos e aos 40 minutos do primeiro tempo e Geraldo (COR), aos 46 minutos do segundo tempo.

CORITIBA: Vanderlei; Victor Ferraz, Leandro Almeida, Chico e Escudero; Gil, Júnior Urso Robinho (Geraldo) e Alex; Rafinha (Lincoln) e Deivid.
Técnico: Marquinhos Santos

ATLÉTICO: Santos; Rafael Zuchi, Erwin (Elivelton), Bruno Costa e Héracles; Renan Foguinho, Hernani e Zezinho; Crislan (Bruno Pelissari) e Douglas Coutinho.
Técnico: Arthur Bernardes.

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ü  Fonte: ESPN

Corinthians domina e vence, mas Santos acha gol no fim e diminui prejuízo para decisão na Vila


Incisivo, o Corinthians voltou a jogar bem neste domingo e venceu o Santos por 2 a 1 no Pacaembu no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, levando a vantagem de jogar por um simples empate na volta, domingo que vem, para ser campeão na Vila Belmiro.

Paulinho e Paulo André fizeram os gols do time da capital, e Durval descontou para o praiano, que, apesar da derrota, pode comemorar o resultado, já que foi totalmente dominado pelo rival, especialmente no primeiro tempo.

Com Paulinho e Ralf jogando demais, o Corinthians acabou com o Santos nos 45 minutos iniciais, mas falhou nas conclusões e perdeu grande chance de ir para o intervalo já goleando. A bola só foi para as redes aos 41 minutos, com Paulinho. A vantagem era nada se comparado o que jogaram as duas equipes.

A etapa final teve a saída de Marcos Assunção para a entrada de Felipe Anderson no Santos, e aí houve um pouco de equlíbrio na partida, embora o Corinthians seguisse melhor. 

Neymar passou a pelo receber a bola no ataque, sem ter que voltar até o meio de campo, e, assim, desafogou sua equipe. Mas o time da capital seguia mais perigoso e ampliou com Paulo André, aos 29, após bate e rebate na área. 

Mas quando parecia que o time da capital levaria ótima diferença para o jogo de domingo, Durval diminuiu para o Santos, aos 37. A derrota, merecida, acabou não sendo tão amarga e deixou a final do Paulista totalmente aberta. 

O Santos precisa ganhar por dois gols de diferença para ser campeão de forma direta, se o fizer por apenas um gol, o campeão será conhecido nos pênaltis. O Corinthians leva a taça com um simples empate e, claro, se vencer de novo - o time de Neymar tenta o tetra seguido do estadual, feito que nenhum time conseguiu na era da profissionalização.

O confronto decisivo será no próximo domingo, dia 19, na Vila Belmiro. Antes disso, na quarta, o Corinthians faz um duelo de vida ou morte contra o Boca Juniors pelas oitavas de final da Libertadores da América, de novo no Pacaembu - perdeu para os argentinos em Buenos Aires por 1 a 0.
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Paulo André comemora ao marcar o segundo gol do Corinthians sobre o Santos no primeiro jogo da final do Paulista
Paulo André comemora ao marcar o segundo gol do Corinthians sobre o Santos no primeiro jogo da final do Paulista
O jogo - Logo a um minuto de jogo, Marcos Assunção deu o primeiro chute a gol, mas a bola passou longe de Cássio. Seria a única chance do Santos até os 23 minutos, período em que o Corinthians dominou a partida de forma absoluta.

Foram várias as chances do time da capital, sobrando principalmente pela boa partida dos volantes Ralf e Paulinho, sempre chegando ao ataque. Este último nem lembrava àquele jogador apático dos duelos contra São Paulo e Boca Juniors.

Aos 16, Danilo chutou da intermediária e obrigou Rafael a fazer ótima defesa no canto alto direito. No escanteio, Paulinho subiu sozinho na linha da pequena área, mas errou a cabeçada, e a bola passou à direita do goleiro santista. .

Aos 19, Neymar, até então sumido, apareceu no meio de campo para buscar jogo e errou ao tentar passe de primeira. Ralf ficou com a bola e puxou contra-ataque rápido, a bola chegou até Emerson, que chutou rasteiro para outra boa defesa de Rafael. O domínio corintiano era impressionante. E foi só aos 23 que o Santos respirou, após Neymar pegar a bola na intermediária direita e arriscar o chute, que foi por cima do gol de Cássio, longe.

Após 13 minutos de jogo morno, o Corinthians voltou a levantar a torcida no Pacaembu. A ótima trama do ataque acabou com Romarinho invadindo a área, mas caindo na hora do chute e pedindo pênalti de Edu Dracena sobre ele. O juiz Wilson Luiz Seneme nada deu, e os fãs corintianos ficaram na bronca.

O gol saiu aos 41. Romarinho cobrou falta lateral levantando a bola na área, a bola bateu em Marcos Assunção, Guerrero foi rápido e tocou a bola de lado. Paulinho, livre, chutou rasteiro para enlouquecer o Pacaembu.

Aos 44, quase o Corinthians ampliou. Marcado por três, Neymar errou passe, e o rival começou jogada no meio de campo com Paulinho dando lindo chapéu em Marcos Assunção. Na sequência, o próprio volante chutou de longe e acertou o travessão de Rafael. O intervalo foi um alívio para o Santos.

Muricy reconheceu que o Santos foi dominado no primeiro tempo e fez duas mudanças para a etapa final: Felipe Anderson no lugar do sumido Marcos Assunção e André na vaga de Miralles. Mas foi o Corinthians que começou com tudo, e Emerson perdeu, aos três e aos sete minutos, duas chances cara a cara com Rafael.

O Santos era melhor que no primeiro tempo, principalmente com Neymar pelo lado esquerdo do ataque. O camisa 11 fez boas jogadas e levou vantagem sobre Aalessandro, mas não acertou o alvo no arrremate. O Corinthians já não sobrava como no primeiro tempo, embora ainda fosse bem superior.

Aos 19, Neymar, sempre ele, arriscou da intermediária e obrigou Cássio a fazer a defesa. Aos 20, contra-ataque rápido puxado por Neymar, que serviu André, que chutou, mas a bola saiu fraca e o goleiro corintiano fez defesa fácil novamente.

Aos 22, Felipe Anderson chutou e obrigou Cássio outra vez à defesa, desta vez com bastante dificuldade. A resposta veio com Paulinho, que fez jogada individual, enfileirou pelo menos quatro marcadores, mas bateu errado, à direita de Rafael.

O Santos apostava na velocidade de Neymar, que ganhava todas pelo esquero do ataque. Aos 26, ele arrancou de novo, mas demorou para concluir e teve que passar para trás, para Cícero, que soltou a bomba, mas Cássio fez excelente defesa. 

Na bola parada, o Corinthians fez 2 a 0 e acabou com a euforia do Santos. Após bola na área e bate e rebate, Paulo André enfiou o pé e mandou no alto, sem chances para Rafael. O Santos diminuiu o prejuízo aos 37 após falha da zaga rival e cabeçada de Durval, melhorando a situação para a volta na Vila Belmiro.
 
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS  2 X 1 SANTOS
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 12 de maio de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Anderson José de Moraes Coelho (ambos de SP)
Público geral: 38.505 pessoas
Renda: R$ 1.497.642,00
Cartões amarelos: Cícero (Santos)
Gols: Paulinho e Paulo André (Corinthians) e Durval (Santos)

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Emerson, Romarinho (Edenílson) e Danilo; Guerrero (Alexandre Pato)
Técnico: Tite

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Marcos Assunção (Felipe Anderson), Arouca e Cícero; Neymar e Miralles (André)
Técnico: Muricy Ramalho

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Com quatro de Dinei, Leão goleia o Tricolor na Arena e põe a mão na taça do Baianão


Gabriel, Fabrício e Maxi também marcaram para o Vitória. Fernandão, com dois, e Adriano fizeram para o Bahia


O Vitória não tomou conhecimento do maior rival e atropelou o Bahia no primeiro jogo da decisão do Baianão 2013. Em plena Arena Fonte Nova, que tinha muitos dos lugares reservados aos tricolores vazios, o Leão emplacou uma goleada de 7 a 3 e colocou a mão na taça, levando uma larga vantagem para a partida decisiva. Dinei passeou em campo e marcou quatro vezes. Gabriel Paulista, Fabrício e Maxi fizeram os demais gols rubro-negros. Fernandão fez dois e Adriano fechou a conta tricolor.

A vantagem que já era do Vitória ficou quase intransponível para o Esquadrão e o time de Joel Santana vai precisar vencer por pelo menos cinco gols de diferença para impedir a festa rubro-negra em casa. O segundo e decisivo jogo da final acontece no próximo domingo (19), no Barradão, com bola rolando a partir das 16h.

O jogo - Quando a bola rolou na Arena Fonte Nova, não demorou ao Vitória mostrar que mais uma vez estava bem à vontade na casa do adversário. Logo aos três minutos, o Leão comprovou que saiu primeiro para o jogo e abriu o placar. Renato Cajá mandou a bola para a área na cobrança de falta, e depois do bate-rebate, Gabriel Paulista completou para a festa da torcida rubro-negra.

A marcação agressiva, em alguns casos individualizada e os botes no contra-ataque foram uma das armas que o Leão escolheu para encurralar o Bahia e a receita deu resultado. Aos 14' minutos o Rubro-negro ampliou com Dinei, que recebeu na área depois da jogada em velocidade e mandou o chute forte, de esquerda, dentro da área. Sem chances para Marcelo Lomba. Já com o saldo negativo de dois, o Tricolor continuou pressionado na saída de bola e com dificuldades para armar seus ataques.

O Vitória seguiu em cima na pressão e antes da metade do primeiro tempo fez o terceiro. Na cobrança de falta de Renato Cajá, Fabrício subiu mais que todos na área e desviou de cabeça para esticar a contagem. 

Nos minutos finais da etapa inicial, o Bahia deu sinais de reação e tentou devolver a pressão. No ataque aos 39 minutos, Fernandão invadiu a área, Deola saiu do gol e na tentativa de ficar com a bola acabou derrubando o atacante e cometendo a penalidade. O próprio Fernandão foi para a cobrança e diminuiu para o Bahia no chute à meia-altura no centro do gol. O Esquadrão ainda forçou mais alguns ataques, mas não levou mais perigo para Deola até o intervalo.

O começo de segundo tempo foi eletrizante. Com menos de um minuto de jogo, no primeiro lance de ataque, Dinei pegou de cabeça na área da zaga do Bahia devolver o lançamento e encobriu Marcelo Lomba marcando o quarto do Vitória. O Tricolor conseguiu reagir rapidamente e devolveu no minuto seguinte, com Fernandão, que meteu o pé direito no cruzamento para a área e desviou para a rede de Deola.

O ritmo continuou acelerado na partida, mas quem continuou melhor foi o Vitória que ampliou novamente aos 14 minutos. Dinei mandou o chute da entrada da área, ela desviou na costas de Fahel e entrou. E depois do gol o clima esquentou e os ânimos se acirraram ainda mais no gramado. Fahel foi na perna de Maxi no lance no meio campo e acabou expulso da partida, deixando o Bahia com um a menos e em situação ainda mais complicada.

Em larga vantagem no placar e no gramado, o Vitória não se fez de satisfeito e continuou se aproveitando da desorganização do Bahia. O sexto gol saiu aos 21 minutos, dos pés de Maxi, que depois de receber na área, tirou da defesa e chutou colocado para balançar a rede mais uma vez. A chuva começou a cair com mais força na segunda metade da etapa final e até esfriou o ritmo do jogo, mas o Vitória continuou dominando na posse de bola e superior na criação.

O Bahia ainda conseguiu diminuir aos 43', com um gol de Adriano, que completou de cabeça depois do cruzamento de Fernandão. Mas o Vitória encontrou espaço para fazer mais um e Dinei marcou o quarto dele no jogo ao completar de cabeça o cruzamento para a área, aos 45'.

Bahia 3 x 7 Vitória - Primeiro jogo da final do Baianão 2013Data: 12 de maio de 2013, 16h
Local: Arena Fonte Nova
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ-Fifa)
Assistentes: Altemir Hausmann (RS-Fifa) e Rodrigo Henrique Figueiredo Correa (RJ-Fifa)

Bahia: Marcelo Lomba; Pablo, Titi, Demerson e Magal (Hélder); Toró, Fahel, Diones (Adriano Michael Jackson) e Anderson Talisca; Zé Roberto (Feijão) e Fernandão. Técnico - Joel Santana

Vitória: Deola; Gabriel Paulista, Victor Ramos, Fabrício e Mansur (Danilo Tarracha); Michel, Caceres, Renato Cajá (Vander) e Escudero; Maxi (Marquinhos) e Dinei. Técnico - Caio Júnior

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ü  Fonte: iBahia

Brasileira conquista Champions de handebol pela 1ª vez na história

Duda Amorim (à direita) se tornou a primeira brasileira a conquistar a Champions de handebol
Foto: AFP


A armadora Eduarda Amorim conquistou um feito inédito para o esporte nacional neste domingo. Titular do Gyori, ela ajudou a equipe húngara a vencer o norueguês Larvik por 23 a 22 em casa, pela partida de volta da decisão, e conquistou o título feminino da Liga dos Campeões de handebol.
Duda anotou dois gols neste sábado Foto: AFP
Duda anotou dois gols neste sábado
Foto: AFP
Antes de Duda, nenhuma brasileira havia alcançado o título do torneio interclubes de handebol mais importante do planeta. No ano passado, aliás, o Gyori havia chegado muito perto do título, mas ficou com o vice ao perder para o montenegrino Buducnost, no desempate de gols marcados fora de casa. Na ocasião, o time húngaro venceu em seu ginásio por 29 a 27, mas perdeu a volta por 27 a 25, na casa das rivais.
Nesta temporada, entretanto, o Gyori foi para o segundo jogo em vantagem depois do triunfo por 24 a 21 no jogo de ida, na Noruega. Mesmo podendo perder por dois gols de diferença para não depender dos critérios de desempate, a equipe húngara conseguiu vencer mais uma vez e comemorar a conquista diante da própria torcida.

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ü  Fonte: Esporte Terra.com

Corinthians e Santos fazem a 1.ª decisão do Paulistão


As finais do Paulista representam um duelo pela supremacia no Estado

As finais do Campeonato Paulista que começam neste domingo representam um duelo pela supremacia no Estado. Trata-se de um tira-teima. Em 2009, o Corinthians superou o Santos, no último lampejo de gênio de Ronaldo. Em 2011, já sob a dinastia Neymar, o Santos deu o troco: foi bicampeão - e agora busca um inédito tetracampeonato.


Em meio às decisões locais, a Copa Libertadores. O Santos, campeão de 2011, foi eliminado na semifinal, em 2012, pelo Corinthians, que se sagraria campeão do continente e do mundo. Esses confrontos foram marcados, e ainda são, por um traço que separam as duas equipes. É o Corinthians, pragmático e com um jogo coletivo implacável, contra um Santos, sempre muito dependente de um lance (ou de uma tarde) brilhante de Neymar, que joga motivado a superar um rival, para ele, sempre indigesto e para conquistar aquele que talvez seja seu último título pelo time.

"Vejo esse jogo como a consolidação de dois grandes trabalhos, antes do ?tira-teima?, são dois últimos campeões da Libertadores, e agora só um vai bater campeão paulista", disse o técnico Tite, que não vê como motivação a chance de impedir que o rival conquiste o tetra.

O Santos conquistou o primeiro tricampeonato desde os anos 60, a década de Pelé. Hoje busca um feito que nenhum outro clube do Estado alcançou na era do profissionalismo. "Ganhar é importante porque técnico vive disso. No futebol brasileiro é assim. Tem técnico muito bom que não ganha títulos", disse o treinador Muricy Ramalho.

O título do Paulistão é muito mais importante hoje para Muricy Ramalho do que para Tite. O técnico santista vem sendo questionado porque, segundo seus críticos, não dá padrão de jogo à equipe mesmo após reforços como Cícero, Montillo e Marcos Assunção, que é reserva. Além disso, o Santos não deslanchou no Paulistão como todos pensavam porque era o únicos dos grandes que não disputava a Libertadores. Tem a vantagem de fazer o segundo jogo da final em casa porque encerrou todas as fases do Estadual à frente do Corinthians.

Para Tite, as finais contra o Santos e o jogo da volta das oitavas de final contra Boca Juniors valem muito. Embora prestigiado e sem chance nenhuma de demissão mesmo com dois possíveis fracassos, o técnico tem a missão de provar que aquele time que bateu o Chelsea está mais vivo do nunca.

O Corinthians que joga a final é o mesmo que eliminou o São Paulo, nos pênaltis, no domingo passado. Tite apenas mudou o posicionamento de Danilo, da esquerda para a faixa central do campo, em uma tentativa de melhorar o setor de criação. Surpreendentemente, o atacante Alexandre Pato continua no banco, à espera de uma chance entre os titulares.

No Santos, Felipe Anderson na lateral direita e Marcos Assunção no lugar que era ocupado por Montillo são as prováveis mudanças de Muricy Ramalho, que vai congestionar o meio de campo e tentar evitar o gol a qualquer custo na base do contra-ataque. "Somos um time que joga para frente, sempre buscando o gol", disse o técnico.


Fonte: MSN

Portuguesa sofre com Rio Claro, mas conquista título da A-2 no Canindé



A Portuguesa se despediu do Campeonato Paulista Série A-2 com o título, mas não como o torcedor queria. Na manhã deste domingo, a Lusa perdeu para o Rio Claro, por 1 x 0, em pleno Canindé, mas garantiu o troféu, já que venceu por 2 x 1 no primeiro jogo, no interior de São Paulo.
Este foi o segundo troféu dos rubro-verdes nesta competição. Em 2007, eles conquistaram a Segunda Divisão Estadual e planejaram nunca mais disputar este torneio novamente, em vão. No entanto, a Portuguesa cumpriu seu maior objetivo nesta temporada: retornar à Série A-1.
Agora, os comandados do técnico interino Édson Pimenta voltarão todas as suas atenções para a Série A do Brasileirão. Atualmente, o time do Canindé é um dos favoritos ao rebaixamento, já que tem elenco ainda irregular. Na Copa do Brasil, os lusitanos foram eliminados pelo modesto Naviraiense-MS.
O revés no Canindé começou aos seis minutos do segundo tempo, quando o meia Jocinei, ex-Joinville, abriu o placar dos visitantes, que precisavam de, no mínimo, dois gols. Aberta, a equipe rioclarense permitiu o contra-ataque da Portuguesa, que ameaçou, mas não balançou as redes.
Depois do apito do árbitro, alguns torcedores rubro-verdes xingaram a diretoria do clube. Enquanto isto, os poucos do Rio Claro aplaudiram os jogadores, reconhecendo o esforço feito na capital de São Paulo.
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ü  Fonte: PLACAR

Após sete anos, Alonso volta a vencer na Catalunha; Massa é 3º e consegue primeiro pódio do ano


Para o delírio da torcida local, Fernando Alonso voltou a vencer em casa. Neste domingo, o espanhol fez uma corrida irretocável do início ao fim e, após sete anos, voltou a subir no lugar mais alto do pódio no GP de Barcelona, na Espanha. A vitória foi a segunda do piloto da Ferrari na temporada.

Além do reencontro de Alonso com a vitória na Espanha, o GP da Catalunha marcou também a volta de Felipe Massa aos pódios em 2013. O brasileiro, que largou apenas na nona colocação, terminou na terceira posição e voltou a figurar entre os primeiros colocados após quatro corridas de ausência.

A última e única vez em que Alonso venceu na Catalunha foi em 2006, quando o espanhol ainda era piloto da Renault. Já Massa havia subido no pódio pela última vez na prova que fechou a temporada de 2012 da Fórmula 1, também com um terceiro posto, em Interlagos, no último GP do Brasil.
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Alonso lidera GP de Barcelona
Alonso fez corrida sem erros e levou o GP de Barcelona

A segunda posição da corrida deste domingo foi do finlandês Kimi Raikkonen, que realizou uma parada a menos do que a maioria dos rivais. Sebastian Vettel, Mark Webber, Nico Rosberg Paul di Resta, Jenson Button; Pérez e Ricciardo completaram a lista dos dez primeiros colocados.

Com a vitória diante de sua torcida, Fernando Alonso chega a 72 pontos e se aproxima da briga pela temporada, que ainda tem liderança de Sebastian Vettel. O alemão, no entanto, com 89 pontos, tem apenas quatro de vantagem para Kimi Raikkonen, que soma 85. Já Massa aparece com 45. 

A próxima etapa do Mundial de Fórmula 1 é o Grande Prêmio de Mônaco, uma das provas mais tradicionais do automobilismo mundial, em 26 de maio.

A prova - Sebastian Vettel e Fernando Alonso fizeram grandes largadas no GP da Espanha, na manhã deste domingo, com o alemão pulando para a segunda colocação, atrás apenas de Nico Rosberg, e o espanhol ganhando dois postos para assumir a terceira posição, deixando para trás Kimi Raikkonen e Lewis Hamilton.

Felipe Massa também teve um início de prova forte e já na primeira volta pulou de nono para sexto, posto em que largaria se não tivesse sido punido por atrapalhar Mark Webber no treino classificatório.
Ocupando o quinto lugar após ultrapassagem sobre Hamilton, o brasileiro foi o primeiro dos ponteiros a parar para troca de pneus, ao fim da oitava volta, dois giros antes de Fernando Alonso. Duelando pela ponta, Rosberg e Vettel foram juntos aos boxes, mas o piloto da Red Bull voltou à pista atrás do espanhol da Ferrari.
Alonso seguiu em ritmo forte e conseguiu a ultrapassagem sobre Rosberg na 13ª volta e precisou apenas esperar o mexicano Esteban Gutiérrez ir aos boxes para se tornar o primeiro colocado. No mesmo giro, o alemão da Mercedes ainda perdeu posições para Vettel e Massa. Correndo em casa, o piloto espanhol conseguiu abrir vantagem sobre seus rivais, ao mesmo tempo em que Kimi Raikkonen se aproximou do brasileiro.
Bastante ameaçado pelo finlandês, Massa parou no fim da 20ª volta, movimento repetido por Alonso no giro seguinte. Vettel realizou seu segundo pit-stop na 24ª volta, o que fez Raikkonen assumir a primeira colocação momentaneamente. Quando o piloto da Lotus finalmente trocou pneus, o espanhol da Ferrari reassumiu a ponta e foi abrindo vantagem sobre os rivais.
Com o carro que menos consome pneus do grid da Fórmula 1, Raikkonen utilizou uma estratégia diferente da maioria dos ponteiros e parou apenas três vezes para troca de pneus, aparecendo na segunda posição nas voltas finais entre as Ferraris de Fernando Alonso e Felipe Massa. Nos últimos dez giros, o brasileiro ainda tentou se aproximar do finlandês e, embora não tenha conseguido a ultrapassagem, obteve frente segura sobre Vettel.
Com uma corrida praticamente sem falhas, Alonso se manteve com tranquilidade na primeira colocação e precisou apenas conservar sua vantagem sobre o finlandês para receber a bandeira quadriculada e garantir a alegria da torcida espanhola em Barcelona.

Veja o resultado do Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1: 

1: Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
2: Kimi Raikkonen (FIN/Lotus)
3: Felipe Massa (BRA/Ferrari) 
4: Sebastian Vettel (ALE/Red Bull)
5: Mark Webber (AUS/Red Bull)
6: Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
7: Paul Di Resta (ESC/Force India)
8: Jenson Button (ING/McLaren)
9: Sergio Pérez (MEX/McLaren)
10: Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso)
11: Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber)
12: Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
13: Adrian Sutil (ALE/ Force India)
14: Pastor Maldonado (VEN/Williams)
15: Nico Hulkenberg (ALE/Sauber)
16: Valtteri Bottas (FIN/Williams)
17: Charles Pic (FRA/Caterham)
18: Jules Bianchi (FRA/Marussia)
19: Max Chilton (ING/Marussia)

Não completaram:
Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso)
Giedo van der Garde (HOL/Caterham)
Romain Grosjean (FRA/Lotus)

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ü  Fonte: ESPN

Tottenham vira contra Stoke e volta a pressionar o Arsenal no Inglês



A estrela do atacante Emmanuel Adebayor voltou a brilhar na manhã deste domingo. No final do jogo contra o Stoke City, pelo Campeonato Inglês, o togolês fez o gol da vitória por 2 x 1 do Tottenham, que manteve o sonho de classificação à próxima Liga dos Campeões.
O triunfo em pleno Brittania Stadium fez os Spurs chegarem ao mesmo número de pontos do seu maior rival, o Arsenal, que fecha a zona da competição continental. No entanto, os Gunners ainda jogarão pela 37ª rodada - nesta terça, recebem o Wigan, campeão da Copa da Inglaterra.
Enquanto não 'seca' o rival, o Tottenham comemora os três pontos na cidade de Stoke-on-Trent, no centro-oeste da Inglaterra. Porém, a conquista não veio facilmente aos comandados do técnico André Villas-Boas. Logo aos três minutos do primeiro tempo, o Stoke abriu o placar, com Nzonzi, de cabeça.
Quase 15 minutos depois, Dempsey deixou tudo igual com um golaço. Após erro na saída do goleiro adversário, o meia, mesmo desajeitado, chutou quase do meio-campo para, por cobertura, deixar a bola no fundo da rede. Já aos 37, Adebayor virou a partida e definiu a vitória sobre o Stoke.
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Principal título do Barcelona não veio de dentro dos gramados

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As recuperações de Éric Abidal e Tito Vilanova foram as principais conquistas do Barcelona nesta temporada
As recuperações de Éric Abidal e Tito Vilanova foram as principais conquistas do Barcelona nesta temporada
Com a combinação de resultados que precisava, o Barcelona garantiu a conquista do Campeonato Espanhol mesmo tendo quatro jogos por fazer. Um título é, obviamente, sempre o motivo de maior alegria para um clube de futebol e seus torcedores. Mas, neste ano, não foi exatamente isso o que aconteceu.

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Além de precisar derrotar os seus adversários, o time catalão também precisou superar problemas que estavam dentro de si. O clube tinha de vencer obstáculos muito maiores do que uma defesa bem postada ou um ataque veloz.

Em dezembro, enquanto aumentava aquele que já era o melhor início na história em uma edição de La Liga, o Barça teve de enfrentar um duro baque. O técnico Tito Vilanova sofreu uma recaída e teve novo câncer na glândula parótida, que já tinha o obrigado a passar por uma cirurgia em novembro de 2011, quando era auxiliar de Guardiola.

Assim, se ausentou da rotina no time azul-grená por seis semanas entre janeiro e março, período em que a equipe foi comandada por Jordi Roura. Porém, logo que se recuperou, Vilanova estava de volta para guiar o Barça na reta final para a conquista do Espanhol.

O título, além de chegar com antecedência, carrega um recorde impressionante. Com 13 vitórias e um empate nos primeiros 14 jogos, teve disparado o melhor início da história em La Liga, que pertencia ao Real Madrid - 11 triunfos e duas igualdades nas primeiras 14 rodadas em 1991/92.

No entanto, o feito, que ocorreu justamento no primeiro título dos catalães logo depois da “Era Pep Guardiola” ficou ofuscado pela vitória de seu treinador, que veio fora do campo.

Não importa o que se diga na festa do título, nenhuma fala irá representar melhor a comemoração do que a declaração do presidente do clube, Sandro Rosell, dada ainda março. “Nossa prioridade absoluta na temporada, mais do que buscar títulos, é a recuperação de Tito Vilanova. É o mais importante. O resto é secundário.”

Abidal

Se não bastasse um exemplo de superação, o Barça teve outro paralelamente. Após ser operado devido a um câncer no fígado e se recuperar de forma impressionante em apenas seis semanas, a tempo de levantar a taça da Champions League em 2011, Abidal teve a segunda luta contra o problema. E novmanente mostrou ser um vencedor.

O francês ficou afastado do futebol por conta da necessidade de passar por um transplante de fígado. Sem saber se poderia voltar ao esporte de alto nível, o lateral corria o risco de ter feito sua última partida como profissional em fevereiro de 2012, contra o Atlético de Madri.

A possibilidade acabou um ano depois. No dia 6 de abril de 2013, o jogador entrou aos 32 minutos do segundo tempo na goleada sobre o Mallorca por 5 a 0 e foi aplaudido de pé no Camp Nou. Naquele dia, a maior goleada não foi do Barça, e sim de Abidal, que só deu um novo argumento para comprovar que a maior conquista do Barça em 2013 não veio dentro das quatro linhas.
 
Blog do Adeylson Sousa Por André Donke, do ESPN.com.br

sábado, 11 de maio de 2013

PIAUIENSE: Decisão entre Parnahyba e River começa neste domingo


Na primeira fase, o Galo Carijó terminou na primeira colocação


A final do Campeonato Piauiense será como esperado. Disparados com as melhores campanhas na primeira fase, River e Parnahyba não deram chance as “zebras” na semifinal e se garantiram na decisão, que está marcada para este domingo, às 16h, no Estádio Mão Santa.



No duelo, o Parnahyba defende o título da competição, já que foi o campeão da temporada passada. Querendo o bi, o Tubarão quer aproveitar que a primeirapartida é em seu estádio para conseguir um bom resultado, que pode fazer a diferença no duelo de volta.

Primeiro classificado na primeira fase, a cinco pontos do Parnahyba, segundo colocado, o River quer apostar no favoritismo, por ter feito uma excelente campanha, para levantar a taça. Qualquer resultado, se não a derrota, será considerado um bom resultado pelo River, que decide em casa.

Se depender do retrospecto da primeira fase, o jogo de ida da grande decisão terminará em goleada. Na sétima rodada, o River venceu o Parnahyba por 3 a 1, no Lindolfo Monteiro. Já na 14ª, o Tubarão saiu vencedor do Mão Santa, com um sonoro 4 a 1.

Domingo
16h
Parnahyba x River

  
Agência Futebol Interior

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Após vexame, Luís Fabiano sai da lista dos inegociáveis do São Paulo



Não houve tempo, porém, para Juvenal detalhar os porquês da mudança de opinião



Até pouco mais de um mês atrás, não estava nos planos do São Paulo vender Luis Fabiano. Isso mudou. Ao divulgar nesta sexta-feira as medidas da diretoria após a eliminação da Libertadores, o presidente Juvenal Juvêncio admitiu que não trata mais o atacante como inegociável, ao contrário, por exemplo, do zagueiro Lúcio, já igualmente questionado por torcida e crítica.
"Sem embargo, se tiver proposta interessante neste meio de ano, ele pode ser transferido", disse. "O Lúcio, não, não acredito. Chegou agora. E eu acredito muito no exemplo do cidadão que é. O exemplo de denodo (coragem) dele é importante. É uma figura que nos empolga por essas razões, não só a técnica. É uma figura a ser preservada ainda".
Não houve tempo, porém, para Juvenal detalhar os porquês da mudança de opinião. Ele se levantou da cadeira e deixou a sala de entrevista alegando ter uma reunião. Em seu lugar, o diretor de futebol, Adalberto Baptista, tentou amenizar a declaração do mandatário falando de forma geral sobre ofertas, a fim de não criar clima ruim para o camisa 9.
"Recebemos no ano passado muitas propostas interessantes, até tentadoras do ponto de vista financeiro, mas não quisemos negócio. Achávamos que seriam jogadores importantes para as competições que tínhamos. A recusa acabou abalando o rendimento dos jogadores. Então, na minha opinião, o clube tem que aceitar algumas propostas", falou.
Luis Fabiano, contratado de volta no segundo semestre de 2011, tem sido alvo de queixas de alguns torcedores, que reservam a ele parcela de culpa pela má campanha na Libertadores, na qual foi suspenso de quatro partidas por ofender a arbitragem. Artilheiro da temporada, ele também desperdiçou pênalti na queda da semifinal do Campeonato Paulista, frente ao Corinthians.
Recentemente, o próprio jogador, insatisfeito com o ambiente em torno dele, lembrou ter recusado proposta do rival Corinthians antes de acertar seu retorno ao Morumbi. Vestindo de novo a camisa tricolor, foi assediado por clubes do futebol árabe.
Fonte: Com informações do Gazeta Esportiva

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