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domingo, 24 de agosto de 2014

Ricciardo vence na Bélgica; Rosberg toca em Hamilton, que se dá mal, e dispara na liderança

As mini-férias da Fórmula 1 acabaram, mas o clima quente continua dentro da Mercedes. Neste domingo, no tradicional GP da Bélgica, Nico Rosberg e Lewis Hamilton protagonizaram um novo incidente na briga pelo título de 2014, e quem se aproveitou foi, novamente, Daniel Ricciardo: o australiano conquistou sua terceira vitória na temporada, o único fora da equipe alemã a ganhar e se consolidando como melhor do resto.
GETTY
Rosberg (à esq.) e Hamilton durante o GP da Bélgica antes do toque
Rosberg (à esq.) e Hamilton em Spa antes do toque
Mas a história da corrida foi escrita na segunda volta: pole, Rosberg caiu para terceiro após a largada, mas passou Sebastian Vettel e foi à caça de Hamilton. Na curva depois da reta oposta, porém, o alemão tocou com sua asa dianteira no britânico, que teve seu pneu traseiro esquerdo furado e a corrida comprometida.
Hamilton acabou abandonando a prova nas voltas finais quando não conseguia passar do 16º lugar; Rosberg - que precisou trocar a parte da frente de sua Mercedes - conseguiu chegar em segundo e disparou na liderança do Mundial, agora com 29 pontos à frente do companheiro de equipe.
O pódio foi completado por Valtteri Bottas, parceiro de Felipe Massa na Williams, que travou grandes duelos na pista com Vettel, Fernando Alonso, Kevin Magnussen e Jenson Button. O brasileiro, por sinal, teve sua corrida comprometida por causa de detritos de carros que se prenderam ao seu assoalho e terminou na 13ª colocação.
Na classificação do Mundial de Pilotos depois de 12 provas, Nico Rosberg chega a 220 pontos, Lewis Hamilton para nos 191, enquanto o vencedor em Spa-Francorchamps, Daniel Ricciardo, sobe para 155, com Valtteri Bottas aparecendo em quinto, 110 pontos, nove atrás de Fernando Alonso, oitavo na corrida deste domingo.
O próximo GP acontece em duas semanas, em 7 de setembro, na Itália.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Com autoridade, Brasil espanta 'zebra' Japão e conquista o Grand Prix pela 10ª vez

A derrota para a Turquia na estreia da fase final do Grand Prix levantou dúvidas sobre a seleção feminina de vôlei. No entanto, com vitórias convicentes sobre China, Bélgica e Rússia, o Brasil chegou à última rodada precisando vencer o surpreendente Japão, invicto e anfitrião, neste domingo, em Tóquio, para conquistar o decampeonato.
E foi o que aconteceu.
Com autoridade, a equipe comandada por José Roberto Guimarães venceu as donas da casa por 3 sets a 0 (25-15, 25-18 e 27-25) para levar o título pela décima vez. E, assim, aumenta o jejum japonês, que nunca esteve tão perto de erguer a taça.
Aproveitando-se dos erros da seleção asiática (29 no total), a atual bicampeã olímpica teve muita tranquilidade nos dois primeiros sets. Na terceira parcial, porém, as japonesas se acertaram na defesa e no ataque para igualar a partida.
E, nos pontos decisivos, o time canarinho "martelou" até conseguir furar a defesa das rivais. Mas no final conseguiu a suada vitória e o décimo título. Sheilla foi o grande nome brasileiro com 16 pontos, e Fabiana se destacou no bloqueio (quatro).
Agora, porém, o desafio é maior para o Brasil: conquistar pela primeira vez em sua história o Mundial de vôlei, que acontece em setembro na Itália.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

PSG bate Napoli na estreia de David Luiz, mas Thiago Silva sai machucado e preocupa


A estreia da dupla de zaga da seleção brasileira no PSG durou muito menos do que o esperado. Logo aos 12 minutos de jogo, David Luiz viu o companheiro Thiago Silva contundir a coxa direita e deixar o campo com a ajuda dos médicos na vitória de 2 a 1 sobre o Napoli, em amistoso disputado no estádio San Paolo. Os gols da partida foram marcados por Higuaín, Ibrahimovic e Pastore.
O zagueiro da seleção brasileira tentou cortar um passe de Zapata já dentro da área e acabou lesionando o músculo da coxa direita. O jogador deixou o campo irritado, empurrando a bandeira de escanteio e, com a coxa direita totalmente enfaixada, não conseguiu ficar nem no banco de reservas.
O também brasileiro Marquinhos, que foi convocado pelo técnico Gallo para amistosos da seleção brasileira olímpica, entrou no lugar de Thiago Silva e passou a fazer dupla com David Luiz, que fazia sua estreia com a camisa do PSG.
O Napoli abriu o placar aos cinco minutos do segundo tempo. Higuaín tocou para Insgine que, do lado esquerdo, chutou cruzado para a defesa de Sirigu. No rebote, o próprio argentino, que entrou apenas no segundo tempo, chegou antes de David Luiz e completou para a rede.
REPRODUÇÃO
Thiago Silva sai de campo com a coxa bastante enfaixada
Thiago Silva sai de campo com a coxa bastante enfaixada
Ibrahimovic, que também entrou só na segunda etapa no lugar de Cavani, empatou para a equipe francesa. Depois de uma bola mal rebatida pelo goleiro brasileiro Rafael, o sueco só teve o trabalho de chutar com o pé direito para igualar o marcador.
Aos 31 da segunda etapa, Pastore, em jogada individual, passou bonito pela zaga do Napoli e chutou na saída de Rafael para virar o jogo.
A partida ainda contou com um gol bem anulado de Cavani logo aos sete minutos do primeiro tempo. O uruguaio, em posição irregular, completou de cabeça a falta batida na esquerda por Lavezzi.
Lucas entrou aos 16 da segunda etapa e quase marcou com chute forte já no fim do jogo. Pelo lado do Napoli, o zagueiro Henrique foi colocado em campo aos 26 minutos, mas foi discreto.
O amistoso, contestado por muitos torcedores do PSG, foi marcado com o Campeonato Francês já em andamento. No último sábado, a equipe empatou em 2 a 2 com o Guingamp. O próximo compromisso da equipe será contra o Bastia, no próximo sábado, às 12h.
O Napoli, por sua vez, usou o jogo como preparação para o duelo contra o Athletic Bilbao, válido pela fase preliminar da Champions League e marcado para o dia 19, no estádio San Paolo. A equipe estreará no Campeonato Italiano no dia 31 de agosto, contra o Genoa, fora de casa.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Pagamento apenas para Dória e Gabriel agrava a crise no Botafogo


Na data em que se completam três meses de atraso salarial - e seis meses de pendência nos direitos de imagem -, o plantel do Botafogo tomou ciência de que apenas dois atletas tiveram salários acertados: o zagueiro Dória e o volante Gabriel, crias da base alvinegra. A situação gerou enorme insatisfação nos demais jogadores, que expuseram a irritação com o gerente de futebol Wilson Gottardo, antes do treinamento desta quinta-feira.
Estima-se que o objetivo do pagamento a Dória e Gabriel é uma medida para segurar os jogadores, entendidos como atletas de alto valor de mercado. Com a crise financeira em General Severiano, uma proposta poderia selar a rescisão de ambos, peças que também representam alta importância na formação tática de Vágner Mancini. O dinheiro foi cedido por investidores ligados ao clube, que possuem parte dos direitos dos supracitados.
A situação não causou um desconforto apenas entre o plantel e Gottardo, mas também dos jovens com o restante do grupo, que segue sem receber. Após a entrevista de apresentação concedida pelo meia peruano Cachito Ramírez, o dirigente tratou o assunto com normalidade e exaltou o profissionalismo dos jogadores.
"A cobrança é natural entre comissão técnica e jogadores. A conversa sempre existiu entre nós, mas eu só tenho elogios para esse grupo. São dispostos, profissionais e trabalham para que a situação não se agrave. Estão separando bem a questão financeira do Campeonato Brasileiro. Como o Ramírez disse, dinheiro é bom e ajuda, mas é preciso demonstrar alegria e profissionalismo", disse.
Todavia, mesmo com o discurso calmo, os ânimos no elenco botafoguense seguem instáveis. A equipe carioca volta a campo neste domingo, às 16 horas (de Brasília), diante do Atlético-PR, na Arena da Baixada. O compromisso é válido pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Bravo leva frango na estreia, e Napoli derrota Barcelona em amistoso

Não havia Messi, Neymar ou Luis Suárez, mas o amistoso entre Barcelona e Napoli, em Genebra, tinha lá seus atrativos. Um deles, a estreia do chileno Claudio Bravo no clube azul e grená. Não se pode negar que o goleiro tenha sido protagonista. De um jeito bem diferente do que ele esperava.

Com uma falha grotesca aos 35 minutos da segunda etapa, Bravo decretou a vitória do Napoli por 1 a 0, com gol de Dzemaili. Depois de uma saída ruim do gol, precedida por um domínio de bola ruim, o goleiro deu um chutão - na sequência do lance, o suíço arriscou de longe, e o chileno, com a mão mole, deixou a bola entrar.
Foi o fim melancólico para o goleiro em uma partida na qual o Barcelona conseguiu impor o estilo de posse de bola durante quase todo o tempo, e em que o arqueiro era destaque.
Sem poder contar com sua força total, o técnico Luis Enrique levou a campo uma equipe que mesclava atletas titulares, reservas e do time B. O time começou jogando com o estreante Bravo no gol, Montoya e Jordi Alba nas laterais, Bartra e Piqué como zagueiros; no meio, Busquets, Iniesta e o recém-contratado Ivan Rakitic.
Mas a grande diferença foi mesmo no ataque. O brasileiro Rafinha começou como falso 9, fazendo uma função parecida à de Lionel Messi; pelas pontas, jogaram Pedro na esquerda, e o garoto Munir, de apenas 18 anos, do Barcelona B, na direita - ao longo da partida, eles trocavam de lado.
EFE/JEAN-CHRISTOPHE BOTT
Brasileiro Rafinha jogou na posição de Messi
Brasileiro Rafinha jogou na posição de Messi
Foram justamente de Munir as duas melhores oportunidades do Barcelona na primeira etapa. Aos 32 minutos, ele recebeu passe de Rakitic e parou nas mãos do goleiro Rafael; aos 38, foi a vez de Rafinha encontrar o atacante hispano-marroquino livre, mas o goleiro brasileiro novamente saiu bem para defender.
Se pelo lado do Napoli, o novo titular Rafael se destacava, Bravo também mostrava suas armas na estreia pelo novo clube. Aos 13 minutos, o chileno foi espetacular ao defender uma cabeçada do eslovaco Marek Hamsik. O goleiro mostrou-se seguro e não teve problemas, até o lance fatídico que mudou completamente sua avaliação e deve complica-lo na briga por Ter Stegen pela vaga de titular.
Atrás no placar e já repleto de modificações, o Barcelona de Luis Enrique não encontrou formas de reagir. O ataque, com os jovens Deulofeu e Adama nas posições de Rafinha e Pedro, era baseado em dribles e velocidade, mas não conseguiu superar a defesa bem postada do time de Rafa Benítez.
A pré-temporada do Barcelona continua no sábado, quando o clube catalão enfrenta o HJK, em Helsinque, na Finlândia. Depois, a equipe retoma os treinos até o dia 18, quando recebe o León, do México, no Camp Nou, pelo Troféu Joan Gamper. A estreia na Liga Espanhola acontece no dia 24, contra o Elche, também em casa.
O Napoli, por sua vez, dá sequência a sua série de amistosos enfrentando o PSG, atual campeão francês, na segunda-feira. A estreia no Campeonato Italiano será no dia 31, contra o Genoa, na casa do adversário.
EFE/JEAN-CHRISTOPHE BOTT
Bravo Barcelona Inler Napoli Amistoso 06/08/2014


Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 3 de agosto de 2014

Luxa isenta Paulo Victor, culpa sol pelo gol sofrido e explica situação de Hernane

Com sete minutos de partida na Arena Condá, Nenén cobrou falta para a grande área, a bola viajou sozinha, o goleiro Paulo Victor nem mesmo esboçou uma tentativa de defesa antes dela parar no fundo da rede. Mas o técnico Vanderlei Luxemburgo, ainda assim, isentou o goleiro de qualquer culpa no lance que determinou a derrota do Flamengo em Chapecó e a volta à lanterna do Campeonato Brasileiro. Para o treinador, o vilão no lance foi mesmo o astro-rei sol, que jogou contra.
"Eles escolheram bem a saída de bola, com o Paulo Victor agarrando para onde batia o sol. No lance do gol, ele fica tentando ver a bola com a mão no rosto. A nossa equipe reagiu, mas faltou enxergar melhor o jogo. O time tentou, lutou e o resultado foi justo. Eles aproveitaram a chance deles e nós, não", disse o técnico.
Em seguida, o treinador explicou a situação do atacante Hernane. Na última sexta-feira, o Al Nassr, da Arábia Saudita, chegou a anunciar o jogador em seu perfil no Twitter. Mas, ainda assim, Hernane foi ao banco de reservas. A diretoria rubro-negra ainda não considera o negócio fechado, pois exige garantias. Mas Luxemburgo achou melhor preservá-lo.
"Ele conversou comigo no meu quarto e disse que o empresário já tinha fechado. Flamengo me mandou uma ordem dizendo que poderia utilizá-lo, mas pela experiência que tenho no futebol achei que não seria legal", completou o técnico.
O Flamengo volta a campo no próximo domingo, contra o Sport, às 16h, no Maracanã.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Elétrico, Flu bate o Goiás em 17 minutos e chega à vice-liderança em dia de volta de Fred

A caça à Raposa continua em alta nas Laranjeiras. E a distância está menor depois deste domingo. Em ritmo elétrico, o Fluminense venceu o Goiás por 2 a 0, no Maracanã, chegou à vice-liderança, com 25 pontos, quatro atrás do líder Cruzeiro. A partida marcou também o retorno de Fred ao time e dos tricolores ao Maracanã depois da disputa da Copa do Mundo.
Na próxima semana, o Fluminense recebe o Coritiba, às 21h, no sábado, no Maracanã. Já o Goiás, que com a derrota caiu para o oitavo lugar, com 20 pontos, vai até Salvador enfrentar o Bahia, também no sábado.
O jogo
Blitz tricolor no Maracanã. Jogadores a toda, marcando com forte pressão o Goiás no campo adversário. A postura do time de Cristóvão Borges cansava apenas de ver. Mas como é eficaz. O Goiás, que sofrera apenas oito gols até então, que diga.
Verdade que a participação de Rafael Sobis, com muito mais movimentação, do que Fred, no banco, ajudava. Mas o Fluminense mostrou estar mesmo na ponta dos cascos. Organizado, veloz. Com apenas nove minutos, o prêmio.
Conca, inquieto, foi ao lado direito da grande área. Fingiu recuar, mas, com um tapa, foi mesmo à linha de fundo e, de pé direito, cruzou para a grande área. Ramon furou, mas Cícero, não. Toque preciso, para o fundo da rede, que fez a arquibancada vibrar. 1 a 0.
O velocímetro tricolor, no entanto, continuou enlouquecido mesmo com a vantagem rápida. Toques ágeis, passagens dos laterais, jogadas agudas. O Goiás, pobre, tentava se conter. Mas estava tonto. Mas quando começava a se recuperar depois de um chute perigoso, aos 17 minutos, que Lima obrigou Cavalieri a defender, outro baque.
Com apenas 19 minutos, Pedro Henrique tentou driblar Sobis dentro da área. Pecado mortal para zagueiro estabanado. Claro, enrolou-se. O atacante tricolor roubou a bola e, mesmo caído, tocou para Wagner que entrava a toda pelo lado esquerdo. O camisa 10 cruzou para a área e, antes de Conca, o volante David mandou contra a própria rede. Gol do Fluminense. 2 a 0 relâmpago.
A pressão tricolor continuou, embora o Goiás, mais organizado, já oferecesse maior resistência. Mas o Fluminense era bem mais perigoso. Aos 27 minutos, Conca enfiou bola ara Rafael Sobis pelo lado esquerdo. Ele entrou na área e bateu cruzado. Renan, no chão, fez a defesa e a zaga afastou. As melhores chances continuaram a ser do time da casa. Aos 43 minutos, Henrique avançou desde a zaga e, na entrada da área, chutou fraco e Renan defendeu.
Aos 45 minutos, Carlinhos gingou na frente de Moisés e bateu cruzado. Cícero, de carrinho, quase alcançou para fazer o terceiro gol. E veio, enfim, o intervalo para que todos pudessem recuperar o fôlego.
Na volta para o segundo tempo, nada de Fred. O camisa 9 tricolor teve de esperar mais. O time, bem, continuava o mesmo. E atacava com a decantada intensidade, palavra da moda do futebol atual. Com apenas dois minutos, Wagner roubou a bola no meio de campo, driblou um, dois, três, mas frente a frente com Renan abusou e acabou desarmado.
Mas a festa era toda tricolor. O time goiano, já abatido pelos dois gols, mostrava até desânimo em tentar a recuperação. O jogo, assim, esfriou. Houve mais passes laterais, menos jogadas agudas. O resultado parecia consolidado. A arquibancada, no entanto, se animou ao ver Fred na beira do gramado.
Aos 16 minutos do segundo tempo, ovacionado, o artilheiro tricolor voltou a vestir a camisa do Fluminense pela primeira vez após a Copa do Mundo. Rafael Sobis deixou o campo aplaudido por todo o esforço. E Fred, trotando, entrou em campo para delírio da torcida.
O jogo, a rigor, teve mais dois lances de emoção. Primeiro aos 23 minutos, em cabeçada de Bruno Mineiro que Cavalieri salvou. Depois, aos 25 minutos, quando Conca cabecou na pequena área, Renan defendeu e, no rebote, Chiquinho chutou totalmente torto. Fred, afoito por uma grande chance, mostrou mais movimentação do que de costume. Mas valeu, mesmo, pela vitória e a vice-liderança. A caça à Raposa continua em alta nas Laranjeiras.
FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 2X0 GOIÁS
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 3 de agosto de 2014
Hora: 18h30 
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil (SC) e Carlos Berkenbrock (SC)
Cartões amarelos: Wagner (FLU) e David (GOI)
Gols: Cícero (FLU), aos nove minutos, e David (GOI - contra), aos 17 minutos do primeiro tempo.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Henrique e Carlinhos; Valencia, Jean, Cícero (Chiquinho), Wagner (Rafinha) e Conca; Rafael Sobis (Fred)
Técnico: Cristóvão Borges
GOIÁS: Renan; Moisés (Assuério), Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, David, Thiago Mendes e Ramon (Esquerdinha); Erik (Murilo Henrique) e Bruno Mineiro
Técnico: Ricardo Drubscky
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Internacional aproveita 'apagão' na defesa do Santos, embala e sobe para terceiro

O Internacional até sofreu um pouco neste domingo e teve problemas para vencer a trave, mas contou com uma boa ajuda da defesa rival para bater o Santos por 1 a 0, embalar o terceiro triunfo seguido no Campeonato Brasileiro e se igualar ao Fluminense na vice-liderança, mas ainda em desvantagem nos critérios de desempate.
O único gol da partida foi marcado por Rafael Moura, curiosamente no momento que poderia ser o melhor do Santos na partida. O árbitro Nilton Pereira Sampaio não gostou dos pedidos de Paulão por um cartão vermelho para o santista Mena e resolveu expulsar o próprio zagueiro do Inter. Depois de uma pequena confusão , porém, D'Alessandro cobrou a falta cometida por Mena na área, a defesa do time paulista simplesmente parou, e Rafael Moura subiu sozinho dentro da pequena área para estufar as redes.
O próprio Mena, porém, foi expulso minutos depois e jogou pelo ralo também a vantagem numérica do Santos em campo. O time alvinegro até contou com o retorno do lesionado Leandro Damião, que não jogava desde o dia 8 de maio, mas não conseguiu buscar o empate.
O triunfo deixa o Internacional com 25 pontos, empatado com o Fluminense na segunda posição, mas em desvantagem no número de vitória (8 a 7 para os cariocas). O time de Abel Braga tem a semana de folga e tem no próximo domingo um clássico diante do Grêmio, novamente no Beira-Rio.
Já o Santos perde a chance de colar no G-4, continua com 20 pontos - quatro a menos que o quarto colocado Corinthians - e na sexta colocação. O time de Oswaldo de Oliveira também tem a semana livre e um clássico no próximo final de semana, justamente diante do Corinthians, na Vila Belmiro.
O jogo - O Inter começou o duelo partindo para cima com um envolvente toque de bola e pressionou o gol de Aranha nos primeiros 10 minutos. A melhor chance aconteceu após linda jogada individual de Alex pela esquerda. Juan cabeceou no ângulo, mas o camisa 1 santista foi buscar e espalmou para escanteio.
O time de Oswaldo de Oliveira apostava na retomada da bola durante a saída de jogo do Inter para aproveitar o contra-ataque. E aos 13 quase chegou ao gol dessa maneira, mas Gabriel não conseguiu completar o cruzamento de Thiago Ribeiro.
O Inter parava nas falhas de finalização. Aos 21, Alex arriscou de fora da área, Aranha voou, mas a bola saiu raspando a trave. Dois minutos depois, Wellington recebe linda enfiada de bola de D'Alessandro, invadiu a área pela direita e tocou no canto, acertando a trave.
O Santos respondeu aos 37, quando, novamente pela direita, Thiago Ribeiro cruzou rasteiro e viu Paulão fazer um corta luz bizarro no meio da área. Rildo chegou de surpresa no segundo pau e perdeu grande chance ao bater para fora.
O último lance de perigo no primeiro tempo, porém, foi mais uma vez do Inter. Já nos acréscimos, após cobrança de falta que surgiu de uma linda caneta de D'Alessandro em cima de Mena, a bola mais uma vez explodiu no travessão de Aranha, depois do desvio para trás do santista Cicinho.
A etapa complementar seguiu o ritmo frenético, mas com o Santos melhor postado em campo. A conversa de Oswaldo de Oliveira com os jogadores surtiu efeito e o Inter pouco pegou na bola nos primeiros minutos. No entanto, o goleiro Dida era muito pouco exigido. Lucas Lima chegou a colocar Rilso na cara do gol, mas o atacante dominou mal a bola e, ao tentar salvar o lance, errou o cruzamento para Gabriel, que estava sozinho, embaixo da trave.
Aos 10 minutos, o árbitro marcou um falta na lateral de campo, à favor do time mandante, mas Paulão, que havia recebido um amarelo poucos minutos antes, reclamou até ser expulso. O inusitado é que após muita reclamação, a falta foi cobrada na área e Rafael Moura, sozinho, abriu o placar, de cabeça. A defesa santista, que só levara um gol nos últimos seis jogos, cometeu um grave erro de posicionamento no lance.
Com 1 a 0 e um homem a menos, os papéis se inverteram. O Inter passou a apostar no contra-ataque e na força da torcida, enquanto o Santos partia para cima em busca do empate.
Mas a vantagem numérica em campo durou pouco, já que Mena não resistiu muito e acabou sendo expulso também após frear o ataque do Inter com uma falta por trás.
Nem assim o Santos se intimidou. Aos 29, Lucas Lima quase empatou. O meia tabelou com Thiago Ribeiro na entrada da área e bateu forte. Dida espalmou e, sem querer, ligou o contra-ataque que terminou com o chute de Jorge Henrique para fora. Em um dos últimos lances do jogo, a bola ainda caiu nos pés de Damião, mas o atacante, que voltava após três meses afastado, acabou errando no chute.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Palmeiras só empata com vice-lanterna Bahia, e Gareca segue sem vencer no Brasileiro

Mesmo em casa e diante de um time em crise e que não vence há nove partidas, o Palmeiras de Ricardo Gareca segue sem conseguir vencer no Campeonato Brasileiro. Contra o Bahia neste domingo, o time alviverde até saiu na frente com um gol de Henrique, mas tomou o empate de Kieza e não conseguiu sair da igualdade por 1 a 1.
O Palmeiras mais uma vez apresentou problemas graves na armação de jogadas de ataque. Neste domingo, a primeira chance boa de gol só saiu aos 24 minutos, em contra-ataque que acabou em ótima finalização de Wesley na entrada da área e uma defesa precisa de Marcelo Lomba. A única outra oportunidade alviverde saiu aos 35, em cruzamento de Wendel e cabeçada sem direção de Leandro para linha de fundo.
Para piorar, a defesa ainda falhou quando foi requisitada. Depois de jogar recuado durante todo o tempo, o Bahia saiu em contra-ataque em um dos últimos lances da etapa inicial e só não abriu o placar por conta do goleiro Fábio. Marcos Aurélio fez bela jogada e deixou Kieza na cara do gol, mas o centroavante não conseguiu passar pelo arqueiro.
Aos 13 do segundo tempo, o Bahia ainda perdeu outra chance, ainda mais clara de gol. Marcelo Oliveira bobeou feio na lateral, perdeu na dividida para Kieza, que rolou para o meio da área. Marcos Aurélio apareceu livre, só para empurrar para as redes, mas pegou mal na bola e mandou pelo lado da trave.
No lance seguinte, porém, o Palmeiras conseguiu achar o gol. Victor Luis encontrou espaço pela esquerda e colocou a bola na área. Henrique ganhou fácil na antecipação de Pará e cabeceou com perfeição, sem chances para o goleiro.
O problema é que a torcida nem teve tempo de comemorar, e mais uma vez o Palmeiras vacilou atrás. Pará se recuperou da falha na marcação, puxou boa jogada pela esquerda, chegou á linha de fundo e cruzou para trás. Kieza apareceu livre na pequena área para desviar para as redes.
Com o placar igualado mais uma vez, o Palmeiras partiu mais uma vez com tudo para cima e pressionou até o final, mas não conseguiu acertar a finalização para chegar à vitória. Leandro, de cabeça, e Patrick Vieira, em chute cruzado, tiveram as melhores chances, mas não acertaram o alvo.
Com o empate, o Palmeiras fica com 14 pontos ganhos, na 14ª colocação - apenas três pontos a frente da zona do rebaixamento. A equipe alviverde não ganha uma no Campeonato Brasileiro desde a sexta rodada. Sob o comando de Ricardo Gareca agora são três derrota e um empate na competição - além de uma vitória pela Copa do Brasil e outra em amistoso diante da Fiorentina.
O Palmeiras volta a campo na quarta-feira, mas pela Copa do Brasil, para fazer o jogo de volta diante do Avaí, de novo no Pacaembu. O time alviverde tem a vaga nas oitavas de final praticamente nas mãos depois de vencer o duelo de ida por 2 a 0. Pelo Brasileirão, o próximo compromisso é no domingo, diante do Atlético-MG, no Independência.
Já o Bahia segue na vice-lanterna, agora empatado em 10 pontos com o lanterna Flamengo. O time tricolor não vence há nove jogos pelo Campeonato Brasileiro e volta a campo no próximo sábado pela competição para receber o Goiás. Antes, porém, a equipe recebe o Corinthians pela Copa do Brasil na próxima quarta-feira. Mas, ao contrário do Palmeiras, o Bahia vive situação péssima no torneio depois de ter perdido por 3 a 0 na ida.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 1 BAHIA
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) 
Data: 3 de agosto de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ) 
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Gilberto Stina Pereira (ambos do RJ) 
Assistentes adicionais: Grazianni Maciel Rocha e Wagner dos Santos Rosa (ambos do RJ) 
Cartões amarelos: Wendel, Lúcio e Leandro (Palmeiras). Titi, Kieza e Rhayner (Bahia) 
Gols: PALMEIRAS: Henrique, aos 15 minutos do segundo tempo
BAHIA: Kieza, aos 17 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Fábio; Wendel (Weldinho), Marcelo Oliveira, Lúcio e Victor Luis; Josimar e Wesley; Mouche (Mendieta), Felipe Menezes (Patrick Vieira) e Leandro; Henrique. Técnico: Ricardo Gareca
BAHIA: Marcelo Lomba; Roniery, Demerson, Titi e Pará; Fahel (Feijão), Rafael Miranda e Uelliton; Marcos Aurélio (Henrique), Rhayner e Kieza (Emanuel Biancucchi). Técnico:Charles Fabian
Um grande abraço.
Fonte: ESPN
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