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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Brasil x Chile é também pressa x paciência na Copa

Dizer que Brasil e Chile, rivais nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2014, no próximo sábado, em Belo Horizonte, têm estilos parecidos é uma grande mentira.
Pelo menos na forma como cada time cria suas jogadas ofensivas. O time de Luiz Felipe Scolari é um dos mais "apressados' do Mundial. Já a equipe comandada pelo argentino Jorge Sampaoli é a rei da paciência.
Isso fica evidente com o cruzamento do número de passes trocados com as chances de gol criadas por cada equipe, segundo as estatísticas oficiais da Fifa.
O Brasil finaliza uma vez, na média, a cada 32,5 passes trocados. É a oitava menor proporção de toda a Copa do Mundo, e não chega à metade da marca chilena.
O time andino finaliza para o gol, na média, uma vez a cada 72 trocas de bola, disparado o recorde do torneio. O segundo colocado é a Itália, com uma proporção de 60 passes para cada conclusão tentada no Mundial.
Rápido, o Brasil é o time que mais finaliza, ao lado da Costa do Marfim, com 47 chances criadas. Já com sua "embromação", o Chile tem a segunda menor média de finalizações da Copa, só atrás do frágil Irã, com 8,3 chutes a gol por partida.
Os dois times se enfrentam no sábado, às 13h, com transmissão ao vivo da ESPN Brasil e do Watch ESPN. O ESPN.com.br também faz o tempo real do confronto.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Neymar não larga a bola: corrida com 'embaixadinha'

Para os poucos que podem ver os treinos da seleção brasileira na Granja Comary, Neymar também dá espetáculo. Depois de cobranças inusitadas de pênalti e escanteio, o camisa 10 inovou até no que deveria ser um treino físico em Teresópolis.
Depois de ficarem na academia fazendo um trabalho regenerativo, os titulares de Felipão só foram a campo para uma leve corrida no treino marcado para adaptar o time ao horário (13h) do jogo contra o Chile, no sábado,
Neymar foi o último a iniciar o trabalho. Em duplas ou trios, seus companheiros trotavam levemente. Bem diferente do craque da companhia.
PVC, após treino da seleção: 'Minha impressão é que Fernandinho ganhou a posição'
Foram três voltas em torno do gramado, duas no principal e uma no auxiliar. E, na maior parte do tempo, Neymar fez a corrida controlando a bola, fazendo embaixadinhas. Na maior sequência, correu por pelo menos 100 metros fazendo isso.
Quando passou diante do condomínio em que torcedores se aglomeram para ver a seleção treinar, Neymar, que até agora marcou quatro dos sete gols da seleção na Copa, levou os fãs ao delíro com seu controle de bola.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Messi faz dois, se iguala a Neymar, Argentina sua para vencer a Nigéria e garante 1º lugar


Lionel Messi é o cara. O camisa 10 e capitão voltou a salvar a Argentina, marcou dois gols e foi fundamental para a vitória suada por 3 a 2 diante da Nigéria, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, em Porto Alegre. Mas pode chamar de pedaço albiceleste.
A torcida que lotou o estádio do Internacional era predominantemente em favor dos sul-americanos, numa invasão à capital do Rio Grande do Sul que marcará a história das Copas do Mundo. Cantando e provocando os brasileiros, os argentinos deram um show à parte e viram nova atuação de gala de Messi.
Logo aos 2 minutos de partida, ele aproveitou rebote e abriu o placar. Pouco depois, a Nigéria igualou com Musa. A emoção tomou conta novamente do Beira-Rio antes do intervalo, quando Messi balançou as redes em cobrança de falta, se igualando a Neymar na artilharia da Copa com quatro gols. O camisa 10 ainda conseguiu uma sequência semelhante à de Diego Maradona ao fazer quatro tentos consecutivas para a Argentina em um Mundial ('El Pibe' obteve a façanha em 1986).
GETTY
Rojo faz a festa após cabecear para o fundo do alvo
Rojo faz a festa após anotar o seu gol
Mas a volta do intervalo foi quente: Musa, outra vez, igualou para a Nigéria e botou fogo. No entanto, Rojo, de joelho, fez o gol que garantiu a vitória argentina.
A nota preocupante para os argentinos foi a saída de Aguero ainda aos 37 do primeiro tempo.
Com o resultado, a seleção bicampeã mundial chegou a nove pontos e garantiu a liderança do grupo F. A Nigéria, mesmo com a derrota, se classificou para as oitavas de final com quatro pontos, porque o Irã caiu para a Bósnia.
Assim, a Argentina vai agora para São Paulo enfrentar na próxima fase o segundo colocado da chave E (Suíça ou Equador) em 1º de julho, enquanto a seleção africana deve pegar a França no dia anterior em Brasília.
O jogo
Foram os cinco primeiros minutos mais elétricos da Copa do Mundo. O Beira-Rio pintado de azul e branco logo teve sua recompensa pela festa: aos 2, Mascherano deu lindo lançamento para Di María invadir e chutar; o goleiro Enyeama defendeu, mas a bola bateu na trave, e no rebote Lionel Messi estufou as redes para fazer 1 a 0. Este é o terceiro gol do craque argentino na Copa do Mundo.
A torcida nem tinha saído do transe direito quando os nigerianos igualaram o placar. Em contra-ataque, aos 4, Babatunde rolou para Musa, pela esqueda da área, fintar Zabaleta e tocar no canto esquerdo de Romero, que poderia ter ido melhor.
Que começo!
REUTERS
Musa é abraçado por Yobo após fazer um belo gol
Musa é abraçado por Yobo após fazer um belo gol
Aos 8, quase Higuaín marcou o segundo argentino: ele recebeu passe rasteiro em profundidade, chegou a driblar Enyeama, mas chutou fora.
Então, a partida perdeu em intensidade. Uma nova chance foi criada apenas aos 24 minutos, quando o quarteto ofensivo argentino jogou, mas o cruzamento/chute de Di María não encontrou o gol e nem Messi, que tentou um carrinho. Na sequência, Odemwingie arriscou de fora da área, e a bola passou sobre o travessão.
Aos 29, Di María novamente apareceu em chute de fora, cruzado, e Enyeama colocou para escanteio. Na jogada seguinte, Messi cruzou para Rojo, que reclamou de puxão na área de Yobo e cabeceou à direita do gol.
A Argentina, porém, sofreu um golpe aos 37: Aguero sentiu uma lesão e precisou deixar o jogo. Lavezzi entrou em seu lugar. Seis minutos depois, o duelo de 2010 voltou a ter seu capítulo neste ano. Em cobrança de falta, Messi mandou a bola no ângulo esquerdo, mas Enyeama chegou a temoi e mandou para escanteio.
Três minutos depois, o argentino venceu: em nova falta pela direita, a canhota de Messi foi no mesmo lugar, mas desta vez o nigeriano não chegou. 2 a 1 para a Argentina, quarto gol do camisa 10, se igualando a Neymar na artilharia da Copa.
Mas a Nigéria não quis saber de ficar muito tempo atrás no placar de novo e apenas dois minutos depois da volta do intervalo igualou. Musa tabelou com Babatunde, invadiu a área e, mesmo marcado por dois, balançou as redes outra vez.
REUTERS
Messi comemora ao abrir o placar logo no início do jogo
Messi comemora ao abrir o placar logo no início do jogo
Só que a partida continuou maluca, e a Argentina retomou a dianteira no placar aos 5. Primeiramente, Di María chutou e Enyeama mandou para escanteio. Na cobrança, Rojo apareceu livre dentro da área para bater com joelho direito e fazer o terceiro.
A torcida foi ao delírio e começou a gritar "olé" já aos 14 da etapa final. Foi quando Messi quase chegou ao hat-trick: após cruzamento de Rojo, o atacante se esticou, mas quando chutando do lado esquerdo de Enyeama.
Aos 21, o capitão argentino foi substituído por Ricky Álvarez, e a festa foi feita no Beira-Rio com reverência ao ídolo. O duelo, porém, continuou empolgante.
Higuaín e Lavezzi perderam ótimas chances para a Argentina, enquanto Musa e Emenike quase igualaram o placar outra vez. Mas a vitória foi albviceleste.
FICHA TÉCNICA
NIGÉRIA 2X3 ARGENTINA
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 25 de junho, quarta-feira
Horário: 13h (de Brasília)
Público: 43.285 pessoas
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Renato Faverani e Andrea Stefani (ambos ITA)
Cartões amarelos: Omeruo e Oshaniwa (Nigéria)
Gols: Nigéria - Musa, aos 4 do primeiro tempo e aos 2 do segundo tempo; Argentina - Messi, aos 2 e aos 47 do primeiro tempo, e Rojo, aos 5 do segundo tempo
NIGÉRIA: Enyeama; Ambrose, Yobo, Oshaniwa e Omeruo; Obi Mikel, Onazi, Musa e Babatunde (Uchebo); Odemwingie (Nwofor) e Emenike. Técnico: Stephen Keshi
ARGENTINA: Romero; Zabaleta, Fernández, Garay e Rojo; Gago, Mascherano, Di María, Aguero (Lavezzi) e Messi (Ricky Álvarez); Higuaín (Biglia). Técnico: Alejandro Sabella.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

No jogo que ninguém queria ver, Bósnia vence a 1ª em Copas, mas se despede junto com o Irã

Entre os 48 jogos da primeira fase da Copa do Mundo, era talvez o que oferecesse menos atrativos. A tese é confirmada pela baixa procura de ingressos e os lugares vazios que sobraram na Arena Fonte Nova, nesta quarta-feira, em Salvador. Quem se arriscou, viu a primeira vitória da história da Bósnia em um Mundial, 3 a 1 sobre o Irã.
É verdade que o feito pouco valeu, já que a única seleção estreante de 2014 já estava eliminada, após duas derrotas nos primeiros jogos da Copa. Mas o placar serviu para acabar com o sonho do Irã, que dependia apenas de um triunfo para avançar, também pela primeira vez em sua história, a uma oitavas de final de Mundial.
Com o resultado, a Bósnia fechou sua participação no grupo F em terceiro lugar, com três pontos, atrás das classificadas Argentina e Nigéria. Os iranianos permaneceram com apenas um ponto e se despediram da Copa com a pior campanha da chave, tendo marcado apenas um golzinho, o desta quarta, com Ghoochannejhad .
O placar, ao menos, honrou a fama de estádio dos gols nesta Copa do Mundo. Agora, já são 21 gols feitos em Salvador em apenas quatro partidas, uma média superior a cinco por jogo até aqui. 
Um dos responsáveis por mais uma tarde de gols na Fonte Nova foi Dzeko, principal estrela da Bósnia, que, enfim, desencantou e marcou seu primeiro gol no Mundial. Pjanic e Vrsajevic fizeram os outros tentos europeus.
REUTERS
Sobraram lugares vagos na Arena Fonte Nova nesta quarta
Sobraram lugares vagos na Arena Fonte Nova nesta 4ª
O jogo só poderia valer classificação para o Irã, mas parecia que era o contrário. A não ser pela reclamação de pênalti - inexistente - de Safi, os primeiro minutos de jogo foram todos da Bósnia. Na melhor chance, aos oito de partida, Dzeko cabeceou nas mãos do goleiro Haghighi.
A recompensa pela superioridade veio aos 23 minutos, quando a Bósnia puxou contra-ataque e a bola chegou aos pés de Dzeko, que, fora da área, evitou a marcação de um iraniano, ajeitou para a perna esquerda e finalizou rasteiro. A bola ainda bateu na trave esquerda de Haghighi antes de entrar.
No lance seguinte à saída de bola após o gol, o Irã, enfim, ameaçõu e quase empatou a partida. Dentro da área, Shojaei recebeu cruzamento rasteiro vindo da direita, dominou e finalizou. A bola bateu no travessão e, no rebote, em posição de impedimento, Reza Ghoochannejhad arrematou mal.
Os iranianos assustaram novamente aos 30 minutos. Após cruzamento da direita, Dejagah desviou de cabeça e Ghoochannejhad, novamente em posição de impedimento, finalizou em cima do goleiro Begovic, antes de ver o lance anulado pela arbitragem.
Referência da seleção bósnia, Dzeko protagonizou o lance que quase originou o segundo gol dos europeus, aos 41 minutos. O jogador do Manchester City deu passe em profundidade para Vrsajevic, que entrou na área livre na área mas errou ao tentar o chute cruzado.
REUTERS
No fim, restou aos iranianos lamentar a derrota e a desclassificação
No fim, restou aos iranianos lamentar o fim do sonho, com derrota e desclassificação
Já o erro do zagueiro iraniano Hosseini na saída de bola, aos 14 minutos do segundo tempo, não foi perdoado. Dzeko recuperou a bola para a Bósnia e passou para Ibisevic, que viu o deslocamente de Pjanic e colocou o companheiro na cara do gol. Em posição duvidosa, o jogador da Roma tocou com categoria na saída de Haghighi e fez 2 a 0.
Apesar de ter adotado postura ofensiva desde o início do segundo tempo, o Irã só conseguiu ameaçar realmente o gol adversário aos 35 minutos. Principal jogador iraniano, o atacante Reza Ghoochannejhad dominou na área, puxou para a esquerda e finalizou. Desviada pelo goleiro Bogovic, a bola passou perto.
Pouco depois, aos 36, o mesmo Reza Ghoochannejhad foi o autor do primeiro gol iraniano na Copa. Com o gol aberto, o jogador só teve o trabalho de completar cruzamento de Hosseini.
No lance seguinte, porém, a Bósnia deu a resposta e afastou qualquer possibilidade de ser surpreendida nos momentos finais do jogo. Em rápido contra-ataque, Vrsajevic recebeu livre, entrou na área e chutou cruzado. A bola bateu na trave direita de Haghighi e morreu nas redes: 3 a 1 e fim de Copa para as duas seleções.
FICHA TÉCNICA 
BÓSNIA E HERZEGOVINA 3 X 1 IRÃ
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA) 
Data: 25 de junho de 2014 (Quarta-feira) 
Horário: 13 horas (de Brasília) 
Árbitro: Carlos Velasco Carballo (Espanha) 
Assistentes: Roberto Alonso Fernández (Espanha) e Juan Yuste (Espanha)
Cartões amarelos: Besic (Bósnia e Herzegovina) e Ansari Fard (Irã)
Gols: BÓSNIA E HERZEGOVINA: Dzeko, aos 23 minutos do primeiro tempo, Pjanic, aos 14 minutos do segundo, e Vrsajevic, aos 37 minutos do segundo tempo; IRÃ: Reza Ghoochannejhad, aos 36 minutos do segundo tempo
BÓSNIA E HERZEGOVINA: Asmir Begovic, Vrsajevic, Toni Sunjic, Emir Spahic e Kolasinac; Muhamed Besic, Miralem Pjanic, Hadzic (Vranjes) e Susic (Salihovic); Edin Dzeko (Visca) e Ibisevic
Técnico: Safet Susic
IRÃ: Alireza Haghighi; Pejman Montazeri, Jalal Hosseini, Amirhossein Sadeghi e Mehrdad Pooladi; Andranik Timotian, Javad Nekounam, Masoud Shojaei (Heydari), Ehsan Haji Safi (Alireza Jahan Bakhsh) e Ashkan Dejagah (Ansari Fard); Reza Ghoochannejhad 
Técnico: Carlos Queiroz
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Suárez derruba a Inglaterra, mantém Uruguai vivo e faz rival depender de milagre

O craque decidiu. Luis Suárez voltou justamente na 'final' do grupo da morte da COpa do Mundo, o D, fez dois golaços e deu a vitória ao Uruguai por 2 a 1sobre a Inglaterra nesta quinta-feira na Arena Corinthians, em São Paulo.
Ele, que joga na Inglaterra, no Liverpool, faz os europeus dependerem de um verdadeiro milagre para conseguirem a classificação para as oitavas de final. Os sul-americanos, no entanto, terão vida dura também, já que agora enfrentarão a Itália.
Rooney até deu um ar de salvação à Inglaterra quando empatou o jogo aos 30 minutos do segundo tempo, mas Suárez, que já havia aberto o placar aos 38 da primeira etapa, não perdoou aos 40 do segundo e estufou novamente as redes de Hart, definindo o triunfo.
O Uruguai, que ma estreia caiu surpreendentemente para a Costa Rica, foi a três pontos; já os "Three Lions", apelido da seleção inglesa, zerados, chegarão à rodada final com chance de classificação mesmo com o o revés, mas dependem de dois triunfos dos italianos, contra costarriquenhos e uruguaios, e ainda têm de descontarem o saldo de gols.
Eles têm -2, enquanto o Uruguai tem -1. Os sul-americanos, no entanto, chegam com uma força psicológica grande para o duelo diante dos italianos, que já podem entrar em campo classificados.
Costa Rica e Inglaterra, no Mineirão, em Belo Horizonte, e Itália e Uruguai, na Arena das Dunas, em Natal, acontecem a partir das 13h (de Brasília) da próxima terça-feira, dia 24, fechando e definindo os classificados dos grupo D para as oitavas de final. . 
O jogo - Logo aos quatro minutos, Suárez cobrou escanteio forte da esquerda do ataque e rasteiro no primeiro pau e quase enganou Hart, que recuperou-se a tempo e mandou a bola para novo tiro de canto.
REUTERS
Wayne Rooney empatou a partida para a Inglaterra, mas não foi o suficiente
Rooney fez seu primeiro gol em uma Copa, mas não foi suficiente
A resposta inglesa aconteceu aos nove, em infração da entrada da área assinalada após Godín impedir a passagem da bola com a mão. Rooney bateu colocado, Muslera só olhou, e a bola passou caprichosamente à sua direita. 
Aos 15, o Uruguai assustou de novo. González cruzou da direita, rasteiro, a zaga afastou mal, Cristian Rodríguez pegou de primeira, cruzado, mas a bola passou raspando a trave direira de Hart.
O Uruguai era melhor, principalmente nas investidas pela direita de seu ataque, Com Cáceres e Gonzáles em cima de Baines, que não tinha cobertura de ninguém do meio-campo inglês. Foi por este lado que aos 25, Suárez cobrou escanteio rasteiro, ensaiado, para Cavani, que pegou de primeira e viu a bola passar bem perto da trave esquerda de Hart.
Aos 31, a chance de gol mais clara da partida até então. Gerrard cobrou falta lateral no segundo pau, Rooney ganhou de Cáceres no alto e cabeceou, mas a bola explodiu na junção da trave esquercda com o travessão. A torcida foi à loucura.
Aos 36, parte da torcida presente na Arena Corinthians começou a gritar "Timão, ê, ô", em referência ao clube alvinegro, dono do estádio, mas logo outra parte do público passou a vaiar. Segundos de duelo local em uma Copa do Mundo.
Aos 38, o Uruguai abriu o placar. E com um belo gol. Em rápido ataque pela esquerda, Cavani levantou na medida do outro lado para Suárez cabecear no lado oposto de Hart e fazer 1 a 0, enquanto Jagielka nada achou em seu salto.
Aos 40, Rooney enfiou ótima bola para Sturridge, que invadiu a área pela esquerda e chutou forte, mas parou na defesa de Muslera, que mandou para escanteio. 
O segundo tempo começou com três ótimas chances para o Uruguai. Aos três, Suárez, de novo, cobrou escanteio rasteiro no primeiro pau e obrigou Hart a fazer ótima defesa; aos cinco, Suárez ficou com saída de bola errada, mas errou o alvo; aos sete, Lodeiro enfiou ótima bola para Cavani, que dominou e tirou do arqueiro inglês, mas tirou também do gol.
A Inglaterra, sem nenhuma substituição, chegou aos nove, quando Rooney dominou cruzamento já à frente da marca do pênalti e chutou no meio do gol para a providencial intervenção de Muslera.     
Aos 19, Roy Hodgson colocou Barkley na vaga de Sterling e, pouco depois, Lallana no de Welbeck na tentativa de mudar. Demorou, mas aos 30 minutos, jogada pela direita do ataque acabou com ótimo cruzamento de Jonhson da direita, a bola passou por toda a área, ninguém do Uruguai apareceu, e Rooney, sozinho, só empurrou para as redes e empatou.  
Aos 40, Suárez foi lançado na direita, outra vez nas costas de Baines, invadou a área e estufou as redes de Hart, fazendo 2 a 1 para o Uruguai. A torcida azul explodiu, e o símbolo da lamentção foi a expressão de Gerrard olhando para o telão após o gol.
REUTERS
Suarez vibra Uruguai x Inglaterra  2
Suárez vibra com o gol que garantiu a vitória do Uruguai sobre a Inglaterra por 2 a 1
FICHA TÉCNICA:
URUGUAI 1 x 0 INGLATERRA
Local: Arena Corinthians, em São Paulol (SP)
Data: 19 de junho de 2014, quinta-feira
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Velasco Carballo (ESP)
Assistentes: Roberto Alonso Fernandes e Juan Yuste (ambos ESP)
Gol: Suárez (Uruguai), aos 38 minutos do primeiro tempo; Rooney, aos 30 minutos, e Suárez, aos 40 do segundo tempo
Cartões amarelos: Godín (URU), Gerrard (ING)
URUGUAI: Muslera; Cáceres, Giménez, Godín e Álvaro Pereira; Arévalo Rios, Álvaro González, Nicolás Lodeiro (Stuani) e Cristian Rodríguez; Luis Suárez e Edinson Cavani
Técnico: Óscar Tabárez
INGLATERRA: Joe Hart; Glen Johnson, Gary Cahil, Phil Jagielka e Leighton Baines; Steve Gerrard, Jordan Henderson; Raheem Sterling (Barkley), Danny Welbeck (Lallana) e Wayne Rooney; Daniel Sturridge
Técnico: Roy Hodgson
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Camarões em destroços: imprensa local acusa até presença de prostitutas em delegação

É extensa a lista de polêmicas envolvendo a seleção de Camarões, último rival brasileiro no grupo A da Copa do Mundo. Os problemas dos africanos começaram ainda no período de preparação antes do Mundial, quando jogadores ameaçaram entrar em greve por divergências com a federação de futebol local quanto à premiação pela participação no torneio. O time não embarcou para a América do Sul na data marcada e só viajou depois de entrar em acordo com os dirigentes.
Já aqui, os ‘Leões Indomáveis' estrearam na Copa com derrota para o México por 1 a 0 - que poderia ser 3 a 0 se dois gols legais do adversário não tivessem sido anulados - e deram adeus às chances de classificação às oitavas de final ao perderem por 4 a 0 pela Croácia, nessa quarta-feira.
Aumentaram o vexame da goleada as atitudes do volante Song, do Barcelona, expulso ainda no primeiro tempo com os croatas por um soco nas costas do atacante Mandzukic e dos companheiros Assou-Ekotto e Moukandjo, que trocaram socos pouco antes do final da partida.
"Odiei ver aquilo. Esta não é a imagem de Camarões que eu quero projetar. Foi uma situação muito má, uma coisa muito feia, e a equipa perdeu duas vezes", lamentou-se o técnico alemão Volker Finke.
Inconformados com o papelão, jornalistas camaroneses não se constrangeram em perguntar para Finke na entrevista coletiva pós-jogo se ele iria pedir demissão com a Copa em curso ou ao final da competição.
A imprensa do país também não pensou duas vezes ao insinuar que enquanto a equipe nacional faz feio dentro de campo, membros da seleção passeiam com prostitutas pelo país. Segundo o site Cameroon-Info, "várias pessoas da delegação camaronesa embarcaram no Brasil com charmosa companhia."
"Não nos perguntem os nomes!", continua a publicação, "É um hábito nosso, quando um homem sai em missão, é preciso ter acompanhantes para se desempenhar bem o trabalho. E trazidas de casa. Encontrar o mesmo serviço no exterior exigiria longos diálogos em português e uma boa quantia de reais."
Antes da Copa, em meio às discussões entre jogadores e cartolas por premiação, Roger Milla, ídolo do futebol africano presente nos mundiais de 1982, 1990 e 1994 com os ‘Leões', já havia declarado: "Nós sabemos que os dirigentes vão para o Brasil para encher os bolsos e levar suas namoradas pro hotel."

A seleção brasileira avanças às oitavas de final com um empate contra Camarões, segunda-feira que vem, em Brasília. Para se garantir na liderança do grupo A, é preciso vencer e torcer para o México não bater a Croácia, no mesmo dia, no Recife, superando o saldo verde-amarelo, hoje, de um gol a mais.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN
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