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quinta-feira, 13 de março de 2014

Newell's segura pressão da Arena e tira os 100% do líder Grêmio

No maior teste enfrentado na edição de 2014 da Copa Libertadores da América, o Grêmio parou em uma ‘barreira'. Diante de um adversário defensivamente impecável e em uma noite de má pontaria - especialmente do centroavante Hernán Barcos -, a equipe gaúcha ficou apenas no empate sem gols com o Newell's Old Boys, na Arena do Grêmio, e perdeu os 100% de aproveitamento na competição sul-americana.
A igualdade diante de um forte rival (e candidato ao título da competição) deixa o Grêmio com sete pontos depois de três rodadas de Libertadores - o time de Enderson Moreira ocupa a liderança do Grupo 6. O Newell's Old Boys, por outro lado, subiu para quatro pontos e agora é o segundo colocado na chave; ultrapassou o Atlético Nacional, que ficou no 2 a 2 com o Nacional-URU na última terça.
Diante do grande rival até o momento na competição, o Grêmio sofreu durante a primeira etapa. Bem postado defensivamente e com o posicionamento extremamente compacto, aceitando a pressão exercida pelos gaúchos, o time argentino evitou as finalizações e minou aos poucos a armação brasileira.
Somente no segundo tempo, aproveitando o cansaço do veterano clube rival - que levou a campo nomes experientes como Gabriel Heinze, Maxi Rodríguez e Lucas Bernardi -, o Grêmio cresceu. Na primeira grande chance, Barcos recebeu dentro da área e finalizou torto. Minutos depois, após confusão na área, Pará soltou a bomba e carimbou o travessão, frustrando os mais de 40 mil pagantes na Arena.
Depois de receber, teoricamente, a maior ameaça do grupo na Arena, o Grêmio tem em vista o maior desafio desta fase de grupos: encarar o Newell's Old Boys em Rosario, no Estádio Marcelo Bielsa - o confronto está marcado para a próxima quarta-feira, às 22h (de Brasília). Pelo Gaúcho, o próximo compromisso ocorrerá neste domingo, às 16h, contra o Pelotas.
O jogo
A primeira boa chegada gremista ocorreu aos cinco minutos: Zé Roberto tabelou com Barcos e invadiu a área, mas Guzmán saiu aos seus pés e evitou o gol. Aos 16, o experiente zagueiro Heinze cometeu um erro bobo, atravessando uma bola na frente da área que foi dominada por Luan. O menino, porém, não conseguiu dominar e chutar com velocidade, perdendo a chance.
Aos 21, o Newell's é que levou perigo em chute de Ponce na rede pelo lado de fora. Oito minutos mais tarde, Maxi Rodríguez arriscou com perigo de fora da área. A equipe argentina teve mais posse de bola na parte final do primeiro tempo, neutralizando as tentativas gremistas. Porém, com muitos erros de passe, não conseguiu mais levar perigo a Marcelo Grohe.
O Grêmio voltou mais aceso e pressionando no segundo tempo, mas a primeira chance foi do time argentino: Cáceres deu janelinha em Zé Roberto e chutou com perigo de fora da área. Aos 10, Luan deu passe sensacional de calcanhar para Zé Roberto, que arrematou sobre a zaga. Aos 12, Riveros bateu da entrada da área para boa defesa de Guzmán.
No minuto seguinte, Riveros deixou o campo para a entrada de Dudu, que em sua primeira jogada na partida arrematou para defesa segura do goleiro argentino. Aos 16, Pará cruzou da direita e Zé Roberto cabeceou por cima. Aos 26, Barcos recebeu grande passe na área de Luan e Guzmán fez grande defesa. Na jogada seguinte, um cruzamento da esquerda passou na frente de Werley, que estava livre na pequena área.
O Grêmio aumentou a pressão em busca da vitória. Aos 32, Alán Ruiz teve a chance, mas seu chute bateu sobre a zaga. Dois minutos depois, Ruiz deu a Barcos, livre, mas dentro da área ele bateu para fora, perdendo chance incrível.
Aos 37, um bombardeio na área argentina: primeiro o goleiro Guzmán fez grande defesa em chute de Werley, e na sequência Pará explodiu no travessão. Aos 45, Maxi Rodríguez recebeu de Barcos e bateu com perigo pra fora, na última chance do time gaúcho no esperado confronto desta quinta.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quarta-feira, 12 de março de 2014

Após derrota no Equador, botafoguenses reclamam do árbitro e do gramado: 'Um pasto'

O Botafogo sofreu a sua primeira derrota na fase de grupos da Libertadores, mas segue na liderança. Depois de sofrer um gol no fim e perder para o Independiente del Valle, por 2 a 1, no Equador, os jogadores alvinegros reclamaram bastante do péssimo gramado de Sangolquí e também do árbitro peruano Manuel Garay.
"Lutamos bastante, mas tomamos um gol no fim. Jogamos com oito atletas na linha no fim e isso foi decisivo. Eles ainda acertaram um bom chute. Não é dar desculpa, mas jogar nesse pasto aqui é complicado", disse o volante Marcelo Mattos, que completou.

"Libertadores é assim, jogo pesado, difícil. O árbitro quis expulsar o Bolívar, achou que deveria expulsar o Edilson também, aí fica complicado. Mas no Maracanã, semana que vem, com a nossa torcida, vamos reverter".
No segundo tempo, quando o placar ainda marcava 1 a 1, o Botafogo teve dois jogadores expulsos: o zagueiro Bolívar, que empurrou um adversário, e o lateral Edílson, por reclamação excessiva.
O lateral Júlio César fpi outro que fez críticas à arbitragem, mas já pensa no duelo de volta contra os equatorianos, na próxima terça-feira, no Maracanã.
"Complicado. Claro que não fizemos uma boa partida, mas pegando um árbitro destes e um campo horroroso fica difícil. O juiz estava perdido na partida. Agora, é pensar no jogo de casa, ainda temos como classificar", afirmou Júlio César.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Afoito, Flamengo joga mal e cede empate ao lanterna Bolívar no Maracanã


Sobrou disposição, falou calma. Afoito, em meio aos próprios tropeços, o Flamengo falhou em missão importante pela Libertadores e apenas empatou em 2 a 2 com o Bolívar, lanterna do grupo 7. O rubro-negro até virou o placar, com dois gols de Everton, mas Pedriel empatou a partida depois de Capdevilla ter aberto o placar.
Com o resultado, o time carioca chegou aos quatro pontos no grupo, mesmo número do León, mas está em segundo lugar, pelo saldo de gols. O Emelec, com seis pontos, lidera, enquanto o Bolívar, com dois, é o lanterna.
Sem Léo Moura e André Santos, Jayme de Almeida optou por Leo e João Paulo, que foram muito mal. Na próxima rodada, daqui a uma semana, o Flamengo vai até La Paz enfrentar o próprio Bolívar. Já o León recebe o Emelec, no México.
O jogo
O clima, pela conquista atencipada da Taça Guanabara, era bom. O público, também. A expectativa era grande. Mas, de início, o Flamengo sentiu. Não só a grande expectativa que emanava da arquibancada, mas a falta de seus laterais titulares.
Por Léo Moura e André Santos, em muitas oportunidades, há o desafogo em um time carente de meias. E o Flamengo se viu preso na própria ansiedade. Até Elano, experiente, errava passes em demasia. Vá lá que o jogo era mesmo importante para as pretensões rubro-negras na Libertadores. Mas os rubro-negros, no campo e na arquibancada, estavam afoitos demais.
Efe
Capdevilla comemora gol do Bolívar no Rio
Capdevilla comemora gol do Bolívar no Rio
Essa postura, claro, contribuiu para que o Bolívar, bem fechado e melhor ainda organizado, mantivesse a bola no pé, em busca de um contra-ataque. E o Flamengo os oferecia. Pelos pés de Capdevilla, no meio de campo, saíam os contra-ataques. Aos 15 minutos, Arce, ex-Corinthians, mandou uma bomba de fora da área que assustou Felipe.
Aos 23 minutos, Elano cruzou na área e Hernane, de cabeça, mandou perto do gol de Quiñonez. O campo dado pelo Bolívar era um convite ao Flamengo, que pouco aproveitava. Leo, substituto do xará Léo Moura, tinha opções pelo lado direito, mas, nervoso, errava muito tanto na frente quanto na marcação o resultado foi uma vaia direcionada da torcida. Leo, então se recolheu. E deu espaços para Gabriel.
O tempo passava, a torcida pedia ao time para pressionar, mas o Flamengo, confuso, errava demais. Aos 38 minutos, Gabriel teve boa chance, invadiu a área pelo lado direito e bateu cruzado, perto da trave esquerda de Quiñonez. Não deu. Sob vaias, o time desceu as escadas para o intervalo.
Era preciso, então, ousar. E Jayme ousou. Tirou Leo e colocou Paulinho, um atacante, na lateral direita. O Flamengo voltou bem melhor. Justamente com o camisa 26, avançava o tempo todo e alçava bolas à área. Logo aos três minutos, Paulinho avançou pela direita, puxou para a perna esquerda e bateu forte, por cima do gol.
O Flamengo era melhor, a torcida ajudava, mas Libertadores é cruel. O Bolívar, até então encolhido, armou contra-ataque. De pé em pé, chegou na área e Ferreira, de costas para o gol, ajeitou para Capdevilla, que vinha de trás. O camisa 9 bateu forte, sem chances para Felipe Bolívar 1 a 0.
A tocida, então, entendeu que de nada adiantava vaiar cada passe errado. Com a desvantagem, a arquibancada se inflamou. Era o Flamengo, em casa. E o time foi para cima. A resposta não tardou. Aos nove minutos, Elano cobrou falta na área, Quinõnez saiu mal e deu rebote, João Paulo tocou para o meio da área e a bola resvalou para Everton, na ponta esquerda da área. De primeira, com o pé direito, ele bateu bonito, no canto esquerdo de Quinõnez. Tudo igual. 1 a 1.
Não é nem preciso dizer que a torcida inflamou-se ainda mais. Carrinho era sinônimo de gritos. O Bolívar se abria, dava mais espaços pelo meio, mas cabia a Muralha puxar o ataque. Hernane trombava com a zaga em vão. Elano, machucado, foi substituído por Alecsandro. Jayme desejava mais presença na área.
Mas de tanto jogar bola na área, em algum momento os rubro-negros teriam sucesso. Aos 20 minutos, nova bola na área. Paulinho fez boa jogada pela direita, cruzou, a bola bateu na zaga e no rebote Everton mandou para o gol. Virada. 2 a 1.
O gol de vantagem deixou o Flamengo mais confiante, desejando desperdiçar contra-ataques. O Bolívar, perigoso, mantinha a posse de bola.. Sabia que seu momento poderia chegar. E chegou. Aos 27 minutos, Pedriel foi lançado na área, a zaga parou, ele girou e bateu forte, sem chances para Felipe. 2 a 2.
A partir daí, o desespero tomou conta. Passes errados em profusão dos rubro-negros. Vaias para João Paulo. O Flamengo, confuso, estava longe do time confiante do restante do ano. Sentira o golpe. Aos 37 minutos, em cobrança de frente para a área, Everton bateu forte, por cima do gol. Vaias e vaias. Com o apito final e o empate, a certeza de que o Rubro-Negro terá de buscar pontos fora de casa nas duas próximas partidas para conseguir a classificação às oitavas de final.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Gol de pênalti no fim tira os 100% de aproveitamento do Atlético-MG na Libertadores

Um pênalti aos 43min da etapa final tirou os 100% de aproveitamento do Atlético-MG na Copa Libertadores da América. Na noite desta quarta-feira, o atual campeão sul-americano ficou apenas no empate por 2 a 2 com o Nacional, do Paraguai, no Estádio Antonio Aranda, em Ciudad del Este. Tudo em virtude do gol convertido por Silvio Torrales perto do final do encontro.
Apesar da frustração pela igualdade, o Atlético permanece em tranquila situação no Grupo 4 da competição. O time alvinegro soma sete pontos e permanece na liderança da chave. O Nacional, por outro lado, chegou aos quatro e subiu para o segundo posto. O Zamora, que venceu pela primeira vez na história da Libertadores ao fazer 2 a 1 no Santa Fé, alcançou os três.
A liderança poderia ser ainda mais tranquila, caso não fosse o polêmico lance de pênalti. O Atlético saiu atrás do marcador aos 9min, quando Melgarejo aproveitou falha no posicionamento de Dátolo e tocou na saída de Victor para abrir o placar no Paraguai.
O tento não abalou a equipe de Autuori, que manteve o ritmo cadenciado e direcionado para Ronaldinho. O camisa 10, aliás, foi decisivo mais uma vez. Aos 22min, após curta arrancada, o meia achou Josué, que invadiu a área e empatou. Cinco minutos depois, Jô virou o marcador e deu a tranquilidade necessária para o Atlético Mineiro trabalhar a bola.
O ritmo se manteve até o fim, até o momento em que a arbitragem marcou toque de mão do zagueiro argentino Otamendi. Aos 43min, perto do encerramento do duelo, Torrales cobrou no centro do gol, deslocando Victor, e sentenciou a queda dos 100% do atual campeão da América na Libertadores.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Inter goleia Remo, elimina 2° jogo na Copa do Brasil e volta a vencer sem D'Alessandro após 518 dias

Há 11 anos, o Internacional era surpreendido pelo Remo e caia logo na segunda fase da Copa do Brasil para o time paraense. Os times se reencontraram pela primeira rodada do torneio nacional nesta quarta-feira, em Belém, e os gaúchos deram o troco, golearam por 6 a 1 e se classificaram.

Os gols de Fabrício, Rafael Moura, duas vezes, Max, contra, Aránquiz, de pênalti e Alex, de falta, dispensaram a disputa da partida de volta, em Porto Alegre, dia 16 de abril. Val Barreto descontou. O Inter enfrentará na fase seguinte o vencedor de Barbalha-CE x Cuiabá-MT, que se encontram no duelo de ida em 2 de abril.
Esta foi a primeira vitória do Inter sem D'Alessandro, poupado por pequeno edema na região da coxa esquerda, em 518 dias ou oito jogos. O último triunfo sem o argentino aconteceu em 10 de outubro de 2012, 3 a 0 sobre o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro.

Líder disparado do grupo A do Campeonato Gaúcho com 35 pontos - nove a mais que o segundo colocado Brasil -, o Colorado encerra a primeira fase do Estadual no próximo domingo, contra o Lajeadense, fora de casa.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Palmeiras se salva com gol de Leandro no fim e vence o Vilhena-RO

O Palmeiras caminhava para seu primeiro jogo sem gols em 2014. Mas o faro de artilheiro de Leandro não permitiu. O atacante, que entrou no segundo tempo em lugar de Patrick Vieira, marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Vilhena-RO, nesta quarta-feira, fora de casa, em estreia na Copa do Brasil.
Apesar do triunfo, o time alviverde não encontro facilidade. O Palmeiras esbarrou na chuva, nas más condições do gramado do estádio Portal da Amazônia e também na marcação dos jogadores do Vilhena, que levaram a melhor na maioria das divididas.
Desfalcado apenas de Wesley, o Palmeiras pecou na criação das jogadas, o que facilitou o trabalho da defesa rondoniense. Valdivia foi presa fácil para Carlinhos, volante que se destacou no Vilhena, enquanto Juninho foi o único jogador inspirado.
Com isso, sobrou para um lance isolado decidir a partida em favor do Palmeiras. Aos 43 minutos do segundo tempo, Leandro recebeu passe de Bruno César da linha de fundo pelo lado direito, dominou e fuzilou para decretar o triunfo alviverde que representou um castigo para o Vilhena.
Com o resultado, o Palmeiras só depende de um empate na partida de volta, que acontecerá no dia 10 de abril, no Pacaembu, para avançar à segunda fase. O Vilhena, em compensação, terá a chance de enfrentar o Verdão novamente, já que, se perdesse por dois gols de diferença, estaria eliminado.

O jogo
Mesmo com Leandro, Bruno César e Mendieta à disposição, Gilson Kleina não quis mexer na estrutura tática do time e manteve Vinicius e Patrick Vieira nas pontas para aproveitar a volta de Valdivia. Mas de nada adiantou esse ou qualquer outro posicionamento. O Portal da Amazônia mostrou-se o principal adversário do Palmeiras.
O campo estava cheio de poças, principalmente da intermediária para a frente onde o Verdão atacou no primeiro tempo. Não adiantava lançar, impor velocidade ou mesmo tentar passar pela retranca do Vilhena tocando a bola, pois ela parava no acúmulo de água que sempre encontrava.
Mesmo o time anfitrião, que deveria estar acostumado com as condições do gramado, sofria pela chuva que caiu horas antes do jogo. O que se viu na estreia da Copa do Brasil mais parecia um jogo de várzea, com chutão e cruzamentos de longe que só consagravam goleiros e zagueiros.
As poças atrapalhavam tanto que Valdivia só não conseguiu aproveitar lançamento de Alan Kardec e driblar o goleiro porque a água o bloqueou na grande área, aos 24 minutos. Do outro lado, Edilsinho, meia-atacante de baixa estatura, chegou mais perto de abrir o placar ao tentar encobrir Fernando Prass e, em posição de impedimento, perder grande chance na cara do goleiro. O capitãop do Verdão ainda teve que segurar cabeçada de João Leandro.
À medida que faltava futebol, já que o Palmeiras, muito mais técnico, só conseguia atacar em cobranças de falta de Juninho, aumentava a violência em campo. O Vilhena passou a fazer cera sempre que podia e irritava o adversário com faltas duras, sempre escapando do cartão.
O árbitro só foi mexer no bolso quando Valdivia, que já tinha dito palavrões a Carlinhos, acertou o braço no meio-campista aos 40 minutos e recebeu amarelo. O campeão rondoniense teve seu primeiro cartão em lance pior, seis minutos depois, quando Alex Barcellos deu um tapa na nuca de Alan Kardec.
No segundo tempo, sem alterações, Gilson Kleina apostou no campo em melhores condições para atacar com a mudança de lado e adiantou a marcação, instruindo o time a utilizar Juninho para aproveitar o lado do gramado com menos poças. O camisa 6 correspondeu às expectativas em dez minutos.
O lateral esquerdo cobrou uma falta alçando a bola na área e a viu bater na trave e nas costas do goleiro Dalton antes de sair. Depois, foi à linha de fundo para colocar Vinicius na cara do goleiro - o atacante conseguiu bater para fora - e cruzar para Eguren, quase debaixo do gol, cabecear pela linha de fundo.
Em perigo, o Vilhena retomou sua estratégia de cometer faltas e fazer cera, tendo um jogador no chão pedindo atendimento médico sempre que possível. Kleina abriu o time trocando Eguren, Patrick Vieira e Vinicius por Bruno César, Mendieta e Leandro. Graças ao trio, conseguiu a vitória.
Aos 42 minutos, Mendieta lançou de cabeça do meio-campo para Bruno César, que ganhou disputa de corpo com seu marcador e entrou na grande área para entregar a bola a Leandro. Diferentemente de Vinicius, o artilheiro abriu o placar, dando esperança de eliminação do jogo de volta. Em vão: o segundo jogo no Pacaembu vai acontecer.

FICHA TÉCNICA VILHENA 0 X 1 PALMEIRAS

Local: 
Portal da Amazônia, em Vilhena (RO) 
Data: 12 de março de 2014, quarta-feira 
Horário: 19h30 (de Brasília) 
Árbitro: Paulo Schleich Vollkopf (MS) 
Assistentes: Lincoln Ribeiro Taques e Gislan Antonio Garcia da Silva (ambos do MT) 
Cartões amarelos: Alex Barcellos, Carlinhos, Willian Santos, Cucaú, Júnior e Edilsinho (Vilhena); Valdivia e Marcelo Oliveira (Palmeiras) 
Gol: PALMEIRAS: Leandro, aos 42 minutos do segundo tempo 

VILHENA: Dalton; Portela, Júnior, Alex Barcellos e Marinho; Thiaguinho, Cucaú, Willian Santos (Wertinho), Carlinhos e Edilsinho (Rocha); João Leandro (Roallase) 
Técnico: Marcos Birigui 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Eguren (Bruno César), França e Valdivia; Patrick Vieira (Mendieta), Vinicius (Leandro) e Alan Kardec 
Técnico: Gilson Kleina

Um grande abraço.

Fonte: ESPN

Com Pato no 'quase' e golaço de Osvaldo, São Paulo, com sustos, vence CSA por 1 a 0

Teve golaço, pressão e, enfim, a esperada estreia do atacante Alexandre Pato. Nesta quarta-feira, o São Paulo, com certa dificuldade e sofrendo vários sustos, venceu o CSA por 1 a 0 no estádio Rei Pelé, em Maceió, Alagoas, pela estreia na Copa do Brasil de 2014. O único gol do jogo foi marcado por Osvaldo, em bela jogada dentro da área.
Com o placar mínimo, o time do Morumbi voltará a enfrentar a equipe alagoana na competição nacional, torneio que nunca conquistou. A partida de volta está marcada para o dia 9 de abril, às 22h, na capital paulista.
Na partida, o técnico Muricy Ramalho optou por deixar Paulo Henrique Ganso no banco para acomodar Alexandre Pato entre os titulares. O camisa 11 ficou com a função de atuar como segundo atacante, encostando em Luis Fabiano. Pabón e Osvaldo jogaram como de costume, abertos pelos lados.
Pato estreou rodeado de expectativa. Foi um mês praticamente só treinando. Mas treinando bem: com gols e belas jogadas, ele se destacou nos treinamentos no CT da Barra Funda. O fato dele também, de ter o retrospecto de sempre estreiar marcando contribuiu para que o otimismo aumentasse.
Os minutos iniciais refletiram o ambiente de boas perspectivas. Com menos toque de bola, mais velocidade e sem ser pressionado, o clube do Morumbi chegou duas vezes com perigo em seis minutos. As duas com Pato. Na primeira, ele até balançou as redes, mas o juiz apontou um toque de mão. Na segunda arriscou de fora da área e viu a bola ir para fora. E, no primeiro tempo, foi só.
Aos 23 minutos, o São Paulo teve sua melhor chance de abrir o placar. Osvaldo arrancou pela esquerda, passou por três adversários e inverteu a bola para a direita. Luis Fabiano dominou, invadiu a área e chutou na saída do goleiro Pantera - a zaga tirou em cima de linha. Quatro minutos depois, o CSA obrigou Rogério Ceni a fazer sua primeira defesa no jogo, após chute de Daniel Costa de fora da área.
O time alagoano se animou e também teve um gol anulado aos 40 minutos. Jefferson Maranhense serviu Mineiro, que invadiu a área e fuzilou Ceni. O assistente, no entanto, marcou impedimento.
Na segunda etapa, o São Paulo conseguiu abrir o placar com nove minutos. Álvaro Pereira avançou até a linha de fundo e cruzou. A zaga rebateu, Pato pegou a sobra e passou para Osvaldo. O camisa 17 girou, saiu de três jogadores do CSA e bateu forte para balançar as redes. Um minuto depois, o lateral uruguaio quase provocou o empate: fez um recuo mal feito para Ceni e viu Uéderson roubar a bola, driblar o camisa 1 e acertar a trave.
A desvantagem não assustou o time alagoano. Com chegadas rápidas e muita correria, o CSA passou assustar o gol defendido por Ceni. Para mudar o panorama, Muricy colocou Ganso no lugar de Luis Fabiano e empurrou o Pato para virar a referência do ataque. E quase funcionou na hora: após cruzamento, o camisa 10 tocou e, de cabeça, Pato arrematou para grande defesa de Pantera.
Foi o último momento de real perigo que o São Paulo criou na partida. O CSA, apostando na velocidade, ainda deu pequenos sustos na defesa são-paulina, mas não evitou a derrota. Por outro lado, o time alagoano fez o suficiente para garantir o jogo de volta.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 9 de março de 2014

Não para: Santos chega a 14 gols em três jogos e atropela mais um


O Santos completou a primeira parte de sua meta no Campeonato Paulista. Perseguindo a liderança geral da fase de grupos para assegurar a vantagem de decidir em casa no mata-mata, o time suou no início, mas acabou goleando o Oeste por 4 a 1 na Vila Belmiro, neste sábado, e terá de manter o ritmo nas duas próximas rodadas para conseguir o seu objetivo.
O Palmeiras segue na cola nessa briga após vencer o Paulista por 3 a 1, em Jundiaí. A equipe ainda permanece atrás no saldo de gols, no entanto.
O alvinegro praiano abriu o placar com Leandro Damião aos 21 minutos do primeiro tempo, subindo mais que todo mundo para completar cruzamento da revelação Emerson Palmieri, substituto do chileno Eugenio Mena. Na saída para os vestiários, o centroavante confessou ter desviado a bola com o ombro.
"Realmente, fiz o gol de ombro, mas já fiz muitos desses. O problema é que fizemos e demos uma parada. E não podemos fazer isso. Essa vitória é muito importante pra gente e temos de voltar mais ligados", disse.
No retorno do intervalo, em lance praticamente idêntico, Bruno Peres levantou na área e Thiago Ribeiro fez o segundo. A bola tocou no travessão antes de pingar próxima à linha do gol e gerar reclamação adversária. O assistente Alex Alexandrino assumiu a responsabilidade e o árbitro Flavio Guerra confirmou. Ribeiro ainda marcou outro e viu a revelação Diego Cardoso fechar o baile. Eric descontou nos acréscimos.
Além de Mena, com dores no quadril, os zagueiros Edu Dracena e Gustavo Henrique, ambos com lesão no joelho, e o atacante Neilton, com uma entorse no tornozelo esquerdo, foram desfalques por problema físico. Aranha, Geuânio e Rildo, suspensos, também ficaram de fora.
Gazeta Press
Ex-Menino da Vila, Jean Chera retornou ao estádio neste domingo
Ex-Menino da Vila, Jean Chera retornou ao estádio neste domingo

O Oeste ainda pressionou a defesa dos donos da casa e teve pelo menos outras duas excelentes oportunidades para deixar a Vila Belmiro com um resultado melhor, esbarrando na noite inspirada do reserva Vladimir, sobretudo na etapa incial.
O detalhe curioso da partida ficou por conta da presença no banco de reservas dos visitantes da eterna promessa Jean Chera, que começou no Santos, foi comparada a Neymar e acabou sendo dispensada posteriormente.
Com o resultado, o time comandado por Oswaldo Oliveira alcançou 32 pontos e se mantém tranquilo na ponta do grupo A. A equipe de Itápolis é lanterninha no D, com oito pontos.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 4 x 1 OESTE
Local:Estádio Urbano Caldeira, Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 09 de março de 2013 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra
Assistentes: Herman Brumel Vani e Alex Alexandrino
Cartões amarelos: Gabriel e Thiago Ribeiro (Santos); Paes, Eric, Mauro Viana (Oeste)
Gols:
SANTOS: Leandro Damião, aos 21 minutos do primeiro tempo. Thiago Ribeiro, aos 14 e aos 30 minutos do segundo tempo e Diego Cardoso aos 37
OESTE: Eric, aos 46 minutos do segundo tempo;
SANTOS: Vladimir, Bruno Peres, Jubal, Neto, Emerson Palmieri (Zé Carlos); Arouca, Cícero e Lucas Lima (Serginho); Gabriel (Diego Cardoso), Thiago Ribeiro e Leandro Damião
Técnico: Oswaldo de Oliveira
OESTE: Paes; Eric, Ligger, Mauro Viana e Dênis Neves; Artur, Tiago Timbó (Fernandinho), João Denoni (Pablo), Jeferson Paulista (Piauí) e Lelê; Waguininho
Técnico: Sérgio Guedes
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Com time misto, Palmeiras bate o Paulista e segue na briga por melhor campanha

Já classificado para a fase de mata-mata do Campeonato Paulista de 2014, o Palmeiras foi até Jundiaí e entrou em campo apenas com alguns titulares. Mesmo assim, o "mistão" de Gilson Kleina conseguiu superar o Paulista por 3 a 1 neste domingo em duelo válido pela 13ª rodada do Estadual.
William Matheus abriu o placar aos 19 minutos de jogo para o Palmeiras. Seis minutos depois, David empatou para os mandantes em uma cobrança de pênalti. No segundo tempo, Victor Hugo, do time da casa, e Marcelo Oliveira, dos visitantes, foram expulsos pelo segundo cartão amarelo em lances distintos.
O Palmeiras soube se virar melhor com um homem a menos e voltou à frente do placar com Miguel, aos 22 minutos, e Patrik Vieira, aos 42 da etapa final.
Com este resultado o Palmeiras vai aos 32 pontos e segue na liderança do grupo D e em busca da melhor campanha na primeira fase do Paulista. O Santos também tem 32 pontos, mas leva vantagem nos critérios de desempate.
Já o Paulista continua como pior time do Estadual, com apenas dois pontos e na lanterna do grupo C, e confirmou o rebaixamento para a segunda divisão no ano que vem.

Não foi preciso muito tempo para notar os problemas que o Palmeiras iria enfrentar com a ausência de seus principais jogadores. Sem Wesley e Valdívia no meio de campo, além de Leandro e Alan Kardec no ataque, o time comandado por Gilson Kleina teve dificuldades para se impor diante do Paulista, e só viu um cenário ainda mais trágico no início do jogo por causa da falta de qualidade do adversário - já rebaixado à segunda divisão.
Se os reservas do Palmeiras tinha a missão de mostrar serviço ao comandante alviverde, mas tinham dificuldades diante da falta de criatividade em um gramado bastante ruim, a situação do Paulista era bastante diferente. Os jogadores da equipe de Jundiaí entraram em campo sem qualquer tipo de pressão e assim tiveram mais facilidade para partirem ao ataque.
O maior problema do Paulista, no entanto, era a falta de qualidade. Apesar da presença no ataque, o time de Jundiaí não conseguia acertar uma troca de passes no ataque, e assim não levaram perigo ao gol de Fernando Prass. O Palmeiras, por sua vez, não colocava velocidade para surpreender os lanternas do campeonato, o que irritou bastante o treinador Gilson Kleina.
Apesar da má atuação, quando os meias palmeirenses tiveram lampejos de criatividade, o time do Palestra Itália conseguiu balançar as redes. Aos 20 minutos de jogo, depois de França e Vinícius sofrerem falta, a bola ficou com Mendieta, o árbitro deu vantagem e o paraguaio encontrou William Matheus livre na esquerda, que invadiu a área e bateu cruzado para balançar as redes pela primeira vez.
O gol, porém, não era o reflexo da partida. Apesar da falta de qualidade, o Paulista mostrava bastante empenho no ataque e foi premiado pela dedicação aos 26 minutos. Após uma falha de Eguren no meio de campo, Gabriel Leite invadiu a área com liberdade, foi derrubado por Marcelo Oliveira e o árbitro marcou o pênalti. Na cobrança, David Batista chutou no meio do gol e deixou tudo igual.
O empate do Paulista não fez com que o Palmeiras acordasse no jogo. Ainda sem velocidade e criatividade, o time de Gilson Kleina se arrastou em campo ao longo do primeiro tempo, obrigando o treinador a modificar sua equipe no intervalo. Desta forma, o volante Eguren deu lugar ao atacante Miguel, com a intenção de deixar o Verdão mais ofensivo. A mudança demorou, mas deu resultado.
Os primeiros minutos da etapa complementar indicavam que o cenário seria bastante parecido com o que foi produzido antes do intervalo. Logo aos sete, o lateral Victor Hugo foi expulso de campo, deixando o Palmeiras com um jogador a mais. A vantagem não durou muito, já que, aos 10, Marcelo Oliveira também recebeu o segundo cartão amarelo e foi para os vestiários mais cedo.
Com o jogo fraco tecnicamente, o Palmeiras precisou de uma jogada individual para conquistar a vitória. Valente, Vinícius ganhou na força pela ponta esquerda do ataque, saiu na cara do goleiro e mostrou inteligência ao cruzar para Miguel. Desta forma, o garoto teve o trabalho de apenas escorar ao fundo das redes e virar o jogo para o Palmeiras.
O segundo gol deu mais tranquilidade ao Palmeiras, que passou a ter o domínio do jogo e ainda conseguiu ampliar sua vantagem diante do lanterna do Paulistão. Aos 42, Mazinho, que entrou no lugar de Vinícius no segundo tempo, fez a jogada pela esquerda, cruzou rasteiro e Patrick Vieira, após duas tentativas, colocou a bola no fundo das redes.
FICHA TÉCNICA
PAULISTA 1 X 3 PALMEIRAS
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto (SP)
Data: 9 de março de 2014, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Luis Alexandre Nilsen (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Adriano de Assis Miranda e Fábio de Jesus Volpato Mendes (ambos de SP)
Cartões Amarelos: Victor Hugo, David Batista (Paulista) França, Mendieta e Marcelo Oliveira (Palmeiras)
Cartões Vermelhos: Victor Hugo (Paulista) e Marcelo Oliveira (Palmeiras)
Gols: PALMEIRAS: William Matheus, aos 20 minutos do primeiro tempo, e Miguel, aos 22, e Patrick Vieira, aos 42 minutos do segundo tempo; PAULISTA: David Batista (pênalti), aos 26 minutos do primeiro tempo
PAULISTA: Ian, Crystian (Johny), Malcon, Leandro e Victor Hugo; Dodó, Everton, Gabriel (Felipe Silva) e Diego Rosa (Márcio Pitt), Erik Mamadeira e David Batista. Técnico: Beto Cavalcante
PALMEIRAS: Fernando Prass, Bruno Oliveira, Tiago Alves, Marcelo Oliveira e William Matheus; Eguren (Miguel), França, Mendieta, Bruno César (Victor Luís) e Patrick Vieira; Vinícius (Mazinho). Técnico: Gilson Kleina
Um grande abraço.
Fonte: ESPN


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