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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Após reunião, Tite permanece no comando do Corinthians

O técnico Tite seguirá no comando do Corinthians. Após a derrota para o Grêmio na última quarta-feira, a delegação corintiana foi recebida sob protestos nesta quinta no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Diante de um cenário de forte pressão, a diretoria do clube se reuniu por três horas no Centro de Treinamento Joaquim Grava, gerando especulações sobre a saída do comandante. Mas Tite continuará à frente da equipe alvinegra.
Além de Tite, o elenco, que já havia se manifestado anteriormente a favor do treinador, foi representado no encontro. Os laterais Alessandro e Fábio Santos, e o zagueiro Paulo André estiveram presentes no Centro de Treinamento corintiano para fazer trabalho de recuperação física e, segundo o diretor de futebol do clube, Roberto de Andrade, foram cobrados. Assim como Tite. O dirigente negou, porém, que a demissão do treinador tenha sido discutida.
"Ele tem contrato até dezembro e permanece. O que foi falado na reunião é que temos que mudar a nossa postura. Vocês vem acompanhando os jogos e nós temos condições de apresentar muito mais. O rumo da conversa foi esse. Quando falo em postura não é que ninguém está correndo, mas de uma forma estranha, irregular, pois os resultados não estão aparecendo", disse o diretor de futebol do Corinthians, Roberto de Andrade.
"O abatimento do Tite é pela situação da equipe, todos nós estamos (abatidos). O Corinthians tem um elenco para disputar o título, não para estar nessa posição. Temos um grupo qualificado", prosseguiu.
"Essa reunião é feita semanalmente. Como caímos muito na tabela do campeonato, fiz questão de estar junto. Traçamos algumas metas. Temos o jogo de quarta pela Copa do Brasil. O Tite tem contrato, vai cumprir. Ele não fala em renovação de contrato sem atingir 46, 47 pontos. Foi o que ele fez no ano passado, antes de irmos ao Japão. Isso está mantido. Não tem nenhuma novidade. O que tem é trabalhar, jogar, marcar gols e ganhar os jogos", discursou o presidente Mário Gobbi, em entrevista exclusiva à Rádio ESPN.
"Não foi cogitada a saída do treinador, a mudança. O Corinthians prega a mentalidade de manter o seu treinador. E nem se falou de antecipação de renovação de contrato porque sabemos que ele não aceita. Falou-se em trabalho, preocupaçãoes, metas e o que temos que fazer nessa reta final", afirmou.
Com uma campanha pífia no segundo turno do Campeonato Brasileiro, o Corinthians despencou na tabela de classificação. A equipe, campeã mundial, ocupa atualmente apenas a 13ª posição, com 37 pontos. O Criciúma, primeiro time dentro da zona de rebaixamento, soma 32 pontos.
Por outro lado, o Corinthians segue vivo na disputa da Copa do Brasil. A equipe vai enfrentar novamente o Grêmio, na próxima quarta-feira, no Sul, pelo jogo de volta das quartas de final. Na primeira partida, no Pacaembu, as equipes ficaram no empate em 0 a 0.
     Um grande abraço.
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      Fonte: ESPN

Goiás vence, se aproxima do G-4 e 'estaciona' Vasco na zona de rebaixamento

O Goiás venceu o Vasco por 2 a 0 no Moacyrzão, em Macaé, e se aproximou do G-4. Rodrigo, no primeiro tempo, e Hugo, no segundo, marcaram os gols do jogo. O clube do Centro-Oeste agora é o 5º colocado do Campeonato Brasileiro (43 pontos), a seis dos quatro primeiros. O Vasco, por outro lado, segue "afundado" na 18ª colocação, com 32 pontos, e perdeu uma grande oportunidade de deixar a zona de rebaixamento.
Agora, o Goiás tem pela frente um duelo direto pelo G-4, contra o Atlético-PR, às 16h (de Brasília) deste domingo, no Serra Dourada. O Vasco se prepara para o clássico contra o Botafogo, às 18h30 do mesmo dia, no Maracanã.
O jogo
Em busca da vitória para deixar a zona de rebaixamento, o Vasco começou o jogo em cima, explorando, sobretudo, as jogadas pelas laterais do campo do Moacyrzão. A primeira oportunidade veio em uma falta que Juninho cobrou por cima do gol, com perigo. Jhon Cley também tentou, e Fillipe Soutto cruzou nas mãos de Renan.
Mas os 10 minutos iniciais passaram, e o Goiás começou a reagir. Tudo começou com Roni, que recebeu na marca de 13, pela esquerda, cortou a marcação de Jomar e finalizou forte, à direita. A bola "bateu" e voltou à zaga vascaína, novamente pelo lado de Jomar. Desta vez, o camisa 28 falhou, e Roni novamente avançou com liberdade. Diogo Silva salvou com o pé.
O Goiás foi se impondo no embalo da boa atuação de Walter, sobretudo fazendo o trabalho de pivô em contra-ataques. Aos 35, o camisa 18 fez o Goiás igualar o número de finalizações do Vasco, em 5 a 5.
A sexta seria mortal. Aos 36, David cobrou falta pela esquerda, Rodrigo passou por trás da zaga e, sozinho, cabeceou para o fundo da rede: 1 a 0 Goiás.
Quase deu tempo para o segundo, em nova falha clamorosa de Jomar, que deixou Walter livre pela esquerda. Mas o chute veio fraco, e Diogo Silva encaixou firme.
Veio o intervalo, e o Vasco mudou. Buscando aumentar o poder de marcação do time e dar mais liberdade a Fillipe Soutto e Pedro Ken, Dorival Júnior sacou Jhon Cley e pôs Sandro Silva em campo.
O segundo tempo começou bem parecido com o primeiro, com um domínio considerável do Vasco. Logo aos 2 minutos, André teve uma chance de ouro para empatar, mas chutou por cima, livre na entrada da pequena área. Pedro Ken também cabeceou com perigo aos 18, mas a bola saiu pela linha de fundo.
Felizmente para o Goiás e infelizmente para o Vasco, o segundo tempo se assemelhou ao primeiro também no placar, e o Esmeraldino voltou a encontrar a rede aos 22. Walter alcançou lançamento longo pela esquerda e cruzou. Welinton Júnior, que acabara de entrar em campo, escorou de cabeça, e Hugo "cutucou" de pé esquerdo para fazer 2 a 0.
Ficou nisso. Grande resultado para o Goiás, que se aproxima do sonho improvável de ir à Copa Libertadores em 2014. São seis pontos de diferença para o Botafogo, quarto colocado.
O Vasco, por outro lado, perdeu uma chance de ouro de sair da temida zona de rebaixamento, e segue seu calvário no ano, ao som dos gritos de "vergonha" vindos da arquibancada do Moacyrzão.
FICHA TÉCNICA:
VASCO 0 X 2 GOIÁS
Local: Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ)
Data: 17 de outubro de 2013, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Assistentes: Emerson de Carvalho (Fifa-SP) e Márcio Santiago (Fifa-MG)
Cartões amarelos: Henrique e André (Vasco); Amaral e David (Goiás)
Cartão vermelho: Não houve
Gols: Rodrigo, aos 36 minutos do primeiro tempo, e Hugo, aos 22 minutos do segundo tempo
VASCO: Diogo Silva; Fagner, Jomar, Cris e Henrique; Fillipe Soutto (Montoya), Pedro Ken, Jhon Cley (Sandro Silva) e Juninho Pernambucano (Reginaldo); Marlone e André.
Técnico: Dorival Júnior.
GOIÁS: Renan; Vítor, Ernando, Rodrigo e William Matheus; Amaral, David, Hugo (Ramon), Roni (Thiago Mendes) e Eduardo Sasha (Welinton Júnior); Walter.
Técnico: Enderson Moreira.
     Um grande abraço.
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      Fonte: ESPN

Vitória bate o Botafogo e arma bote para roubar vaga do adversário no G-4

O título brasileiro parece já ser missão impossível para o Botafogo, e a equipe agora precisa abrir o olho para também não perder também a expressiva vaga na Libertadores. Em um duelo direto contra um time que sonha com o G-4, o Alvinegro carioca foi derrotado pelo Vitória, por 1 a 0, nesta quinta-feira à noite, no estádio do Barradão, em Salvador. Com gol William Henrique, o Rubro-Negro baiano armou o bote para tentar roubar a vaga do adversário na competição sul-americana. Seis pontos separam as duas equipes na tabela a nove rodadas do final do campeonato.

Em um confronto enquilibrado em Salvador, as duas equipes alternaram bons e maus momentos, buscaram o ataque e tiveram chances de gol. Aos 33 minutos do segundo tempo, Euller tabelou com Juan pela esquerda e cruzou na área para o atacante William Henrique, que empurrou para as redes, e definiu a vitória baiana.
Com o resultado, após 29 rodadas disputadas, o Botafogo permaneceu com 49 pontos e caiu da vice-liderança para a quarta posição, 13 pontos atrás do líder Cruzeiro. Enquanto isso, o Vitória chegou aos 43 pontos e subiu para a quinta colocação, apenas seis pontos atrás dos cariocas. O Goiás, que venceu o Vasco neste quinta, também soma 43 pontos e entrou de vez na briga pela Libertadores.
No domingo, o Botafogo vai fazer o clássico contra o Vasco, no Maracanã. No mesmo dia, o Vitória visita a Portuguesa, no Canindé.

O jogo

 Vitória e Botafogo começaram a partida trocando passes em ritmo lento. O período de estudos acabou aos quatro minutos quando Gegê cruzou,a defesa baiana se atrapalhou e a bola sobrou para Lodeiro, livre na área, mas o meia uruguaio bateu cruzado, para fora, desperdiçando a primeira grande chance da partida.

O lance acordou a equipe da casa que passou a apertar a marcação sobre os meias alvinegros. E o Vitória criou sua primeira oportunidade aos 15 minutos em chute perigoso de Marquinhos. Dois minutos depois foi a vez do meia argentino Escudero arriscar. A bola desviou na zaga carioca e saiu.

O Vitória passou a ficar mais tempo com a posse de bola e a criar situações de perigo para a defesa carioca. Aos 23 minutos, Marquinhos recebe em posição legal e rola para Renato Cajá empurrar para o fundo das redes, mas a arbitragem marca impedimento, para revolta da torcida baiana.

A pressão da equipe da casa aumentou e , aos 27 minutos, Renato Cajá mandou uma bomba. Renan defendeu parcialmente e depois se atirou para dar um tapa na bola e impedir que Dinei aproveitasse o rebote.

O Botafogo encontrava grande dificuldade para se organizar. Seedorf era bem marcado por Marcelo e pouco conseguia produzir, deixando para Lodeiro a obrigação de armar as jogadas ofensivas. Só aos 35 minutos é que o time dirigido por Oswaldo de Oliveira voltou a assustar. Após cruzamento da esquerda, Seedorf completou de primeira, mas a bola bateu em Lodeiro que estava dentro da pequena área e evitou o gol alvinegro.

Aos 38 minutos, o Botafogo voltou a criar uma boa situação de gol. Seedorf recebeu na direita e cruzou para Rafael Marques na área. O atacante dominou, evitou a marcação e bateu com grande perigo para o gol defendido por Wilson.

O Vitória voltou a pressionar e,aos 43 minutos, depois de três escanteios seguidos, Escudero foi derrubado por Marcelo Mattos quase em cima da linha da grande área alvinegra, mas a cobrança de Ayrton acabou explodindo na barreira.

O Botafogo voltou com o atacante Henrique no lugar do meia Lodeiro. A substituição fez Rafael Marques atuar um pouco mais recuado, para permitir que Henrique se colocasse numa posição mais adiantada.

Aos quatro minutos, em rápido contra-ataque, Edilson foi lançado pela direita e cruzou. Rafael Marques recebeu na área e recuou para Seedorf chutar, com perigo, para o gol defendido por Wilson.

A resposta do Vitória veio em cruzamento de Ayrton que Renan tirou de soco. Logo depois, Marcelo arriscou e obrigou Renan a praticar uma defesa muito difícil. O jogo ficou aberto. Aos oito minutos, Edilson cruzou da direita, Henrique se antecipou a Victor Ramos e desviou, mas a bola acabou saindo. A resposta baiana veio em chute do lateral Juan que o goleiro Renan defendeu, sem problemas.

Aos dez minutos, novamente Henrique apareceu na área para concluir, mas o goleiro Wilson neutralizou o lance, com uma boa defesa. Aos 17 minutos, Marquinhos foi lançado pela direita, invadiu a área e lançou para William Henrique, mas o atacante rubro-negro chegou atrasado e perdeu a chance de concluir. O Botafogo não se assustou e, aos 19 minutos, Edilson cruzou da direita e Rafael Marques, em belo estilo, bateu de primeira e a bola passou perto da trave direita da equipe baiana.

Aos 22 minutos,o Vitória teve uma grande chance para abrir o marcador. Escudeiro arrancou pelo meio campo e fez passe perfeito para William Henrique que chutou cruzado, mas Renan salvou com o pé esquerdo. A bola ainda sobrou para William que concluiu de forma bisonha e estragou a jogada.

A partida seguiu movimentada e, aos 27 minutos, depois de receber de Júlio César, Seedorf cruzou, da esquerda, na cabeça de Rafael Marques que encobriu o travessão. Aos 30 minutos, Juan que passou a jogar no meio campo, com a entrada de Euller, tentou o drible dentro da área alvinegra e foi derrubado por Edilson, mas o árbitro não assinalou o pênalti reclamado pela equipe baiana.

A pressão do Vitória acabou se transformando em gol. Após troca de passes com Juan, Euller fez o cruzamento para William Henrique entrar e tocar sem defesa para o goleiro Renan. Sem outra alternativa, o Botafogo se lançou à frente para buscar o gol do empate. Oswaldo de Oliveira colocou o atacante Alex no lugar do volante Marcelo Mattos.

As mudanças abriram espaço na defesa carioca e a equipe comandada por Ney Franco tentava chegar ao segundo gol em lançamentos para Marquinhos e William Henrique. O Botafogo quase chegou ao empate aos 44 minutos, mas o chute de Rafael Marques, após defesa parcial de Wilson, acabou se chocando na trave esquerda, na última chance de gol do jogo.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 X 0 BOTAFOGO


Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 17 de outubro de 2013, quinta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Público: 17.086 pagantes
Árbitro: Alício Pena Júnior (MG)
Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Fábio Pereira (Fifa-TO)
Cartões Amarelos: Juan (Vitória); Lodeiro, Renan (Botafogo)
Gols: 
VITÓRIA: William Henrique, aos 33 minutos do segundo tempo

VITÓRIA: Wilson; Ayrton, Victor Ramos, Luiz Gustavo e Juan; Marcelo(Euller), Cáceres, Escudero(Eliseu) e Renato Cajá(William Henrique); Marquinhos e Dinei
Técnico: Ney Franco

BOTAFOGO: Renan; Edílson, Bolívar, Dória e Júlio César(Lima); Marcelo Mattos(Alex), Renato, Gegê, Seedorf e Lodeiro(Henrique); Rafael Marques
Técnico: Oswaldo de Oliveira
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Corinthians abraça luta contra o rebaixamento depois de nova derrota

Quatro jogos sem vitórias. Apenas três gols nos últimos treze jogos. Menos de um ano depois de se consagrar, o campeão do mundo Corinthians vive uma complicada situação no Campeonato Brasileiro. Depois da derrota por 1 a 0 para o Grêmio, na Arena, a equipe mudou o foco na competição: ao invés de uma sonhada briga pela Copa Libertadores, o time alvinegro disputará para evitar o vexame de um novo rebaixamento.
Com apenas 37 pontos, a equipe ocupa o 13º lugar na tabela de classificação e possui apenas cinco pontos de diferença em relação ao Criciúma, primeiro time dentro da zona da degola. A vantagem poderá diminuir ainda mais nesta quinta-feira, caso o Vasco triunfe sobre o Goiás - o time de São Januário empurraria o Coritiba (34) para dentro da zona mais indesejada da tabela.
A situação difícil já mudou o discurso dos abatidos jogadores do Corinthians. "Claro que temos que nos preocupar, não estamos em uma zona de folga. Pensar no jogo contra o Criciúma e em sair dessa parte da tabela o mais rápido possível", afirmou o volante Ralf ao deixar o gramado da Arena do Grêmio.
"Uma bola e o Grêmio conseguiu fazer o gol. Acredito no nosso grupo, temos que levantar a cabeça. A bola teme em não entrar. É difícil, uma equipe grande como o Corinthians não pode ficar sem vencer. Agora é levantar a cabeça para sair com a vitória no sábado. Temos que embalar umas duas ou três vitórias para recuperar a confiança", discursou o zagueiro Gil.
"A bola não entra, e fica difícil. Eles foram uma vez e fizeram o gol. Temos que ter tranquilidade, pois criamos chances e não fizemos de novo. É difícil uma sequência sem vitórias dessa. Agora é levantar a cabeça e ir para cima, temos que ganhar", disse Douglas, já pensando no duelo de sábado, às 21h (de Brasília), contra o Criciúma, em Itu.
O quarto jogo consecutivo sem marcar gols e o início de uma nova crise ocorre perto da época decisiva da Copa do Brasil. Na próxima quarta-feira, o clube alvinegro enfrenta o time gaúcho novamente, em confronto pelas quartas de final do torneio nacional. No primeiro duelo, no Pacaembu, o resultado comum para os paulistas nos últimos tempos: 0 a 0.

     Um grande abraço.
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Muricy passa Corinthians, prega respeito, mas não deixa de provocar

Muricy Ramalho demorou para entrar na sala de imprensa do Morumbi depois da vitória do São Paulo sobre o Náutico por 3 a 0. "Deve estar 'secando' o Corinthians", brincou alguém.

LEIA MAIS:
São Paulo vence Náutico com golaço de Ganso e vê zona do rebaixamento de longe

Quando Muricy finalmente diante dos jornalistas para responder às perguntas, o arquirrival já havia perdido do Grêmio por 1 a 0, resultado que provocava uma mudança de importância simbólica na tabela do Campeonato Brasileiro.

Em alta desde os títulos da Copa Libertadores e do Mundial de 2012 e ainda por cima neste ano com as conquistas do Campeonato Paulista e da Recopa Sul-Americana, a última justamente em cima do São Paulo, o torcedor corintiano se fartou com a ameaça de rebaixamento do São Paulo no Brasileirão. 

Nesta quarta-feira, o Tricolor, que venceu cinco dos dez jogos nesta Série A com Muricy, igualou o Alvinegro em número de pontos - 37 - e o ultrapassou no número de vitórias. Agora, o Corinthians, que já caiu para a Série B anteriormente, está mais perto da zona de rebaixamento que o São Paulo.

Diferentemente da torcida, que após a vitória sobre o Náutico, no Morumbi, gritou a plenos pulmões em recado ao rival que 'nunca foi rebaixado', Muricy, grande responsável pela recuperação são-paulina, usou um discurso profissional ao ser perguntado o que essa troca na classificação representava para o time. 

"Para nós que somos profissionais isso só é importante na tabela. Eles são profissionais do futebol, vivem disso e sofrem como a gente. Temos que respeitar. Hoje passamos, legal, mas só isso, nada mais", disse o treinador. 

Ao descobrir que o jogo do Corinthians havia mesmo acabado em 1 a 0 para o Grêmio, porém, Muricy não se segurou: "1 a 0 pra nóis...[sic]"

Ganso e posicionamento

Sobre a partida com o Náutico, Muricy fez elogios: a Ganso, autor de golaço nessa quarta e ao posicionamento do time do São Paulo. "Ele está subindo de produção porque tinha que jogar mais do que estava jogando mesmo, não tem milagre. Às vezes o posicionamento é um pouquinho diferente, mas o que estou vendo é que a parte física melhorou muito. Ele está cada vez mais correndo, roubando bola. E o resto não tem como, tem que deixar ele à vontade para jogar. Hoje ele entrou na área e fez o gol, coisa que não gosta muito. Parece que o gol é um tormento para ele. É bom que ele comece a gostar de fazer gol, ajuda o time", disse sobre Ganso.

Quanto à organização da equipe, o treinador avaliou. "Agora pelo menos temos uma ideia de onde os jogadores se posicionam, melhoramos fundamentos, nosso meio está jogando muito, os alas também. Nossos jogadores vão na frente e sabem que é difícil levar contra-ataque, estamos sempre bem postados ."


     Um grande abraço.

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Em 'esquenta', Grêmio aproveita sonolência corintiana e volta à vice-liderança

Em um ‘esquenta' para o confronto decisivo do próximo dia 24, o Grêmio aproveitou mais uma partida sonolenta do Corinthians para reassumir a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, na Arena do Grêmio, o clube gaúcho venceu por 1 a 0 e retornou ao segundo posto na tabela de classificação. O grande herói da noite foi Hernán Barcos, autor do único tento do jogo.
Embalado pela vitória do adversário da próxima quarta-feira pelas quartas de final da Copa do Brasil, o Grêmio chegou aos 52 pontos, sete a menos do que o líder Cruzeiro, que voltou a vencer - bateu o Fluminense por 1 a 0 nesta quarta-feira. Já o Corinthians, dono de uma campanha medíocre na Série A e há quatro duelos sem vencer, permanece com 37 pontos, agora na perigosa 13ª posição.
O jogo entre as duas melhores defesas do país no momento foi extremamente truncado no primeiro tempo, quando as equipes chegaram basicamente em chutes de fora da área. Com a entrada do meia Maxi Rodríguez, o Grêmio voltou do intervalo mais ofensivo e abriu o placar cedo no segundo tempo, com passe do uruguaio para Barcos, que mandou para as redes e definiu a vitória.
Antes de se encontrarem novamente pela Copa do Brasil (o primeiro duelo ficou no 0 a 0 ), os dois times voltam a campo no fim de semana. O Grêmio volta agora suas atenções para o clássico Gre-Nal, que ocorrerá em Caxias do Sul, no próximo domingo. O Corinthians volta a campo sábado, no Pacaembu, contra o Criciúma.
O jogo
Convivendo com mais uma seca de gols no Campeonato Brasileiro, Tite modificou o Corinthians para enfrentar o Grêmio na Arena. O treinador levou a campo o recém-contratado Diego Macedo, um dos poucos destaques ofensivos do time no clássico do último domingo contra o São Paulo. O inicio de duelo foi promissor, com os visitantes controlando o ritmo de jogo e a posse de bola.
Opção para tentar melhorar a produção ofensiva corintiana, Diego Macedo teve a melhor chance visitante durante a primeira etapa. Em um raro momento de organização no ataque, Douglas fez bela jogada na intermediária e descolou passe na medida para o lateral. Na finalização, entretanto, o ex-atleta do Bragantino chutou por cima da meta de Dida.
Cauteloso durante a primeira etapa, o Grêmio ameaçou a meta de Cássio também em uma oportunidade. Aos 39min, um minuto depois da chance corintiana, o jovem atacante Lucas Coelho arriscou de longe e exigiu difícil defesa do goleiro corintiano. Apenas dois lances em um primeiro tempo sonolento.
A primeira etapa pouco criativa alertou Renato Gaúcho, que decidiu ousar com a entrada de Maxi Rodríguez na vaga de Bressan. A recompensa pela medida do treinador veio logo aos 4min da etapa final. Barcos, que não marcava há nove jogos, recebeu bola dentro da área, dominou no peito e bateu firme de perna esquerda para inaugurar o placar na Arena do Grêmio.
O gol gremista, teoricamente, obrigaria o Corinthians a sair mais para o ataque. Entretanto, o marasmo ofensivo se manteve. Mesmo com opções como o jovem Douglas Tanque, da base, Tite optou por Ibson e Jocinei, volantes com características ofensivas questionáveis. Desta forma, a postura segura da equipe de Renato Gaúcho foi suficiente para segurar o 1 a 0.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 1 x 0 CORINTHIANS
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 16 de outubro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Clóvis Amaral da Silva (PE)
Público: 15.352 pagantes
Renda: R$ 454.454,00
Cartões amarelos: Adriano (Grêmio) e Cléber (Corinthians)
Gol: Barcos, aos quatro minutos do segundo tempo
GRÊMIO: Dida; Werley, Rhodolfo e Bressan (Maxi Rodríguez); Pará, Adriano, Ramiro, Souza e Alex Telles; Lucas Coelho (Paulinho) e Barcos (Saimon)
Técnico: Renato Gaúcho
CORINTHIANS: Cássio; Edenílson, Cleber, Gil e Igor (Jocinei); Ralf e Guilherme (Ibson); Diego Macedo (Rodriguinho), Douglas e Romarinho; Emerson
Técnico: Tite
Um grande abraço.

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Pior time do returno, Coritiba perde para a Ponte Preta e pode entrar no Z4

Na semana passada, contra o Santos, o Coritiba pôs fim a um jejum de sete jogos sem vencer e ainda impediu que o técnico Péricles Chamusca se tornasse o primeiro desde a última década a perder as suas três primeiras partidas. Na sequência, o time voltou, então, à sua rotina de derrotas e foi derrubado pelo Vitória. Não deu também diante da Ponte Preta.
Em confronto direto na briga contra o rebaixamento, a equipe alviverde foi até Campinas nesta quarta-feira, contou com a volta do meia Alex, recuperado de dores no tornozelo esquerdo, e ainda assim saiu derrotado por 1 a 0 pelos donos da casa.
A Macaca definiu o placar ainda no primeiro tempo, aos 29 minutos, em passe em profundidade para o lateral esquerdo Uendel, que bateu a marcação na corrida e fez o gol.
Pior time do returno, o Coxa soma apenas seis pontos em dez jogos. O clube, que já foi líder do Brasileiro e despencou na tabela, demitiu o técnico Marquinhos Santos e o diretor executivo Felipe Ximenes no período, fez lei do silêncio e não conseguiu se encontrar mais.
Os paranaenses amargam mais um resultado negativo longe de casa. Até aqui, em 15 confrontos, a equipe conseguiu vencer somente o Grêmio no dia 8 de agosto.
Para operar um milagre e fugir da zona da degola, a diretoria pontepretana se esforçou para atrair o torcedor ao estádio Moisés Lucarelli, baixando o valor do ingresso mais barato para R$ 10 e permitindo a quem fosse com a camisa do clube pagar meia-entrada. Não funcionou como esperado: apenas 3.104 pessoas compareceram para uma renda de R$ 20.715.
Com a vitória, a Ponte Preta chegou a 29 pontos, na 19ª colocação, e ficou a cinco de escapar da zona de rebaixamento. O Coritiba, primeiro time fora da parte de baixo, segue com 34 e pode entrar para o grupo caso o Vasco bata o Goiás nesta quinta-feira.
Na próxima rodada, a equipe paranaense tem um desafio complicado e recebe o líder Cruzeiro no Couto Pereira, no domingo. Os campineiros entram em campo um dia antes e visitam o Fluminense no Maracanã, no sábado.
FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 1 X 0 CORITIBA
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 16 de outubro de 2013, quarta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Fabricio Neves Correa
Assistente: Cleriston Clay Barreto Rios e Katiuscia M Berger Mendonça
Cartões amarelos: Rildo, Alef (Ponte); Robinho, Diogo (Coritiba)
Gol: Uendel, aos 30 minutos do primeiro tempo
PONTE PRETA: Roberto; Régis, César, Diego Sacoman e Uendel; Baraka, Leonardo (Alef), Fellipe Bastos e Adrianinho (Fernando); Rildo e William (Rafael Ratão)
Técnico: Jorginho
CORITIBA: Vanderlei; Gil, Leandro Almeida, Luccas Claro e Diogo; Júnior Urso (Lincoln), William, Alex e Robinho (Bill); Geraldo e Julio César (Jânio)
Técnico: Péricles Chamusca
Um grande abraço.

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Com 'apagão' na Vila, Santos para no Internacional e freia embalo no Brasileiro

O Santos perdeu uma ótima oportunidade de embalar no Campeonato Brasileiro e se aproximar do G-4. Na noite desta quarta-feira, a equipe alvinegra ficou no empate sem gols com o Internacional, em dia de novo apagão (e muita chuva) na Vila Belmiro, e freou a ascensão dentro da Série A. 
O empate levou o Santos para a oitava posição no Campeonato Brasileiro, com 40 pontos. Enquanto isso, o time colorado ocupa temporariamente a sexta colocação, com 41 pontos.
Depois de encarar a chuva e o apagão na noite desta quarta-feira, o Santos viaja até São Lourenço da Mata, onde, no próximo sábado, a partir das 18h30 (de Brasília), encara o lanterna (e desesperado) Náutico.
Já o Internacional, sob a batuta de Clemer, recebe no domingo, em Caxias, o arquirrival Grêmio, em um dos principais confrontos do final de semana no Campeonato Brasileiro.

O jogo
A partida começou com uma boa chance de gol dos visitantes. Aos dois minutos, o centroavante Leandro Damião arriscou chute, a bola desviou na zaga do Santos e foi no canto esquerdo alto do goleiro Aranha, que fez grande defesa.
O Santos respondeu pouco depois. Aos quatro, o meia Montillo finalizou da entrada da área, pelo lado direito, quase surpreendendo Muriel. Só que o goleiro do Inter estava atento e espalmou a bola em direção aos seus defensores, que ainda cederam escanteio.
Os gaúchos voltaram a assustar aos 13, quando o meia Alex cobrou escanteio pela esquerda, na cabeça do zagueiro Juan. O experiente jogador cabeceou à direita do gol de Aranha, quase marcando para o time visitante.
Em jogo equilibrado, a equipe praiana não demorou para, também, levar perigo à meta defendida por Muriel. Aos 20, o zagueiro Gustavo Henrique acertou boa cabeçada, com o arqueiro do Inter realizando mais uma boa intervenção.
A última boa chance de gol do primeiro tempo pertenceu ao clube colorado. Aos 34, Alex escorregou na tentativa do arremate, oferecendo a bola para Damião, que tocou de leve, mas viu a sua finalização passar a centímetros da trave esquerda alvinegra.
Na volta do intervalo, o Internacional esteve perto do gol, logo aos seis minutos. O lateral direito Gabriel invadiu a área e soltou a bomba, exigindo uma grande defesa de Aranha, que espalmou a bola e salvou o Santos de sair atrás no placar.
Na tentativa de buscar o resultado positivo fora de casa, o técnico colorado, Clemer, sacou o experiente Alex para a entrada do atacante Scocco, aos 12. O próprio argentino quase balançou a rede, em cobrança de falta, aos 17.
Após o perigoso chute de Scocco, aos 20, houve uma queda parcial da energia elétrica no estádio. Depois de 15 minutos de paralisação, com a iluminação já restabelecida, o árbitro reiniciou o confronto.
O Inter quase marcou com o volante João Afonso, aos 42. O meio-campista arriscou chute forte da intermediária, que passou à direita de Aranha, muito próxima ao gol santista.
A resposta do Santos veio aos 45, quando Montillo recebeu dentro da área, fez o giro e quase acertou o canto direito de Muriel, mas a bola saiu rente ao poste do time gaúcho.
A equipe praiana esteve muito próxima do gol, aos 54, com Everton Costa. O argentino Montillo insistiu na jogada, em disputa com os zagueiros colorados, e tocou para o atacante, que tentou o domínio e não conseguiu completar para o fundo da rede, perdendo a melhor chance alvinegra no duelo.
Nos minutos finais, o Santos pressionou bastante, porém, não conseguiu acertar as finalizações e o empate perdurou até o último apito do árbitro.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 0 INTERNACIONAL-RS
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 16 de outubro de 2013, quarta-feira
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Ricardo Bezerra Chianca (PE)
Público: 3.486 pagantes
Renda: R$ 99.863,00
Cartões amarelos: Bruno Peres e Emerson Palmieri (Santos); Juan e João Afonso
(Internacional-RS)
SANTOS: Aranha; Bruno Peres, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri; Alison, Arouca, Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro (Neílton) e Everton Costa
Técnico: Claudinei Oliveira
INTERNACIONAL-RS: Muriel; Gabriel, Jackson, Juan e Kleber; Willians, João Afonso, Jorge Henrique, D'Alessandro e Alex (Scocco); Leandro Damião (Nathan)
Técnico: Clemer
     Um grande abraço.

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      Fonte: ESPN

Líder Cruzeiro volta a vencer e faz Fluminense religar alerta contra o rebaixamento


Em um duelo bastante pegado e disputado sob muita chuva, o atual campeão brasileiro não resistiu à força do provável novo nacional. O Cruzeiro venceu o Fluminense, por 1 a 0, nesta quarta-feira à noite, no Mineirão, e ampliou provisoriamente a sua vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. O time mineiro voltou a ganhar após duas rodadas, enquanto os cariocas aumentaram para cinco jogos o jejum de vitórias na competição.
O atacante Borges foi o autor do único gol da partida em Belo Horizonte, aos 17 minutos do primeiro tempo. Os donos da casa estiveram melhor em campo na maior parte do tempo, mas o Fluminense chegou a pressionar nos minutos finais em busca do empate. Se Ricardo Goulart teve a oportunidade de ampliar para o Cruzeiro, Samuel teve três grandes chances de marcar para os visitantes, mas perdeu dois gols inacreditáveis. Aos 31 minutos da segunda etapa, Rafael Sóbis, que já tinha cartão amarelo por reclamação, foi expulso após cometer falta em Dagoberto. Depois do apito final, o meia Felipe também levou o vermelho por reclamar com a arbitragem.
Depois das derrotas para São Paulo e Atlético-MG, o Cruzeiro se reencontrou com a vitória e está cada vez mais perto de comemorar o título brasileiro. Enquanto isso, o Fluminense completou cinco partidas sem vencer no campeonato e voltou a ligar o alerta contra a degola.
Com o resultado, o Cruzeiro segue na primeira colocação e agora soma 62 pontos, após 29 jogos disputados. Botafogo e Grêmio, que ainda entrarão em campo nesta rodada, estão com 49 pontos, 13 a menos do que o líder. Já o Fluminense parou nos 35 pontos e está na 15ª colocação, apenas três pontos à frente da zona de rebaixamento.
No próximo sábado, o Fluminense recebe a Ponte Preta, no Maracanã. No domingo, o Cruzeiro visita o Coritiba, no Couto Pereira.
Divulgação/Fluminense
Samuel, do Flu, tenta sair da marcação de cruzeirenses
Samuel, do Flu, tenta sair da marcação de cruzeirenses
O jogo
O duelo no Mineirão começou de forma lenta, com as duas equipes se estudando bastante antes de buscar o ataque. Assim como São Paulo e Atlético-MG que marcaram bem as principias peças do Cruzeiro e se deram bem, o Fluminense também apostou nesta estratégia, e ainda tentou manter a posse de bola no campo ofensivo.

Durante a maior parte do tempo, a tática usada deu resultados, mas o time carioca abusou do direito de errar passes, permitindo a saída em velocidade do Cruzeiro, uma das principais características da equipe de Marcelo Oliveira. Com este cenário, o equilíbrio de ações ficou bem claro, mas com o apoio da torcida, o Cruzeiro foi ao poucos acertando o posicionamento e melhorando no jogo.

Em uma jogada despretensiosa, a equipe mineira acabou abrindo o placar no Mineirão e mudando a história do jogo. Aos 17, Ricardo Goulart iniciou jogada individual, mas ao perder o controle da bola, a zaga do Fluminense não fez o corte e brilhou a estrela de Borges, que recebeu livre e fuzilou o goleiro Kléver.

Com vantagem no placar, o futebol envolvente que a torcida do Cruzeiro se acostumou a ver no Brasileiro voltou a aparecer, com muita movimentação de atletas importantes como Ricardo Goulart, Willian e Everton Ribeiro. Percebendo o crescimento da equipe da casa, Vanderlei Luxemburgo pediu calma aos seus comandados e que eles não recuassem a as linhas de marcação.

Na prática, os atletas do Tricolor tentaram o possível para agredir o Cruzeiro, mas esbarraram nos próprios erros. Aos 31, os cariocas encaixaram uma boa trama ofensiva pela direita, que terminou com cruzamento perfeito para Samuel, que dentro da pequena área, desperdiçou uma chance incrível de empatar a partida, mandando sobre o travessão de Fábio.

Na volta para a etapa final, os visitantes tentaram sufocar os celestes, exercendo pressão. Com isso, o time carioca criou algumas chances de empatar, obrigando o Cruzeiro a ter atenção especial com a marcação. Marcelo Oliveira trocou Egídio, que gosta de apoiar o ataque, por Ceará, que defende melhor para conter os avanços do Tricolor pelas laterais do campo.
A substituição no time mineiro corrigiu os espaços excessivos que o Fluminense encontrava pela esquerda, com isso, os cruzeirenses voltaram a ter as rédeas da partida, criando boas chances de ampliar o marcador. Principal nome do jogo, Ricardo Goulart foi o responsável pela maioria das chances celestes.

Depois de passar vários minutos apenas assistindo ao jogo, o goleiro Fábio foi obrigado a trabalhar em cabeçada de Samuel, em um bom momento do Tricolor. Aos 31, a vida cruzeirense ficou mais fácil no jogo com a expulsão de Rafael Sóbis, que recebeu o segundo amarelo e deixou o campo mais cedo.
Em vantagem no número de atletas, o Cruzeiro administrou o resultado, mas tomou um susto aos 38 minutos, com Samuel perdendo mais uma oportunidade clara.

FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 1 X 0 FLUMINENSE


Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 16 de outubro de 2013, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Nadine Schramm Camara Bastos (SC)
Cartões amarelos: (Cruzeiro) Lucas Silva, Egídio, Nilton, Willian (Fluminense) Rafael Sobis, Rafinha, Rhayner
Cartões vermelhos: (Fluminense) Rafael Sobis e Felipe
Gol:
Cruzeiro: Borges, aos 17 minutos do primeiro tempo

CRUZEIRO: Fábio; Mayke, Léo, Bruno Rodrigo e Egídio (Ceará); Nilton, Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Elber) e Borges (Dagoberto)
Técnico: Marcelo Oliveira

FLUMINENSE: Kléver, Gum, Edinho e Leandro Euzébio; Bruno, Jean, Wagner (Felipe), Rafinha (Rhayner) e Ailton (Igor Julião); Samuel e Rafael Sobis
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
      Um grande abraço.

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      Fonte: ESPN

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