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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Com golaço de Seedorf, Botafogo vira sobre o Náutico e volta a vencer após cinco jogos de jejum

Com um golaço de Seedorf, a má fase do Botafogo ficou para trás. Depois de cinco partidas sem vencer, o time foi a Pernambuco enfrentar o lanterna Náutico e venceu. Após levar um susto, o time bateu o Náutico por 3 a 1, chegou aos 46 pontos e chegou à terceira posição no campeonato. O Náutico continua na laterna, com 17 pontos.
Apesar de um esboço de recuperação, com duas vitórias nas três últimas rodadas, o Náutico continuava isolado na laterna do Brasileiro, com 17 pontos conquistados. Para a partida, o técnico Marcelo Martelotte não pôde contar com cinco jogadores, todos por lesão: Helder, Dadá, Leandro Amaral, Tiago Real e Rogério.
Já o Botafogo tinha como maior desfalque o técnico Oswaldo de Oliveira. Após sentir-se mal na partida contra o Grêmio, no último fim de semana, o treinador foi afastado por uns dias devido a uma arritmia cardíaca. Seu auxiliar Luiz Alberto o substituiu.
Sem Jefferson e Lodeiro, a serviço das seleções brasileira e uruguaia, respectivamente, o Botafogo contou com Renan e Octávio para tentar pôr fim à má fase de cinco partidas sem vitória. Além disso, o atacante Elias voltou ao time após ficar afastado por desgaste muscular na coxa direita.
Na próxima rodada, o Botafogo tem um clássico contra o rival Flamengo, às 18h30 de domingo, no Maracanã. Já o Náutico vai até o Rio Grande do Sul para enfrentar o Internacional.
O jogo
Nos poucos minutos iniciais, o Botafogo parecia disposto a mandar na partida e aproveitar a chance de voltar a vencer diante do lanterna. Com Elias, Seedorf e Rafael Marques, o time perdeu três boas chances com cinco minutos. Mas futebol não parece ter mesmo lógica às vezes e consegue ser cruel.
Logo aos oito minutos, Maikon Leite apareceu na frente da grande área e arriscou o chute. A bola deu um quique no gramado, mas nem isso justificou a falha grave de Renan, que aceitou. Náutico 1 a 0.
O Botafogo, no entanto, não se perdeu mesmo na má fase que vivia no Campeonato Brasileiro. Organizado, partindo ao ataque, o time fazia o jogo girar por Seedorf e usava bem a chegada dos laterais, principalmente com Julio Cesar, que tentava o cruzamento para Elias.
De tanto insistir, o time conseguiu e provou a importância em ter a volta do centroavante. Aos 25 minutos, Seedorf invadiu a área pelo lado esquerdo, levou dois marcadores, mas conseguiu cruzar. Elias dividiu com a zaga, de cabeça, e a bola sobrou na área. Rafael Marques, esperto, pegou de primeira o rebote e fuzilou o canto direito de Ricardo Berna. 1 a 1.
O Botafogo tinha maior posse de bola, mas o Náutico conseguiu assustar em chute de Bruno Colaço que Renan quase aceitou, rente à trave direita. Os cariocas, entretanto, eram melhroes em campo, principalmente por conta da disposição de Seedorf. Mais ligado do que nas partidas anteriores, o holandês chamava a responsabilidade. Aos 37 minutos, ele arriscou bom chute da entrada da área, ams Berna espalmou.
Aos 39 minutos, no entanto, a redenção. Edílson cobrou escanteio pelo lado direito nos pés de Seedorf, na entrada da área. O camisa 10 bateu com capricho e mandou a bola no ângulo direito do goleiro Ricardo Berna, completamente inerte no meio do gol. Virada alvinegra. Botafogo 2 a 1. E chegara o intervalo.
No segundo tempo, o Náutico tentou ser mais incisivo e buscou jogadas individuais. Aos 12 minutos, Morales fez fila, driblou três adversários, mas na hora do arremate Renan fez boa defesa com o pé e impediu o empate do Náutico.
Para tentar aumentar a pressão sobre o adversário, Luiz Alberto sacou o jovem Octávio do meio de campo do Botafogo para a entrada do atacante Hyuri. A presença no ataque aumentou, mas com pouca efetividade. O jogo ficou parelho e o Náutico, mesmo atrás do placar, passou a explorar os contra-ataques.
MArcelo Martelotte respondeu com as entradas de Oliveira e Jones Carioca para tentar dar mais força ao lanterna do campeonato. Mas era pouco. Esbarrando nas deficiências, o Timbu pouco fez. Aos 34 minutos, Ricardo Berna ainda evitou que o Botafogo ampliasse o placar, em jogada de Seedorf para Hyuri, que bateu forte, mas o goleiro defendeu.
Com o passar do tempo, o Botafogo puxou o freio de mão, diminuiu o ritmo e passou a tocar a bola, já à espera do fim da partida e da volta das vitórias. Mas conseguiu mais. Aos 45 minutos, na troca de passes, Edílson recebeu lançamento pelo lado direitoe cruzou para trás. Na entrada da área, Gegê dominou e bateu com categoria, no canto esquerdo de Berna. 3 a 1. A má fase, enfim, ficou para trás.
FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 1X3 BOTAFOGO
Local: Arena Pernambuco, em Recife (PE)
Data: 9 de outubro de 2013
Horário: 21h50
Árbitro: Marcos André Gomes da Penha (ES)
Assistentes: Luiz Carlos Bezerra (RN) e Braney Machado (PB)
Gols: Maikon Leite (NAU), aos oito minutos, Rafael Marques (BOT), aos 25 minutos e Seedorf (BOT), aos 39 minutos do primeiro tempo e Gegê (BOT), aos 45 minutos do segundo tempo.
NÁUTICO: Ricardo Berna; Maranhão, William Alves, João Filipe e Bruno Collaço; Elicarlos, Martinez, Derley (Marcos Vinícius) e Morales (Jones Carioca); Hugo (Oliveira) e Maikon Leite
Técnico: Marcelo Martelotte
BOTAFOGO: Renan; Edílson, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Renato, Octávio (Hyuri), Seedorf e Rafael Marques (Gegê); Elias (Henrique)
Técnico: Luiz Alberto

     Um grande abraço.
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      Fonte: ESPN

Cris marca, Vasco se segura e vence clássico 'catarinense' contra o Fluminense

O Vasco marcou logo no início, com o questionado zagueiro Cris, e se segurou para vencer o clássico contra o Fluminense no estádio da Ressacada, em Florianópolis. O resultado não tirou o Cruzmaltino da zona de rebaixamento, mas melhorou sua condição. O Tricolor, por outro lado, acumula a segunda derrota seguida após uma série de oito partidas invicto, e volta a se aproximar perigosamente do Z-4.
Na 17ª colocação, com 32 pontos, o Vasco tem pela frente o Criciúma, às 16h (de Brasília) do próximo domingo, no Heriberto Hülse. O Flu, que é o 12º, com 34, encara o vice-líder Grêmio, às 18h30 de sábado, no Maracanã.
O jogo
Em condições melhores no campeonato, o Fluminense começou o jogo com mais atitude. A aposta era o lado esquerdo, com o jovem Igor Julião, improvisado, e o veloz Rhayner. Mas o Vasco marcava bem, e o Tricolor não chegou e incomodar o goleiro Diogo Silva.
A abertura do placar não demorou a vir. Logo aos 11 minutos, Marlone cobrou falta pela esquerda, Cris passou por trás de Gum e Leandro Euzébio e cabeceou firme para o fundo das redes. O gol, que acabaria sendo o da vitória, veio como uma "redenção" para o camisa 13, muito questionado pela torcida por falhas recentes.
Atrás no placar, o Fluminense teve de se lançar mais ao ataque. Mas quem encontrou mais uma boa oportunidade em um jogo de poucas emoções foi o Vasco. Aos 23, o estreante Francismar, ex-Boa Esporte, arriscou um "canudo" da entrada da grande área, e viu a bola explodir no travessão após leve desvio de Kléver.
O Fluminense começou a se encontrar conforme o final do primeiro tempo se aproximava. Aos 30, Wagner chutou forte e parou em Diogo Silva. Aos 38, o mesmo Wagner finalizou à queima-roupa após chute desviado de Rafael Sóbis, e parou em grande defesa do camisa 25.
Veio o fim do primeiro tempo de vitória vascaína, apesar da "blitz" tricolor no fim. Mas o técnico Vanderlei Luxemburgo parece não ter gostado do que viu, e promoveu três substituições de uma vez: Diguinho, Felipe e Samuel entraram nos lugares de Igor Julião, Rhayner e Biro Biro, e o time mudou radicalmente de um 4-2-3-1 para um 3-5-2.
O resultado foi uma demora para "encaixar" o jogo. Mesmo assim, o Fluminense conseguiu criar as primeiras boas oportunidades em chutes perigosos de Jean, aos 12, e Rafael Sóbis, aos 16 minutos. O Vasco, fechado e à espera de um contra-ataque, quase marcou aos 23, quando Henrique avançou com liberdade e chutou cruzado. A bola desviou em Leandro Euzébio e passou raspando a trave esquerda.
O jogo foi se encaminhando para o fim, e o Fluminense não teve opção se não partir para cima. Wagner tentou de cabeça aos 39, mas novamente parou em Diogo Silva.
No fim, não houve jeito: 1 a 0 para o Vasco, que chega a quatro jogos de invencibilidade - duas vitórias e dois empates - e ganha força na luta contra o rebaixamento. O Tricolor segue sem vencer nenhum clássico em 2013, e chega à segunda derrota consecutiva.
FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 0 FLUMINENSE
Local: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 9 de outubro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Luiz Muniz de Oliveira (RJ) e Luiz Cláudio Regazone (RJ)
Cartões amarelos: Jomar, Francismar e Fillipe Soutto (Vasco); Felipe, Leandro Euzébio e Gum (Fluminense)
Gol: Cris aos 11 minutos do primeiro tempo
VASCO: Diogo Silva; Fagner, Jomar, Cris e Henrique; Fillipe Soutto, Pedro Ken, Jhon Cley (Wendel) e Francismar (Willie); Marlone (Sandro Silva) e André.
Técnico: Dorival Júnior
FLUMINENSE: Kléver; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Igor Julião (Felipe); Edinho, Jean e Wagner; Biro Biro (Samuel), Rhayner (Diguinho) e Rafael Sóbis.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

     Um grande abraço.
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      Fonte: ESPN

Bahia resolve em 26 minutos, bate Vitória e acaba com jejum de nove jogos no clássico

Depois de nove clássicos sem saber o que era vencer o maior rival, o Bahia pôde sentir esse gosto de forma inédita após a reinauguração da Arena Fonte Nova. Nesta quarta-feira, sob muita chuva em Salvador, a equipe tricolor bateu o Vitória por 2 a 0, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O triunfo foi construído com apenas 26 minutos de bola rolando. Rafael Miranda abriu o placar aos 17 após completar de cabeça cobrança de escanteio. Nove minutos mais tarde, Fernandão aproveitou rebote na área e concluiu para o fundo do alvo.
O encerramento do jejum ainda tem um sabor mais especial para o Bahia neste ano, já que no começo da temporada, a equipe fora goleada duas vezes - por 7 a 3 e 5 a 1, ambas como mandante. O segundo revés, inclusive, gerou uma verdadeira crise, sendo que o então técnico Joel Santana deixou o cargo e torcedores invadiram o clube.
A última vez que o time tricolor havia vencido o Ba-Vi fora em 1º de maio de 2011, quando fizera 3 a 2, fora de casa, pelo Baiano. Desde então, ocorreram cinco empates e quatro triunfos do time rubro-negro. Na Fonte Nova, o Bahia não vencia o adversário desde 2004.
Com o resultado, o Bahia chega a 36 pontos, sobe para parte intermediária da tabela e se afasta da zona de rebaixamento. Já o Vitória estaciona nos 37 pontos e perde a chance de encostar na zona da Libertadores.
Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Bahia visitará o Goiás no Serra Dourada, no domingo, às 18h30 (de Brasília). Um dia antes, o Vitória receberá o Coritiba no Barradão, às 18h30.

O jogo
Devido ao mau tempo e ao trânsito de Salvador, o Vitória chegou à Arena Fonte Nova apenas às 20h35. O pouco tempo de preparação, no entanto, não desmotivou o time rubro-negro no início do clássico baiano. Logo nos primeiros minutos, o time pressionou o Bahia no campo de ataque, mas teve dificuldades para chegar com clareza ao gol adversário.
Os mandantes, por sua vez, preferiram apostar nos contra-ataques, explorando a velocidade de William Barbio, que ganhava espaço nas costas da marcação de Juan. Mesmo sem ficar mais tempo no ataque, foi o Bahia que teve a estratégia mais bem sucedida e quase abriu o placar com Fernandão, de cabeça, após um bom cruzamento para a área.
Aos 17 minutos do primeiro tempo, no entanto, o time tricolor inaugurou o marcador. Wallyson cobrou o escanteio com perfeição para a pequena área, Rafael Miranda apareceu entre os zagueiros do Vitória e desviou de cabeça, sem dar chances ao goleiro Wilson. Era a festa do torcedor tricolor, que, como mandante, era maioria no estádio.
Com a desvantagem no marcador, o Vitória ensaiou uma reação, voltou a ficar no campo de ataque, priorizando o toque de bola, mas a objetividade do Bahia, mais uma vez, deu resultado. Sem consistência defensiva, a equipe rubro-negra seguiu dando muitos espaços para as rápidas descidas do rival e viu o time tricolor fazer o segundo sem dificuldades.
Depois de roubar a bola na defesa, aos 26 minutos, Wallyson deu lindo passe para William Barbio na ponta direita. O atacante chegou batendo cruzado, e o goleiro Wilson espalmou para o meia. No rebote, Fernandão apareceu livre na área, emendou o chute de esquerda e ampliou a vantagem do Bahia na Fonte Nova.
Na volta do intervalo, o treinador Ney Franco mexeu na sua equipe, tentando deixar o Vitória mais ofensivo com o atacante Alemão, mas a postura do time rubro-negro mostrava que seria difícil diminuir a vantagem. Sem organização, os visitantes até esboçaram uma pressão, mas logo viram o Bahia tomar as rédeas da partida com tranquilidade.
Dessa forma, a única chance efetiva do Vitória que levou perigo ao gol de Marcelo Lomba foi em uma jogada individual de Alemão. O atacante limpou dois zagueiros e carimbou a trave do goleiro baiano. Apesar deste susto, o Bahia trocou passes com calma ao longo da segunda etapa e administrou o resultado para garantir a vitória no clássico estadual.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 2 X 0 VITÓRIA
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 9 de outubro de 2013, quarta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ)
Assistentes: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Fabio Pereira (TO)
Cartões Amarelos: Marcelo Lomba, Demerson, Madson (BAHIA), Kadu, Victor Ramos, Alemão, Marquinhos e Luiz Gustavo (VITÓRIA)
Gols: BAHIA: Rafael Miranda, aos 16, e Fernandão, aos 25 minutos do primeiro tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Madson (Fabrício Lusa), Lucas Fonseca, Demerson e Raul; Feijão, Rafael Miranda e Hélder; Wallyson (Marquinhos Gabriel), William Barbio e Fernandão (Obina)
Técnico: Cristóvão Borges
VITÓRIA: Wilson; Luiz Gustavo, Victor Ramos, Kadu e Juan; Michel (Felipe), Cáceres, e Renato Cajá (William Henrique); Leílson (Alemão) Marquinhos e Dinei
Técnico: Ney Franco

     Um grande abraço.
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      Fonte: ESPN

São Paulo 'se vinga', freia o líder e acaba com invencibilidade do Cruzeiro no Mineirão

Depois de 14 jogos, com 11 vitórias e três empates, o Cruzeiro finalmente conheceu a primeira derrota em casa no Campeonato Brasileiro. E o carrasco foi um time que briga para não ser rebaixado: o São Paulo. O time tricolor visitou o favorito ao título do Campeonato Brasileiro e conseguiu o surpreendente resultado de 2 a 0, fora de casa, no Mineirão. O revés em frente ao torcedor mineiro ainda impediu que o líder da competição ficasse mais perto do título da competição.
O improvável resultado fora de casa deixa o São Paulo fora da zona de rebaixamento. O clube paulista é o 16º, primeiro time fora do Z-4, com 33 pontos. Já o Cruzeiro perde a chance de ficar ainda mais próximo do título. A equipe mineira para nos 59 pontos, enquanto o vice-líder Grêmio, que perdeu para o Criciúma, tem 48.

O resultado no Mineirão trouxe a segunda vitória seguida do São Paulo no Campeonato Brasileiro. O time paulista havia batido o Vitória por 3 a 2, no Morumbi, no último sábado. Já o Cruzeiro conhece a primeira derrota desde a 14ª rodada, quando perdeu por 3 a 1 para o Grêmio, fora de casa.

O 2 a 0 em Belo Horizonte pode até servir de "revanche" para o São Paulo. Isso porque, no primeiro turno, os mineiros venceram por nada menos que 3 a 0 no Morumbi com três gols do atacante Luan.

Depois de um primeiro tempo com Willian chutando na trave para o Cruzeiro, e, já aos 26 da etapa final, Ganso cobrando falta no travessão, Douglas foi quem colocou a bola na rede. Aos 30 minutos do segundo tempo, o São Paulo fez bela troca de passes, Maicon invadiu a área,
Ademílson fez o pivô e rolou para Douglas, que chutou de primeira e abriu o placar para os visitantes.

Pouco tempo depois, quando a expectativa era de um Cruzeiro na ofensiva, o São Paulo achou o segundo gol. Ganso cobrou falta na barreira, mas a bola sobrou para Welliton, que, da lateral da área, cruzou na cabeça de Reinaldo. O lateral-esquerdo escorou e fez o segundo do time tricolor para garantir a vitória fora de casa.

Na 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro faz o clássico mineiro contra o Atlético-MG, no Independência, no próximo domingo. No mesmo dia, o São Paulo também tem um clássico. O Corinthians é o adversário do time tricolor no Morumbi.
O jogo
Jogando em casa, o Cruzeiro costuma ser avassalador contra os adversários, geralmente resolvendo o jogo na primeira parte da etapa inicial, mas contra o São Paulo, a equipe celeste não encontrou a mesma facilidade de jornadas anteriores. Mesmo sem agredir tanto, os mineiros tiveram a bola nos pés por mais tempo, porém, com pouca objetividade.

A explicação para isso pode ser a forte marcação imposta pelo time tricolor em cima das principais peças cruzeirenses. O time de Muricy Ramalho adotou a estratégia de deixar poucos espaços para os celestes, mas sem abdicar do ataque, usando as laterais do campo ou explorando os lances de velocidade.

Com este cenário, as chances claras de gol não foram tão abundantes, mas apareceram para os dois lados. Na tentativa de confundir os marcadores da equipe do Morumbi, o técnico Marcelo Oliveira orientou os comandados a trocarem de posição no ataque, com isso, Ricardo Goulart, Everton Ribeiro, Willian se movimentaram muito durante todo o tempo.

Apesar do toque de bola envolvente da equipe celeste, foram os visitantes que criaram uma oportunidade exceleste para abrir o marcador com Reinaldo, que tentou cruzamento e quase surpreendeu Fábio. A resposta cruzeirense veio logo na sequência com cabeçada forte de Ricardo Goulart, obrigando Dênis a espalmar para escanteio.

O gol animou a torcida do Cruzeiro no Gigante da Pampulha, e aos 32, a equipe mineira encaixou uma excelente trama ofensiva, que terminou com finalização cruzada de Ricardo Goulart, mas Dênis se esticou todo para fazer a defesa, no rebote, Willian perdeu um gol incrível, acertando trave do time tricolor. Sem se intimidar com a pressão dos mineiros, o São Paulo também protagonizou bons lances, deixando a partida aberta, com os dois times perseguindo a vitória.

Na volta para a etapa final, os donos da casa se mostraram mais agressivos, criando várias chances de abrir o placar. Percebendo o crescimento dos celestes, Muricy Ramalho cobrou atenção especial dos são-paulinos na marcação, para só depois buscar o ataque.

Após a pressão natural dos primeiros minutos, o clube tricolor passou a sair mais para o jogo, equilibrando as ações. Aos 15, Ademilson entrou na área cruzeirense driblando e finalizou, mas errou o alvo. Aparecendo pouco no jogo, Ganso cobrou falta colocada, que tirou tinta do travessão de Fábio, amadurecendo o gol dos visitantes.

A insistência do São Paulo foi premiada aos 31, com uma grande jogada ofensiva, que terminou com um petardo de Douglas estufando as redes do Mineirão e colocando o time Morumbi em vantagem. O que poucos acreditavam aconteceu, o São Paulo ampliou o placar com Reinaldo, calando o Mineirão e quebrando a invencibilidade do Cruzeiro no Gigante da Pampulha.
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 0 X 2 SÃO PAULO


Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 9 de outubro de 2013 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas
Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta
Público: 40.743 pagantes
Renda: R$ 1.899.595,00
Cartões amarelos: (Cruzeiro) Lucas Silva, Dagoberto (São Paulo) Wellington, Ganso
Gols: SÃO PAULO: Douglas, aos 31 e Reinaldo, aos 34 minutos do segundo tempo

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Léo, Bruno Rodrigo e Egídio (Mayke); Nilton, Lucas Silva (Allison), Everton Ribeiro e Ricardo Goulart (Dagoberto); Willian e Borges
Técnico: Marcelo Oliveira

SÃO PAULO: Denis; Paulo Mirada, Rodrigo Caio e Edson Silva; Douglas, Wellington, Maicon, Ganso (Lucas Evangelista) e Reinaldo; Ademilson e Aloísio (Welliton)
Técnico: Muricy Ramalho
Um grande abraço.
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      Fonte: ESPN

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Médico do Corinthians desmente contusão grave, e Guerrero deve jogar contra o São Paulo


O atacante Paolo Guerrero deve estar apto já no fim de semana para defender o Corinthians. Segundo o médico do clube, Júlio Stancati, a fratura no pé do jogador não é grave e não irá afastá-lo por seis semanas, como divulgado anteriormente.
"Ele tem jogado com essa fissura pequena no pé há duas semanas e não é algo preocupante. Guerrero estava jogando conosco sem nenhum problema e deve atuar contra o São Paulo no fim de semana", disse o médico do Corinthians, em entrevista à Rádio ESPN.

Em relação ao corte do jogador por parte da seleção peruana - que disputará partidas contra Argentina e Bolívia nos próximos dias pelas eliminatórias sul-americanas -, Stancati disse que a situação do país no qualificatório deve ter colaborado.
"Provavelmente optaram por liberá-lo pelo jogo não valer mais tanto (o Peru é o sétimo nas eliminatórias, com 14 pontos). Foi uma maneira de preservá-lo", explicou.
O médico ainda esclareceu que a fratura no quinto metatarso do pé direito é anterior ao jogo contra o Atlético-MG, disputado no último fim de semana. "Essa é a terceira semana que ele está com esse trauma. Temos administrado o problema e ele tem jogado sem problemas", concluiu.

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      Fonte: ESPN

Palmeiras se recupera de derrota em Natal e bate o Figueirense com folga

A derrota do sábado passado não abalou o Palmeiras, que nesta terça-feira, em Londrina-PR, aonde o time joga para cumprir punição por briga entre sua torcida, venceu o Figueirense com sobras, por 4 a 0.

Alan Kardec, duas vezes - é o artilheiro do Palmeiras na competição, com 13 gols -  e Mendieta, uma vez de pênalti cada um, fizeram os gols no duelo da 28ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Serginho fechou no fim.

O Alviverde se aproxima a passos largos do acesso à primeira divisão. O time paulista é o líder da Segundona com 62 pontos, nove a mais que a Chapecoense, segundo colocada, e 18 a mais que o primeiro time fora do grupo dos quatro que sobem, o Avaí, que joga ainda nesta terça e faz confronto direto com o Sport, em casa.

Na próxima sexta-feira, o Palmeiras cumpre a segunda partida de punição em Londrina, diante do Guaratinguetá. O zagueiro Vilson, suspenso nesta terça, estará de volta ao time. Wesley estará suspenso, e Valdivia e Henrique seguem fora para defender suas respectivas seleções.

O Figueirense está em décimo lugar, com 39 pontos, e sábado que vem pega o São Caetano, na Região Metropolitana de São Paulo.
O jogo 

Apesar da condição ruim do gramado, o Palmeiras não precisou de muito tempo para se adaptar no estádio do Café. Logo no início do jogo, Leandro roubou a bola de Willian pela esquerda, carregou em diagonal driblando jogadores adversários, até que invadiu a área.

Douglas Marques chegou na marcação, tropeçou e caiu nas pernas do atacante palmeirense, que foi impedido de chutar. O árbitro Edivaldo Elias da Silva assinalou o pênalti, gerando reclamação dos catarinenses.

Para tentar desestabilizar a cobrança, o goleiro Tiago Volpi apontou insistentemente para seu lado esquerdo, enquanto Alan Kardec se preparava para a batida. Mas o atacante não se incomodou e bateu justamente para o lado que o goleiro apontou, balançando a rede aos cinco minutos. Depois de tanta provocação, Volpi saltou para o outro canto.
Ao contrário do que se poderia imaginar, o gol não empurrou o Palmeiras na busca pelo aumento da vantagem. Aos dez, Rodrigo bateu falta para a área alviverde e a zaga tirou, mas Fernando Prass ainda foi obrigado a trabalhar no rebote do adversário.
Pouco depois, Rodrigo bateu falta da esquerda, a bola passou por todo mundo e carimbou o travessão, mas a arbitragem marcou impedimento de Douglas Marques, que tentou desviar de cabeça no meio do caminho.

O jogo ainda ficou um pouco mais quente, com desentendimento entre Arthur e Leandro, mas logo voltou ao normal. O Figueirense sentia a necessidade de partir para o ataque, mas nem sequer aproveitou durante o primeiro tempo a clara falta de entrosamento na dupla de zaga palmeirense, formada pelo reserva André Luiz e pelo volante improvisado Marcelo Oliveira.

Já perto do fim do primeiro tempo, o Palmeiras enfim voltou a buscar o ataque, mesmo que de forma tímida. Mendieta roubou a bola de Willian, não deixou Alan Kardec dar sequência ao lance e preferiu finalizar, para longe da meta. Antes do apito para o intervalo, Gilson Kleina perdeu Wendel, que sentiu lesão, e foi ousado ao colocar Ananias, deslocando Márcio Araújo para a lateral.

Para a segunda etapa, o treinador também teve de tirar Leandro, que sentiu dores no tornozelo e cedeu sua vaga a Serginho. Depois de ter atuado de forma apática durante a maior parte do primeiro tempo, o time paulista voltou arrasador depois do intervalo. Em sua primeira jogada ofensiva, Ananias invadiu a área pela esquerda, driblou Bruno Pires e foi derrubado por Douglas Marques. O árbitro anotou pênalti, que foi convertido pelo paraguaio Mendieta, aos três.
Apenas cinco minutos depois, o Palmeiras ampliou. Em nova jogada pela esquerda, Ananias cruzou para Alan Kardec cabecear. A bola desviou na zaga e enganou o goleiro Tiago Volpi. Com a desvantagem no placar, Vinícius Eutrópio fez duas alterações, com o ex-palmeirense Tinga e também Maylson nas vagas de Rodrigo e Everton Santos.
O clube catarinense ainda se esforçou pelo menos para descontar. Henrique Miranda chegou pela esquerda e rolou atrás para Pablo, que arrematou para fora. No lance seguinte, Pablo carregou a bola de frente para a área e bateu forte, exigindo defesa de Fernando Prass.

Aos 38, o Palmeiras marcou o quarto. O lateral esquerdo Juninho recebeu bom passe, driblou o goleiro e tocou para Serginho, que tocou para gol aberto. Os jogadores do Figueira ainda reclamaram de impedimento inexistente e não puderam impedir a goleada.
FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 4 X 0 FIGUEIRENSE
Local: Estádio do Café, em Londrina (PR)
Data: 8 de outubro de 2013, terça-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)
Assistentes: Marcos Rogério da Silva (PR) e Luiz Souza Santos Renesto (PR)
Cartões amarelos: Charles, Wesley (Palmeiras). Willian, Rodrigo, Douglas Marques (Figueirense)
GOLS:PALMEIRAS: Alan Kardec, aos 5 minutos do primeiro tempo e aos 8 do segundo tempo. Mendieta, aos 3, e Serginho, aos 38 minutos do segundo tempo.
PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel (Ananias), André Luiz, Marcelo Oliveira e Juninho; Márcio Araújo, Charles (Léo Gago), Wesley e Mendieta; Leandro (Serginho) e Alan Kardec
Técnico: Gilson Kleina
FIGUEIRENSE: Tiago Volpi; Willian, Douglas Marques, Bruno Pires e Henrique Miranda; Paulo Roberto (Nem), Rodrigo Souto, Rodrigo (Tinga) e Arthur; Pablo e Everton Santos (Maylson)
Técnico: Vinícius Eutrópio

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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Musa do Brasileirão 2013 (Primeiro ensaio: Musa do São Paulo)












Um grande abraço.
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      Fonte: Globoesporte.com

Musa das ondas gigantes, Maya Gabeira posa de biquíni na Playboy

Maya Gabeira não chama a atenção apenas pelas ondas gigantes que dropa. A carioca, filha do ex-deputado federal Fernando Gabeira, também tira os marmanjos da linha pela sua beleza. Não é à atoa, a loira é um dos destaques da seção 'Insiders' da 'Playboy' brasileira que chega às bancas em outubro. Focada no esporte, a gata posou nua apenas em uma oportunidade, mesmo assim, para uma publicação esportiva americana, sem deixar as partes íntimas à mostra.


Aos 26 anos, Maya começou a surfar em 2003, aos 14 anos, e competiu pela primeira vez aos 15. Ela venceu por quatro vezes consecutivas o Global Big Waves Awards (2007, 2008, 2009 e 2010) e em 2012 voltou a repetir a conquista. Em 2008, a brasileira foi a primeira mulher a surfar no mar do Alasca.

Um grande abraço.


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Luis Fabiano se lesiona e desfalca o São Paulo contra o líder Cruzeiro


Depois de marcar no triunfo do São Paulo contra o Vitória no sábado, o atacante Luis Fabiano virou desfalque para o próximo duelo da equipe tricolor, contra o Cruzeiro, na quarta-feira.

O camisa 9 sofreu uma contratura na coxa esquerda e dificilmente deve viajar para Belo Horizonte. Assim, o São Paulo deve entrar em campo desfalcado de seu principal atacante na partida contra o líder do Campeonato Brasileiro.

Além disso, Luis Fabiano ainda é dúvida para o jogo seguinte do time tricolor. No domingo, o São Paulo faz o clássico contra o Corinthians.

      Um grande abraço.

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domingo, 6 de outubro de 2013

Juventus leva gol-relâmpago de desfalcado Milan, mas vira com show de Pirlo


Mesmo sem os seus principais jogadores, o Milan precisou de pouco mais de 20 segundos para marcar. A Juventus, porém, se recuperou do susto a tempo e venceu o clássico por 3 a 2, de virada, neste domingo, pela sétima rodada do Campeonato Italiano. Muntari (duas vezes) marcou para os visitantes, e Pirlo, Giovinco e Chiellini fizeram para o time da casa.

Campeão de duas Champions League com o Milan, Pirlo foi o personagem do jogo ao marcar um gol e participar de outro. Em ambos, por conta de seu talento nas cobranças de faltas.
Com o triunfo, a Velha Senhora chega a 19 pontos e segue a dois da líder Roma, que está com 100% de aproveitamento na competição. A equipe de Antonio Conte está atrás também do Napoli, que também tem 19 pontos e melhor saldo de gols (14 a 9). Já o Milan estaciona nos oito pontos e fica na modesta 12ª colocação.
O time rossonero foi a campo com uma formação bastante desfalcada. Afinal, não pôde contar com os lesionados Kaká e El Sharaawy e o suspenso Balotelli, que foi expulso depois da derrota por 2 a 1 para o Napoli e pegou gancho de três partidas. Assim, Matri e Robinho formaram a dupla de ataque.
Apesar da equipe bastante alterada, o Milan abriu o placar logo aos 25 segundos de jogo. Após chute torto de Nocerino, Muntari concluiu de primeira para o fundo da rede. Os jogadores adversário pediram impedimento, mas Asamoah dava condição ao adversário.
Porém, a resposta não demorou a vir. Aos 15 minutos, Pirlo cobrou falta no meio do gol, Abbiati foi mal no lance e espalmou para dentro da meta. O volante não comemorou o gol.
O time rossonero, mesmo com os problemas, fez jogo equilibrado e até incomodou bastante o adversário, mas a Juventus fez valer a sua força e definiu o triunfo na etapa final. Aos 24 minutos, Giovinco recebeu na área, fintou um marcador e chutou forte para marcar dois minutos após entrar em campo.
Seis minutos mais tarde, a Velha Senhora sacramentou o triunfo. Pirlo cobrou falta da entrada da área e acertou o travessão. No rebote, Chiellini completou para o gol vazio. O gol veio um minuto depois de Mexes ter recebido o segundo cartão amarelo e ter sido expulso de campo.
Mesmo com tanta adversidade, o Milan ainda conseguiria balançar a rede mais uma vez. Aos 45 minutos, Muntari arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e enganou Buffon. Os visitantes, porém, não tiveram mais tempo para evitarem o revés.
Pela próxima rodada do Campeonato Italiano, a Juventus visitará a Fiorentina no Artemio Franchi, no dia 20 de outubro (domingo), às 11h (de Brasília). Um dia antes, o Milan receberá a Udinese, às 15h45.
Lazio e Fiorentina ficam no zero
Em outro jogo no mesmo horário, a Lazio recebeu a Fiorentina e empatou por 0 a 0. O resultado faz a equipe de Florença chegar a 12 pontos, na sexta colocação. O time de Roma tem um ponto a menos e está uma posição atrás.

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      Fonte: ESPN
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