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domingo, 17 de março de 2013

Diego Souza desencanta, Cruzeiro goleia e segue com folga na ponta do Mineiro


Após quase quatro meses de espera, o meia Diego Souza finalmente marcou seu primeiro gol pelo Cruzeiro. A principal contratação celeste para a temporada foi o autor do primeiro gol na vitória por 4 a 1 sobre o Boa Esporte, em Varginha, em confronto válido pela sexta rodada do Campeonato Mineiro.

Com o resultado, o time celeste chegou aos 16 pontos e manteve folga de quatro pontos a frente do vice-líder Villa Nova na ponta da competição. Já o Boa permaneceu com quatro pontos, na 10ª colocação, apenas um ponto acima da zona de rebaixamento.

O gol de Diego Souza, que também foi o primeiro do Cruzeiro na partida, aconteceu aos 25 minutos de partida. O Boa ainda chegou ao empate, com Fernando Caranga, aos 36. Logo depois, aos 38, Éverton Ribeiro - que marcou seu segundo gol com a camisa celeste - colocou a Raposa de novo a frente.

Aos 11 minutos da segunda etapa, Borges, que parece estar voltando à boa fase - foi a segunda partida seguida em que o atacante marcou (na semana passada, ele antou dois contra o Tombense) -, marcou o terceiro e Tinga confirmou a goleada aos 37.

Na próxima rodada, o Cruzeiro recebe a Caldense, enquanto o Boa rece o Araxá.

O jogo

O duelo entre a Coruja do Sul de Minas e a Raposa apresentou equilíbrio de ações nos primeiros minutos, mas aos poucos, o Cruzeiro começou a impor a maior qualidade técnica e tomou as rédeas do jogo. Com o isso, o Boa Esporte foi forçado a recuar as linhas de marcação, mesmo atuando em casa.

Apresentando boa movimentação, principalmente com Everton Ribeiro, Dagoberto e Diego Souza, o Cruzeiro envolveu os defensores da equipe boveta, que tiveram muito trabalho para conter as investidas ofensivas dos cruzeirenses. Com dificuldades para agredir a Raposa, o time do técnico Sidney Morais compactou a defesa atrás do meio-campo, e somente no contra-ataque conseguiu ameaçar.

Quando chegou ao ataque, porém, a Coruja criou enorme perigo com o zagueiro Rodrigo Arroz, que aproveitou uma bola levantada para área e obrigou o goleiro Fábio a operar um milagre para evitar a abertura do placar. Após este lance, o Cruzeiro intensificou a pressão, e aos 25, brilhou a estrela do armador Diego Souza, que conseguiu uma ótima arrancada e finalizou no canto esquerdo, a bola carimbou a trave, bateu nas costas do goleiro Douglas e foi para as redes do Boa Esporte.

Após o gol do Cruzeiro, a Coruja passou a jogar mais no campo de ataque, deixando a partida aberta. Aos 30, o atacante Betinho desviou cruzamento e Fábio voltou a trabalhar bem para evitar o empate em Varginha. Aos 35, Betinho deu ótima assistência para Fernando Karanga, que deixou tudo igual no placar.

Não demorou muito para o Cruzeiro voltar à frente no marcador com Everton Ribeiro, que recebeu passe com açúcar de Borges, e só teve o trabalho de empurrar para as redes. A alternância no placar deu dinamismo ao jogo, que seguiu com boas chances de gols até o final.

Na volta para a etapa complementar o Cruzeiro não diminuiu o ritmo, e seguiu em busca do terceiro gol contra um Boa Esporte, que teve problemas para criar boas jogadas ofensivas. Aos 11, Egídio foi à linha de fundo e acertou bom cruzamento para área, Jair tentou cortar e deixou a bola nos pés de Borges, que ampliou a contagem para os visitantes.

Melhor na partida, o Cruzeiro seguiu perseguindo a goleada, e aos 14, a Raposa conseguiu excelente trama ofensiva com Borges e Dagoberto, que errou o alvo mandando pela linha de fundo. Aos 22, foi a fez do lateral-esquerdo Egídio criar enorme perigo com um petardo, que parou na trave do goleiro Douglas.

Com o Boa Esporte sem esboçar qualquer sinal de reação, o Cruzeiro seguiu com total controle da partida, desperdiçando várias chances de construir um marcador mais elástico, até que aos 36, a goleada foi consolidada. Diego Souza mostrou qualidade e deu assistência para Tinga fuzilar o goleiro boveta e levar o torcedor celeste à loucura nas arquibancadas do Melão.

FICHA TÉCNICA
BOA ESPORTE 1 X 4 CRUZEIRO

Local: 
Estádio Melão, em Varginha (MG)
Data: 17 de março de 2013 (domingo)
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG)
Assistentes: Márcio Eustáquio Souza Santiago (FIFA/MG) e Flamarion Sócrates da Silva (Especial FMF)

Cartões amarelos: (Boa Esporte) Airton (Cruzeiro) Paulão, Diego Souza

Gols:
BOA ESPORTE: 
Fernando Karanga, aos 35 minuto do primeiro tempo
CRUZEIRO: Diego Souza, aos 25 e Everton Ribeiro, aos 37 minutos do primeiro tempo; Borges, aos 11 e Tinga, aos 36 minutos do segundo tempo

BOA ESPORTE: Douglas; Robert, Leandro Camilo, Rodrigo Arroz e Airton; Jair, Radamés (Neílson), Petros (Philip) e Marcelinho Paraíba; Betinho e Fernando Karanga (Fábio Silva)
Técnico: Sidney Moraes

CRUZEIRO: Fábio; Ceará (Mayke), Nirley, Paulão e Egídio; Leandro Guerreiro, Nilton, Everton Ribeiro (Tinga) e Diego Souza; Dagoberto (Elber) e Borges
Técnico: Marcelo Oliveira

Meia grego é banido de seleção por gesto nazista em comemoração de gol


Com apenas 20 anos de idade, o meio-campista Giorgos Katidis já pode dar adeus ao sonho de vestir a camisa da seleção de seu país nas principais competições de futebol do mundo. O atleta foi banido e nunca mais poderá representar a Grécia dentro de campo por conta de um gesto polêmico que fez para comemorar um gol de seu time, o AEK Atenas, em um jogo válido pela 26ª rodada do Campeonato Grego. A Federação entendeu que a atitude do jogador fez menção ao Nazimo e, por isso, era passível de uma punição definitiva.

O gesto aconteceu quando Katidis marcou o segundo gol do AEK Atenas na vitória por 2 a 1 sobre o Veria pelo torneio nacional no último sábado. O jogador foi comemorar com a torcida e levantou o braço imitando a saudação típica dos tempos em que Adolph Hitler comandava a Alemanha nazista na década de 1930. 

A atitude do meio-campista gerou polêmica e pressionou a Federação Grega de futebol por uma punição ao jogador. E ela não demorou a agir. Neste domingo, um dia após o episódio, a entidade divulgou uma sanção definitiva para o Giorgos Katidis: o camisa 10 da seleção sub-19 do país nunca mais poderá representar seu país dentro de campo.

"A energia do jogador para saudar os espectadores como nazista é brutal e afeta profundamente todas as vítimas das atrocidades nazistas, ferindo o caráter pacífico e profundamente humano do futebol. A Federação condena de forma inequívoca e categoricamente a atitude", dizia a nota.

“A Federação condena de forma inequívoca e categoricamente a atitude. No âmbito dos seus poderes, decidiu pela exclusão de George Katidis da seleção”, comunicou a entidade.

Giorgos Katidis ainda tentou se explicar dizendo que a comemoração foi para homenagear um companheiro de time que está lesionado, Michalis Pavlis, e estava no estádio acompanhando a partida. O meia ainda garantiu que não fazia ideia do significado ‘nazista’ do gesto que fez.

“Não sou racista de jeito algum. Abomino o fascismo. Não faria o gesto se soubesse que significa alguma coisa. Eu sei das consequências e não farei mais isso”, assegurou.

A Federação Grega, porém, não quis dar uma segunda chance ao jogador e, no mesmo comunicado que soltou para lamentar o episódio, aproveitou para anunciar a punição do meia, que já passou pelas categorias de base da Grécia – sub-17, sun-19 e sub-21 -, mas nunca havia sido chamado para a principal.

Veja a comemoração:

Leia a nota da Federação Grega na íntegra:

Em reunião extraordinária neste domingo, 17 de março, 2013, a Secretaria Executiva da Federação Grega de Futebol decidiu, em resposta à saudação nazista George Katidis no jogo AEK x Veria e após análise de todos os dados, por unanimidade, o seguinte:

A energia do jogador para saudar os espectadores como nazista é brutal e afeta profundamente todas as vítimas das atrocidades nazistas, ferindo o caráter pacífico e profundamente humano do futebol. A Federação condena de forma inequívoca e categoricamente a atitude.

No âmbito dos seus poderes, decidiu pela exclusão de George Katidis da seleção. A Federação Grega de Futebol previu fenômenos análogos e já incluem a proibição desse tipo de ação nos contratos que os jogadores assinam com as equipes.

A HFF está certa também que os órgãos disciplinares competentes devem intervir de forma decisiva e impor as sanções previstas no Código Disciplinar para o crime. Entre as penas mais pesadas no futebol, a Fifa instituiu para tal casos o banimento total do atleta.
Finalmente, a Federação Grega de Futebol tomará todas as medidas necessárias para preservar a natureza pacífica do futebol, e para promover os valores da solidariedade, da cooperação e do respeito que professa.

Messi marca mais dois, dá assistência e comanda vitória do líder Barcelona sobre o Rayo Vallecano


Depois da impressionante goleada sobre o Milan, que garantiu a classificação às quartas de final da Liga dos Campeões da Europa, o Barcelona voltou a campo pelo Espanhol neste domingo para enfrentar o Rayo Vallecano, postulante a uma vaga em competições europeias. E como de costume Lionel Messi comandou o show: uma assistência para David Villa, dois gols e vitória por 3 a 1 no Camp Nou.

O atacante argentino balança as redes pela 42ª vez na liga e na 18ª rodada consecutiva, recorde absoluto na história do campeonato. A 24ª vitória em 28 partidas, porém, começou aos 25 minutos do primeiro tempo, quando o quatro vezes melhor do mundo roubou a bola no meio-de-campo, puxou o contra-ataque e deu passe para David Villa tocar na saída de Rubén.

Aos 40, o ex-Valencia retribuiu a assistência e colocou Messi também cara a cara com o goleiro do Rayo, 2 a 0 antes do intervalo. Na volta, aos 12, mais um passe em profundidade para ‘La Pulga’, agora de Alexis Sánchez: o argentino ganhou na corrida de Arbilla e fez o terceiro do Barça em casa.

O veterano Raúl Tamudo, que entrou no segundo tempo, descontou aos 25, após cruzamento de Piti. A notícia ruim para o técnico interino Jordi Roura foi a lesão na coxa direita do lateral Adriano ainda no começo da partida. O brasileiro deve ficar afastado por até seis semanas.

Assim, o Barcelona mantém a ampla vantagem na liderança para o Real Madrid: 74 a 61, restando dez rodadas para o final do Espanhol. O Rayo Vallecano fica com 41, mas apenas seis atrás da Real Sociedad, atualmente na quarta colocação e que estaria na próxima Champions caso o torneio acabasse hoje.

Na próxima rodada, daqui duas semanas, o Barça visita o Celta, e o Rayo recebe o Málaga.


Campinense bate o ASA com gols do Maranhão e conquista a Copa do Nordeste



Com gols de dois jogadores do Maranhão, o Campinense voltou a bater o ASA neste domingo, desta vez por 2 a 0 e no estádio O Amigão, em Campina Grande, na Paraíba, e sagrou-se pela primeira vez campeão da Copa do Nordeste. Na ida, o time paraibano já havia batido o alagoano, mesmo em Arapiraca, por 2 a 1.

É a primeira taça regional da história da equipe rubro-negra, rompendo com o domínio baiano visto nas últimas quatro edições do torneio, quando Vitória (2010 e 2003) e Bahia (2002 e 2001) as ganharam. A competição voltou a ser disputada este ano após não acontecer em 2011 e 2012.

O título dará prestígio e um bom prêmio em dinheiro ao Campinense, no entanto, não garante vaga na Copa do Brasil nem na Série D do Brasileiro, no qual o time ficou em sétimo em 2012. Para jogar as competições nacionais, o time terá de ir bem no estadual - em 2014, a Copa do Nordeste dará ao campeão lugar na Copa Sul-Americana. 

Os gols que selaram o triunfo e a consequente conquista do Campinense saíram, curiosamente, por meio de maranhenses. Logo no primeiro minuto do segundo tempo, Zé Paulo cruzou na medida para Jefferson Maranhense cabecear e abrir o placar.

Aos 21, Fabiano do ASA, fez falta dura em Gleybson e levou o cartão vermelho, piorando ainda mais a situação do time alagoano. Aos 34, Ricardo Maranhão concluiu contra-ataque puxado por Dedé e fechou o placar em Campina Grande.
Heróis da taça, Jefferson Maranhense e Ricardo Maranhão são do mesmo estado, mas de cidades diferentes. O primeiro é de Bacabal e tem 23 anos, enquanto o segundo é da capital São Luís e um pouco mais velho, com 26.

Na 'ressaca' pós-Taça Guanabara, Vasco sofre gol no começo e perde para o Volta Redonda em São Januário


Depois de ser derrotado pelo Botafogo na final da Taça Guanabara, o Vasco mostrou não estar recuperado da "ressaca" e começou a Taça Rio com mais um resultado negativo. O algoz da vez foi o Volta Redonda, que marcou com o zagueiro André Alves logo aos 11 minutos do primeiro tempo e segurou a vitória por 1 a 0 até o apito final em São Januário.

Com  o resultado, o Vasco é provisoriamente o 5º colocado do grupo A do segundo turno do Estadual, sem nenhum ponto conquistado. A equipe do técnico Gaúcho leva vantagem sobre o Nova Iguaçu e o Quissamã por conta do saldo de gols. O Volta Redonda, por outro lado, assumiu a 4ª posição, com os mesmos pontos de Botafogo, Friburguense e Olaria, porém com um saldo inferior.

Na segunda rodada da Taça Rio, o Vasco enfrenta o Nova Iguaçu, às 22h (de Brasília) da próxima quarta-feira (20), no estádio Raulino de Oliveira. No mesmo estádio, o Volta Redonda recebe o Friburguense, às 16h de domingo (24).

O jogo - Volta Redonda marca no início; Vasco tenta, mas não consegue o empate

Gazeta Press
Autor do único gol do jogo, zagueiro André Alves comemora
Autor do único gol do jogo, zagueiro André Alves comemora
O Volta Redonda mostrou que não havia viajado à capital para brincadeiras e cirou a primeira grande chance do jogo logo aos 10 minutos. Léo Andrade recebeu pela esquerda, foi à linha de fundo e cruzou na medida para o argentino naturalizado brasileiro Frontini. O camisa 9 chegou desviando à queima-roupa, mas a bola atingiu a trave direita de Alessandro antes de sair pela linha de fundo.

Os visitantes não teriam muito tempo para lamentar a grande oportunidade perdida, pois abririam o placar logo na sequência. Aos 11, Zé Augusto cobrou escanteio pela esquerda e o zagueiro André Alves se antecipou à defesa vascaína para cabecear firme e fazer 1 a 0 em São Januário.

O Vasco tentou reagir aos 18, quando Dakson cruzou com efeito pela direita e atingiu o travessão do goleiro Gatti. Aos 46, foi a vez de Carlos Alberto tentar empatar após cruzamento de Nei, mas a bola não acertou o alvo. O intervalo de jogo chegou e trouxe vaias em São Januário.

Divulgação / Vasco
Éder Luís foi um dos jogadores mais criticados pela torcida
Éder Luís foi um dos jogadores mais criticados pela torcida
Na volta dos vestiários, o Cruzmaltino aumentou a intensidade em busca do empate, e quase marcou com Éder Luís, a 1 minuto, e Wendel, aos 3, mas os dois chutes foram para fora. Aos 20, Bernardo, que entrara no lugar de Dakson, finalizou de pé direito em boa colocação, mas a bola passou novamente à esquerda do gol.

Aos 23, Carlos Aberto chutou de canhota da entrada da grande área, mas Gatti defendeu e a zaga do Volta Redonda afastou a sobra. Aos 33, foi a vez do jovem Romário girar bonito para cima da marcação e bater cruzado, mas Gatti novamente evitou o empate. A bola simplesmente se recusava a entrar em São Januário.

No fim das contas, o jogo terminou como parecia que terminaria: 1 a 0 Volta Redonda, para a revolta da torcida cruzmaltina, que chegou a gritar "olé" para o toque de bola adversário e a bradar "vergonha" após o apito final. Foi a segunda derrota do Vasco em quatro partidas em São Januário em 2013.

FICHA TÉCNICA
VASCO 0 X 1 VOLTA REDONDA

Local:
 São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de março de 2013 (domingo)
Horário: 16h(de Brasília)
Árbitro: João Batista de Arruda (RJ)
Assistentes: Lilian Fernandes Bruno (RJ) e Andréa Marcelino de Sá (RJ)
Cartões amarelos: Sandro Silva (Vasco); Leonardo, Da Silva (Volta Redonda)
Gol: André Alves, aos 11' do 1º tempo

VASCO: Alessandro; Nei, Dedé, Renato Silva e Wendel (Marlone); Sandro Silva, Pedro Ken (Yotún), Dakson (Bernardo) e Carlos Alberto; Éder Luís e Romário.
Técnico: Gaúcho.

VOLTA REDONDA: Gatti; Lorran, Leonardo, André Alves e Da Silva; Bruno Barra, Zé Augusto (Fernando), Rafael Granja e Marcelo Régis (Geraldo); Léo Andrade (Sassá) e Frontini.
Técnico: Cairo Lima.

São Paulo vence, Ganso não entra, e Ney Franco é vaiado no Morumbi



Chuva, poucos torcedores e protestos. O São Paulo enfrentou o Oeste no Morumbi para espantar a crise que começa a assombrar o clube por conta dos maus resultados na Libertadores e já sofreu com as manifestações da torcida, que fazia críticas ao 'esquema tático' do time e, entre outras coisas, pedia Paulo Henrique Ganso titular. Mas, ainda assim, com o ex-santista começando no banco, a equipe tricolor conseguiu a vitória por 3 a 2 e se manteve na liderança do Campeonato Paulista com um jogo a menos.
A partida era válida pela 12ª rodada do estadual e Ney Franco, que começou o jogo sentindo a pressão da torcida, colocou em campo um time alternativo, no esquema 4-3-3, com Wallyson, Ademílson e Luis Fabiano na frente. Ganso ficou no banco, assim como Cañete, e Jadson se manteve como principal armador das jogadas - o ex-santista e o argentino foram dois nomes reivindicados pela torcida nas faixas de protesto levadas ao estádio.

Além de Douglas, entraram Aloísio no lugar de Wallyson e Cañete no lugar de Jadson, contrariando os pedidos dos torcedores por Paulo Henrique Ganso - o ex-santista só não tinha entrado em um jogo até aqui, contra o Bolívar pela pré-Libertadores em La Paz. E, por conta disso, mais vaias foram ouvidas nas arquibancadas.

O Oeste ainda diminuiu com Wanderson após uma falha na saída de bola de Rogério Ceni e passou sufoco para garantir a vitória por 3 a 2. A equipe tricolor, que assegurou a liderança com esse resultado, volta a campo pelo estadual na quarta-feira para enfrentar o São Bernardo fora de casa. Já o Oeste, em 12° lugar, recebe o Bragantino no mesmo dia.

Gazeta Press
São Paulo protesto torcida faixas Morumbi
Torcida faz protesto antes do jogo no Morumbi

O jogo – Com um time ‘alternativo’ em campo, o São Paulo já teve a primeira chance clara de gol logo aos dois minutos, mas Wallyson acabou desperdiçando. A defesa do Oeste bobeou, e a bola sobrou para Jadson, que tocou na medida para o ex-cruzeirense na cara do goleiro. O atacante, porém, chutou para fora.

E a parceria Jadson-Wallyson quase deu resultado também aos 7 minutos, em nova enfiada do camisa 10 para o atacante, que cruzou na área para Luis Fabiano, mas o zagueiro do Oeste tirou. Assim, o São Paulo começou pressionando bastante, enquanto o time visitante só se defendia e tentava conter a velocidade são-paulina no ataque.

O primeiro gol tricolor não demoraria muito a sair e veio aos 18 minutos, mas desta vez, saiu dos pés de um zagueiro. Edson Silva estava no lugar certo, na hora certa, e apenas completou o cruzamento de Ademílson para o fundo das redes.

O Oeste, então, tentou reagir e sair mais para o jogo e quase chegou ao empate aos 22 minutos, quando Fernandes soltou uma pancada, mas Rogério Ceni conseguiu tirar e impedir o gol dos visitantes.

Sete minutos depois foi a vez do São Paulo balançar as redes novamente e, de novo, com um zagueiro. Jadson cobrou falta precisa na área e Rafael Toloi fez de cabeça, ampliando a vantagem tricolor.

Aos 36, novo lance de Jadson, desta vez como finalizador, levou perigo para o gol do Oeste. Na tabela com Wallyson, o meia recebeu dentro da grande área e chutou forte, mas Jaílson evitou o que seria o terceiro gol são-paulino na partida.

No último minuto de jogo, porém, o Oeste conseguiu diminuir em nova falha da defesa. Lele cruzou nas costas de Edson Silva, que viu Ligger completar de cabeça para o fundo das redes.

A etapa final do jogo começou, inclusive, com o time de Itápolis chegando mais forte e ameaçando mais logo nos primeiros minutos. Fernandes armava as jogadas e Wanderson desperdiçou duas oportunidades quando o relógio ainda não tinha marcado 10 minutos.

Aos oito, quando Ney Franco fez a primeira alteração no jogo, vaias e gritos de 'Burro' puderam ser ouvidos no Morumbi. O treinador optou por tirar o volante Wellington, que tinha cartão amarelo, para colocar o lateral direito Douglas. O São Paulo respondeu com o contrataque puxado por Carleto, que tocou para Wallyson sozinho na direita, mas o atacante desperdiçou de novo, chutando fraco para o goleiro Jaílson defender.

Aos 12 minutos, o Oeste levou perigo de novo ao gol tricolor com ótimo chute de Serginho, que arriscou de longe tentando aproveitar o campo molhado para enganar Rogério, mas a bola foi para fora.

Aos 18, Wallyson saiu para a entrada de Aloísio e mais vaias foram ouvidas, já que a torcida queria Ganso. Apesar de sofrer com a pressão dos visitantes, foi o São Paulo quem chegou ao gol de novo aos 24 minutos, desta vez com o artilheiro Luis Fabiano, que aproveitou o passe na medida de Douglas para empurrar para o fundo das redes. 

O gol do camisa 9 foi providencial, porque sete minutos depois, o Oeste diminuiu no erro da saída de bola de Rogério Ceni, que viu o time de Itápolis se aproveitar do lance para fazer o segindo gol. Serginho avançou pela direita, tirou Toloi e cruzou para Wanderson fazer.

Daí em diante, Cañete entrou no lugar de Jadson, Ney Franco voltou a ouvir gritos de "Burro", e o São Paulo passou a sofrer muito para segurar o resultado no Morumbi. Serginho e Marcinho Beija-Flor perderam as chances que tiveram ns reta final, e a equipe tricolor conseguiu sair de campo com os três pontos garantidos.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3 X 2 OESTE

Local:
 Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 17 de março de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e João Edilson de Andrade (ambos de SP)
Público total: 7.881 torcedores
Renda: R$ 211.135,00
Cartões amarelos: Wellington, Rodrigo Caio e Denilson (São Paulo); Hudson e Dezinho (Oeste)
Gols: SÃO PAULO: Edson Silva, aos 17, e Rafael Toloi, aos 30 minutos do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 24 minutos do segundo tempo; OESTE: Ligger, aos 45 minutos do primeiro tempo; Wanderson, aos 31 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Rodrigo Caio, Rafael Toloi, Edson Silva e Thiago Carleto; Wellington (Douglas), Denilson e Jadson (Cañete); Wallyson (Aloísio), Luis Fabiano e Ademilson
Técnico: Ney Franco

OESTE: Jaílson; Dedê, Antônio Carlos, Dezinho (Marcinho Beija-Flor) e Fernandes; Leandro Teixeira, Ligger, Wanderson, Hudson (Vitinho) e Serginho; Lelê (Gilmar)
Técnico: Roberto Cavalo


sábado, 16 de março de 2013

Vettel humilha a concorrência e é o pole na Austrália; Massa fica em quarto, à frente de Alonso


Depois de um treino oficial caótico e adiado por causa da chuva, os pilotos voltaram à pista na manhã de domingo na Austrália (noite brasileira) para a definição do grid de largada para o primeiro GP de 2013 da Fórmula 1, em Melbourne. Em sessão emocionante, com a pista secando, Sebastian Vettel deixou a concorrência para trás e conquistou a pole position, a 37ª da carreira.

O atual tricampeão da F-1 fez 1min27s407, pulverizou os concorrentes e comandou a dobradinha da Red Bull na primeira fila, pois Mark Webber terminou em segundo. Estreante na Mercedes, Lewis Hamilton larga na terceira colocação, enquanto Felipe Massa foi bem e sai em quarto, logo à frente do companheiro de Ferrari, Fernando Alonso.

O top 10 é fechado por Nico Rosberg (Mercedes, líder do Q1 e do Q2), Kimi Raikkonen, Romain Grosjean (ambos da Lotus), Paul di Resta (Force India) e Jenson Button (McLaren).

A corrida começa logo mais, às 3h (horário de Brasília), e o ESPN.com.br fará o acompanhamento em tempo real do GP da Austrália, o primeiro da F-1 em 2013.

Veja abaixo o grid de largada para a corrida em Melbourne:

1. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min27s407
2. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 0s420
3. Lewis Hamilton (GBR/Mercedes), a 0s680
4. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1s083
5. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 1s086
6. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1s116
7. Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault), a 1s331
8. Romain Grosjean (FRA/Lotus Renault), a 1s606
9. Paul di Resta (GBR/Force India-Mercedes), a 1s898
10. Jenson Button (GBR/McLaren-Mercedes), a 2s950

11. Nico Hulkenberg (ALE/Sauber-Ferrari), a 1s873
12. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1s940
13. Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari), a 2s584
14. Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari), a 2s848
15. Sergio Pérez (MEX/McLaren-Mercedes), a 3s706
16. Valtteri Bottas (FIN/Williams-Renault), a 4s096

17. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault), a 4s234
18. Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber-Ferrari), a 4s396
19. Jules Bianchi (FRA/Marussia-Cosworth), a 4s767
20. Max Chilton (GBR/Marussia-Cosworth), a 5s529
21. Giedo van der Garde (HOL/Caterham-Renault), a 6s139
22. Charles Pic (FRA/Caterham-Renault), a 7s246

Zé Roberto marca duas vezes, Grêmio quebra invencibilidades e vence primeiro brasileiro na Arena


O Lajeadense entrou na Arena Grêmio neste sábado sustentando duas invencibilidades: era o único invicto do Campeonato Gaúcho e ainda não havia perdido para a dupla Gre-Nal desde que retornou para a elite estadual em 2011. Não sustenta mais: com ótima atuação do experiente Zé Roberto, o time do interior não foi páreo para os titulares tricolores e perdeu por 2 a 0 em confronto válido pela primeira rodada da Taça Farroupilha.

Zé Roberto foi o autor dos dois gols tricolores na partida - o primeiro aos 29 do primeiro tempo e o segundo aos 22 da etapa final - e foi o principal responsável pela vitória no primeiro confronto do Grêmio sobre um time brasileiro em sua nova casa.

Com o resultado, o time de Porto Alegre chegou aos três pontos e lidera o grupo A. Já o Lajeadense, que acumulava até então cinco vitórias e quatro empates (o time foi eliminado pelo Esportivo nos pênaltis) e acumulava duas vitórias e três empates nos últimos dois anos contra dupla Gre-Nal, segue sem pontos no segundo turno do Estadual.

Na próxima rodada, o Grêmio visita o Pelotas, enquanto o Lajeadense recebe o Cruzeiro-RS.

O jogo

Com time titular, o Grêmio dominou o jogo no primeiro tempo. O Lajeadense tentou jogar de igual para igual nos primeiros minutos, mas logo o Tricolor se organizou e passou a criar chances. A primeira veio aos 15 minutos, quando Barcos cabeceou e Eduardo Martini defendeu com dificuldade.

Aos 22, uma boa jogada dos meias gremistas: Elano deu bom passe para Zé Roberto dentro da área. O arremate do camisa 10 levou muito perigo ao gol dos visitantes. Dois minutos depois, foi Fernando quem recebeu de Elano e bateu da entrada da área para defesa tranquila de Martini. Aos 26, Barcos fintou um zagueiro na área e bateu com força. O goleiro do Lajeadense defendeu, a bola bateu no travessão e saiu.

A superioridade se converteu em gol aos 30 minutos: Pará fez cruzamento para a chegada de Zé Roberto, que fez 1 a 0. Na sequência da etapa inicial, o Tricolor manteve o domínio territorial. A melhor chegada do time visitante foi um cruzamento de Márcio Gabriel afastado por Dida de soco.

O segundo tempo começou equilibrado. Aos 6 minutos, Rafael Aidar driblou Cris e chutou para defesa de Dida. O Grêmio respondeu com Vargas, que fez boa jogada e bateu com a perna direita para boa defesa de Martini. O chileno teve outra boa chance aos 17, após concluir boa jogada de Zé Roberto, mas o chute saiu para fora.

Aos 23, o golaço que definiu de vez a vitória gremista: Barcos deu ótimo passe para Zé Roberto, que encobriu Eduardo Martini e fez 2 a 0 para o Grêmio. O craque gremista recebeu amarelo na comemoração, por tirar a camiseta. A festa da torcida na Arena ficou ainda maior com a entrada de Kleber, aos 27. Foi o primeiro jogo do Gladiador desde novembro, após passar por cirurgia no tornozelo.

Inspirado, Zé Roberto foi quem teve as melhores chances no fim do jogo. Aos 39, ele obrigou Eduardo Martini a uma difícil defesa em cobrança de falta. Dois minutos, Pará fez boa jogada pela direita e o camisa 10, mas Martini pegou com segurança. Aos 44, o meia gremista foi puxado pela zaga dentro da área, mas o árbitro Vinícius Costa ignorou o pênalti.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 x 0 LAJEADENSE

Local: 
Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 16 de março de 2013, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Vinícius Costa
Assistentes: Paulo Ricardo Conceição e Marcelo Oliveira e Silva
Cartão amarelo: Zé Roberto (Grêmio); Márcio Gabriel e Gabriel (Lajeadense)

Gols:
GRÊMIO: 
Zé Roberto, aos 30 minutos do primeiro tempo e aos 23 minutos do segundo tempo

GRÊMIO: Dida; Pará, Cris, Werley e André Santos; Fernando (Adriano), Souza, Elano (Kleber) e Zé Roberto; Vargas (Welliton) e Barcos
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

LAJEADENSE: Eduardo Martini; Márcio Gabriel (Leandro), Micael, Gabriel e Márcio Goiano; Rudiero, Reinaldo, Moisés (Mineiro) e Renan Oliveira; Jandson e Rafael Aidar
Técnico: Flávio Campos

Corinthians supera marcação, deslancha no segundo tempo e se mantém no G8



Foco. Tite pediu foco. Antes do confronto com o União Barbarense, o técnico esclareceu que era necessário deixar para trás a exibição contra o Tijuana, na quarta-feira, pela Libertadores, e voltar a se concentrar no Campeonato Paulista. Com a necessidade de vencer no Pacaembu para se manter no G8, o comandante alvinegro mandou a campo somente três dos titulares da última partida – Gil, Fabio Santos e Ralf – e aproveitou para dar ritmo a outros atletas importantes.

Com um time misto, o Corinthians esbarrou na marcação do Barbarense neste sábado e não conseguiu repetir o mesmo futebol da Libertadores. Apostando nas chegadas pelos lados do campo, a equipe deslanchou apenas no segundo tempo para vencer por 3 a 0 e assegurar tranquilidade no estadual.

O resultado conduziu o clube ao quarto lugar na classificação do Paulista, ao lado do Botafogo-SP, com 21 pontos. Os visitantes seguem na zona de rebaixamento e podem assumir neste domingo a última colocação, em caso de vitória do São Caetano contra o Palmeiras, diante de seus torcedores.

Sem compromissos da Libertadores pelo menos até abril, o Corinthians tentará tirar proveito da pausa no torneio sul-americano para pôr atletas mais badalados e que se encontram no banco de reservas para atuar. A próxima partida da equipe será na quarta-feira, frente o XV de Piracicaba, fora de casa. O Barbarense, por sua vez, retorna a ação na quinta-feira, diante da Ponte Preta.

O jogo

Com a proposta clara de se defender, o União Barbarense mostrou nos primeiros minutos que o Corinthians enfrentaria problemas para chegar ao ataque tabelando pelo meio. O time comandado por Tite assimilou rapidamente a mensagem e, em cinco minutos, ameaçou por duas vezes o gol adversário em avanços de Edenilson e Fabio Santos.

Não faltava espaço para os jogadores alvinegros trocarem passes na intermediária. Poderia ser o suficiente para vencer a defesa do Barbarense. Não foi. Com a partida amarrada, Douglas e Jorge Henrique se movimentavam tentando encontrar espaço.

Aos 18 minutos, Romarinho entrou na área driblando e pediu pênalti ao mergulhar no chão. O árbitro, no entanto, ignorou as reclamações do atacante e o puniu com o cartão amarelo.
Novamente pelos lados do campo, o Corinthians quase conseguiu, enfim, penetrar na defesa do time do interior aos 21 minutos, com o apoio de Fabio Santos. A combinação com Emerson Sheik, contudo, não teve sequência. O atacante seria responsável por quase abrir o placar, em bate e rebate, aos 35 minutos, mas foi travado na hora do arremate.

Sem a mesma eficiência na marcação dos minutos iniciais, o União Barbarense passou a adotar um rodízio de faltas nos atletas corintianos até o fim do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o goleiro Walter e a sua retaguarda defensiva finalmente foram batidos. Em rápida troca de passes, Emerson cruzou na medida para Douglas apenas para completar para o fundo das redes. Quatro minutos depois, o Corinthians quase ampliou, com Douglas surgindo sozinho mais uma vez e mandando a bola para longe.

O gol alvinegro abriu espaço no miolo de zaga adversário. Quase sempre com o Sheik, o time seguiu insistindo para tentar fazer 2 a 0. Em dividida, o experiente jogador levou a pior, sofreu uma pancada e deixou o gramado na maca. Foi a senha para o técnico Tite lançar Renato Augusto, Paulinho e Giovanni nos lugares de Romarinho, Guilherme e Douglas, respectivamente.

Os visitantes continuaram sem pressionar. Somente aos 32 minutos da etapa complementar, chegaram pela primeira vez em bola defendida por Julio Cesar.

O Corinthians ainda intensificou a sua pressão no final da partida. Aos 39 minutos, o zagueiro Gil foi seguro na área e o juiz marcou pênalti. O seu companheiro de zaga, Chicão, se apresentou, mas não conferiu a cobrança.

O time não se abateu com a falha e, aos 42 minutos, Jorge Henrique fez o segundo gol alvinegro, em sobra de Emerson Sheik e contando com o desvio do volante Claudio Britto. O meia-campo Renato Augusto ainda deu números finais e aumentou para 3 a 0 com uma cavadinha aos 46 minutos, após chute prensado de Giovanni.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 3 X 0 UNIÃO BARBARENSE


Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 16 de março de 2013, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Público: 19.359 pagantes
Renda: R$ 547.850,50
Cartões amarelos: Romarinho (Corinthians); Juliano, Alex, André Cunha (União Barbarense)
Gols: Douglas, aos sete minutos do segundo tempo, Jorge Henrique, aos 41 minutos do segundo tempo, e Renato Augusto, aos 45 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Julio Cesar; Edenílson, Chicão, Gil e Fábio Santos; Ralf, Guilherme (Paulinho), Jorge Henrique, Douglas (Giovanni) e Romarinho (Renato Augusto); Emerson
Técnico: Tite

UNIÃO BARBARENSE: Walter; Juliano, Camacho e Júnior Goiano; Alex, Cláudio Britto, Edilson Azul, André Cunha, Cleverson (Júlio) e Cesar; Cahiame (Dairo)
Técnico: Claudemir Peixoto

Flamengo alega motivos financeiros e demite o técnico Dorival Júnior


A diretoria do Flamengo anunciou a demissão do técnico Dorival Júnior, no início da noite deste sábado. O clube rubro-negro divulgou a decisão em seu site oficial na internet e alegou motivos financeiros para a saída do treinador.

Dorival comandou o treinamento normalmente na manhã deste sábado e durante a tarde teve uma reunião com Wallim Vasconcelos, vice presidente de futebol. O dirigente propôs uma redução de salário, que seria de 50 %, o que não foi aceito pelo treinador. Em nota oficial, o Flamengo informou:

"Depois de dois meses de conversas com o objetivo de repactuar os termos do contrato firmado ano passado, o Flamengo e o técnico Dorival Júnior, apesar de terem evoluído nas negociações, não conseguiram chegar a um acordo final satisfatório para ambas as partes . Com isso, o clube optou pela saída do treinador".

Em contato telefônico com a reportagem do ESPN.com.br, o diretor executivo Paulo Pelaipe confirmou as negociações para a tentativa de reduzir o salário de Dorival e garantiu que a demissão não teve nenhuma relação com os resultados ou desempenho do time. Na última quarta-feira, o Flamengo foi derrotado pelo Resende de virada, por 3 a 2, no Engenhão, pela primeira rodada da Taça Rio.

"A diretoria já vem conversando com o Dorival há bastante tempo. Os números no contrato são fora da realidade do Flamengo. Tentamos contornar isso de qualquer maneira, o Dorival inclusive foi bem compreensivo durante todo o processo, até aceitou reduzir o salário, mas não conseguimos chegar a um valor condizente as nossas condições de hoje. Não foi uma decisão técnica, foi uma questão financeira", explicou Pelaipe, que havia descartado a demissão de Dorival na quinta-feira, após a derrota para o Resende.

O comunicado oficial do clube rubro-negro ainda faz elogios ao trabalho de Dorival Júnior e diz que "a rescisão contratual reafirma a decisão da nova diretoria em trabalhar pelo equilíbrio financeiro do clube, para poder honrar os compromissos com o pagamento dos salários, impostos e fornecedores".

Dorival estava no Flamengo desde julho do ano passado, quando assumiu o cargo durante o Campeonato Brasileiro no lugar de Joel Santana. O treinador comandou a equipe em 37 jogos, com 15 vitórias, 12 empates e 10 derrotas, tendo um aproveitamento de 51,3% dos pontos.

No Campeonato Carioca deste ano, o Fla teve a melhor campanha da primeira fase, sem nenhuma derrota, mas a equipe foi eliminada nas semifinais ao perder para o Botafogo.

sexta-feira, 15 de março de 2013

DeAndre Jordan, pivô dos Clippers, protagoniza enterrada espetacular no jogo contra os Pistons


Mais uma enterrada espetacular aconteceu em um jogo do Los Angeles Clippers. Depois de Blake Griffin, foi a vez do pivô DeAndre Jordan protagonizar um lance genial: ele recebeu uma ponte aérea do armador Chris Paul e enterrou, passando por cima de Brandon Knight, dos Pistons, que ficou estirado no chão. Confira as imagens!

Ibson e Renato Santos discutem em treinamento no Ninho do Urubu


Geralmente ameno nesta temporada, o clima no treinamento do Flamengo esquentou na manhã desta sexta-feira, no Ninho do Urubu. Renato Santos e Ibson discutiram por conta de um lance na atividade técnica, com três grupos separados no campo. Alex Silva tomou as dores do zagueiro e também entrou no bate-boca. Depois, os protagonistas da história tiveram de conversar com o técnico Dorival Júnior para dar explicações. Em seguida, a atividade seguiu sem maiores incidentes. 

Tudo ocorreu porque um dos grupos deveria conduzir a bola até a linha do meio de campo e, com isso, seguir a disputa com a terceira turma de jogadores. Em determinado momento, Renato Santos afirmou que Ibson, da equipe rival, não havia conduzido a bola e, sim, dado um chute.

O volante não gostou e retrucou, dando início à discussão. Alex Silva também se envolveu e o técnico Dorival Júnior resolveu intervir para ouvir os envolvidos. Após a atividade, Ibson e Renato Santos conversaram separadamente. Um dos líderes da equipe, o goleiro Felipe considerou o desentendimento normal e viu até um lado positivo na questão.

"Isso é normal. Bate boca é normal. Às vezes um não entende o que o outro quer, mas nem por isso cria clima pesado. Às vezes é bom. Se tivesse acontecido no jogo de repente o resultado poderia ser diferente. Ali dentro tudo acontece. Do lado de fora já estão se abraçando. Se for para vencer, vale qualquer coisa", disse Felipe.
O elenco rubro-negro volta a treinar na tarde desta sexta-feira, no Ninho do Urubu. A próxima partida do time, no entanto, ainda vai demorar: apenas no dia 23 de março, contra o Boavista, no Engenhão. 

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