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domingo, 24 de junho de 2012

Brasileiro Série A 2012: Figueirense cede empate ao Bahia e chega a quinto jogo sem vitória


O Figueirense empatou em casa com o Bahia por 1 a 1 neste domingo, no Orlando Scarpelli, em confronto válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time catarinense chegou aos sete pontos, apenas um ponto à frente do time nordestino, que pode entrar na zona de rebaixamento dependendo dos resultados deste domingo.

O Figueirense abriu o placar com Júlio César aos seis minutos do segundo tempo, e o Bahia empatou com Vander, aos 33. Com o placar, o time tricolor chegou ao seu segundo jogo sem perder (na última rodada, o time venceu o Sport em casa por 2 a 1), enquanto o Figueirense chegou ao quinto jogo sem vitória (desde a estreia, quando venceu o Náutico por 2 a 1).

Na próxima rodada, o Figueirense visita o Palmeiras, enquanto o Bahia recebe o Internacional.
Agência Estado
Bahia e Figueirense empataram no Orlando Scarpelli pela sexta rodada do Brasileiro
Bahia e Figueirense empataram no Orlando Scarpelli pela sexta rodada do Brasileiro
O Jogo
Os primeiros minutos de bola rolando em Orlando Scarpelli não empolgaram nem os mais ansiosos pelo início da partida que poderia determinar o reencontro do Figueirense com as vitórias ou a manutenção da série de bons resultados do Bahia, que contava com a estreia do meia Mancini. O ex-atleticano atuou caindo pela esquerda, mas não criou grandes oportunidades no primeiro tempo.

Depois de aproximadamente 15 minutos com os times se estudando e trocando passes no meio-campo – o Figueirense tinha mais atitude, mas não incomodava Marcelo Lomba -, a primeira chance real surgiu aos 17, quando a equipe catarinense acertou um contra-ataque inteligente e quase abriu o placar: Aloísio puxou os homens de frente do Figueirense em velocidade, parou, pensou e distribuiu a bola para Caio. O bom chute do atacante do Figueira foi defendido por Lomba.

Na sequência, o time da casa se manteve no campo de ataque e teve outra boa chance, aos 19, quando Júlio César fintou o improvisado Fabinho e chutou por cima do gol do Bahia. Os visitantes tentaram assustar dois minutos depois, mas o goleiro Wilson mostrou segurança ao evitar batida fechada de escanteio de Mancini, que já ia quase tomando as redes do Figueira antes da interferência.

O Figueirense dominava as ações com base na posse de bola no meio-campo, mas criava poucas chances, ou se precipitava antes do último passe. Foi assim com Pablo, aos 25, quando tirou Ávine do lance com um drible lateral, mas preferiu bater de fora da área ao invés de fazer o passe para Caio, que fazia a passagem pela esquerda.

Aos 27 e aos 29, Aloísio foi o responsável por desperdiçar duas chances, atirando ambas por cima do gol de Marcelo Lomba. Dez minutos mais tarde, Aloísio iniciou o contra-ataque com passe em profundidade para Pablo, que girou e despachou para Júlio César. O tiro forte do artilheiro catarinense passou à esquerda do gol do Bahia. Aos 40, em jogada rápida, Jones desferiu o único chute a gol do Bahia na etapa inicial, mas Wilson defendeu.

Os últimos minutos do primeiro tempo seguiram a tendência: pressão total do Figueirense, que jogava com o apoio da torcida e criava quase a totalidade das chances da partida, usando bem os três atacantes, e o Bahia apenas defendendo. Na etapa complementar, a pressão foi recompensada com o primeiro gol da equipe catarinense dentro da partida e que, inclusive, não demorou a sair nos agitados minutos iniciais do segundo tempo.

Logo aos seis minutos, após cobrança de escanteio aberta de Almir, Aloísio fez o desvio no meio do caminho e a bola ficou solta, no meio da área. Nenhum defensor do Bahia conseguiu fazer o corte e, com Marcelo Lomba fora do gol, Júlio César bateu de bico e estufou a rede do Bahia, abrindo o placar a favor do Figueira.

Aos 15, o Figueirense quase ampliou o placar com belo passe de Júlio César, de três dedos, para Aloísio, que entrava na área sem marcação. O chute, no entanto, foi em cima de Marcelo Lomba, que acabou dando o rebote para Botti encher o pé e acertar o zagueiro Danny Morais. Na terceira chance, foi Aloísio quem obrigou o defensor baiano a praticar novo desvio e salvar o time visitante.

No momento em que o Figueirense deixou de lado a postura ofensiva com a entrada de Fernandes no lugar de Aloísio e a tentativa de administrar a vitória parcial, o Bahia correu atrás do prejuízo e aproveitou para marcar o gol de empate, aos 34 minutos. Após lançamento de Mancini, Pablo fez o corte errado e a bola sobrou para Vander estufar a rede de Wilson e deixar tudo igual no Orlando Scarpelli.

FICHA TÉCNICA:
FIGUEIRENSE 1 X 1 BAHIA

Local: 
Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC) 
Data: 24 de junho de 2012, domingo 
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Héber Roberto Lopes (PR) 
Assistentes: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR) 
Cartões amarelos: Marquinhos, Ygor (Figueirense); Danny Morais, Vander (Bahia)
GOLS:
Figueirense: 
Júlio César, aos 6 minutos do segundo tempo
Bahia: Vander, aos 34 do segundo tempo.

FIGUEIRENSE: Wilson; Pablo, Canuto, Anderson Conceição e Marquinhos; Ygor, Túlio e Almir (Luiz Fernando); Caio (Botti), Julio César e Aloísio (Fernandes) 
Técnico: Argel Fucks

BAHIA: Marcelo Lomba; Fabinho, Danny Morais, Lucas Fonseca e Ávine (Hélder); Fahel, Diones, Mancini e Jones (Lulinha); Elias e Júnior (Vander) 
Técnico: Paulo Roberto Falcão



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Euro Copa 2012: Itália vence nos pênaltis, encara Alemanha na semi e faz Inglaterra reviver 'fantasma'




Em jogo emocionante, a Itália dominou, mas só conseguiu vencer a Inglaterra nos pênaltis por 4 a 2, após empate por 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, neste domingo, em Kiev, na Ucrânia, pelas quartas de final da Eurocopa. Agora, a equipe reeditará a semifinal da Copa do Mundo de 2006 com a Alemanha, quando venceu na casa do adversário e na prorrogação e se classificou para a decisão do Mundial no qual seria campeã.

Nas penalidades, Balotelli, Pirlo (com cavadinha), Nocerino e Diamanti converteram as cobranças. Montolivo chutou para fora. Pelos ingleses, Gerrard e Rooney converteram, mas Young mandou no travessão e Cole teve a finalização defendida por Buffon.

Com o resultado, os italianos voltam a ficar entre os quatro melhores do continente pela primeira vez em 12 anos. A última vez que chegou à semifinal foi em 2000, quando terminou com o vice-campeonato após perder para a França na decisão.

A derrota confirma ainda mais o “fantasma dos pênaltis” com o qual os ingleses convivem. Na Eurocopa, os ingleses foram eliminados nas penalidades em 1996, para a Alemanha, e em 2004, para Portugal. Já na Copa do Mundo foram mais três quedas diante de Alemanha, Argentina, Portugal em 1990, 1998 e 2006, respectivamente. Pelo outro lado, vale lembrar, que os italianos conquistaram a Copa de 2006 nas cobranças de pênaltis, contra a França.

Mesmo com um primeiro tempo bastante movimentado e com boas chances criadas por ambas as equipes, sobretudo dos italianos, o empate persistiu no placar até o intervalo. Na segunda etapa, o duelo seguiu emocionante e com as seleções se alternando no campo de ataque, mas com predomínio da azzurra. Apesar de ter sido uma das mais agitadas da Eurocopa, a partida ficou marcada por ser o primeiro 0 a 0 do tempo regulamentar no torneio. Ao todo a Itália finalizou quatro vezes mais que a Inglaterra (36 a 9) e teve maior posse de bola (64% a 36%).

A grande novidade entre os titulares do confronto ficou por conta da presença de Mario Balotelli, que perdeu a posição de titular no último jogo para Di Natale. Porém, após entrar no segundo tempo e marcar um belo gol contra a Irlanda, o atacante recuperou o posto entre os 11 iniciais para a partida deste domingo. Muito acionado durante o duelo, o jogador do Manchester City desperdiçou boas chances ao longo do duelo, mas convertou sua cobrança de pênalti e teve papel importante na classificação.
O jogo

Apostando na saída de seus volantes, a Itália começou a partida de forma ofensiva e quase marcou logo aos três minutos do primeiro tempo. De Rossi recebeu passe na intermediária, arrematou de trivela e mandou na trave direita da meta defendida por Hart, quase marcando um golaço. Na sequência, os ingleses responderam e também estiveram próximos de abrir o placar. Johnson foi acionado próximo da pequena área, com liberdade, e chutou. Frio, Buffon mostrou reflexo e fez boa defesa.

Bastante agitado, o duelo tinha as duas equipes mostrando muita movimentação e descendo ao campo ofensivo com frequência. Depois de uma melhor início dos italianos, os ingleses logo passaram a dominar o confronto.

Aos 11, Rooney procurou Welbeck na pequena área e Bonucci desviou pela linha de fundo. No minuto seguinte, Buffon sai do gol para rebater cruzamento vindo da esquerda e, no rebote, Parker concluiu ao lado do alvo. Aos 14, Johnson, um dos principais destaques da Inglaterra, cruzou da direita e Rooney cabeceou sobre o gol.

Com o tempo, a azzurra voltou a apresentar maior força ofensiva. Aos 17, Cassano foi lançado por Montolivo na área e Hart saiu do gol para ficar com a bola. Quatro minutos depois, Cassano arriscou de fora da área e mandou longe do alvo. Porém, bem postado em campo, o English Team neutralizou o adversário e, assim, o jogo sofreu uma temporária queda no ritmo.

Em um descuido dos comandados de Roy Hodgson, os italianos quase marcaram. Aos 25, Balotelli foi acionado com liberdade, demorou para concluir, tentou o chute por cobertura e acabou travado por Terry, desperdiçando grande chance.

Tomando a iniciativa, os tetracampeões mundiais procuravam espaços na defesa para inaugurar o placar e quase conseguiram aos 31 minutos, quando Balotelli foi lançado na área por Montolivo, finalizou de voleio e Hart segurou. No lance seguinte, os ingleses responderam. Welbeck recebeu belo passe de Rooney e concluiu ao lado da meta, levando perigo a Buffon.

Nos instantes finais da etapa inicial, os italianos seguiam mais ofensivos e levando perigo aos ingleses, que respondiam com contra-ataques. Aos 37, Cassano arriscou de fora da área e o arqueiro adversário defendeu em dois tempos. Três minutos depois, Balotelli perderia nova boa oportubidade. Pirlo fez o levantamento, Cassano ajeitou de cabeça e o atacante do Manchester City, na pequena área, arrematou por cima da meta. Apesar de o jogo ser bastante movimentado durante os primeiros 45 minutos, o placar se manteve zerado até o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o duelo seguiu bastante agitado e com superioridade italiana. Após um bom momento dos ingleses logo no início quando Milner cruzou e Abate afastou, a azzurra desperdiçou boas chances. Aos dois, De Rossi foi acionado por Marchisio, na pequena área, e concluiu fora do alvo. Quatro minutos depois, Balotelli finalizou, Hart rebateu para o meio da área e Montolivo concluiu por cima do gol. Aos 14, Balotelli dominou na área, arrematou de bicicleta e mandou sobre o gol.

Vendo o melhor momento dos italianos, o treinador Roy Hodgson fez duas alterações na equipe. Saíram Welbeck e Milner para as entradas de Carroll e Walcott. E em uma jogada no qual os dois substitutos participaram, o English Team quase fez a Itália pagar pelas oportunidades perdidas. Aos 19, Walcott cruzou da direita, Carroll disputou na área, Young aproveitou a sobra e finalizou com desvio à direita do gol.

Conforme o duelo se aproximava do fim, o duelo se mantinha com os dois times alternando investidas ao campo de ataque em busca do gol que deixaria muito próximo da semifinal da Eurocopa. Aos 43, Nocerino foi lançado no campo de ataque e, no momento da conclusão, Johnson apareceu bem para travar. Quatro minutos depois, Cole cruzou na área, Carroll ajeitou de cabeça e Rooney finalizou de bicicleta por cima da meta. Apesar das chances criadas, o placar ficou inalterado até o apito final.

Na prorrogação, o panorama do jogo seguiu o mesmo: agitado e com a Itália melhor em campo. No entanto, com ambas as equipes demonstrando cansaço, as investidas ao campo de ataque e as chances de gol se tornaram mais raras. O melhor momento no primeiro tempo ocorreu aos dez minutos quando, Diamanti cruzou da direita, ninguém desviou e a bola acertou a trave.

Na segunda etapa, os italianos aumentaram ainda mais o domínio. Aos nove, Diamanti cruzou da direita e Nocerino cabeceou para o fundo da rede adversária, mas o meio-campista estava impedido e o gol não foi validado. Assim, a decisão ficou para as penalidades, vencidas pelos italianos.

FICHA TÉCNICA
INGLATERRA 0 (2) X (4) 0 ITÁLIA

Local: 
Estádio Olímpico, em Kiev (Ucrânia)
Data: 24 de junho de 2012 (Domingo)
Horário: 15h45(de Brasília)
Árbitro: Pedro Proença (Portugal)
Cartões amarelos: Barzagli e Maggio (Itália)
Gols nos pênaltis: INGLATERRA: Gerrard e Rooney
ITÁLIA: Balotelli, Pirlo, Nocerino e Diamanti

INGLATERRA: Hart; Johnson, Terry, Lescott, Ashley Cole; Ashley Young, Gerrard, Parker (Henderson) e Milner (Walcott); Rooney e Welbeck (Carroll)
Técnico: Roy Hodgson

ITÁLIA: Buffon; Abate (Maggio), Bonucci, Barzagli e Balzaretti; Marchisio, De Rossi (Nocerino), Montolivo, Pirlo; Balotelli e Cassano (Diamanti)
Técnico: Cesare Prandelli



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Formula 1: Alonso faz corrida monstruosa, conta com quebras de Vettel e Grosjean e ganha em Valência


Alonso fez corrida perfeita para conquistar
 a vitória 'em casa', em Valência
Em uma corrida fantástica, Fernando Alonso fez muito mais feliz os torcedores espanhóis que estiveram presentes às arquibancadas do circuito de rua de Valência, neste domingo, para o GP da Europa. O piloto da Ferrari largou em 11º, fez várias ultrapassagens durante a prova, contou com as quebras do favorito Sebastian Vettel e da zebra Romain Grosjean para conquistar a segunda vitória em 2012.

Assim, o espanhol da Ferrari alcança seu 29º triunfo na Fórmula 1, ficando apenas duas atrás de Nigel Mansell, o quarto nesta estatística. E finalmente o Mundial de 2012 teve uma repetição de vencedor após oito ganhadores diferentes nas oito primeiras corridas – Alonso levou o GP da Malásia.

Com o resultado, o bicampeão da F-1 reassume a liderança do campeonato deste ano com 111 pontos e abre boa vantagem para os concorrentes - quarto na prova deste domingo, Webber é o segundo com 91, logo à frente de Lewis Hamilton (88) e Vettel (85).

E Hamilton poderia ter tido melhor sorte no final: quando estava em segundo, foi ultrapassado por Kimi Raikkonen e levou a pior quando tentou evitar que Pastor Maldonado ganhasse a posição. Ambos se tocaram, e o britânico abandonou a corrida; o venezuelano ainda terminou em décimo.
Além de Alonso e Raikkonen, o pódio foi completado, finalmente, por Michael Schumacher, que voltou a ficar entre os três primeiros colocados pela primeira vez desde que retornou da aposentadoria.

Já na saída, o asturiano ganhou três posições na largada e subiu para o oitavo lugar. Depois, passou Hulkenberg e, após sua primeira parada – quando deixou para trás Pastor Maldonado, Kimi Raikkonen e Kamui Kobayashi -, entrou no trenzinho puxado por Michael Schumacher, então sexto colocado. Alonso ultrapassou Webber, Schumacher e Paul di Resta para assumir a quarta colocação.

O espanhol ainda passou sem problemas Daniel Ricciardo para ficar em terceiro, atrás apenas do líder Vettel e de Grosjean. Foi então que o safety car entrou na pista por causa do acidente entre Jean-Éric Vergne e Heikki Kovalainen, e a história do GP da Europa mudou completamente.

Já na relargada Alonso ultrapassou o francês da Lotus, e pouco depois o alemão, que buscava sua terceira vitória consecutiva na temporada 2012, teve um problema elétrico e abandonou a corrida. "Tive um problema mecânico, não sei o que aconteceu. É uma pena", falou Vettel.

Na sequência, Grosjean – com pouco mais de 1s de desvantagem para o espanhol – também sofreu com uma pane em sua Lotus e deixou a prova, deixando a vitória no colo de Fernando Alonso.

Os outros pilotos que pontuaram foram, na ordem do quarto para o décimo colocado, Mark Webber (Red Bull), Nico Hulkenberg (Force India), Nico Rosberg (Mercedes), Paul di Resta (Force India), Jenson Button (McLaren), Sergio Pérez (Sauber) e Pastor Maldonado (Williams).

Os brasileiros tiveram mais um GP para esquecer, mas um nome para se lembrarem: Kamui Kobayashi. O japonês, primeiro, tentou ultrapassar Bruno Senna, só que o piloto da Williams espremeu o rival contra o muro. O brasileiro rodou e teve um pneu furado, enquanto o asiático ainda seguiu.

Senna foi penalizado por causa do incidente com um drive-through e reclamou. “Fico chateado. Queria entender a penalização, me rodaram”, afirmou à Rádio Estadão ESPN depois da prova, em que ainda terminou em 11º. Depois da prova, com uma punição a Pastor Maldonado, Senna pulou para décimo, fazendo um ponto.

Já Felipe Massa também se envolveu em acidente quando Kobayashi tentou ultrapassá-lo. O brasileiro ainda voltou à pista, mas terminou a corrida somente em 16º, tendo até perdido posições para Heikki Kovalainen e Charles Pic, das nanicas Caterham e Marussia, respectivamente. O japonês abandonou.

A próxima etapa da Fórmula 1 acontece no dia 8 de julho, em Silverstone, na Inglaterra.




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Campeonato Argentino: River vence e garante retorno para a elite


Vitória por 2 a 0 sobre o Almirante Brown deu ao
 time o título da Segunda Divisão e o acesso para a Primeira
Após 363 dias, o sofrimento e a angústia do River Plate terminaram neste sábado, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. Com a vitória por 2 a 0 sobre o Almirante Brown, o Millionário, campeão da B Nacional com 73 pontos, está de volta à elite do futebol argentino. Trezeguet foi o herói do acesso ao marcar os dois gols, embora tenha perdido um pênalti quando os anfitriões já estavam em vantagem.

O outro time que sobe é o Quilmes, vice-líder com um ponto a menos do que o River Plate. O Cervecero derrotou o Guillermo Brown por 2 a 0, em Puerto Madryn, a Terra das Baleias.

Instituto de Córdoba e Rosário Central disputarão a Promoción, uma espécie de repescagem para definir quem sobe e quem fica na Segundona contra o 18º e 17ª colocados da Primeira Divisão na média de pontos das três últimas temporadas.
Goleiro do River, Daniel Vega comemora acesso com a filha no colo
Torcedores do River invadiram gramado para comemorar retorno à elite




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Brasileiro Série B 2012: Goiás consegue virada histórica na Série B


Com gol de pênalti aos 43 do segundo
tempo, o time Esmeraldino conseguiu
 reverter o 3 a 0 que sofreu no primeiro tempo

O Goiás conseguiu uma virada histórica neste sábado em cima do Vitória. O clube esmeraldino chegou a estar perdendo por 3 a 0, mas reagiu e garantiu os três pontos ao fazer 4 a 3 no clube baiano. O resultado levou os goianos aos 11 pontos, na nona colocação da Série B. O Rubro-Negro permanece com 13 pontos, na quarta posição.

O JOGO

Os dois times começaram a partida com tudo e não perderam muito tempo se estudando. Tanto o Goiás quanto o Vitória tentaram surpreender o adversário com lançamentos longos e passes em profundidade.

A primeira boa jogada trabalhada foi do time da casa. Vitor fez uma bela troca de passes com Felipe Amorim pela direita e chegou à linha de fundo livre para cruzar a bola, mas acertou o zagueiro. Vendo esse espaço pelo lado direito, o Goiás começou a insistir em jogadas por aquele lado. Felipe Amorim foi bastante acionado por aquele lado em lançamentos longos, assim como Ricardo Goulart, mas a maioria das tentativas parava nos erros de passe do meio campo goiano.

Por outro lado, o Vitória mantinha a posse de bola em seu campo de defesa, mas não conseguia passar do meio campo, graças a boa marcação do Goiás. Percebendo isso, o time Rubro Negro começou a adiantar a marcação para dificultar a saída de bola do adversário. A estratégia surtiu efeito e rendeu frutos aos 12 minutos, quando Marquinhos abriu o placar para o Vitória. O meia aproveitou rebote dado por Harlei após um chute de Pedro Ken e encobriu o goleiro Esmeraldino.

Com a vantagem no placar, o Vitória começou a dominar o jogo e não demorou para marcar o segundo gol. Aos 18 minutos, Neto Baiano aproveitou um belo lançamento de Pedro Ken para invadir a área pela esquerda e chutar cruzado para vencer Harlei. Pouco mais de um minuto depois, Neto Baiano marcou seu segundo gol, desta o centroavante recebeu um passe de Marquinhos dentro da pequena área e rolou para marcar o terceiro gol do Vitória.

Com a liderança de três gols construída, o time baiano deixou de atacar e começou a se preocupar em manter a vantagem que conquistou, dando espaços para o Goiás chegar ao ataque. A estratégia Rubro Negra de se defender funcionou por quase 15 minutos, mas aos 33, o meia David bateu de longe e contou com a ajuda do goleiro Renan para marcar o primeiro gol Esmeraldino no jogo.

Depois do gol de David, o Goiás começou a pressionar em busca do segundo gol, mas nem mesmo as entradas de Iarley e Ramon foram suficientes para converter a pressão em gols.

No fim do primeiro tempo, o atacante do Vitória Neto Baiano se envolveu em uma polêmica. Felipe Amorim deixou uma bola sair pela lateral para que o meia Marquinhos, do time baiano, recebesse atendimento médico. Na hora de devolver a bola para o Goiás, Neto Baiano bateu direto para o gol e obrigou Harlei a espalmar para escanteio. Depois de muita discussão, o Vitória bateu o escanteio direto para fora e deixou a bola com o Goiás.

SEGUNDO TEMPO

Os dois times voltaram para o segundo tempo sem mudanças na escalação, mas a postura do Vitória era diferente. O Rubro Negro voltou tentando manter a posse de bola e  atacar para manter o time do Goiás em seu próprio campo. A principal arma do time baiano era o lado direito, com Tartá, Eduardo Ramos e Pedro Ken tabelando e dando trabalho para a zaga goiana.

O Goiás tentava sair para o jogo e assustava o Vitória quando conseguia. Aos 10 minutos, Ricardo Goulart aproveitou escanteio da esquerda e cabeceou, obrigando Renan a fazer uma bela defesa. O lado esquerdo e as jogadas de bola parada eram as principais armas do Goiás no segundo tempo, mesmo assim a pressão não foi o suficiente para diminuir a diferença no marcador.

O Vitória não fazia a menor questão de atacar e chamava o adversário para cima. Isso durou até os 22 minutos, quando o Goiás saiu em um lançamento rápido para Iarley. O atacante escorou de cabeça para o meio da área, onde Ricardo Goulart completou para o gol, também de cabeça, para diminuir a diferença no marcador.

Aos 27 minutos, o atacante Dinei saiu lesionado e deixou o Vitória com um ao menos durante o restante da partida. O Goiás aproveitou a vantagem para pressionar o adversário e buscar o empate. Pouco depois da saída de Dinei, Amaral aproveitou cruzamento na área e obrigou o goleiro Renan a trabalhar para evitar o terceiro gol esmeraldino. A pressão continuava e o empate do Goiás saiu em nova jogada aérea. Renan Oliveira cabeceou aos 31 para empatar o jogo.

A apatia do Vitória foi punida aos 43 minutos do segundo tempo. O atacante Felipe Amorim foi derrubado dentro da área e o árbitro Leandro Vuaden marcou o pênalti para o time goiano. O zagueiro Rafael Toloi bateu e virou o jogo para o time esmeraldino, dando números finais ao confronto.

Após o gol, o técnico Carpegiani foi reclamar com Vuaden e acabou expulso pelo árbitro. O destempero tomou conta do Vitória, que não conseguiu criar uma jogada de ataque capaz de ameaçar o Goiás nos minutos finais.

GOIÁS 4 x3 VITÓRIA
Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data-Hora: 23/06/2012, às 16h20 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)          
Auxiliares: José Eduardo Calza (RS) e João de Souza Júnior (RS)
Cartões amarelos:  Léo, 20'/2ºT (Vitória)
Cartões vermelhos: Léo, após o fim do jogo (Vitória)
GOLS: Marquinhos, 12/1ºT (0-1); Neto Baiano, 18'/1ºT (0-2); Neto Baiano, 19'/1ºT (0-3); David, 33'/1ºT (1-3); Ricardo Goulart, 21'/2ºT (2-3); Renan Oliveira, 31'/2ºT (3-3); Rafael Toloi, 43'/2ºT (4-3)

GOIÁS: Harlei, Vitor, Ernando (Renan Oliveira, 30'/2ºT), Rafael Tolói, Egídio (Ramon, 32'/1ºT); Amaral, Thiago Mendes, David, Ricardo Goulart; Felipe Amorim e Junior Viçosa(Iarley, 32'/1ºT) - Técnico: Enderson Moreira

VITÓRIA: Renan, Léo, Gabriel, Victor Ramos e Wellington Saci; Ananias, Rodrigo Mancha, Pedro Ken (Reniê, 23'/2ºT) e Tartá; Neto Baiano (Dinei, 18'/2ºT) e Marquinhos (Eduardo Ramos, 42'/1ºT) - Técnico: Carpegiani



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Brasileiro Série A 2012: Na estreia de Dida, Lusa vence o São Paulo




Na estreia do goleiro Dida, a Portuguesa venceu o São Paulo por 1 a 0 neste sábado, no Canindé, e ampliou a crise no rival. Pressionado pela torcida, que vaiou a equipe antes e depois da partida, o Tricolor mostrou um futebol apático e foi presa fácil para a Lusa.

O resultado leva a Portuguesa para a 11ª posição, com sete pontos e mantém o São Paulo em sexto, com nove.

O jogo

Geninho promoveu a entrada do volante Guilherme como titular. O jogador não era relacionado para uma partida da Portuguesa desde a terceira do rodada do Campeonato Brasileiro, quando o time enfrentou o Coritiba, por conta de problemas internos relacionados a uma possível transferência para o Corinthians. Outra novidade foi o meia Diego Viana, recém-contratado, que também entrou no início.

Durante toda a partida a Portuguesa teve chances mais claras de marcar. No primeiro tempo a marcação do São Paulo não conseguiu segurar os atletas da Lusa que chegavam a todo momento perto do gol de Denis.

A torcida visitante foi a grande protagonista nos primeiros 45 minutos. Entre muitos cantos, os tricolores pediram a volta de Muricy Ramalho e Telê Santana, criticando o técnico Emerson Leão. Além disso, os principais jogadores do elenco foram criticados, como Luis Fabiano, que não jogou devido a uma suspensão, Casemiro e até Lucas.

No entanto, as duas equipes foram para o intervalo com o placar ainda em 0 a 0. Dida chegou a fazer duas boas defesas, mas nada que levasse muito perigo.

Foi na segunda etapa que Denis começou a trabalhar. O goleiro teve que defender belos chutes de Rodriguinho, Vandinho, Diego Viana e Guilherme que a toda hora chegavam para abrir o placar. Aos 11 minutos, Guilherme chegou até a área pela direita e inverteu a jogada para Ivan, que dominou e bateu cruzado para o fundo do gol Tricolor, marcando o único tento da partida.

Apesar de tentar, a equipe do Canindé não conseguiu aumentar o placar, mas continou dominando facilmente o São Paulo, que já está com a crise instalada no Morumbi.

Na próxima rodada o Sampa enfrenta o Cruzeiro, no sábado, às 16h20, no Estádio Independência. No dia seguinte, às 16h, a Portuguesa recebe o Santos, no Canindé.

PORTUGUESA 1 X 0 SÃO PAULO
Local: Canindé, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 23/06/2012 - 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Antonio Rogério Batista do Prado (SP)
Assistentes: Herman Brumel Vani (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Renda/Público: R$ 141.160,00 / 4.544 pagantes
Cartões Amarelos: Lima, Vandinho, Luis Ricardo e Rogério (POR); Casemiro e Rhodolfo (SAO)
Cartões Vermelhos: -
GOLS: Ivan, aos 11'/2ºT

PORTUGUESA: Dida; Rogério, Gustavo e Lima; Luis Ricardo, Guilherme, Léo Silva (Boquita, 6'/2ºT), Moisés e Ivan; Vandinho (Rodriguinho, 20'/2ºT) e Diego Viana. Técnico: Geninho.

SÃO PAULO: Denis; Douglas, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez (Maicon, 20'/2ºT); Denilson, Casemiro (Fernandinho, 15'/2ºT), Cícero e Jadson; Lucas (Osvaldo, 38'/2ºT) e Willian José. Técnico: Emerson Leão.



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Brasileiro Série A 2012: Cruzeiro vence o Vasco e assume a liderança


Raposa fez 3 a 1 com gols de Montillo, Wellington Paulista e Anselmo Ramon. Rodolfo descontou para o Cruz-Maltino


O Cruzeiro, último adversário a bater o Vasco em São Januário há pouco menos de um ano, voltou a ser o algoz do Cruz-Maltino. Neste sábado, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, o time mineiro venceu o Gigante da Colina por 3 a 1 no Rio de Janeiro. Montillo abriu o marcador no primeiro tempo, enquanto Wellington Paulista e Anselmo Ramon ampliaram na segunda etapa. Rodolfo diminuiu para o time da casa.

Com a vitória, o Cruzeiro assume a liderança do Brasileirão com 14 pontos, sem poder ser alcançado pelos rivais. Já o Vasco, que permanece com 13 pontos, ainda pode ser ultrapassado pelo Atlético-MG na classificação, além de perder a invencibilidade no Brasileirão e no Estádio de São Januário.

Na próxima rodada, o Vasco volta a atuar na Colina Histórica frente a Ponte Preta, no próximo sábado às 18h30. Já o Cruzeiro enfrenta o São Paulo, também no sábado, às 16h20 no Estádio Independência.

MONTILLO ABRE O PLACAR

Os times entraram em campo com propostas distintas. O técnico Cristovão Borges, sem Juninho, armou o time com três volantes, querendo aproveitar os avanços dos laterais e dar mais liberdade aos homens de frente. Já Celso Roth, ciente da força do time carioca jogando em seus domínios, escalou o Cruzeiro mais fechado, acreditando na habilidade de Montillo na armação.

O jogo começou com o Vasco dominando as ações, tentando pressionar o Cruzeiro nos primeiros minutos. Com maior posse de bola, a principal opção de ataque era pelo lado direito. Fagner e Eder Luis, com passes rápidos, tentavam encontrar os espaços, mas pecavam no último passe ou nos cruzamentos.

Nos primeiros 20 minutos, apenas chutes de longa distância por parte do time da casa. Fellipe Bastos apareceu com duas oportunidades, ambas sem levar grandes sustos ao goleiro Fábio. Por parte do Cruzeiro, nenhum chute a gol. Montillo pouco aparecia e Wellington Paulista lutava contra Dedé e Rodolfo isolado no ataque.

Errando muitos passes o Vasco foi criar sua primeira boa jogada apenas aos 35 minutos. Felipe lançou para Diego Souza que deu leve toque para Eder Luis. O camisa 7 avançou à linha de fundo e cruzou. Alecsandro dominou, tentou girar, mas foi travado pela zaga. Fellipe Bastos, sozinho ao lado do atacante, reclamou por não ter recebido o passe.

O Cruzeiro então se arriscou. E no talento de Montillo abriu o placar. Na saída errada de Fernando Prass, aos 40 minutos, que lançou para Eder Luis que não conseguiu dominar a bola, a Raposa voltou para o ataque. William Magrão cruza para área para o domínio de Wellington Paulista. O atacante dominou, mas foi travado pela zaga. A bola sobrou para o argentino que pegou de primeira com a canhota, acertando o ângulo de Fernando Prass. Esse foi o primeiro gol de Montillo no Brasileirão.

A melhor chance do Vasco surgiu logo após sair atrás do marcador. Aos 44, Felipe, em sua única jogada ofensiva no primeiro tempo, recebeu na linha de fundo, cortou o zagueiro e cruzou. Alecsandro se esticou, mas não conseguiu desviar a bola que cruzou toda a área do goleiro Fábio.

GOLAÇO DE WP9 E VITÓRIA MINEIRA

Precisando da vitória, Cristovão Borges mudou o Vasco logo no intervalo. Thiago Feltri, que era uma das opções para substituir Juninho, entrou no lugar de Fellipe Bastos. Com isso, Felipe retornava ao meio de campo para armar o time cruz-maltino.

Mas foi o Cruzeiro que teve a primeira oportunidade no segundo tempo. Aos 4 minutos, Wellington Paulista recebeu ótimo lançamento pela esquerda. Mano a mano com o zagueiro Dedé, o artilheiro da Raposa pedalou e deixou o zagueiro vascaíno no chão, arriscando para o gol, acertando a rede pelo lado de fora.

Mesmo com o retorno de Felipe ao meio, o Vasco continuou a apresentar dificuldades na armação. Aos 16, Fagner conseguiu bom avanço pelo lado direito, chegou a linha de fundo e cruzou. Alecsandro acertou a cabeçada, mas a bola passou rente à trave esquerda do goleiro Fábio.

Mas os espaços dados pela defesa do Vasco custaram caro ao time. Aos 19, Montillo recebeu no meio de campo, avançou com a bola e tocou para Wellington Paulista. O camisa 9 recebeu e, percebendo o avanço do goleiro Fernando Prass, tocou com categoria por cobertura, ampliando o marcador. Este foi o quarto gol de Wellington Paulista no Brasileiro.

O Cruz-Maltino, sem inspiração, apostou suas fichas na bola parada e deu sorte. Em falta cobrada por Felipe na área, o goleiro Fábio saiu mal e Rodolfo, de cabeça diminuía o marcador aos 22. Mas o ímpeto vascaíno, empurrado pelo torcida, esbarrava nos passes errados e na marcação cruzeirense.

Sem sofrer grandes ameaças, o Cruzeiro voltou ao ataque e não desperdiçou. Aos 35, Tinga, que iniciou a jogada no meio de campo, recebeu a bola na linha de fundo, já dentro da área, cruzou. A bola desviou em Rodolfo e chegou até Anselmo Ramon que não teve dificuldades para empurrar para o fundo do gol. Era o terceiro do Cruzeiro em São Januário.

VASCO 1 X 3 CRUZEIRO
Motivo: 6ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data-hora: 23/6/2012 - 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Fábio Pereira
Gols: Montillo, aos 40'/1ºT (0-1); Wellington Paulista, aos 18'/2ºT (0-2); Rodolfo, aos 21'/2ºT (1-2); Anselmo Ramon, aos 36'/2ºT (1-3)
Cartão Amarelo: Felipe, Dedé (VAS) Matheus, William Magrão, Fabinho (CRU)
Renda e público: R$ 460.970 e 14.500 pagantes

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Rodolfo e Felipe; Rômulo, Nilton, Fellipe Bastos (Thiago Feltri, no Intervalo) e Diego Souza (William Barbio, aos 36/2ºT); Eder Luis (Carlos Alberto, aos 11'/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Cristovão Borges

CRUZEIRO: Fábio; Léo, Victorino, Mateus e Everton; Leandro Guerreiro, Charles, Willian Magrão (Tinga, aos 31'/2º) e Montillo; Fabinho (Souza, aos 28'/2ºT) e Wellington Paulista (Anselmo Ramon, aos 31'/2ºT). Técnico: Celso Roth.



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Brasileiro Série A 2012: Ronaldinho marca e Atlético-MG goleia


Atlético começa bem, sofre empate, mas depois engrena e
goleia o Náutico no Independência


No primeiro jogo de Ronaldinho Gaúcho diante da torcida atleticana, o Atlético-MG recebeu o Náutico no Estádio Independência e saiu com uma bela vitória por 5 a 1. Os responsáveis pelos gols do Galo foram Bernard, Escudero, Danilinho (duas vezes) e Ronaldinho Gaúcho, que fez seu primeiro gol com a camisa do Atlético. Araújo descontou para o Náutico. Com a vitória, o Atlético-MG chegou ao segundo lugar do Brasileirão, com 13 pontos, enquanto o Náutico foi ultrapassado pela Portuguesa e está na 11ª posição com sete pontos.

O JOGO

O Atlético-MG não perdeu tempo e abriu o placar com Bernard logo aos dois minutos de jogo. O atacante recebeu uma bela bola de Jô e bateu rasteiro para vencer o goleiro Felipe. Após o gol relâmpago, o Galo começou cadenciar mais o jogo e trocar passes, principalmente pelo lado direito com Richarlyson, Marcos Rocha e Danilinho. Porém, o time recuou demais e deu campo para o Náutico jogar.

Este recuo foi punido aos 12 minutos, quando Souza cobrou falta com violência e obrigou Giovanni a jogar para escanteio. Na cobrança, Araújo aproveitou uma saída ruim de Giovanni para cortar o cruzamento e rolou para o gol vazio, empatando a partida.

Com o empate, o Atlético-MG saiu novamente para o jogo e continou insistindo pelo lado direito para criar suas jogadas de ataque, mas parava nos erros de passes de seu time e na bem postada defesa do Timbu. A melhor chance de gol do Galo foi um chute de Junior Cesar que saiu por cima do gol de Felipe. Enquanto isso, o Náutico tentava criar suas jogadas em contra ataques, apostando principalmente em cruzamentos e investidas rápidas pela esquerda.

Aos 27, o Timbu perdeu uma de suas melhores chances de gol. Martinez lançou Araújo dentro da área que recebeu livre mas demorou para definir a jogada e foi desarmado pela defesa do Galo.

Vendo que seu time estava errando muitos passes e exagerando nos cruzamentos e chutões, Cuca tirou Richarlyson para a entrada de Serginho, mas quem fez a diferença foi o atacante Jô. Aos 33 minutos, ele entrou driblando pela esquerda da área e se jogou, enganando o árbitro, cavando um pênalti e conseguindo um cartão amarelo para o zagueiro Ronaldo Alves.

Na cobrança, Ronaldinho Gaúcho bateu com firmeza para marcar seu primeiro gol com a camisa do Atlético-MG e colocar seu time em vantagem.

Poucos minutos depois, aos 36, o Galo chegou ao terceiro gol. Danilinho recebeu um bom passe de Leandro Donizete, invadiu a área pela direita e rolou para o meio, buscando Jô. O zagueiro Márcio Rozário tentou cortar o passe e desviou para dentro do próprio gol.

Mesmo com a vantagem de dois gols, o Atlético continuou dominando as ações e criando as melhores chances até o fim do primeiro tempo. O Náutico, por sua vez, só conseguia criar algo em jogadas de bolas paradas, principalmente com cruzamentos, mas mesmo assim não ameaçou o gol de Giovanni no fim do primeiro tempo.

SEGUNDO TEMPO

O Náutico voltou do intervalo com ímpeto para correr atrás do empate. E a primeira boa chance do Timbu veio logo aos dois minutos, quando Souza bateu falta com violência à direita do gol de Giovanni. Pouco depois, Elicarlos também tentou um chute de longe mas mandou para fora.

Aos oito minutos, foi a vez do Atlético assustar. Ronaldinho Gaúcho levantou a bola na área e colocou na cabeça de Leo Silva, que mandou a bola no travessão. Depois deste lance, o Náutico se apavorou e recuou, dando espaço para o Galo voltar ao ataque.

O primeiro lance de perigo do Galo saiu aos 12 minutos, quando Ronaldinho puxou contra ataque e fez um belo lançamento para deixar Jô na cara de Felipe, mas o atacante não aproveitou a chance e bateu fraco, facilitando para o goleiro.

Com tanta pressão, o quarto gol do Galo não demorou. Aos 16, Danilinho recebeu um belo passe de Bernard pela direita e bateu rasteiro no canto esquerdo para ampliar o marcador.

Depois de construir uma boa vantagem, o Galo diminuiu a velocidade e começou a esperar erros do Náutico para atacar. Mesmo assim, o Timbu não ameaçou muito o Galo, chegando em apenas alguns cruzamentos para a área.

Aos 34, em um destes cruzamentos, Martinez cabeceou uma bola na trave de Giovanni. O lance trouxe o Timbu de volta à vida e motivou a equipe para buscar seu segundo gol. Mas a pressão não durou muito e não ameaçou o Galo.

O Galo ainda teve tempo para ampliar o marcador. Aos 47 minutos, Ronaldinho Gaúcho bateu escanteio e achou Escudero livre na pequena área. O atacante só precisou rolar para o fundo das redes para marcar o quinto gol do Atlético e dar números finais ao jogo.

ATLÉTICO-MG 5 x 1 NÁUTICO

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data-Hora: 23/06/2012, às 21h00 (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)          
Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Anderson Moraes Coelho (BA)
Cartões amarelos:  Ronaldo Alves, 33'/1ºT, Rhayner, 26'/2ºT (Náutico); Serginho, 11'/2ºT, Leo Silva 22'/2ºT (Atlético-MG)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Bernard, 2/1ºT (1-0); Araújo, 12'/1ºT (1-1); Ronaldinho, 34'/1ºT (2-1); Danilinho, 36'/1ºT (3-1); Danilinho, 16'/2ºT (4-1); Escudero, 47'/2ºT (5-1)

ATLÉTICO-MG: Giovanni, Marcos Rocha, Rafael Marques, Leo Silva e Junior Cesar; Richarlyson (Serginho 29'/1ºT), Leandro Donizete, Danilinho e Ronaldinho; Bernard (Escudero 32'/2ºT) e Jô (André 34'/2ºT). Técnico: Cuca

NÁUTICO:  Felipe; Alessandro (Kim 14'/2ºT), Ronaldo Alves, Márcio Rozário e Lúcio; Derley, Elicarlos, Martinez e Souza (Ramires 34'/2ºT); Rhayner e Araújo. Técnico: Alexandre Gallo




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sábado, 23 de junho de 2012

Euro Copa 2012: Xabi Alonso faz dois gols, Espanha quebra tabu, vence a França e pega Portugal na semifinal





Com um jogo de paciência e controlando o adversário durante boa parte dos 90 minutos, a Espanha derrotou a França por 2 a 0, em Donetsk, e garantiu vaga na semifinal da Eurocopa 2012. O adversário da Fúria será Portugal, que eliminou a República Tcheca na última quinta-feira.

A seleção espanhola também coloca um ponto final de nunca ter vencido os gauleses em competições oficiais. A França montou um caminhão na defesa. Duas linhas de quatro jogadores atrás do meio de campo. A retranca surtiu efeito apenas durante os 19 primeiros minutos.

Na primeira vez que explorou o lado esquerdo, a Espanha encontrou o caminho do gol: Jordi Alba insistiu, ganhou da marcação e centrou para a área. Xabi Alonso apareceu como elemento surpresa e pegou Lloris no contrapé. O volante do Real Madrid completou a partida de número 100 pela seleção, portanto, nada melhor do que a circunstância.

Quase sem sofrer perigo, a Fúria, novamente sem um 9 de referência na área, foi administrando o resultando. Sempre que pôde prendeu a bola na frente para não dar chance ao azar. O adversário limitou-se apenas a uma cobrança de falta de Cabaye defendida por Casillas.

Faltou, durante muito tempo aos gauleses, a movimentação de Nasri, sacado para favorecer o esquema defensivo do técnico Laurent Blanc.

Os Bleus criaram um pouco mais de coragem durante a segunda etapa. Não havia escolha. Ou arriscavam algo novo ou continuariam triturados pelo jogo envolvente da Espanha. Num minuto apenas, a Espanha chegou a trocar mais de 50 passes.

Nasri, finalmente entrou na segunda etapa, mas a Fúria estava preparada contra o armador e contra os riscos que poderia oferecer o time gaulês. Sem atacar, a Espanha garantiu a vaga na semifinal da competição, mas antes completou a festa. Xabi Alonso cobrou pênalti, tirou de Lloris e fechou a conta: 2 a 0.

ESPANHA 2 X 0 FRANÇA

Local: Dombass Arena, em Donetsk (UCR)
Data-hora: 22/06/2012, às 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Cartão Amarelo: Sergio Ramos (ESP); Cabaye, Menez (FRA)
Cartão Vermelho:
Gols: Xabi Alonso, 19'/1ºT (1-0); Xabi Alonso, 45'/2ºT (2-0)

ESPANHA: Casillas; Arbeloa, Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Busquets, Xabi Alonso, Xavi, Iniesta (Carzola, 38'/2ºT) e David Silva (Pedro, 21'/2ºT); Fàbregas (Fernando Torres, 21'/2ºT). Técnico: Vicente Del Bosque.

FRANÇA: Lloris; Debuchy, Rami, Koscielny e Clichy; Debuchy (Menez, 20'/2ºT), M'Vila (Giroud, 33'/2ºT), Cabaye e Malouda (Nasri, 18'/2ºT); Ribéry e Benzema. Técnico: Laurent Blanc.




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Campeonato Brasileiro Série D 2012: tabela de jogos do Grupo do Comercial




Resolvido o problema que impedia o início da Série D do Campeonato Brasileiro, eis a nova ordem de jogos do Grupo A2, onde o Comercial, de Campo Maior, representante do futebol piauiense na competição, está incluso ao lado de Araguaína (Tocantins), Mixto (Mato Grosso), Sampaio Correa (Maranhão) e Santos (Amapá). Repare que o vice-campeão piauiense inicia sua trajetória em casa, diante do Araguaina, e encerra sua participação, contra o mesmo Araguaína, em Tocantins.

Classificam-se para a segunda fase somente os dois primeiros colocados. Caso o Comercial passe para a próxima fase como primeiro colocado, jogará a segunda fase, no sistema mata-mata, contra o segundo do Grupo A1, formado por Peñarol (Amazonas), Remo (Pará), Atlético (Acre), Vilhena (Rondônia) e Náutico (Roraima). Se o Comercial for segundo colocado, jogará a próxima fase contra o primeiro do mesmo grupo.  Adiante, a tabela da 1ª fase do Grupo A2.

1ª RODADA
23/06

Mixto-MT x Sampaio Corrêa-MA - 16h00 - Cuiabá

24/06
Comercial-PI x Araguaína-TO - 17h00 - Teresina

2ª RODADA
30/06
Araguaína-TO x Santos-AP - 18h00 - Araguaína

1/07
Sampaio Corrêa-MA x Comercial-PI - 17h00 - São Luis

3ª RODADA
8/07

Comercial-PI x Mixto-MT - 17h00 - Teresina
Santos-AP x Sampaio Corrêa-MA - 17h00 - Macapá

4ª RODADA
14/07

Santos-AP x Comercial-PI - 17h00 - Macapá
Araguaína-TO x Mixto-MT - 18h00 - Araguaína

5ª RODADA
21/07

Mixto-MT x Santos-AP - 16h00 - Cuiabá

22/07
Sampaio Corrêa-MA x Araguaína-TO - 17h00 - São Luis

6ª RODADA
28/07

Mixto-MT x Araguaína-TO - 16h00 - Cuiabá
 
29/07
Comercial-PI x Santos-AP - 17h00 - Teresina

7ª RODADA
4/08

Araguaína-TO x Sampaio Corrêa-MA - 18h00 - Araguaína

5/08
Santos-AP x Mixto-MT - 17h00 - Macapá

8ª RODADA
12/08

Mixto-MT x Comercial-PI - 16h00 - Cuiabá
Sampaio Corrêa-MA x Santos-AP - 17h00 - São Luis

9ª RODADA
19/08

Santos-AP x Araguaína-TO - 17h00 - Macapá
Comercial-PI x Sampaio Corrêa-MA - 17h00 - Teresina

10ª RODADA
26/08

Araguaína-TO x Comercial-PI - 16h00 - Araguaína
Sampaio Corrêa-MA x Mixto-MT - 16h00 - São Luis


Fonte: Site do Buim
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Série D do Brasileirão começa hoje após cinco semanas de suspensão; série C segue parada


Tupi-MG foi o último campeão da série D; torneio
está cinco semanas atrasado


A Série D do Campeonato Brasileiro vai finalmente começar neste sábado. Depois de ficar cinco semanas suspensa devido a uma disputa judicial entre clubes, a quarta divisão do Brasileiro terá, enfim, seus primeiros jogos neste final de semana.
Mixto e Sampaio Corrêa abrem o torneio com um jogo em Cuiabá, às 16h. Já no domingo, mais 19 partidas movimentam os outros 38 times da última divisão do Campeonato Brasileiro.
A série D estava parada por uma determinação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O órgão decidiu suspender o início do torneio depois de cinco clubes entrarem na Justiça para tentar garantir uma vaga na terceira ou na quarta divisão do Brasileirão deste ano.
Araguaína-TO, Brasil de Pelotas-RS, Rio Branco-AC, Santo André-SP e Treze-PB são os envolvidos na batalha jurídica. Cada um entrou com um processo em um tribunal diferente para jogar o campeonato que eles acreditam estar classificados. Isso, porém, criou uma insegurança jurídica para a elaboração da tabela.
Quando um clube ganhava uma vaga, outro perdia. Insatisfeito, esse clube também ia à Justiça. Assim, a tabela ficava indefinida.
Ciente desta situação, o STJD suspendeu o campeonato até que os clubes se acertassem. Nesta semana, membros do tribunal e da CBF conseguiram chegar a um acordo com os envolvidos e, enfim, a bola poderá rolar na série D.
Na Série C, entretanto, não haverá jogos ainda. O torneio segue suspenso pelo STJD porque Treze e Pelotas não concordaram em jogar a Série D.
Os dois clubes ainda acreditam serem merecedores de uma vaga na terceira divisão. Por isso, ainda mantém processos na Justiça para tentar garantir uma vaga no torneio.
A CBF já conseguiu derrubar a liminar do Pelotas que obrigava a confederação a incluir o clube na série C. Uma liminar do Treze, contudo, ainda atrapalha o início do torneio.
O Treze ficou em quinto lugar na Série D do ano passado, uma posição atrás do último classificado para a Série C. O clube, porém, argumenta que seria dono de uma vaga na Série C caso a CBF não tivesse feito um acordo com o Rio Branco. Por esse acordo, o Rio Branco não foi rebaixado da Série C para a D pois não pôde jogar em seu estádio durante o torneio.
Tanto a CBF quanto o STJD já informaram que não concordam com o argumento do Treze. Também não acham correto o clube ter procurado a Justiça comum para pedir uma vaga na Série C já que a Justiça Desportiva foi criada justamente para julgar esse tipo de processo.
Pelo fato do Treze ter recorrido à Justiça comum, o STJD abriu um processo contra o clube na sexta-feira. O Brasil de Pelotas, que também foi à Justiça comum, é réu de outro processo aberto na sexta.
Os dois clubes podem ter de pagar multa de até R$ 200 mil se forem condenados. Além disso, podem ser suspensos de qualquer competição por, no mínimo, um ano.
Enquanto esse processo corre, contudo, a série C continua parada. O presidente da CBF, José Maria Marin, prometeu em vídeo divulgado no site da entidade uma breve solução o problema. Entretanto, ainda não há previsão oficial para o início do campeonato.





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Brasil atropela Porto Rico e fica a uma vitória da fase final do Grand Prix





Em atuação praticamente impecável, o Brasil atropelou Porto Rico e venceu por 3 sets a 0, parciais de 25-17, 25-12 e 25-19, na penúltima rodada do Grand Prix. Com o resultado, o time de José Roberto Guimarães subiu para a quinta posição no torneio.
A seleção brasileira encerra sua participação nesta fase no próximo domingo, quando encara a anfitriã China. A equipe precisa de uma vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 para avançar à fase final – as cinco melhores garantem vaga.
Se bater as chinesas por 3 a 2, o Brasil terá de torcer para que Cuba e Alemanha não superem Porto Rico e Turquia por 3 a 0 ou 3 a 1, placares que dão mais pontos aos times vitoriosos.

Neste sábado, os destaques foram os bons ataques de Sheilla e Paula Pequeno, que anotaram nove e oito pontos, respectivamente. O alto número de erros de Porto Rico, 23 no total, também contribuíram para a fácil vitória.
O Brasil começou a partida ligado desde o início e logo abriu 4 a 0 de vantagem. As porto riquinhas até estudaram uma reação e encostaram no placar, mas o time brasileiro soube manter o controle da situação no primeiro set: 25 a 17.
Já a segunda parcial foi um verdadeiro passeio. Falhando muito em bolas bobas, as atletas de Porto Rico pouco fizeram para impedir nova derrota. Sem aliviar, as brasileiras venceram por incontestáveis 25 a 12.
Com a folga, Guimarães optou por rodar seu elenco no terceiro set. Foi aí que Porto Rico passou a dar trabalho e chegou a estar liderando a parcial por 16 a 13. Neste ponto, porém, começou a reação do Brasil, que voltou a dominar o rival e se recuperou para fechar em 25 a 19. 



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