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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Palmeiras assina contrato com Raphael Veiga por cinco anos


Raphael Veiga é jogador do Palmeiras. Acertado verbalmente com o clube paulista há algum tempo, o meio-campista já tem um contrato de cinco anos assinado para começar a vestir a camisa alviverde em 2017.
Por R$ 4,5 milhões, o Coritiba vendeu 50% dos direitos econômicos do jogador de 21 anos ao Palmeiras, que também adquiriu outros 15% pertencentes ao Audax, clube de formação de Raphael Veiga.
Os outros 35% estão divididos entre o Coritiba e a equipe do interior de São Paulo. As informações foram divulgadas pelo Globoesporte.com e confirmadas pela Gazeta Esportiva com pessoas familiarizadas com a negociação.
No final de outubro, Rogério Bacellar, presidente do Coritiba, chamou de antiética a atitude do Palmeiras de abordar primeiro o jogador antes de fazer uma oferta ao clube. Segundo ele, o jogador de 21 anos caiu de rendimento após a exposição pública do acordo.
"É claro que a cabeça dele já está no Palmeiras", afirmou em entrevista à Gazeta Esportiva. O meia optou por não comentar sobre a transferência desde que as negociações se tornaram públicas.
Nascido na cidade de São Paulo, Veiga começou no futebol nas categorias de base do Audax. As boas atuações do meia chamaram a atenção do Coritiba, que o levou em 2013. Ele logo se destacou até subir para o profissional em 2016. Nesta edição do Brasileirão, o jovem de 21 anos estreou pelo Coritiba na vitória por 1 a 0 sobre o Santa Cruz, no dia 23 de julho.
Na liderança do Campeonato Brasileiro com seis pontos de vantagem e quatro rodadas para o fim da competição, o Palmeiras já corre com o planejamento para 2017. Além de Veiga, o clube já fechou com Hyoran, da Chapecoense, e Keno, do Santa Cruz.
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 13 de setembro de 2015

Ninguém segura! Flamengo bate a Chapecoense, vence a sexta seguida e se firma no G-4

Mais três pontos! Na Arena Condá, o Rubro-Negro venceu e convenceu. Melhor, o Flamengo se impôs e bateu a Chapecoense por 3 a 1, com gols de Paulinho, Canteros e Kayke - Bruno Rangel diminuiu, de pênalti. Embalado, o time carioca não deu chances para a equipe da casa e saiu com a sexta vitória seguida no Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o time de Oswaldo de Oliveira se firmou de vez no G-4, com 41 pontos, no quarto lugar. Já a Chapecoense segue ladeira abaixo no Brasileirão, na 13ª posição, com 30, e o técnico Vinícius Eutrópio balança no cargo.
O jogo
A partida começou como de costume na Arena Condá: correria da Chapecoense e pressão na saída de bola. O Flamengo, embalado, não se intimidou. Bem postado em campo, o time rubro-negro entrou concentrado e teve a primeira chance do jogo: aos sete, Éverton tabelou com Kayke e encheu o pé, mandando à esquerda de Danilo.
Com a bola sempre ao ataque, o Flamengo não deixava o time de Chapecó respirar. A posse de bola e a agressividade dos rubro-negros fez a diferença. A Chapecoense não conseguia chegar à área do Flamengo.
Aos 11, César Martins deu uma de lateral direito e cruzou para Paulinho, que emendou um voleio de primeira, no ângulo, para abrir o placar. Um golaço em Santa Catarina. O gol animou o time de Oswaldo de Oliveira. Aos 14, Cirino roubou a bola e chutou estranho, mas quase encobriu Danilo, que se recuperou para fazer a defesa.
Aos 32, com enorme facilidade, César Martins mais uma vez foi ao ataque e levantou para Kayke, que escorou para Cirino. De primeira, o atacante rolou para trás e Canteros bateu forte para ampliar.
E a contagem poderia ter aumentado se Danilo não salvasse o time da casa, aos 42, quando Paulinho cabeceou e quase fez mais um. A primeira chance dos donos da casa só veio aos 45, quando Apodi recebeu nas costas de Jorge e bateu cruzado, forte, mas Samir evitou o gol.
Na volta para a segunda etapa, o pressionado Vinícius Eutrópio lançou Ananias, tentando apostar na velocidade contra a zaga rubro-negra. Aos seis, Apodi levantou e Tiago Luís obrigou Paulo Victor a sujar o uniforme, até então intacto.
Aos 12, Ananias bateu de fora, mas o goleiro rubro-negro segurou sem sustos. De novo pela direita, Apodi cruzou e Maylson, sozinho na área, cabeceou para fora.
Vencendo, o Fla tirou o pé do acelerador e a Chapecoense passou a gostar do jogo. Aos 32, a zaga cortou mal e Rafael Lima parou em Paulo Victor. Aos 35, bobeira de Marcio Araújo: o volante tropeçou e derrubou Ananias por trás. Na cobrança, Bruno Rangel bateu forte e diminuiu.
Aos 42, Maylson matou com estilo e tentou bicicleta, mas mandou para fora. Na sequência, o golpe de misericórdia: aos 43, Luiz Antônio achou Éderson, que tocou para Kayke na área. Calmo, o centroavante matou e tocou na saída de Danilo para dar números finais ao jogo na Arena Condá.

FICHA TÉCNICA:
CHAPECOENSE 1 X 3 FLAMENGO
Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 13 de setembro de 2015, domingo
Hora: 16h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e José Javel Silveira (RS)
Cartões Amarelos: Apodi e Dener (Chapecoense); Jorge (Flamengo)
Público: 10.800 pagantes
Renda: R$ 327.500,00
GOLS:
Chapecoense: Bruno Rangel (pênalti) aos 35 minutos do segundo tempo
Flamengo: Paulinho, aos 10, e Canteros aos 32 minutos do primeiro tempo; Kayke aos 43 minutos do segundo tempo
CHAPECOENSE: Danilo; Apodi, Rafael Lima, Neto e Dener; Elicarlos (Maylson), Bruno Silva (Túlio de Melo), Cleber Santana, Camilo (Ananias) e Tiago Luís; Bruno Rangel
Técnico: Vinícius Eutrópio
FLAMENGO: Paulo Victor, Pará, César Martins, Samir e Jorge (Luiz Antonio); Márcio Araújo, Canteros e Everton; Paulinho (Ederson), Marcelo Cirino (Marcelo) e Kayke
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Inferno ao céu: Victor falha, mas pega pênalti, e Atlético-MG busca empate com Cruzeiro

Do inferno ao céu. A tarde de Victor no Mineirão se resume à citação anterior. Depois de falhar, o goleiro atleticano pegou um pênalti e evitou que o Atlético Mineiro se complicasse ainda mais na disputa pelo título do Campeonato Brasileiro. Em Belo Horizonte, o time comandado por Levir Culpi buscou o empate por 1 a 1 com o Cruzeiro e termina a 25ª rodada sem um desastre maior na disputa pela primeira posição da tabela.
Agora mais longe do Corinthians na briga pelo título, o Atlético-MG se concentra para outro compromisso complicado. Na quarta-feira, a partir das 22h (de Brasília), a equipe encara o Santos, na Vila Belmiro. O Cruzeiro, ainda sob a sombra da luta contra a Série B, enfrenta o Vasco, novamente no Mineirão.A igualdade obtida no fim, graças ao gol de Carlos e à defesa de Victor no pênalti cobrado por Willian, mantém o Atlético-MG firme na briga pelo título - ainda mais pela moral obtida por frustrar a festa do rival. O clube comandado por Levir Culpi agora soma 49 pontos, cinco a menos do que o Corinthians, que venceu mais cedo o Joinville pelo placar de 3 a 0.
Se o Atlético-MG pode até comemorar a igualdade, que premiou a pressão exercida pelo time na segunda etapa, o Cruzeiro lamenta. A equipe de Mano Menezes chegou a 29 pontos e possui apenas dois de vantagem em relação ao Coritiba, o primeiro clube dentro da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
Carlos evita desastre, e Victor se redime no Mineirão
GAZETA PRESS
Cruzeiro e Atlético-MG acabaram empatados no Mineirão
Cruzeiro e Atlético-MG acabaram empatados 
A diferença na tabela entre as duas equipes, em um clássico, pouco faz diferença. O Cruzeiro, que luta para evitar o vexame de cair para a segunda divisão, contou com o apoio do torcedor para pressionar o Atlético Mineiro, clube que luta ponto a ponto com Corinthians e Grêmio pelo título Brasileiro. Com Mano Menezes, o time celeste encarou de igual para igual o rival e foi premiado pela postura.
Apostando especialmente nas jogadas de velocidade com Willian e Alison, o atual bicampeão nacional começou o duelo melhor e levou perigo logo aos 4min, quando Henrique cabeceou bola próxima ao gol defendido pelo goleiro Victor.
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

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Salvio não concorda com pênalti para o Cruzeiro e diz: 'Victor salvou a arbitragem'
Paciente e organizado, o Atlético-MG, por outro lado, apostou na paciência para chegar ao gol de Fábio. Pratto, aos 6min, obrigou Fábio a trabalhar. O argentino, aos 29min, teve a grande oportunidade do jogo: livre dentro da grande área, o camisa 9 se esticou pra completar cruzamento de Patric e jogou a bola sobre a meta cruzeirense.
DENIS DIAS/GAZETA PRESS
Cruzeiro Willian Atlético-MG Campeonato Brasileiro
Willian abriu o placar
Quando o Atlético-MG crescia e ditava o ritmo da partida, o que quebrava a aposta rival em um estilo mais rápido de jogo, o Cruzeiro abriu o placar. Patric afastou mal e permitiu a Alison desviar para dentro da área. Esperto na jogada, Willian, oportunista como um verdadeiro 9, se antecipou a Leonardo Silva e finalizou. Victor falhou e viu a bola passar entre as suas pernas.
A vantagem permitiu ao Cruzeiro a apostar ainda mais na velocidade do ataque formado por Willian, Marquinhos e Alison. O Atlético-MG, a partir de então, permaneceu ainda mais tempo com a bola, mas encontrou ainda mais obstáculos para passar pelo setor defensivo do rival.
Dono do ritmo de jogo, apesar da desvantagem no marcador, o Atlético-MG contou com a ‘colaboração' de Mena para se tornar ainda mais perigoso. O lateral esquerdo, logo no início da etapa final, aplicou um carrinho imprudente sobre Marcos Rocha, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Cruzeiro quase um tempo com um atleta a menos no Mineirão.

Pato faz, São Paulo derruba invencibilidade do Grêmio na Arena e não deixa Fla escapar

Diante de 46.915 torcedores - o maior público da Arena Grêmio em 2015 -, o São Paulo conseguiu uma vitória importante por 2 a 1, neste domingo, pela 25ª rodada do Brasileirão, e derrubou a invencibilidade do time "imortal" em casa pela competição.
Alexandre Pato finalmente balançou as redes contra o rival depois de cinco partidas em branco. Em contra-ataque aos 35 minutos do primeiro tempo, o camisa 11 recebeu de Carlinhos, tirou dois marcadores e bateu firme, sem chances de defesa para Bruno Grassi.

Já aos 45 da etapa final, Rogério driblou dois defensores e fez outro belo gol para os visitantes.
Dois minutos depois, Everton descontou, mas já era tarde para uma reação.
O duelo foi bastante truncado na primeira etapa, com o Grêmio tentando tomar a iniciativa, mas sem criar oportunidades claras. Já o São Paulo marcou no contra-golpe e atuou no segundo tempo deixando a bola para os comandados de Roger Carvalho.
GAZETA PRESS
Alexandre Pato marcou pela primeira vez contra o arquirrival Grêmio
Pato marcou pela primeira vez contra o Grêmio
As melhores chances, porém, apareceram com a equipe de Juan Carlos Osório, que volta a vencer fora de casa pelo Brasileirão após um mês - o último triunfo havia sido contra o Figueirense, 2 a 0, em 12 de agosto.
Já o Tricolor gaúcho estava invicto havia 11 partidas, somando o campeonato nacional e a Copa do Brasil. Na Arena, eram nove vitórias e três empates.
Desta forma, o São Paulo sobe para 41 pontos, na quinta colocação, e não deixa o Flamengo (que venceu a Chapecoense por 3 a 1) escapar. O clube rubro-negro, com a mesma pontuação, é o último no G-4 e tem uma vitória a mais - 13 a 12.
O Grêmio, por outro lado, estaciona nos 45 pontos, em terceiro, mas perde a chance de encostar no vice-líder Atlético-MG (49) e viu o Corinthians (54) disparar.
Na próxima rodada, quinta-feira, o São Paulo recebe a Chapecoense na provável volta de Rogério Ceni; o Grêmio tenta se recuperar contra o Atlético-PR fora, na quarta-feira.
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 6 de setembro de 2015

Na estreia de Mano, Willian comanda, e 'novo' Cruzeiro retoma sequência após três meses


50 anos de Mineirão, completados na véspera. Estreia de Mano Menezes no comando. E a expectativa de uma virada de página para o Cruzeiro. O atual bicampeão brasileiro mostrou outra cara neste domingo, em casa, e derrotou o Figueirense em goleada por 5 a 1 sem nenhuma dificuldade em jogo válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. 
Willian foi o nome do jogo e comandou o a vitória, que fez o Cruzeiro ganhar duas posições na classificação do nacional, subindo de 15º para 13º, agora com 28 pontos.
Já o Figueirense, que perdeu para o Grêmio na quinta-feira, estaciona em 14º com 26 pontos. Resultado que ajudou muito as duas equipes foi o empate por 0 a 0 entre Chapecoense e Ponte Preta, no mesmo horário.
Em sua apresentação como novo treinador do Cruzeiro, nessa semana, Mano Menezes avisou que primeiro resolveria a 'situação emergencial' do clube mineiro, ou seja, se afastar da zona de rebaixamento, para depois pensar em outros objetivos.
A meta começa a ser cumprida e com uma sequência que não acontecia desde junho. Há três meses, o time não emendava duas vitórias seguidas no Brasileirão, desde que derrotou Flamengo, Atlético-MG e Vasco. Antes de passar pelo Figueirense, neste domingo, deixou para trás a Ponte Preta, na quarta-feira.
GAZETA PRESS
mano menezes cruzeiro x figueirense brasileirao 2015 gazeta
Mano Menezes estreou no comando do Cruzeiro
Com um dia a menos de descanso, o Figueirense se mostrou cansado em campo. Sem conseguir manter a posse de bola, correu muito mais que o time adversário e ficou praticamente o tempo todo exposto.
O que não tirou os méritos dos donos casa. Logo aos três minutos de jogo, o Cruzeiro abriu o placar em lance com polêmica. Pará cobrou lateral na área, Fabinho afastou mal, e Willian dominou com o braço para fuzilar de pé direito no canto esquerdo do gol. O árbitro viu peito e ainda deu cartão amarelo para o goleiro Alex Muralha, por reclamação.
Bem melhor, o Cruzeiro nem parecia o time que vinha jogando sob o comando de Vandeleri Luxemburgo, demitido na última segunda-feira. A equipe mineira mostrou um novo futebol, pressionando, girando a bola, com futebol organizado e paciência para encontrar a melhor jogada e explorar os talentos individuais.
Mais uma ótima chance veio com Vinícius Araújo, que recebeu passe da Allano e ficou cara a cara com Alex Muralha, mas o goleiro salvou. O segundo gol, no entanto, chegou aos 28 minutos. E de novo Willian, o nome do jogo. Da esquerda para o meio, Ariel passou a bola para o atacante, que fez ótima jogada, carregou passando pelos defensores, ajeitou na linha da grande área e bateu.

O segundo tempo não foi muito diferente. O Cruzeiro novamente sobrou em campo e atropelou o Figueirense. Depois de várias chances claras de ampliar o placar, fez 3 a 0. Willians passou pelas costas do lateral, recebeu de Allano, cruzou com precisão pela direita, e Vinícius Araújo completa de peixinho.
Em um momento de relaxamento, o Figueirense aproveitou para esboçar reação aos 20 da etapa final - que acabou apenas sendo o gol de honra. João Vitor deu cavadinha para Marquinhos Pedroso, que se aproveitou do vacilo da defesa cruzeirense e fez de cabeça.
Seis minutos depois, Willian deu o recado para o Cruzeiro não deixar a vitórias escapar. O 'Bigode' recebeu de Marquinhos na entrada da área e, com frieza, tirou de Muralha, em bela finalização. E ele não parou no hat-trick. Aos 29, o atacante marcou seu quarto gol na partida e sacramentou a goleada, sozinho na área após cruzamento de Marquinhos.
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 5 X 1 FIGUEIRENSE
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 6 de setembro de 2015, domingo
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Assistentes: Marcos Welb Rocha de Amorim (BA) e Jucimar dos Santos Dias (BA)
Cartões amarelos: Alex Muralha (Figueirense), Thiago Heleno (Figueirense), Sueliton (Figueirense), Bruno Alves (Figueirense)
Gols: 
CRUZEIRO: Willian, aos 3min e aos 28min do 1º tempo e aos 26min e aos 29min do 2º tempo; Vinícius Araújo, aos 15min do 2º tempo
FIGUEIRENSE: Marquinhos Pedroso, aos 20min do 2º tempo
CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Bruno Rodrigo, Manoel e Pará (Fabrício); Willians, Henrique e Ariel Cabral; Allano (Marquinhos), Willian e Vinícius Araújo (Marinho)
Técnico: Mano Menezes
FIGUEIRENSE: Alex Muralha; Sueliton, Bruno Alves, Thiago Heleno e Marquinhos Pedroso; Denner, João Vitor, Fabinho e Rafael Bastos (Yago); Thiago Santana (Elias) e Clayton (Juninho)
Técnico: René Simões
 Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Em 2015, Palmeiras x Corinthians arrecada mais do que em quatro anos


Neste domingo, a partir das 16h (de Brasília), no Allianz Parque, Palmeiras e Corinthians fazem o clássico paulista da 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.
E os dois rivais podem se orgulhar desta partida: afinal, fecharão o primeiro ano em que puderam utilizar suas novas arenas em todos os dérbis de 2015.

Duas partidas no Paulistão (uma em cada estádio) e agora a segunda no Brasileirão, com o Palmeiras tendo vencido nos pênaltis na semifinal do estadual e no primeiro turno do Nacional na casa alvinegra, enquanto o Corinthians derrotou o alviverde no começo deste ano no antigo Parque Antártica.
O que chama a atenção, principalmente, é o quanto os dois times lucraram com a bilheteria dos clássicos. Nos três primeiros deste ano, a renda bruta foi de R$ 7,626 milhões.
Até sexta-feira passada, foram vendidos 31 mil ingressos para o jogo deste domingo no Allianz Parque. A renda alviverde passará dos R$ 3 milhões, fazendo com o que o clássico tenha em 2015 renda acima de R$ 10,5 milhões.
Entre 2011 e 2014, foram 11 dérbis, com renda bruta de R$ 10,3 milhões - e isso contando que no clássico pelo Campeonato Brasileiro na última temporada na Arena Corinthians a bilheteria já rendeu R$ 2,2 milhões.
Em campo, o Corinthians, líder do Nacional com 49 pontos, não terá o lateral esquerdo Uendel (machucado) - Guilherme Arana joga - e o volante Elias (com a seleção brasileira) - Marciel, o xodó, segue na equipe; Renato Augusto retorna.
O Palmeiras, sexto colocado com 34 pontos, contará com os retornos dos meio-campistas Arouca, recuperado de lesão na coxa esquerda, e Zé Roberto, poupado na última quarta-feira por desgaste muscular, além do lateral direito Lucas.
FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS X CORINTHIANS
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 6 de setembro de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Rogério Pablos Zanardo (ambos SP)
PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Amaral (Thiago Santos), Arouca, Robinho e Dudu; Gabriel Jesus e Barrios. Técnico: Marcelo Oliveira
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Ralf, Marciel, Jadson, Renato Augusto e Malcom; Vagner Love. Técnico: Tite
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 12 de abril de 2015

Bahia elimina Sport com três gols de volante ex-Palmeiras e vai à final da Copa do Nordeste

Numa partida bastante movimentada e de 2º tempo alucinante, o Bahia bateu o Sport na Fonte Nova, por 3 a 2, e garantiu a vaga na final da Copa do Nordeste. Os três gols tricolores foram marcados pelo volante Souza, ex-Palmeiras e Cruzeiro, enquanto Diego Souza e Renê descontaram para os visitantes.
Com o 0 a 0 no jogo de ida, na Ilha do Retiro, o Sport tinha a vantagem do empate com gols; nova igualdade pelo mesmo placar levaria o duelo para os pênaltis. A vitória baiana garantiu o tricolor na disputa do título contra o Ceará - que eliminou o Vitória na semi - e manteve a invencibilidade do time no seu estádio em 2015.
A partida, que contou com o bom público de mais de 40 mil presentes, teve de tudo um pouco: desde frango dos dois goleiros e pênalti polêmico para os donos da casa, até hat-trick de volante e virada relâmpago.
Após um primeiro tempo sem graça, quando o Sport abriu o placar com Diego Souza, a segunda etapa começou pegando fogo, com o Bahia virando nos primeiros dez minutos. Os dois gols foram marcados por Souza, o da virada num pênalti bastante contestado pelos rubro-negros.
Depois de os pernambucanos igualarem em falha clamorosa de Douglas Pires, o Bahia chegou ao gol da vitória novamente com Souza, aproveitando rebote do goleiro Magrão, e sacramentando a classificação.
A decisão da Copa do Nordeste começa apenas daqui há dez dias, em 22 de abril. O primeiro jogo deve acontecer na Fonte Nova, e o segundo no dia 29, no Castelão.
O jogo
Segurando as escalações o máximo possível, os dois treinadores só revelaram neste domingo o time completo. Pelo lado do Sport, Eduardo Baptista optou pela entrada do garoto Neto Moura, volante promessa rubro-negra. Já Sérgio Soares, apostou em quatro atacantes, colocando Willians no lugar de Thiago Real.
Enquanto a torcida tricolor vaiava o rubro-negro pernambucano e "homenageava" a eliminação do Vitória contra o Ceará, os torcedores visitantes gritavam "2ª divisão"; na última temporada, o Sport subiu para a Série A do Brasileiro e o Bahia caiu para Série B.
O jogo começou disputado e tenso. Como o 0 a 0 levava a partida para os pênaltis, nenhuma das equipes se arriscava demais. Com bastante marcação, o Sport encontrou seu gol aos 22 minutos, numa jogada de bola parada. Renê cobrou falta na cabeça de Diego Souza, que escorou para abrir o placar. Depois do 1 a 0, os pernambucanos passaram a explorar mais o contra-ataque.
Precisando virar, o Bahia não conseguia criar oportunidades e ainda via o adversário ser mais perigoso quando chegava. Antes do intervalo, os donos da casa ainda perderam o lateral-esquerdo Patric, que teve de sair lesionado para entrada de Bruno Paulista.
Na volta da segunda etapa, não deu nem tempo do Sport administrar a vantagem. Aos 7 minutos, Souza empatou num chute da entrada da área, contando com falha do goleiro Magrão na quicada da bola. Dois minutos depois, o árbitro marcou pênalti sobre Kieza, bastante contestado pelos jogadores do Sport. Souza, novamente, foi para a batida e virou.
Não demorou muito, e o camisa 1 do Bahia devolveu o erro de Magrão. Renê cobrou falta e Douglas Pires engoliu um verdadeiro frango. Com os dois times lançados ao ataque, os donos da casa ficaram na frente novamente com o nome da noite: Souza aproveitou rebote do goleiro do Sport e fez 3 a 2.
Após o 3º gol, o Bahia passou a controlar melhor a partida, ficando mais com a bola e levando perigo, especialmente com Kieza. Antes do apito final, a partida quase descambou para a violência, com o juiz distribuindo cartões amarelos para os dois lados e Bruno Paulista sendo expulso, deixando os donos da casa com um a menos, faltando 5 minutos do acréscimo.
O Sport chegou a ameaçar - enquanto os jogadores baianos clamavam pelo apito final no banco de reservas - com Felipe Azevedo, que havia entrado na segunda etapa, mas os visitantes não tiveram forças para chegar à igualdade.
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN
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