Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

Marcadores


quarta-feira, 11 de março de 2015

Sem dó, Bayern faz 7 no 'brasileiro' Shakhtar e avança às quartas

O favoritismo alemão era evidente na teoria, e a diferença de qualidade ficou ainda mais clara dentro de campo. Sem dó do adversário e sem deixar qualquer dúvida, o Bayern de Munique massacrou o "quase brasileiro" Shakhtar Donetsk, goleou por 7 a 0, nesta quarta-feira na Allianz Arena, na Alemanha, e avançou às quartas de final da Uefa Champions League.
Thomas Müller, duas vezes, Jérôme Boateng, Ribéry, Badstuber, Lewandowski e Götze, fizeram os gols dos donos da casa, que jogaram com um homem a mais desde os 2 minutos do primeiro tempo, após a expulsão de Kucher.
Depois de um empate por 0 a 0 no jogo de ida, na Ucrânia, o Shakhtar, recheado de jogadores brasileiros, sucumbiu diante de uma das maiores potências do mundo. Nesta quarta, Luiz Adriano, Taison, Alex Teixeira, Fred e Douglas Costa começaram entre os titulares, enquanto Ilsinho e Wellington Nem entraram na segunda etapa. Depois de desperdiçarem algumas chances no primeiro tempo e irem para o intervalo ganhando por apenas 2 a 0, os alemães demonstraram toda a força na etapa final.
O adversário do Bayern na próxima fase será conhecido no dia 20 de março, em sorteio realizado para definir os confrontos das quartas.
O jogo
Sem poder contar com o volante Xabi Alonso, suspenso, o técnico Pep Guardiola escalou o Bayern de Munique com uma formação bastante ofensiva, com o quinteto formado por Götze, Robben, Ribéry, Müller e Lewandowski. Do outro lado, Mircea Lucescu armou o Shakhtar Donestk com cinco jogadores brasileiros entre os titulares: Luiz Adriano, Taison, Alex Teixeira, Fred e Douglas Costa.
E não demorou muito para a qualidade do time alemão prevalecer e sair o primeiro gol do confronto de 180 minutos. Logo aos 2 minutos, o zagueiro Kucher derrubou Götze na área, o árbitro marcou pênalti e ainda expulsou o defensor ucraniano. Na cobrança, aos 3, Thomas Müller converteu e abriu o placar.
Vendo seu time acuado em campo, Lucescu rapidamente trocou o meia Taison pelo zagueiuro Kryvtsov, mas a mudança pouco adiantou. Com um homem a mais, o domínio do Bayern era notório, mas faltou pontaria para balançar as redes mais vezes. Robben e Müller tiveram chances, Lewandowski cabeceou na trave, e o Shakhtar se segurou lá atrás. Os donos da casa ainda perderam o holandês Robben, que sentiu dores e foi substituído por Rodes.
A pressão alemã só surtiu efeito aos 33 minutos, quando o zagueiro Jérôme Boateng fez o segundo gol da equipe aproveitando rebote do goleiro Pyatov em chute de Lewandowski.
Os gols que o Bayern não conseguiu concretizar antes do intervalo acabaram saindo logo no início do segundo tempo, e a goleada foi desenhada na Allianz Arena. Aos 3 minutos, o francês Ribéry deixou a sua marca depois de tabelar com Alaba. Aos 6, Müller fez o seu segundo no jogo, e o quarto do Bayern, após assistência de Lewandowski.
O Shakhtar bem que tentava se animar no jogo, mas pouco conseguiu produzir nas raras vezes que chegava ao campo de ataque. Então, aos 17 minutos, Badstuber, de cabela, amplioiu para o time da Bavária.
Com o confronto definido, os dois treinadores fizeram modificações nos dois times e deram chances a reservas, mas o panorama do jogo não se alterou. O sexto do do Bayern aconteceu aos 29 minutos, com o atacante Lewandowski, que matou no peito e avançou para finalizar depois de lançamento de Schweinsteiger.
Ainda houve tempo para o Bayer de Munique fechar a goleada aos 42 minutos, com um gol do meia Mario Götze, autor do gol do título da seleção da Alemanha na final da Copa do Mundo de 2014 no Brasil: 7 a 0.
FICHA TÉCNICA:
BAYERN DE MUNIQUE-ALE 7 X 0 SHALHTAR DONETSK-UCR
Uefa Champions League - Oitavas de final - Volta
Local: Allianz Arena, em Munique-ALE
Data: 11 de março de 2015, quarta-feira
Horário: 16h45 (horário de Brasília)
Árbitro: William Collum (Escócia)
Assistentes: Damien MacGraith (Irlanda) e Graham Chambers (Escócia)
Cartão vermelho: Kucher (SHA)
Cartões amarelos: Boateng e Badstuber (BAY); Douglas Costa (SHA)
GOLSBAYERN: Müller, aos 3 do primeiro e aos 6 do segundo tempo; Boateng, aos 33 do primeiro tempo; Ribéry aos 3, Badstuber aos 17, Lewandowski aos 29 e Götze aos 42 minutos do segundo tempo.
BAYERN DE MUNIQUE: Neuer; Rafinha, Boateng, Badstuber (Dante) e Alaba; Schweinsteiger, Robben (Rode), Müller (Gotze) e Ribéry (Bernat); Lewandowski.
Técnico: Josep Guardiola
SHAKHTAR DONETSK: Pyatov; Srna, Kucher, Rakitskiy e Shevchuk; Stepanenko, Fred, Douglas Costa (Wellington Nem) e Taison (Kryvtsov); Alex Teixeira (Ilsinho) e Luiz Adriano
Técnico: Mircea Lucescu
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

De vilão a herói, Thiago Silva ressurge das cinzas, tira o Chelsea e coloca o PSG nas quartas

Um capitão que em pouquíssimos minutos vai de vilão e herói. Um goleiro que em pouquíssimos segundos sai de uma defesa espetacular e é obrigado a buscar a bola dentro das redes. Um jogo espetacular, uma história incrível. E o PSG está nas quartas de final da Uefa Champions League. Heroico, o time francês jogou 90 minutos com um jogador a menos, mas foi buscar duas vezes o empate, garantiu um 2 a 2 diante do Chelsea e garantiu também a vaga com direito a gostinho de revanche um ano depois da eliminação no mesmo Stamford Bridge.
A classificação passou toda pela dupla de zaga pela seleção brasileira. Ou pela cabeça da dupla de zaga da seleção. David Luiz tinha tudo para ser o nome do dia. Cheio de identificação justamente com o Chelsea, foi ele quem salvou o PSG de uma eliminação ainda mais rápida. O time inglês havia aberto o placar com Cahill, mas David usou toda a cabeleira característica para subir mais que todo mundo em uma cobrança de escanteio e mandar uma bomba de cabeça para igualar o placar e garantir a prorrogação de maneira heroica - o PSG atuou com um a menos desde os 30 do primeiro tempo, quando Ibrahimovic recebeu o vermelho.
Thiago Silva, porém, não vivia um dia nem um pouco parecido com o companheiro. Em um lance inexplicável, o capitão do PSG entregou o duelo ao Chelsea. Em uma bola na área, ele subiu com o braço levantado em dividida com Zouma, encostou na bola e cometeu um pênalti bizarro. Na cobrança, Hazard rolou bonito para balançar as redes.
REUTERS
Thiago Silva, o herói do PSG
Thiago Silva, o herói do PSG
Não vivia, repare bem no verbo. Não vivia até aos 8 minutos do segundo tempo da prorrogação. Thiago Silva precisou de duas chances para se redimir, para vencer o também brilhante goleiro Courtois. Mas o brasileiro levou para dentro de campo toda sua história de superação e, em pouquíssimos minutos, renasceu das cinzas para garantir um dos empates mais heroicos da história e colocar o PSG nas quartas de final.
O rival da próxima fase será conhecido na próxima sexta-feira (20/3), em sorteio. Já o Chelsea deixa a competição com o péssimo gosto de ser eliminado em um jogo em casa, em que jogou com um a mais por quase todo o tempo. Uma punição para quem não saiu para o jogo, uma justíssima recompensa para a equipe que deu em campo tudo que tinha e que não tinha.
O jogo - O duelo desta quarta começou a ser escrito com as linhas que já estavam mais que claras desde antes da partida. Com o regulamento - e o 0 a 0 - embaixo dos braços, José Mourinho estacionou o seu time na defesa e ofereceu ao PSG o campo. Os franceses, claro, aceitaram a bola, mas pararam na fortíssima barreira inglesa. E também no apito holandês.
GETTY
Ibra deixa o campo após tomar o vermelho
Ibra deixa o campo após tomar o vermelho
Em um jogo de tantos craques, um dos nomes mais importante acabou sendo o de um ‘desconhecido'. Björn Kuipers roubou a cena ainda no meio do primeiro tempo. Aos 31 minutos, Ibrahimovic entrou pesado em uma dividida com Oscar. O lance foi forte, mas nem tanto assim. O sueco recolheu as pernas e mal encostou no rival. Mesmo assim, o juiz holandês não teve dúvidas e levantou o cartão vermelho para o atacante - o quarto dele na Champions League, um recorde que agora divide com o ex-volante holandês Edgar Davids.
A partir dali, o jogo mudou. Se já tinha dificuldades para encontrar espaços na defesa adversária, o PSG passou a ter dificuldades também para ficar com a bola. Em pouco tempo, a posse mudou, o Chelsea se soltou um pouco mais para o ataque e até conseguiu suas primeiras finalizações - na melhor delas, Sirigu fez boa defesa em chute de Oscar. Os ingleses chegaram até a reclamar de pênalti no finalzinho da etapa inicial, em queda de Diego Costa em lance com Cavani, mas o juiz nada marcou.
O segundo tempo começou na mesma toada do final do primeiro, só que com Willian no lugar de Oscar. E foi justamente com o ex-corintiano que o Chelsea quase abriu o placar. Em cobrança de falta pela intermediária, ele tentou surpreender Sirigu e só não balançou as redes porque o goleiro italiano voltou rápido para espalmar para escanteio. Na cobrança, o Chelsea ainda assustou mais uma vez, mas a rebatida de Diego Costa não teve o rumo certo.
GETTY
Cavani lamenta: ele quase pôs tudo a perder
Cavani lamenta: ele quase pôs tudo a perder
O problema é que os primeiros minutos da etapa final foram os únicos em que o Chelsea realmente tentou uma pressão ofensiva. E a falta de apetite dos ingleses só não custou caro por pura sorte. Aos 14 minutos, Pastore descolou um passe perfeito e deixou Cavani na cara de Courtois. O uruguaio fez tudo certo, deixou o goleiro na saudade em um ótimo drible e ficou com o gol aberto. Ou quase tudo certo! Na finalização, o atacante vacilou e mandou na trave.
Dez minutos depois, mais uma ótima chance para o PSG. Pastore invadiu a área pela esquerda, tabelou com o impedido Matuidi e chutou cruzado. O juiz não parou o lance, mas Courtois fez outra ótima defesa. No rebote, Cavani ainda ficou com ela e não soube muito bem o que fazer. Ele devolveu para o argentino, que encheu o pé para muito longe do gol.
E o futebol costuma mesmo punir quem não aproveita as chances que tem. Aos 34 minutos, o Chelsea deu o aviso do que estava por vir. Ramires apareceu pela direita, tabelou com William e saiu na cara do gol para chutar e para em ótima defesa de Sirigu. O problema para o PSG é que a cobrança do escanteio no lance seguinte seria mortal. No ponto mais forte da equipe, a bola parada, Cahill garantiu a tranquilidade. Após bate-rebate, a bola se ofereceu limpa para o zagueiro encher o pé do meio da área e estufar as redes do PSG.
GETTY
David Luiz não economizou vibração
David Luiz não economizou vibração
Mas o mesmo futebol que pune, também não se cansa de mostrar o quanto é imprevisível. Quando tudo parecia definido, quando o Chelsea parecia ter as duas mãos na vaga, apareceu David Luiz. Bem ele, que fez história justamente com a camisa dos Blues. Após cobrança de escanteio de Lavezzi pela esquerda, o brasileiro subiu mais que todo mundo no meio da área e acertou uma bomba de cabeça, sem chance alguma para Courtois. Comemoração contra o ex-time? Claro! Também pudera em tais circunstâncias. Era o gol da sobrevida, o gol da prorrogação.
O problema é que o PSG gastou todas as forças que tinha para buscar o empate. E o Chelsea sabia disso. Na base do abafa, o time inglês foi com tudo para cima e precisou de apenas seis minutos para conseguir o que queria. E muito por conta de uma enorme trapalhada brasileira. Após cruzamento na área, David Luiz afastou na primeira e Thiago Silva subiu para afastar de vez. Mas Thiago subiu inexplicavelmente com o braço para cima, encostou na bola e deu um tapa nas chances francesas. O juiz marcou pênalti, e Hazard, com a calma costumeira, rolou entre o meio e o lado direito dele para sair para a comemoração.

David Luiz ainda tentou salvar mais uma vez o dia do PSG. Em cobrança de falta muito traiçoeira vinda da intermediária do campo, o brasileiro encheu a bola de efeito só não marcou um golaço porque Courtois se esticou todo para mandar para escanteio.
Mas o futebol de novo mostrou tudo que pode proporcionar. Das cinzas, o PSG ressurgiu mais uma vez. E ressurgiu com aquele que tinha tudo para ser vilão. Thiago Silva aproveitou uma cobrança de escanteio para mandar a bola para as redes e garantir um dos empates mais heroicos da história.
Postado Por: Juarez Alves
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quinta-feira, 5 de março de 2015

Santos demite Enderson; Robinho repassa informação por WhatsApp

Enderson Moreira não é mais técnico do Santos.  Apesar da boa fase do time em campo (o Peixe lidera o Grupo 4 do Paulistão), o treinador vinha irritando a diretoria, principalmente por manter na reserva alguns jogadores da base, como o atacante Gabriel. 
A maneira como Enderson se dirigia aos garotos irritava a diretoria. Era consenso no clube que o técnico cobrava demais e chegava até a ser desrespeitoso com alguns dos mais jovens do elenco. O presidente Modesto Roma, porém, negou publicamente que esse tenha sido o motivo da saída do treinador.
Modesto Roma convocou uma entrevista coletiva no centro de imprensa da Vila Belmiro para explicar a saída de Enderson. O mais curioso é que, segundo Modesto, o técnico participou da coletiva com jornalistas após o treino desta quinta já demitido - e, ainda assim, falou normalmente como treinador da equipe, inclusive projetando as mudanças para o jogo contra o Botafogo, domingo, em Ribeirão Preto, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. 
A gota d'água, porém, aconteceu no treino desta quinta-feira, com uma bronca no zagueiro Gustavo Henrique. A informação que chegou ao comando do clube é de que a cobrança do treinador foi desmedida. Desde o ano passado, aliás, o comentário nos bastidores era de que "não havia clima" entre Enderson e os jogadores formados na base.A postura do treinador com os garotos também incomodava membros da comissão técnica santista. Os jogadores mais experientes do elenco, porém, vinham minimizando as confusões no vestiário e tentando garantir a permanência de Enderson Moreira, já que o time tem jogado bem.
Ainda no treino desta quinta-feira, Enderson deu diversas outras broncas. Geuvânio também foi alvo. Num determinado lance, o garoto dominou uma bola, e o treinador parou a atividade para avisar que era para tocar de primeira, aos berros. Alguns atletas mais experientes chegaram a pedir "calma" ao comandante.
Em off, jogadores relataram que, mesmo depois de vitórias e com a boa campanha no Campeonato Paulista, Enderson não economizava nas broncas no vestiário. Isso estava irritando a todos.Mas foi a bronca em Gustavo Henrique que mais assustou. Depois dela, nem mesmo os líderes do elenco toleraram mais a postura do técnico. O atacante Robinho, ao ser avisado sobre a demissão, foi o responsável por avisar o elenco em um grupo no WhatsApp. Muitos comemoraram.
Pegaram mal também os insistentes pedidos do treinador pela contratação de Walter, que, acima do peso, não tem sido utilizado no Fluminense. O consenso em Santos era de que não há motivo para contratar o centroavante, já que o time conta com Ricardo Oliveira e ainda tem Gabigol para a posição.
Enderson, que substituiu Oswaldo de Oliveira durante a temporada passada, treinou o Santos em 30 partidas, com 16 vitórias, cinco empates e nove derrotas.
*Colaborou sob supervisão de Juliano Costa.
Um grande abraço.
Postado Por: Juarez Alves
Fonte: Globoesporte.com

Ex-Chelsea decide, Fiorentina acaba com a invencibilidade da Juventus e abre vantagem

Os torcedores da Juventus relembraram após muito tempo como é amargo o sabor da derrota em casa. Sem perder diante de sua torcida há quase dois anos, a equipe de Turim caiu nesta quinta-feira para a Fiorentina por 2 a 1 no Juventus Stadium e largou atrás na busca pela vaga na final da Copa da Itália. O grande destaque da partida foi Salah, ex-jogador do Chelsea, que marcou os dois gols dos visitantes.
Com o resultado, a Fiorentina pode até empatar no duelo de volta, marcado para o dia 7 de abril, em Florença, que garantirá vaga na decisão do torneio. Quem avançar para a final enfrentará o vencedor da partida entre Lazio e Napoli, que empataram em 1 a 1 o jogo de ida disputado na capital italiana.
A última vez que a Juventus foi derrotada em casa foi no já distante 10 de abril de 2013. Engana-se, no entanto, quem pensa que os torcedores já haviam se esquecido do revés, já que ele veio nas quartas de finais da visada Champions League, para o futuro campeão Bayern de Munique.Desde então, foram 40 vitórias e oito empates e nenhuma derrota, marca que termina nesta quinta-feira.
GETTY
Fiorentina saiu na frente na semifinal
Fiorentina saiu na frente na semifinal
A Fiorentina conseguiu abrir o placar ainda aos 11 minutos de jogo com Mohamed Salah. O atacante egípcio avançou bem pelo campo de ataque, deixou Padoin para trás e chutou forte para marcar.
13 minutos depois, a Juventus conseguiu o placar diante de sua torcida. Pepe cruzou pela direita e Llorente subiu mais alto que a defesa adversária e cabeceou bonito, sem chances para o goleiro brasileiro Neto.
A Fiorentina voltou a ficar à frente do marcado aos 11 da segunda etapa. Marchisio saiu jogando errado e a bola acabou sobrando mais uma vez para Salah, que avançou e tocou na saída do goleiro para fazer seu segundo gol no jogo. 2 a 1.
A Juventus é a maior campeã da competição com nove títulos, junto com a Roma. A última conquista, no entanto, veio no já distante ano de 1995. A Fiorentina aparece como a quarta maior vencedora do torneio com seis taças levantadas, empatada com a Lazio. O jejum é um pouco menor que o do rival, já que a equipe ficou com o primeiro lugar pela última vez em 2001.
A classificação para a final da Copa da Itália aumentaria ainda mais o domínio da Juventus no futebol do país na temporada. No Campeonato Italiano, a equipe lidera com nove pontos de vantagem para a Roma. A equipe de Turim ainda tem vantagem de 2 a 1 sobre o Borussia Dortmund nas oitavas de final da Champions League.
A Fiorentina segue em quinta no Campeonato Italiano, longe de brigar pelo título, mas ainda segue viva na Liga Europa, torneio no qual enfrentará a Roma nas oitavas de final.

Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quarta-feira, 4 de março de 2015

Réver marca no fim, Nilmar quebra jejum, e Inter sofre, mas vence Emelec no Beira-Rio

O torcedor colorado já ia se acostumando com um amargo empate, dentro de casa, em pleno Beira-Rio. O Internacional saiu na frente, levou a virada, buscou o empate, mas, com um gol de Réver aos 37 do segundo tempo, virou o jogo para 3 a 2 contra o Emelec, do Equador.
A heroica vitória levou o time gaúcho aos seis pontos, com duas vitórias e uma derrota, na vice-liderança do grupo 4. O líder é justamente o Emelec, que também soma seis pontos, mas tem saldo de gols superior.
O Inter só fica de olho no jogo da próxima quinta-feira, quando o The Strongest, que soma três pontos, visita a Universidad de Chile, zerada com nenhum ponto ganho.
O primeiro gol do jogo não demorou a sair. Aos 10 minutos do primeiro tempo, D'Alessandro lançou para Nilmar. O atacante dominou com categoria, tirou da marcação e chutou na saída do goleiro Dreer. Foi o primeiro gol do camisa 7 depois de nove jogos sem marcar.
A alegria com o fim da "seca" de Nilmar, porém, durou só aos 22 minutos. Bolaños fez belo lançamento, Burbano apareceu por trás da zaga do Inter, driblou o goleiro Alisson e fez o gol de empate para o Emelec.
A situação do Inter piorou aos 41 minutos. D'Alessandro sentiu uma fisgada na parte de trás da coxa direita e teve que ser substituído. Em seu lugar, Alex entrou.
Pouco depois, aos 46, os equatorianos viraram o placar. Em bela troca de passes, Mena tabelou com Bolaños e chutou na saída de Alisson: 2 a 1 para o Emelec.
Na volta do intervalo, porém, o Inter partiu em busca para reverter a desvantagem em casa. E conseguiu. O torcedor que ficou preocupado após a saída de D'Alessandro, vibrou com o gol de Alex.
Aos 14 minutos da etapa final, o meia recebeu passe em profundidade de Nilmar, entrou na área e tocou com classe de cavadinha na saída do goleiro do Emelec. Empate do clube colorado.
Quando a partida parecia que ia terminar empatada, os donos da casa tomaram novamente à frente do placar. Aos 37 minutos do segundo tempo, após cobrança de escanteio, Réver, que havia se posicionado mal nos lances dos dois gols do Emelec, aproveitou a sobra dentro da área e mandou para as redes. Foi o primeiro gol do zagueiro com a camisa do time gaúcho. E que gol importante.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 3 x 2 EMELEC


Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 4 de março de 2015, quarta-feira
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana
Assistentes: Juan Belatti e Lucas Germanotta (trio argentino)
Renda: R$ 1.230.390,00
Público: 34.109 (29.753 pagantes)
Cartões amarelos: Freitas e Réver (Internacional); Narváez, Bagüí, Bolaños, José Quiñónez e Giménez (Emelec)

Gols: INTERNACIONAL: Nilmar, aos 10 minutos do primeiro tempo; Alex, aos 14, e Réver, aos 37 minutos do segundo tempo
EMELEC: Burbano, aos 22, e Mena, aos 46 minutos do primeiro tempo

INTERNACIONAL: Alisson; Léo, Alan Costa, Réver e Fabrício; Freitas (Jorge Henrique), Nilton e D'Alessandro (Alex); Vitinho (Luque), Nilmar e Eduardo Sasha
Técnico: Diego Aguirre

EMELEC: Dreer; Narváez, José Quiñónez, Achilier e Bagüí; Pedro Quiñónez, Lastra (Escalada), Burbano (Fernández), Giménez e Mena; Bolaños
Técnico: Gustavo Quinteros
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Elias decide de novo, Corinthians vence San Lorenzo em estádio vazio e lidera isolado

O Corinthians deu um passo importante rumo à classificação no grupo da morte da Libertadores. A equipe visitou o atual campeão San Lorenzo no Nuevo Gasómetro - completamente vazio, por conta de uma punição da Conmebol - e ganhou por 1 a 0, nesta quarta-feira, pelo fechamento da segunda rodada. O gol, como não poderia deixar de ser, foi de Elias.
O volante deixou sua marca em todas as quatro partidas pela competição continental nesta temporada (somando os dois jogos com o Once Caldas pela fase prévia e o clássico com o São Paulo). Ele fez a metade dos oito gols do time paulista no torneio.
Agora, o Corinthians chegou a seis pontos e se isolou na liderança da chave 2. São Paulo e San Lorenzo estão empatados com três, sendo que os tricolores ficam à frente pelo melhor saldo de gols (2 a 0). O Danubio está zerado e é o lanterna.
Se o empate na Argentina já era considerado um resultado positivo para os visitantes, os corintianos puderam celebrar ainda mais pelo cenário da partida, já que o San Lorenzo perdeu quatro chances claras, deixando claro problemas na defesa alvinegra.
Pela próxima rodada do grupo na Libertadores, o Corinthians visitará o Danubio em 17 de março (terça-feira), às 19h30 (de Brasília). Um dia depois, o San Lorenzo enfrentará o São Paulo no Morumbi, às 22h.
O jogo
A falta de emoção nas arquibancadas pareceu ter contagiado os jogadores no primeiro tempo, que foi muito parado e com passes errados em demasia dos dois lados. Asduas equipes até tiveram boas chances de abrir o placar, mas foram raras.
Os mandantes aproveitaram erros do Corinthians na marcação em lances de bola levantada na área para assustar. Aos três minutos, Buffarini cruzou da direita, e Blanco cabeceou perto do alvo.
Os brasileiros, por sua vez, tiveram seu melhor momento aos 32. Primeiramente, Elias concluiu de cabeça após cruzamento de Danilo e viu Torrico fazer bela defesa. Na sequência da jogada, o goleiro voltou a trabalhar bem após Renato Augusto chutar de fora da área.
Na volta do intervalo, Tite mudou o time e colocou Cristian na vaga de Renato Augusto, que sentiu uma pancada sofrida no primeiro tempo. A escalação mais defensiva e veloz não ajudou a alterar o panorama da partida, que seguida pouco agitada e com muitos erros.
Os argentinos tiveram uma ótima oportunidade de abrir o placar aos dez minutos. Más foi acionado por Quignón na área e cruzou rasteiro para Matos, que, completamente livre, desviou de carrinho na área, mandando na trave e perdendo chance incrível. No minuto seguinte, o atacante quase marcou novamente ao cabecear após cobrança de escanteio e mandar à direita da meta, tirando tinta da trave.
Mesmo assim, quem marcaria seria o Corinthians. Aos 20 minutos, Elias dominou no meio de campo, avançou, escapou de um defensor, tentou o passe e contou com a sorte, já que a bola acertou Cetto e voltou para o volante, que emendou um belo chute no ângulo, sem chances para o goleiro Torrico.
Até o fim da partida, os mandantes tiveram boas chances de empatar e até virar, mas o dia era do Corinthians. Quando Cássio não salvou, a sorte ajudou.
Aos 36, Cássio fez defesa em finalização de Alan Ruiz. No rebote, Cauteruccio arrematou com desvio e ganhou o escanteio. No minuto seguinte, Caruzzo completou de carrinho um passe de Romagnoli e perdeu boa oportunidade. Aos 39, Cauteruccio aproveitou levantamento na área e concluiu forte para ótima intervenção de Cássio.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

segunda-feira, 2 de março de 2015

Hoje melhor do mundo no handebol, Duda já se arriscou no vôlei e na ginástica




Ela tentou o vôlei, tentou a ginástica... Mas acabou mesmo no caminho do handebol. Agora, olhando para trás, com certeza Duda não tem do que se arrepender, principalmente depois de ter sido eleita a melhor jogadora do mundo na modalidade pela Federação Internacional (IHF) na última quarta-feira. Aos 11 anos, quando essa história começou, ela nem sonhava em chegar tão longe.
"Comecei no vôlei, tentei um pouco, mas não gostei. Daí fui para a ginástica, competi nos Jogos Escolares em Blumenau... Mas com a minha altura, você pode imaginar o quanto eu me dava bem, né? (risos). Saía da ginástica de coque e maquiada, tirava tudo e ia para o treino de handebol, com uns 11...12 anos isso. Acompanhava minha irmã na escola, e comecei a gostar", contou a armadora esquerda, que tem nada menos que 1m86 de altura.
Um degrau de cada vez
A irmã de Duda é Ana Amorim, ex-jogadora da seleção brasileira. Seguindo seus passos, Duda, hoje com 28 anos, construiu sua carreira no Brasil e, em 2006, foi jogar no Kometal Skopje, da Macedônia. Três anos depois, recebeu uma proposta para jogar no Gyõri, da Hungria, escola de handebol em que nunca tinha imaginado jogar.
"Não aceitei porque era a Hungria. Não simpatizava com as equipes de lá e não imaginava jogar lá quando fosse para a Europa. Mas era um clube muito bom, com ótimas jogadoras. E quando eu recebi a proposta, a equipe em que eu estava passava por problemas. Hoje, o Gyõri está no mesmo nível do handebol norueguês e dinamarquês, que na época eram os melhores", contou Duda.
Foi inesperado, mas deu certo. A armadora evoluiu ainda mais, conquistou vaga cativa na seleção brasileira e levantou duas vezes a taça da Champions League pelo Gyõri, em 2013 e 2014. Pelo Brasil, foi bicampeã do Jogos Pan-Americanos (2007 e 2011) e fez parte do elenco que conquistou o título mundial inédito para o País, em 2013, tendo sido eleita a MVP da competição, disputada na Sérvia.
Rotina
Todos os títulos e prêmios são frutos de muito esforço, como na carreira de qualquer atleta. Na Hungria, Duda treina duas vezes por dia, no geral. Quando a agenda tem muitos jogos, a carga diminui para um, em alguns dias, e o domingo é de descanso. Mas mesmo no tempo livre, a brasileira não deixa o handebol de lado. Até o cachorro já entrou na dança.
"No tempo livre, às vezes assisto a vídeos de jogos, para analisar. Também faço treino extra.. uma corrida com meu marido... Antes corria com meu cachorro também, mas agora ele não aguenta mais (risos). Cuido da alimentação, mas sem exageros. Tento evitar doce e gordura, porque qualquer um ou dois quilos a mais já percebo. E também tomo suplemento para repor o que gastamos", revelou.
GETTY
Duda foi campeão mundial com a seleção
Duda foi campeã mundial com a seleção
Por uma filosofia do clube e um "jeito simples de ser", no Gyõri, quem cuida de tudo são o técnico e um fisiologista.
Já quando está com a seleção brasileira, em fase de treinamentos e disputa de competições, a armadora - assim como as outras atletas - conta com o trabalho de diversos profissionais, como massagista, nutricionista e psicóloga, que também a auxiliam de longe, quando ela está na Europa.
Futuro
E a ideia, pelo menos por enquanto, é continuar no Velho Continente. "Não tenho nada muito planejado, porque às vezes fazemos muitos planos e eles acabam não dando certo. Tenho contrato com o Gyõri até a Olimpíada e se eu tiver alguma proposta melhor na Europa vou analisar. A Liga Brasileira ainda não está em um nível que eu goste de jogar. Quem sabe no fim da carreira", disse.
No auge que qualquer atleta pode sonhar alcançar, Duda tem como principal objetivo, daqui para frente, subir no pódio no Rio de Janeiro, em 2016, medalha que ainda falta para ela e para a seleção. Mas primeiro, a brasileira precisa se recuperar de uma cirurgia que fez em dezembro para tratar o rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo.
"O que falta realmente é a Olimpíada. Mas primeiro preciso me recuperar. Depois vou tentar jogar o Pan e buscar uma medalha no Mundial. Precisamos continuar com o trabalho que está sendo feito e não parar, achando que já está bom. Ainda temos algumas coisas para evoluir. Vamos tentar melhorar na defesa 5-1, que pode ser uma carta na manga e alternativa à 6-0. Mas já estamos no nível do handebol europeu", analisou.
Em julho, a seleção brasileira participa dos Jogos Pan-Americanos de Toronto e, no mês de dezembro, buscará o bicampeonato mundial na Dinamarca. Duda é dúvida para o torneio que será disputado no Canadá.
A brasileira foi eleita a melhor do mundo em votação que que teve a participação de mais de 55 mil pessoas. A jogadora do Gyõri recebeu 32,5% dos votos e superou a romena Christina Neagu (25,8%) e a norueguesa Heide Loke (16,8%).
Um grande abraço.
Fonte: ESPN
←  Anterior Proxima  → Inicio

Curte Nossa Página no Facebook




Seguidores

Total de visualizações