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sábado, 20 de julho de 2013

Destaque, Elias se emociona com primeiro gol pelo Botafogo: 'Não vou conseguir dormir'

O atacante Elias viveu uma noite especial neste sábado. Contratado há pouco menos de dois meses pelo Botafogo junto ao Resende, o atacante saiu do banco de reservas para marcar seu primeiro gol com a camisa alvinegra, que abriu caminho para a vitória por 2 a 0 sobre o Náutico, em São Januário.
Após a partida, o jogador revelou-se emocionado com a reação da torcida, que gritou seu nome após o gol logo aos 3 minutos do segundo tempo.
"Estou muito feliz, não tem como não se emocionar. Sair de campo com essa vitória maravilhosa e a torcida gritando meu nome... Agora é pensar no próximo jogo, e se Deus quiser vai dar tudo certo", afirmou.
Elias, no entanto, ainda mostrou-se paciente quanto à possibilidade de conquistar uma vaga entre os titulares, e fez questão de comemorar a recepção que teve do elenco do Botafogo. O jogador previu uma noite de pouco sono neste sábado.
"Vamos trabalhar, nosso grupo é muito bom. Vou esperar a oportunidade e tentar fazer o meu máximo, eu vim para ajudar o grupo. Muitos não acreditaram em mim, mas o grupo me recebeu de uma maneira incrível. Estou muito feliz com esse gol, acho que não vou nem conseguir dormir", concluiu.
Na liderança provisória do Campeonato Brasileiro, com 16 pontos conquistados, o Botafogo se prepara agora para encarar o Figueirense, às 21h50 (de Brasília) da próxima quarta-feira, pela segunda perna da terceira fase da Copa do Brasil. Na ida, o time carioca venceu por 1 a 0, em Volta Redonda.
Pelo Brasileiro, o próximo compromisso é o clássico contra o Flamengo, às 18h30 do domingo que vem, no jogo que marcará o retorno de ambos os rivais ao Maracanã. Ainda sem ter jogado nesta rodada, o Rubro-Negro ocupa momentaneamente a 11ª colocação, com 9 pontos.

Rebaixado com o Palmeiras, Luan se 'solidariza' com o São Paulo: 'Torço para que fiquem na 1ª divisão'


Pela primeira vez, o atacante Luan marcou três gols na carreira. Com finalizações certeiras - sendo a primeira primorosa para abrir o placar- , o atacante ressaltou a felicidade por marcar um ‘hat-trick'.
"É isso mesmo, pela primeira vez marquei três gols em um mesmo jogo. É só agradecer a Deus, minha família e meus amigos por isso", disse.
Perguntado pelos repórteres sobre a situação do São Paulo - pela primeira vez o clube perdeu sete partidas consecutivas em sua história- , o atacante disse que sabe bem o que é passar por uma fase difícil.
"É difícil, sofri muito com isso aí, mas é trabalhar", disse ele, que estava no elenco do Palmeiras que foi rebaixado em 2012.

Brasil vence Bulgária e faz revanche contra a Rússia na final da Liga Mundial

O Brasil está na final da Liga Mundial, e será hora a da revanche contra a Rússia. Na noite deste sábado, a seleção brasileira venceu a Bulgária por 3 sets a 1 (parciais de 25/12, 25/17, 23/25 e 25/15) em Mar del Plata, na Argentina.
A grande decisão do torneio será disputada no próximo domingo, e colocará novamente Brasil e Rússia dos dois lados da quadra. Antes da semifinal, Rússia e Brasil estiveram no mesmo grupo pela segunda fase do torneio. Na partida, que aconteceu na última quarta-feira, a seleção chegou a abrir 2 a 1, mas levou a virada dos russos.
O grande destaque neste sábado foi Wallace, que anotou 24 pontos para o lado brasileiro, enquanto o Aleksiev foi o melhor do lado húngaro, com 16 pontos. Mas a parte negativa ficou por conta de Dante. O experiente ponta saiu lesionado no terceiro set, depois de um choque "joelho com joelho" com Isaac. Imediatamente, o camisa 18 começou o tratamento com gelo no banco de reservas.
O técnico Bernardinho comentou a vitória brasileira e também falou da questão física em relação aos jogadores. "Fizemos uma boa partida, tivemos uma lacuna no terceiro set, quando erramos muito, mas jogamos com muita inteligência. Agora, a questão física é o que a gente persegue a muito tempo. É uma coisa que você não tem como lidar e controlar", falou o treinador, que deve contar com a volta de Leandro Vissotto, que se recuperou de um edema no tendão patelar do joelho esquerdo, para a final.
O jogo
O Brasil fechou o primeiro set com grande facilidade. Nos últimos pontos, Bruninho marcou em uma bola de segunda, na sequência, Wallace fez o 24º ponto brasileiro, e, com um saque curto, novamente Bruninho marcou e fechou a primeira parcial em 25/12.
O segundo set foi mais disputado, mas a superioridade brasileira ficou mais uma vez evidente, e a seleção fechou em 25/17.
Atrás no placar, a Bulgária viveu seu melhor momento no jogo no terceiro set, quando chegou a abrir 8 a 4 e forçou o técnico Bernardinho a pedir tempo. A vantagem, então, foi ampliada para 11 a 5, o Brasil, aos poucos, voltou para o set, mas os búlgaros fecharam mesmo em 25/23.
O quarto set mostrou a superioridade do Brasil novamente. A parcial até começou equilibrada, mas a seleção foi abrindo aos poucos e fez 18 a 11. O último ponto foi marcado por Lucarelli, que achou o corredor e sacramentou a vitória.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Autuori revela paz selada entre Adalberto e Rogério perante o grupo

O clima de tensão no São Paulo entre o diretor de futebol, Adalberto Baptista, e o goleiro Rogério Ceni acabou nesta sexta-feira, antes do treino da tarde. É o que revelou o técnico Paulo Autuori.
"Adalberto conversou com todos antes do treino, e o assunto foi resolvido lá dentro", disse o treinador em entrevista coletiva no CT da Barra Funda. "O assunto está encerrado. Como lider da comissão técnica, tenho que manter a tranquilidade. O foco é dentro de campo", falou.

"O episódio aconteceu, é real, não dá para fechar. Mas muitas coisas que se falam são faladas sem sustentação. Acho que o assunto já foi resolvido, morreu. Já está completamente ultrapassado, até porque temos coisa muito pior que é tentar derrotar o Cruzeiro", acrescentou o treinador
Tudo começou quando o capitão tricolor falou que o São Paulo estava muito atrás dos rivais. Então, o dirigente falou que Ceni fez uma declaração ainda de cabeça quente após a derrota para o Corinthians, na última quarta, na final da Recopa Sul-Americana, e citou até a  aposentadoria próxima do goleiro, dizendo que ele queria uma taça antes de parar.
"Hoje em dia, quando se é técnico, além do trabalho de campo, você tem que fazer uma gestão de pessoas. Não é fácil, você tem que saber entender e respeitar a individualidade de cada um. As pessoas não podem e nem devem ser aquilo que os outros gostariam que fossem, mas aquilo que são. Com isso, consegue ter um grupo forte trabalhando com o mesmo objetivo", falou.

Questionado se vê Rogério Ceni fora de suas condições ideias, Autuori foi enfático: "O gol de falta em Salvador mostra tudo."

Além das questões internas, a torcida vai protestar em frente ao CT, neste sábado. O técnico não vê problema. "O protesto é válido, mas se for pacífico. O torcedor tem o direito de protestar", falou.

domingo, 14 de julho de 2013

Vargas faz dois, Grêmio vence no Sul e tira o Botafogo da liderança


O atacante chileno Vargas fez dois gols e decidiu a vitória do Grêmio sobre o Botafogo, por 2 a 1, neste domingo, na Arena Grêmio, em Porto Alegre, nas estreia do técnico Renato Gaúcho no time tricolor. Apesar de Seedorf ter balançado as redes e de terem reclamado bastante do segundo gol gaúcho, os botafoguenses perderam a liderança do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o Botafogo permaneceu com 13 pontos e caiu para a terceira colocação, já que o Coritiba venceu o clássico contra o Atlético-PR, chegou a 15 pontos e assumiu a ponta. Já o Grêmio agora soma 12 pontos e subiu para a quinta posição.
Em um duelo equilibrado, Vargas abriu o placar para os donos da casa aos 13 minutos do primeiro tempo, após cruzamento de Alex Telles. Aos 20, o holandês Seedorf chutou da entrada da área, acertou o ângulo e igualou o marcador. No entanto, aos 33 minutos, Vargas aproveitou bola rebatida e finalizou para definir a vitória gremista. Os jogadores do Botafogo reclamatram bastante na jogada, já que o auxiliar tinha levantado a bandeira no lance, mas o árbitro Paulo César de Oliveira validou o gol. Na segunda etapa, os visitantes tiveram mais posse de bola e pressionaram buscando o empate, mas o Grêmio conseguiu segurar o resultado positivo.

Na próxima rodada, o Grêmio  volta a campo no sábado para enfrentar o Criciúma, no Heriberto Hülse. Já o Botafogo jogará em casa contra o Náutico, no mesmo dia.
O jogo - O argentino Barcos foi o desfalque de última hora no Grêmio. Com lesão na coxa esquerda, o Pirata deu lugar a Kleber, que formou dupla com Vargas no ataque.
O jogo começou eletrizante na Arena, em uma tarde muito chuvosa em Porto Alegre. Logo aos três minutos, Elano cobrou falta que passou por todo mundo na área e quase entrou. No minuto seguinte, Renato finalizou de primeira um cruzamento de Lodeiro e quase marcou. A seguir, o próprio uruguaio furou na pequena área, quando estava de frente para Dida.

Aos 13, o Grêmio abriu o placar: Alex Telles limpou dois marcadores pela esquerda e cruzou na medida para Vargas emendar de primeira e fazer 1 a 0. Cinco minutos depois, Zé Roberto deixou Elano na cara do gol, mas Jefferson defendeu o arremate. Quando o Grêmio era melhor, veio o empate carioca em chute colocado de Seedorf no ângulo de Dida. Aos 23, quase a virada: Lodeiro recebeu cruzamento e subiu sozinho, mas Dida segurou a bola.

A partida transcorreu em equilíbrio e uma queda no ritmo frenético dos minutos iniciais, quando, aos 33, Vargas, em condição legal, apanhou sobra dentro da área e marcou o segundo para o Grêmio, motivando protestos dos jogadores botafoguenses.

O Botafogo iniciou a etapa final com tudo. Logo no primeiro minuto, Lodeiro fez boa jogada pela esquerda e achou Marcelo Mattos livre na área. O volante dominou e chutou para defesa de Dida, e a zaga gremista afastou o perigo após bate-rebate na sequência do lance. Aos 13, Lodeiro bateu escanteio e Dória cabeceou com perigo, ao lado do gol. O Grêmio respondeu a seguir em chute de fora da área com Alex Telles.

Aos 18, uma trapalhada de Dida e Werley quase resultou em gol botafoguense. Lodeiro entrou livre, tocou para o gol, mas o zagueiro gremista conseguiu cortar em cima da linha. Cinco minutos depois, Elano fez grande jogada, mas passou forte demais para Kleber, que não alcançou. Aos 24, Vargas apareceu livre pela direita e cruzou para Zé Roberto, que chutou em cima da zaga.

Aos 38, quase o empate do Botafogo: Henrique apareceu livre na área após tabelamento, mas Bressan cortou na hora certa. Henrique levou perigo de novo aos 40, dando bicicleta bem defendida por Dida. Aos 47, Werley salvou de carrinho quando o Fogão tinha tudo para empatar o jogo.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 x 1 BOTAFOGO


Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 14 de julho de 2013 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (SP) e Carlos Augusto Júnior (SP)
Público: 30.395 (28.014 pagantes)
Renda: R$ 1.335.155,00
Cartão amarelo: Adriano, Vargas e Kleber (Grêmio); Vitinho e Marcelo Mattos (Botafogo)
Gols: GRÊMIO: Vargas, aos 13 e aos 33 minutos do primeiro tempo.                                 BOTAFOGO: Seedorf, aos 20 minutos do primeiro tempo.

GRÊMIO: Dida, Pará, Werley, Bressan e Alex Telles; Adriano, Souza (Matheus Biteco), Elano (Maxi Rodríguez) e Zé Roberto; Kleber e Vargas (Cris). Técnico: Renato Gaúcho

BOTAFOGO: Jefferson, Lucas (Gilberto), Bolívar, Dória e Júlio Cesar; Marcelo Mattos, Renato, Seedorf, Lodeiro (Elias) e Vitinho (Henrique); Rafael Marques. Técnico: Oswaldo de Oliveira

Nem Autuori dá jeito: São Paulo perde do Vitória e afunda na crise


Ao menos no primeiro jogo, o São Paulo de Paulo Autuori foi a mesma bagunça do comandado por Ney Franco e acabou batido por 3 a 2 pelo Vitória neste domingo, no Barradão, em duelo válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. 

Foi o oitavo jogo seguido do time paulista sem vitória, sendo cinco derrotas consecutivas. Assim, continua com oito pontos e cai do 11º para o 12º lugar da tabela, enquanto a equipe baiana recupera-se da derrota para o Goiás na última jornada, vai a 13 pontos e pula para a vice-liderança
Gazeta Press
Brasileiro Vitória São Paulo Rogério Ceni Barradão 14/07/13
Rogério fez de falta seu gol de número 112 na carreira
Já antes do confronto, Autuori teve que mudar o time que colocaria em campo, pois Rhodolfo alegou não ter "condições psicológicas" por estar negociando sua ida para o Grêmio. Edson Silva foi a opção, e o time até deu pinta que mudaria o cenário dos últimos jogos, com gol de Aloísio logo aos nove minutos.

Mas logo o jogo do São Paulo em velociadade sem controle, com Ganso mais uma vez apático e a zaga errando demais fez o Vitória renascer. Em contra-ataque, aos 21, Dinei empatou, e aos 29, Maxi Biancucchi virou. Rogério cobrou falta com perfeição e empatou aos 36.
Na etapa final, Wellington foi expulso e complicou ainda mais a vida tricolor. Que ficou pior com mais um gol do primo de Messi, aos 11, após jogada que teve lindo chapéu de Renato Cajá sobre Juan e a defesa paulista, de novo, apenas assistindo.

Maxi Biancucchi chegou a seis gols e tornou-se artilheiro isolado do Brasileiro. E só não fez o sétimo, já na etapa final, porque errou ao ficar cara a cara com Rogério, aliás, as várias chances claras desperdiçadas poderiam ter resultado em goleada.

Renato Cajá, por exemplo, perdeu um gol dentro da pequena área e ainda isolou uma cobrança de pênalti. Ainda assim, o meia foi um dos principais destaques da equipe treinada por Caio Júnior, ao lado de Biancucchi.      
Autuori terá pouco tempo para arrumar o São Paulo, já que a decisão da Recopa Sul-Americana contra o Corinthians é na quarta-feira, às 22h, no Pacaembu. O time volta a jogar pelo Brasileiro no sábado, às 18h30, quando receberá o Cruzeiro no Morumbi.

O Vitória só joga agora no próximo domingo, às 16h, no clássico contra o Bahia na Fonte Nova e válido pela oitava rodada. 
O jogo - O São Paulo começou a partida usando a velocidade. E deu certo. Logo aos nove minutos, o time tomou a bola do Vitória no campo de defesa, na lateral esquerda, Rodrigo Caio puxou o contra-ataque e serviu Osvaldo, que arrancou, entortou Victor Ramos e cruzou para Aloísio mandar para as redes.
O time paulista comandava as ações da partida, sempre pelos lados do campo. Aos 17, Osvaldo partiu de novo pela esquerda, deixou Gabriel Paulista para trás e bateu com perigo, obrigando Wilson a fazer boa defesa.
Aos 21, o Vitória deu a resposta. E foi fatal. Maicon errou passe no ataque, e Renato Cajá lançou ainda do campo de defesa. Lúcio ficou para trás, Dinei partiu em velocidade, driblou Edson Silva e bateu para empatar.
O gol baiano deixou o confronto igual. Ainda assim, o São Paulo era mais presente no ataque, mas errava os passes finais na intermediária, Ganso principalmente.
Virada baiana
Aos 29, Lucas Farías tentou cortar passe, Rodrigo Caio teve a chance de consertar, mas pisou na bola e a viu sobrar nos pés de Maxi Biancuchi. O primo de Messi bateu, viu a bola desviar de leve no volante tricolor e encobrir Rogério, mais uma vez adiantado.

Mas o goleiro redimiu-se aos 36. Ele cobrou falta da entrada da área com perfeição no ângulo esquerdo de Wilson e empatou o confronto.

Já no fim da etapa inicial, Lúcio tomou um tapa involuntário de Dinei no rosto, o que provocou um corte que sangrou muito logo abaixo de seu olho direito. Ainda assim, ele salvou de cabeça falta cruzada na direção do gol que Rogério, sem outro recurso, havia espalmado para o alto.

Segundo tempo
Os dois times voltaram sem mudanças para o segundo tempo. E o Vitória quase marcou aos quatro minutos, quando um rápido contra-ataque pela direita acabou em cruzamento que passou por Rogério e encontrou Renato Cajá livre na pequena área, mas o meia pegou mal na bola e perdeu um gol incrível.
Aos seis, o juiz Francisco Carlos do Nascimento marcou pênalti duvidoso de Wellington em Escudeiro. O volante são-paulino reclamou assintosamente e levou o cartão amarelo. Na cobrança, Renato Cajá, que acabara de perder um gol de forma impressionante, isolou a bola pelo alto.

Aos 10, Autuori tirou Lucas Farías e colocou o volante Fabrício, reintegrado ao grupo após a chagada do treinador. Assim, Rodrigo Caio foi para a lalteral.

A redenção do camisa 10 baiano aconteceu aos 12. Ele deu um chapéu de letra em Juan, avançou e enfiou para Nino Paraíba, que cruzou da direita e achou Maxi Biancucchi livre dentro da área para desviar e fazer 3 a 2. Aos, 15 o primo de Messi apareceu sozinho, de novo, na cara de Rogério, mas tocou para fora.

Ademilson entrou aos 21 no lugar de Maicon, e o São Paulo passou a jogar com três atacantes. Mas aos 23, Wellington, outra vez descontrolado, deu carrinho em Renato Cajá, levou o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho.

O time paulista já atuava sem Clemente Rodríguez e Luis Fabiano, suspensos após serem expulsos na derrota para o Bahia no meio de semana. Aloísio ainda teve uma chance de gol aos 28, mas mandou por cima, e aos 38, Ademilson chutou em cima do goleiro Wilson.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 3 X 2 SÃO PAULO


Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 14 de julho de 2013 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Assistentes: Rodrigo Correa (RJ) e Pedro Santos de Araujo (AL)
Cartões amarelos: Escudero e Gabriel Soares (Vitória); Edson Silva, Wellington e Osvaldo (São Paulo)
Cartão vermelho: Wellignton (São Paulo)

Gols:
 VITÓRIA: Dinei, aos 20 minutos do primeiro tempo; Maxi Biancucchi, aos 28 minutos do primeiro tempo e aos dez minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Aloísio, aos nove minutos, e Rogério Ceni, aos 35 minutos do primeiro tempo

VITÓRIA: Wilson; Nino Paraíba, Victor Ramos, Gabriel Paulista e Danilo Tarracha; Michel, Cáceres (Vander), Renato Cajá e Escudero (Gabriel Soares); Maxi Biancucchi e Dinei
Técnico: Caio Júnior

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Lucas Farias (Fabrício), Lúcio, Edson Silva e Juan; Wellington, Rodrigo Caio, Maicon (Ademilson) e Ganso; Osvaldo e Aloísio
Técnico: Paulo Autuori

Coritiba vence Atletiba, vira líder e afunda rival Atlético-PR no fundo da tabela

Considerado um "jogo sem favoritos", o primeiro Atletiba deste Campeonato Brasileiro viu a lógica prevalecer. Neste domingo, o Coritiba, que está no topo da tabela e vive grande fase, aproveitou o apoio da torcida no Couto Pereira e venceu o Atlético-PR, vice-lanterna, por 1 a 0, pela 7ª rodada.
O angolano Geraldo, que entrou no intervalo no lugar de Éverton Costa, marcou o gol da vitória, aproveitando boa jogada de Alex e Robinho e concluindo de perna esquerda, sem ângulo, no canto do goleiro Weverton, aos 11 minutos do segundo tempo.
Com o resultado, o clube alviverde aproveitou a derrota do Botafogo para o Grêmio e retornou à liderança do Brasileirão, com 15 pontos em sete jogos - o Vitória, que bateu o São Paulo por 3 a 2 em Salvador, aparece na 2ª colocação, com dois pontos a menos.
Já a equipe rubro-negra segue afundada na zona do rebaixamento, e pode até virar lanterna se o Náutico vencer o Cruzeiro, em jogo que começa às 18h30 (horário de Brasília).
Na próxima rodada, o Coritiba viaja para enfrentar o Santos, no domingo (21), às 16h (horário de Brasília). No mesmo dia e horário, o Atlético-PR recebe o Corinthians. Antes disso, porém, o time da Arena da Baixada recebe o Paysandu, na quarta-feira, às 19h30, pela Copa do Brasil.
O jogo
O Coritiba começou tomando a iniciativa da partida, mas encontrou dificuldades. A primeira chance do jogo veio apenas aos 12 minutos, em cobrança direta de falta de Alex defendida por Weverton. Sete minutos depois, a bola parada rendeu mais uma oportunidade aos mandantes. Após uma nova cobrança do camisa 10, a bola sobrou para Bottinelli na área, mas o argentino não pegou bem.
Depois desse lance, porém, o jogo passou a ficar mais pegado e o Atlético acertou a marcação. O Coritiba, que já encontrava dificuldades para avançar, foi neutralizado pelo adversário. O clima era tenso e, aos 24 minutos, Alex disputou bola aérea com Juninho, deixando o adversário no chão, e, na sequência, caiu após dividida com Léo. Com o nariz sangrando, o meia ainda teve uma conversa áspera com o lateral, iniciando discussão entre os dois times.
O Atlético-PR foi melhorando e, aos poucos, deixou de focar na marcação para buscar pressionar o rival. Ao final do primeiro tempo a equipe já tinha o controle do jogo, criando duas boas chances nos últimos minutos. Aos 44 minutos, Éverton recebeu pela esquerda da área, avançou e finalizou para defesa de Vanderlei. Na cobrança de escanteio gerada pelo próprio lance, Luiz Alberto escorou para Manoel na pequena área, mas o zagueiro não alcançou a bola.
No entanto, o Coritiba voltou do intervalo assustando. Após finalização de Ederson defendida por Vanderlei, Deivid recebeu bom passe de Junior Urso na área em posição duvidosa e dominou mal, permitindo o desarme. Aos 5 minutos, Everton aplicou um drible da vaca sobre Victor Ferraz e cruzou na área. Ederson aparecia para desviar, mas Diogo afastou o perigo ao desviar por cima do próprio gol.
Geraldo, que entrou no intervalo, mostrou novamente sua estrela em clássicos. Aos 11 minutos, Alex fez boa jogada pela direita e deixou a bola com Robinho, que passou para o angolano mandar ao fundo da rede sem goleiro.
O Coritiba melhorou após o gol e, cinco minutos após abrir o placar, assustou com chute de fora da área de Deivid após passe de Alex que saiu à esquerda do gol. O Atlético-PR tentava avançar e abria espaços, sem conseguir repetir a eficiente marcação do primeiro tempo.
O time rubro-negro ainda teve a chance de ouro para empatar aos 45 minutos, quando Marcão recebeu na frente de Vanderlei, mas demorou para finalizar e bateu mal, para defesa do goleiro. Luiz Alberto estava livre ao seu lado.
FICHA TÉCNICA - CORITIBA 1 X 0 ATLÉTICO-PR
Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba-PR
Data: 14 de julho de 2013, domingo
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e Luiz Souza Santos Renesto (ambos PR)
Cartões amarelos: Alex, Diogo e Robinho (COR); Juninho e Pedro Botelho (APR)

GOLS
CORITIBA: Geraldo, aos 11 minutos do segundo tempo
CORITIBA: Vanderlei; Victor Ferraz, Leandro Almeida, Chico (Emerson) e Diogo; Junior Urso, Bottinelli (Lincoln), Robinho e Alex; Everton Costa (Geraldo) e Deivid Técnico: Marquinhos Santos

ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Pedro Botelho; Bruno Silva, João Paulo, Juninho (Paulo Baier), Zezinho (Marcão) e Everton; Éderson Técnico: Alberto Valentim (interino)

Campeão da América, Corinthians perde do time misto do candidato a sucessor Atlético


O Corinthians está prestes a perder o título de último campeão da América e a partida deste domingo, no Pacaembu, com o Atlético-MG, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, mostrou que a coroa pode passar para melhores mãos.
Poupando a maior parte dos seus titulares, os mineiros, que na próxima quarta-feira fazem o confronto de ida da final da Copa Libertadores, contra o Olímpia, no Paraguai, venceram os paulistas por 1 a 0. Rosinei, cria corintiana, fez o gol da vitória aos 35 do primeiro tempo em falha da zaga adversária após cruzamento de Bernard.
Apenas o goleiro Victor, herói da classificação nas semifinais com o Newell's Old Boys, o zagueiro Réver, que volta de suspensão diante do Olímpia e o atacante Bernard, suspenso no primeiro jogo da decisão, começaram jogando em São Paulo.
O Corinthians teve muito mais titulares à disposição - não contou com os meias Danilo e Renato Augusto e com o atacante Emerson, todos recuperando-se de lesão -, porém, não conseguiu ser superior. Romarinho foi um dos destaques corintianos, mas perdeu dois gols cara a cara com Victor no primeiro tempo. Alecsandro teve um gol mal anulado na etapa inicial.
O time da casa seguiu desperdiçando chances claras no segundo tempo, com Guerrero, Ibson...Nenhuma delas tão evidente quanto a de Rosinei, que deixou de fazer o segundo do Atlético cabeceando bola para fora da pequena área. Ficou no 1 a 0.
Mal, Pato foi substituído no final e recebeu até algumas vaias um jogo depois de ter marcado duas vezes nos 2 a 0 sobre o Bahia, em Salvador.
A equipe paulista também disputa um título sul-americano na próxima quarta. No Pacaembu, os comandados de Tite fazem a segunda partida da Recopa, contra o São Paulo, depois de terem vencido por 2 a 1 no Morumbi. Um empate leva a inédita taça ao Parque São Jorge. Vitória tricolor força a disputa da prorrogação e se necessário de pênaltis.
Pelo Brasileirão, o Corinthians visita o Atlético-PR no domingo que vem, mesmo dia em que o Atlético recebe a Ponte Preta, no Independência.

sábado, 13 de julho de 2013

Em belo jogo, Inter bate o Flu com direito a gol olímpico


Na luta pela chegada ao G4, Fluminense e Internacional prometiam um belo duelo em Macaé, recheados de jogadores decisivos. Prometeram e cumpriram. Em uma partida disputada, com belos gols, o Inter bateu o Tricolor por 3 a 2, chegou aos 12 pontos e alcançou a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Os tricolores, por sua vez, permaneceram em sétimo lugar, com nove pontos conquistados.
Desde início, a partida deu sinais que iria, sim, agradar aos torcedores que compareceram ao Estádio Cláudio Moacyr. Escalado com três atacantes - Rhayner, Rafael Sobis e Fred - e com o mando de campo, o Fluminense partiu para cima dos gaúchos. Aos cinco minutos, Rafael Sóbis fez bela tabela com Jean e bateu cruzado, rente à trave esquerda de Muriel.
Do lado colorado, no entanto, também havia espaço para qualidade. E quanta técnica, principalmente dos gringos D´Alessandro e Forlán. Aos 13 minutos, o uruguaio cobrou escanteio muito fechado e a bola quase entrou. Era, na verdade, uma prévia do que viria pela frente. Antes disso, no entanto, o Forlán fez as honras a D´Alessandro.
Aos 19 minutos, o atacante uruguaio recebeu bola pelo lado esquerdo e com precisão lançou D´Alessandro dentro da área. De primeira, com perna direita, apesar de ser canhoto, o argentino bateu cruzado, sem chances para Diego Cavalieri. Interncional 1 a 0. E o jogo passou a ser colorado.
No ritmo incessante da partida, o Fluminense até assustou aos trinta minutos, em bola cruzada por Bruno na área e rebatida, sem jeito, pelo goleiro Muriel. Mas a zaga afastou. Três minutos depois, um golpe na defesa tricolor. Em bola mal recuada por Digão para Cavalieri, Forlán se aproeitou, avançou até a área e baetu sem chances para o goleiro tricolor. Internacional 2 a 0.
Faltava ao torcedor, no entanto, fôlego para acompanhar o vaivém da partida. Isto porque dois minutos depois, Rafael Sóbis cruzou bola para a grande área e Carlinhos, esperto, cabeceou de forma certeira para o gol de Muriel. 2 a 1.
O gol empolgou o Fluminense, que foi em busca do ataque e quase marcou em bela jogada de Sóbis para Wagner, aos 36 minutos. O meia, no entanto, bateu por cima do gol. Pouco tempo depois, mais um erro tricolor, para alegria da torcida dos gaúchos. Forlán cobrou escanteio muito fechado, Cavalieri se atrapalhou e saiu em falso na bola, que foi para o fundo da rede. Gol olímpico. 3 a 1 Internacional. E os times desceram para o vestiário.
Na volta do intervalo, o Fluminense conseguiu o que desejava: um gol de início. Em bola cruzada na área por Sóbis, houve bate-rebate e ela sobrou nos pés do artilheiro Fred. Sem perdão, no canto esquerdo de Muriel. 3 a 2 em Macaé. A partir daí, começou a se destacar o goleiro do Internacional.
Diante de um bombardeio tricolor, ele apareceu bem. Primeiro, aos 12 minutos, em chute de Rhayner pela direita. Depois, aos 14 minutos, em chute de Rafael Sóbis ainda da intermediária. Dunga, então, sentiu a pressão e resolveu amansar a partida. Sacou um atacante, Rafael Moura, para a entrada de um meia, Dátolo. Abel Braga, por sua vez, foi para cima dando novo fôlego: saíam Wagner e Rhayner para as entradas de Deco e Marcos Junior.
Aos 24 minutos, em bola cruzada na área, Fred acabou travado pela defesa na hora do arremate. Dunga, de novo, mexeu. Tirou Forlán e colocou Ednei. Um Inter ainda mais fechado tentava segurar a vitória importante em Macaé. E conseguiu, mesmo que Fred, nos acréscimos, quase tenha vencido Muriel de cabeça. Mas ficou por aí. Tudo vermelho em Macaé. 
FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 2X3 INTERNACIONAL
Local: Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ)
Data: 13 de julho de 2013
Horário: 18h30(de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Ivan Bohn (PR)
Renda e público: R$ 69.340,00 / 5.375 pagantes
Cartões amarelos: Deco (FLU), Muriel e Jorge Henrique (INT)
Gols: D´Alessandro (INT), aos 19 minutos, Forlán (INT), aos 30 minutos, Carlinhos (FLU), aos 33 minutos e Forlán (INT), aos quarenta minutos do primeiro tempo e Fred (FLU), aos sete minutos do segundo tempo. 
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum (Samuel), Digão e Carlinhos; Edinho, Jean e Wagner (Deco); Rhayner (Marcos Junior), Rafael Sóbis e Fred
Técnico: Abel Braga
INTERNACIONAL: Muriel; Gabriel, Índio, Juan e Kléber; Josimar, Fabrício, Jorge Henrique (Vitor Júnior) e D'Alessandro; Forlán (Ednei) e Rafael Moura (Dátolo)
Técnico: Dunga

Novo 11 brilha, Santos vence 2° clássico seguido e entra no G-4 do Brasileiro

Depois de vencer o São Paulo no final de semana passado, o Santos bateu um novo rival neste sábado, a Portuguesa: 4 a 1, dentro da Vila Belmiro.
O novo camisa 11 santista foi o principal nome da partida. Neymar já não veste a camisa alvinegra, mas Neílton deu conta do recado. Ele fez o primeiro gol dos donos da casa logo a um minuto de partida ao completar cruzamento na área com o pé.
Aos dez da etapa inicial, William José marcou de cabeça e selou o destino da partida. Neílton fez o seu segundo em belíssima jogada aos 31 da etapa final. Lembrou seu antecessor, hoje no Barcelona. Bruno Moraes descontou aos 42, e Giva deu números finais ao jogo nos acréscimos.
O resultado da sétima rodada do Campeonato Brasileiro coloca o Santos, mesmo que temporariamente, dentro do grupo dos quatro primeiros que se classificam à Copa Libertadores. O time do Litoral Paulista tem 11 pontos. Já a Lusa está na 15ª colocação, com sete pontos.
Além disso, a vitória na Vila dá tranquilidade ao técnico interino Claudinei Oliveira. No meio da semana, o Santos conseguiu um péssimo empate por 1 a 1 com o Crac-GO, da Série C do Brasileiro, no duelo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, dentro de casa.
O confronto de volta da Copa do Brasil só acontece no dia 24 de julho. Pela Série A, o time da Vila joga novamente em casa, no outro domingo, dia 21 de julho, contra o Coritiba. No mesmo dia a Portuguesa viaja para enfrentar o Goiás.
O jogo
O Santos começou a partida em ritmo forte e, logo no primeiro minuto, se aproveitando de cruzamento de Montillo, que passou por Willian José, Neílton completou para o fundo das redes, marcando o seu segundo gol no Campeonato Brasileiro, abrindo o placar para o Peixe na Vila.
Com a vantagem, os santistas passaram a encontrar mais espaços e, aos 11, ampliaram a vantagem no marcador. Willian José concluiu, de cabeça, cruzamento preciso de Leandrinho, estufando as redes de Lauro: 2 a 0 para a equipe praiana.
Os alvinegros quase chegaram ao terceiro gol, aos 18, quando após escanteio cobrado pelo lado direito, Durval assustou Lauro, quase marcando em cabeçada, que passou muito perto do gol. A Lusa respondeu e chegou com perigo, aos 23, quando Corrêa bateu falta, Valdomiro subiu e, de cabeça, quase descontou para os visitantes.
Dois minutos depois, a Portuguesa esteve perto de diminuir, quando Cañete tocou de calcanhar, dentro da área, para Matheus, que bateu prensando e a bola passou muito perto do gol de Aranha. No minuto seguinte, mais uma vez a Lusa assustou, desta vez em um chute de longa distância de Corrêa, que explodiu na trave esquerda do goleiro do Santos.
Em seu melhor momento no jogo, a Portuguesa criou mais uma boa chance, aos 29. Após sair do gol em uma cobrança de escanteio, afastando a bola da área, Aranha voltou a tempo de fazer uma grande defesa, espalmando a cabeçada de Rogério no seu contrapé, salvando o Peixe de sofrer o primeiro gol.
Após essas oportunidades criadas pelos visitantes, os santistas conseguiram equilibrar a partida, amenizando a pressão da Lusa até o intervalo. Na volta para o segundo tempo, o técnico Edson Pimenta trocou Matheus por Bruno Moraes, no ataque da Portuguesa.
A primeira boa chance de gol da etapa complementar surgiu aos quatro, quando Neílton fez uma finta de corpo no seu marcador, após passe preciso de Montillo, porém, o goleiro Lauro saiu bem do gol e evitou que o jovem atacante alvinegro balançasse as redes novamente.
A Lusa esteve mais uma vez perto do gol, quando Cañete pegou o rebote de um escanteio, aos 20, e mandou a bola na trave esquerda de Aranha. Para evitar que os visitantes voltassem a pressionar, o técnico interino do Santos, Claudinei Oliveira, sacou o meia Leandrinho para a entrada do volante Alison, aos 26.
Mas o Peixe definiu a partida quando, aos 30, após boa troca de passes dos santistas no campo de ataque, a bola foi para Neílton, que limpou a marcação de Luis Ricardo, e arrematou de perna esquerda, marcando o terceiro dos alvinegros. No minuto seguinte, o atacante deu lugar a Giva.
O Santos quase chegou ao quarto gol, aos 32, quando Willian José dominou dentro da área, puxou para a perna direita e tentou acertar o canto esquerdo de Lauro, que se esticou e espalmou a bola para escanteio. Este foi o último lance do centroavante, que pouco depois saiu para a entrada de Henrique.
Com a grande desvantagem no placar, a Portuguesa ainda queimou as suas duas últimas alterações, com Jean Mota na vaga de Rogério e Moisés no lugar de Diogo. No fim, aos 42, Bruno Moraes descontou de voleio, após cruzamento de Luis Ricardo, pela direita.
Apesar disso, o Peixe conseguiu se segurar nos últimos minutos, e ainda teve Giva marcando mais um gol, aos 46, confirmando a terceira vitória do seu time no Campeonato Brasileiro. O atacante aproveitou o rebote de Lauro, após chute de Henrique, para dar números finais ao confronto.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 4 X 1 PORTUGUESA
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 13 de julho de 2013, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (ambos de SP)
Cartões amarelos: Rafael Galhardo (Santos); Ferdinando (Portuguesa)
Público: 5.860 pagantes
Renda: R$ 169.191, 00
Gols:
SANTOS: Neílton, a 1 minuto e Willian José, aos 11 minutos do primeiro tempo; Neílton, aos 30 minutos e Giva, aos 46 minutos do segundo tempo
PORTUGUESA: Bruno Moraes, aos 42 minutos do segundo tempo
SANTOS: Aranha; Rafael Galhardo, Edu Dracena, Durval e Léo; Alan Santos, Cícero, Leandrinho (Alison) e Montillo; Nilton (Giva) e Willian José (Henrique)
Técnico: Claudinei Oliveira (interino)
PORTUGUESA: Lauro; Luis Ricardo, Lima, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Corrêa, Souza e Cañete; Matheus (Bruno Moraes) e Diogo (Bruno Henrique)
Técnico: Edson Pimenta

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A revista, Anderson Silva confirma revanche com Weidman em 28 de dezembro


Anderson Silva e Chris Weidman vão se enfrentar novamente, no dia 28 de dezembro, em Las Vegas. A informação sobre a possibiidade de uma luta nesta data, que já havia sido dada ao ESPN.com.br por um membro da equipe do lutador, foi confirmada pelo ex-campeão do peso médio do UFC nesta sexta-feira, em entrevista à revista GQ.
"Depois de perder, tenho que me preparar novamente e voltar a lutar. Aliás, confirmo a revanche, que será no dia 28 de dezembro", disse Anderson Silva ao site da revista. O brasileiro perdeu o cinturão para Weidman no sábado, ao ser nocauteado no segundo round, no evento principal do UFC 162.

O ESPN.com.br apurou que, na próxima semana, uma reunião em Las Vegas entre representantes de Anderson Silva e o do UFC deve definir detalhes da revanche. O staff do ex-campeão não confirma, entretanto, a data e o local do combate.
"Nunca tinha sido nocauteado na minha vida. Não gostei", disse Anderson à GQ. O ex-campeão disse, momentos após a derrota, que não gostaria mais de lutar pelo cinturão. Mas, dias depois da luta, o staff de Anderson Silva já confirmava a intenção de haver um novo combate.
O evento do dia 28 de dezembro deve ser realizado no MGM Grand Garden Arena, mesmo palco da derrota de Anderson. 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Autuori: 'Se fosse torcedor também escolheria o Muricy'

Ciente de que não era o nome preferido pela torcida para assumir o comando do São Paulo, o técnico Paulo Autuori foi apresentado nesta quinta-feira, no Centro de Treinamento da Barra Funda, com um discurso conciliador.
Ao citar Muricy Ramalho, pedido pela arquibancada no Morumbi nos últimos jogos, Autuori o elogiou e lembrou do ciclo de vitória tricolores na década passada como exemplo para o fim da crise atual do time.
"Para o nosso grupo de hoje é muito importante entender que aquele grupo de 2005 foi liderado por pessoas distintas. Tive oportunidade de estar aqui, depois veio Muricy, que fez uma grande obra. Se tivesse nessa enquete - da torcida - também colocaria o nome do Muricy, que foi um grande técnico, vencedor", disse Autuori.
Querido pela torcida pelo tricampeonato brasileiro entre 2006 e 2008, Muricy foi demitido do São Paulo em 2009 por não ter conquistado justamente os títulos que Autuori venceu, a Libertadores e o Mundial, em 2005.
Se não se incomodou com as perguntas sobre o apelo por Muricy, Autuori também não teve problemas em responder sobre uma teoria a respeito do seu trabalho anterior no clube. Para alguns, o técnico simplesmente aproveitou a base formada pelo antecessor Emerson Leão para ganhar a América e o mundo.
"Umas das primeiras coisas que fiz após o título da Libertadores foi extender o parabéns pelo título ao meu antecessor, que foi o Leão. É apenas reconhecimento. Esse tipo de coisa não me chateia, sei perfeitamente qual é nossa realidade como técnico. Já sai de clubes e também deixei equipes em bons momentos. O que a gente conseguir aqui vou reconhecer o trabalho do meu antecessor, Ney Franco."
Depois de trabalhos rápidos no futebol nacional em Cruzeiro-2007, Grêmio-2009 e Vasco, de onde se demitiu na semana passada por não receber salário em dia, Autuori chega ao São Paulo com contrato até o final de 2014. Antes disso, ele se destacou pelo título brasileiro de 1995, com o Botafogo e pela Libertadores de 1996, pelo Cruzeiro.
"Fizemos alguns convites ao Paulo para assumir o futebol do São Paulo anteriormente. Talvez se ele pudesse ter aceito naquelas oportunidades em que o convidamos eu não tivesse sofrido tanta crítica em relação a substituição pernamenente de técnicos. Quando o São Paulo decidiu pelo Autuori decidiu por um profissional e por um cidadão. Temos o prazer de comunicar que esse grande vencedor está de volta ao Morumbi", disse o presidente tricolor, Juvenal Juvêncio.
Além da série de sete partidas sem vitórias e de quatro derrotas consecutivas no Morumbi, o novo treinador são-paulino terá que lidar com problemas dentro do elenco. Luis Fabiano segue tendo desvios de indisciplina. Nessa quarta-feira, na derrota para o Bahia, foi expulso pela quarta vez desde sua volta ao Morumbi, em 2011. Paulo Henrique Ganso, contratado por R$ 24 milhões do Santos, em 2012, ainda não conseguiu render o esperado.
"A essência do futebol é a qualidade técnica e isso o Ganso tem de sobra. Mas hoje em dia além de jogador tem que ser competidor e tem que somar à qualidade técnica outras qualidades. É muito bom esse tipo de desafio. Pior é quando não existe qualidade técnica", disse Autuori sobre o meio campista.
Outro 'problema' do elenco, o volante Fabrício será reintegrado ao grupo com chegada do novo técnico, que comanda seu primeiro treino na tarde desta quinta.
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