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terça-feira, 19 de novembro de 2013

CBF não se manifesta, e Bom Senso planeja novos protestos

Acaba nesta terça-feira o prazo para que a CBF abrisse uma nova rodada de negociações para atender as demandas do Bom Senso FC, movimento que reúne mais de mil jogadores das Séries A e B criado para reformular o calendário do futebol brasileiro.
E os jogadores não receberam nenhum contato dos cartolas, praticamente todos acompanhando a seleção nos EUA e no Canadá, até o início da noite. E manifestações públicas de cartolas também não foram no encontro do desejado pelos atletas. José Maria Marin, presidente da CBF, disse que os protestos são "falta de respeito com o torcedor. Seu vice, Marco Polo del Nero, disse ao ESPN.com.br que os clubes deveriam fazer um rodízio de jogadores para diminuir o número de partidas dos jogadores.
Assim, está aberto o planejamento para uma nova onda de protestos, depois do abraço coletivo e dos braços cruzados e do apito inicial em duas rodadas do Brasileiro.
O protesto pode acontecer já na próxima jornada do Nacional, no final de semana, e não irá repetir o roteiro dos últimos dois. Também pode não acontecer em todos os jogos. Uma das possibilidades é que times envolvidos na luta contra o rebaixamento, por exemplo, fiquem de fora. Também é cogitado priorizar os jogos exibidos na televisão aberta.
O Bom Senso tem na sua pauta de reinvindicações com três desejos básicos. Veja quais são:
- Calendário: atividades para toda a temporada para clubes pequenos; grandes priorizando principais competições, fim de jogos em datas Fifa, pré-temporada adequada
- Controle das dívidas dos clubes, para que os salários de jogadores e demais colaboradores sejam pagos em dia
- Criação de uma comissão fixa para discutir questões técnicas do futebol
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 17 de novembro de 2013

Ex-atacante do Atlético-MG estraga festa do Cruzeiro e dá empate à Ponte Preta no fim

Ainda comemorando o título do Campeonato Brasileiro, conquistado na última rodada, o Cruzeiro se encaminhava para mais uma vitória, dessa vez diante da Ponte Preta. Porém, um ex-jogador do rival Atlético-MG resolveu estragar a festa.
Com dois gols, um deles aos 46 minutos do segundo tempo, o atacante Leonardo definiu o empate por 2 a 2, neste domingo, no Parque do Sabiá, em Uberlândia, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Souza e Vinícius Araújo marcaram para os mineiros.

A partida ocorreu fora do Mineirão por causa de uma punição do STJD após a ocorrência de incidentes no clássico contra o Atlético-MG.
Com o resultado, o time campineiro completa uma sequência de quatro jogos sem vencer no Nacional (duas derrotas e dois empates), chega a 35 pontos e, na penúltima posição, está em situação crítica contra o rebaixamento, o que pode ocorrer já na próxima rodada.
Já o Cruzeiro chega a 75 pontos e vê sua série de vitórias consecutivas parar. Eram quatro resultados positivos desde o último tropeço, que ocorrera há um mês. Em 20 de outubro, perdeu por 2 a 1 para o Coritiba no Couto Pereira.
Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro visitará o Vasco no Maracanã, no sábado, às 19h30 (de Brasília). Um dia depois, a Ponte Preta receberá o Grêmio no Moisés Lucarelli, às 17h. Antes, na quarta-feira, a equipe campineira vai ao Morumbi encarar o São Paulo, às 21h50, pela partida de ida da semifinal da Copa Sul-Americana.

O jogo
Já com o objetivo cumprido, o técnico Marcelo Oliveira mandou um time misto a campo. Alguns nomes importantes para o título como Willian, Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart foram titulares assim como atletas pouco utilizados ao longo da campanha, exemplos de Souza, Henrique, Paulão e Everton.
Com uma formação diferente e já sem mais metas na competição, os mandantes foram surpreendidos logo aos quatro minutos de bola rolando. Fellipe Bastos recebeu bom passe na área e chutou cruzado para defesa de Fábio. No rebote, Leonardo, ex-Atlético-MG, completou para a rede.
Na sequência do primeiro tempo, os mandantes exerceram sua força e dominaram o jogo, mas sem mostrar a mesma eficiência que o fez campeão. Aos oito minutos e aos 11, Ricardo Goulart levou perigo com chutes por cima do alvo. No segundo lance, a finalização do meia veio após defesa de Roberto em cobrança de falta de Souza.
A Ponte Preta se fechou e se segurava bem. Porém, com o tempo, passou a se arriscar algumas vezes e criou chances de muito perigo, como em tentativas de Fellipe Bastos aos 35 e 36 minutos. Na primeira, ele aproveitou rebote de Fábio em chute de Rildo e mandou para fora. Depois, viu o goleiro fazer boa intervenção após cabeceio.
Sete minutos mais tarde, Willian quase deixou tudo igual. O atacante recebeu passe de calcanhar de Ceará e finalizou para defesa de Roberto, fazendo com que o placar de 1 a 0 se mantivesse até o intervalo.
Na volta para a etapa final, os mandantes seguiram pressionando. Aos oito minutos, Paulão dominou na área após cobrança de escanteio e finalizou na trave direita da meta defendida por Roberto. Três minutos depois, Willian chutou forte de dentro da área e mandou ao lado do alvo.
Sem conseguir marcar, o time celeste teve duas alterações aos 16 minutos. Saíram Júlio Baptista e Henrique para as entradas de Elber e Vinícius Araújo.
Os mandantes seguiam pressionando os campineiros, que se fechavam e levavam algum perigo em contra-ataques. Depois de tanto insistir, os mineiros marcariam, enfim, aos 29 minutos. Éverton Ribeiro cobrou escanteio da direita, e Souza cabeceou para o fundo da rede.
Depois de, enfim, furar o bloqueio adversário, o Cruzeiro precisaria de apenas mais nove minutos para definir o triunfo. Vinícius Aaraújo recebeu belo passe de Éverton Ribeiro e, de primeira, soltou um belo chute direto no ângulo. Um golaço.
Quando parecia que os campeões ficariam com a vitória, a Ponte resolveu estragar a festa. Leonardo foi acionado por Elias na área e tocou por cima de Fábio para definir o empate aos 46 minutos.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 2 X 2 PONTE PRETA
Local: Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data: 17 de novembro de 2013, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva (SE)
Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Ailton Farias da Silva (SE)
Cartões Amarelos: Ceará (Cruzeiro); Artur, Adrianinho e Fellipe Bastos (Ponte Preta)
Gols: CRUZEIRO: Souza, aos 29, e Vinícius Araújo, aos 38 minutos do segundo tempo
PONTE PRETA: Leonardo, aos quatro minutos do primeiro tempo e aos 46 minutos do segundo tempo
CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Paulão, Léo e Everton (Luan); Henrique (Vinícius Araújo), Souza, Évérton Ribeiro, Julio Baptista (Élber) e Willian; Ricardo Goulart
Técnico: Marcelo Oliveira
PONTE PRETA: Roberto; Artur, César, Ferron e Uendel; Baraka, Fernando Bob, Fellipe Bastos (Magal) e Adrianinho (Elias); Rildo (Rafael Ratão) e Leonardo
Técnico: Jorginho
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Fluminense marca no fim, vira sobre reservas do São Paulo e se afasta do Z-4

O ano não é 2009, mas o grito de "time de guerreiros" ecoou pelas arquibancadas do Maracanã. Pressionado na luta contra o rebaixamento, o Fluminense contou com um gol de Gum aos 43 minutos do segundo tempo para vencer os reservas do São Paulo, de virada. Welliton e Jean, no primeiro tempo, completaram o placar.
Com o resultado, o Flu sobe para a 14ª posição do Campeonato Brasileiro, com 42 pontos, e pode abrir três de vantagem caso o Náutico supere o Bahia em Pernambuco. O próximo compromisso do Tricolor carioca é a partida contra o Santos, às 17h (de Brasília) do próximo domingo, no Prudentão.
O São Paulo, por sua vez, segue tranquilo na metade da tabela, e já pensa na primeira partida da seminfinal da Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira, contra a Ponte Preta, no Morumbi. O Tricolor paulista é o 8º colocado no Brasileiro, com 49 pontos.
O jogo
Apenas três dias após encerrar uma série de nove jogos sem vitória e deixar a zona de rebaixamento, o Fluminense começou o jogo empolgado. Logo no segundo minuto, Igor Julião cruzou da direita para Wagner, que finalizou para defesa no reflexo de Denis.
O São Paulo, com postura mais cautelosa e claramente sofrendo com o desentrosamento dos seus reservas, respondeu da maneira que pôde: a bola parada. Aos cinco, Jadson cobrou falta, a bola passou por Wellington e Diego Cavalieri defendeu no susto. O mesmo Jadson assustou aos 9, em cobrança de falta direta que passou por cima do gol.
Aos 17, o susto viraria gol, e de bola rolando. Jadson acionou João Schmidt, que tocou de calcanhar para finalização de Welliton. A bola passou por Cavalieri, que saía do gol, e morreu de mansinho no canto direito.
Mas o Fluminense não acusou o golpe, e seguiu melhor em campo. Aos 24, Jean recebeu lançamento na área e finalizou no travessão. Na sobra, Samuel arriscou de fora da área e novamente acertou a trave. O segundo rebote voltou para Jean, que apenas "cutucou" de cabeça para deixar tudo igual diante do ex-clube.
O Tricolor empolgou-se com o gol, e ainda assustou em chute forte de Rafael Sóbis, em cabeçada de Leandro Euzébio e em chute para fora de Jean. O técnico Dorival Júnior pediu pênalti após toque de Rafael Tolói com o braço, mas a arbitragem mandou seguir.
Veio o segundo tempo, e o panorama da partida pouco mudou. Um pouco mais disposto a sair para o ataque, o São Paulo chegou a ameaçar logo no primeiro minuto, e reclamou de pênalti em Welliton após um "agarra-agarra" na área na marca de 14 minutos.
O Fluminense, que no primeiro tempo encontrara muitos espaços com Igor Julião pela direita, passou a investir mais pelo outro lado do campo, com Rhayner e, depois, Biro Biro. Wagner também caía pelo setor, a exemplo de Rafael Sóbis. Mas o Tricolor carioca encontrou menos espaços que na reta final da etapa inicial, e seguiu esbarrando na própria falta de pontaria quando, de fato, criou boas oportunidades.
Igor Julião arrancou gritos de "uh!" com um chute cruzado para fora, e Rafael Sóbis fez ecoar até um grito de gol com uma cobrança de falta venenosa, que Denis defendeu parcialmente antes da bola acertar a trave.
Parecia que não ia dar. Mas deu. Aos 43 minutos, Rafael Sóbis cobrou escanteio, a bola passou pela zaga do São Paulo e Gum tocou de cabeça: 2 a 1, placar final no Maracanã, que garante um pouco mais de tranquilidade ao Fluminense nas duas rodadas finais do Brasileiro, e pouca diferença faz para o São Paulo, com as atenções voltadas para a Copa Sul-Americana.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Empate no Pacaembu acaba com sonho de Libertadores para Corinthians e complica Vasco

De volta ao Pacaembu e com o início do adeus de Tite, o Corinthians conquistou mais um empate para a sua coleção, o 30º do ano. O zero a zero dentro de casa praticamente acabou com o sonho da Libertadores no Parque São Jorge. Para o Vasco, apesar de somar um ponto jogando fora, o resultado não ajudou na luta para continuar na Série A. Com 38 pontos, o time de Adilson Batista segue na zona de rebaixamento.
Precisando muito de vitórias nesta reta final do Brasileirão, a equipe do Rio de Janeiro, sem Juninho, não foi bem nesta tarde de domingo em São Paulo. Com gritos de "Fica, Tite", o Corinthians jogou melhor a maior parte da partida, principalmente na primeira etapa, com boa atuação de Renato Augusto, em sua volta ao time. Mas ninguém conseguiu marcar.
A vitória do Fluminense, que marcou no finalzinho, no Maracanã, contra o São Paulo, complicou ainda mais o Vasco, que ficou mais longe de uma vaga fora do Z-4. O Bahia, o primeiro da zona de rebaixamento, ainda vai jogar neste domingo, contra o já rebaixado Náutico, em Pernambuco.
O jogo
O primeiro tempo foi inteiro do Corinthians, ou de Renato Augusto. Jogando como atacante, ele participou de quase todos os lances perigosos do clube paulista e quase marcou o seu. Aos 17 minutos, o camisa número 8 desviou um cruzamento de Paulo André e a bola passou muito perto do gol vascaíno. Aos 23, recebeu pela esquerda, levou para o meio e arriscou o chute, mas a bola subiu demais e foi pela linha de fundo.
Pouco depois, Renato recebeu um lançamento do zagueiro Gil, deu de três dedos para o meio da área, mas Romarinho não conseguiu alcançar o passe. Ele ainda fez uma tabelinha, no lance seguinte, com o 31 corintiano, chutou forte, mas a bola passou à direita do gol de Alessandro. O Vasco só assistiu.
Sem Alessandro, que sentiu dores na coxa direita logo no início do primeiro tempo e foi substituído por Igor, o Corinthians retornou igual para os últimos 45 minutos no Pacaembu, assim como o time de Adilson Batista. O clube carioca voltou dando a impressão de que iria pressionar a equipe de Tite, mas durou pouco tempo. Tentando sair da zona de rebaixamento, o Vasco quase não deu trabalho para Walter.
Logo aos 10, Emerson fez ótima jogada pela direita, invadiu a área e bateu cruzado, mas ninguém chegou para empurrar a bola para dentro do gol. O jogo ficou mais frio no meio do segundo tempo. O próximo lance mais emocionante foi acontecer aos 29, quando Danilo, que entrou no lugar de Renato Augusto, arriscou de longe, mas a bola passou à esquerda de Alessandro. Com poucas chances para o Vasco, o jogo terminou empatado.
Os últimos três desafios do Corinthians no ano são contra Flamengo, Internacional e Náutico. A despedida do técnico Tite vai acontecer na penúltima rodada, contra a equipe gaúcha, única partida em casa. O clube alvinegro já começou a preparar uma grande festa para o adeus do treinador.
Na luta pela permanência na Série A, o Vasco vai ter um difícil fim de campeonato. A próxima batalha vai ser contra o campeão Cruzeiro, no Rio de Janeiro. Em seguida, também em casa, o time de Adilson Batista recebe o já rebaixado Náutico. Na última partida do Brasileirão, a equipe ainda pega o Atlético-PR, hoje vice líder da competição e finalista da Copa do Brasil, junto do Flamengo.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 0 x 0 VASCO DA GAMA
Data:17 de novembro de 2013, domingo
Horário:17h (horário de Brasília)
Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Cartões amarelos: Douglas e Emerson (COR); Guiñazu (VAS).
CORINTHIANS: Walter, Edenilson, Gil, Paulo André e Alessandro (Igor); Ralf, Guilherme (Rodriguinho), Douglas, Romarinho; Emerson e Renato Augusto (Danilo). Técnico: Tite
VASCO: Alessandro; Renato Silva, Cris e Luan; Fagner, Abuda, Guiñazu, Wendel (Francismar) e Yotún; Marlone (Thalles) e Edmílson. Técnico: Adilson Batista
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Sob ameaças de punição, jogadores do São Paulo e Flamengo protestam com 'bicões'

Sob ameaças de levar cartão amarelo em caso de manifestação do Bom Senso FC, os jogadores de São Paulo e Flamengo não cruzaram os braços, como aconteceu nas demais partidas desta quarta-feira. Assim que o árbitro Alício Pena Júnior apitou o início do confronto, os atletas permaneceram em seus campos de defesa, mas chutaram a bola de um lado para o outro, sem movimentação.
Antes da partida, Alício Pena Júnior assumiu que, em caso de manifestação, iria punir os jogadores com o cartão amarelo. Inclusive o zagueiro Chicão, do Flamengo, perguntou ao repórter Flávio Ortega, da Rádio ESPN, sobre o que o juiz teria falado com a reportagem.

O ato teve quase um minuto de duração. A bola ia de um campo para o outro, com chutões por parte dos esportistas das duas equipes. Paulo Henrique Ganso jogou para o lado do Flamengo. Chicão devolveu. Paulo Miranda, de novo, entregou a bola para o time carioca. Alguns jogadores como Elias e Paulo Victor permaneceram com os braços cruzados.

Quando o relógio marcou 55 segundos, o capitão são-paulino, Rogério Ceni, com as bolas nos pés, bateu palmas e deu um bico para frente, marcando o reinício da partida.
Antes mesmo do apito inicial, os atletas dos clubes se abraçaram no círculo central. Após a execução do hino nacional, Rogério Ceni ainda correu para conversar com Léo Moura, capitão do time rubro-negro, sobre a manifestação.


Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Cruzeiro é campeão, por 'goleada', do Campeonato Brasileiro

Dez anos. Dez anos se passaram, e o cruzeirense, enfim, ecoou o grito de ‘é campeão!'. Desta vez, sem o Mineirão lotado daquela tarde de 30 de novembro, quando uma vitória por 2 a 1 sobre o Paysandu garantiu o segundo título nacional. O terceiro, por sua vez, veio até sem a necessidade do resultado, já que em meio ao jogo contra o Vitória, em Salvador, Marcelo Oliveira e companhia souberam da notícia mais esperada das últimas semanas: o Cruzeiro é oficialmente o campeão nacional de 2013.
Campeonato Brasileiro 2013. Campeonato Brasileiro 2003. Taça Brasil 1966. A galeria de três títulos nacionais acabou confirmada na noite desta quarta-feira por volta das 23h, mas não na capital baiana, e sim em Criciúma, com quase 3.000 quilômetros de distância. A vitória do clube catarinense sobre o Atlético-PR por 2 a 1, no Heriberto Hulse, assegurou a taça.
A notícia se confirmou no intervalo da partida no Barradão. Os últimos 45 minutos, então, foram mera formalidade. Contudo, já sacramentado como um dos campeões que menos desperdiçaram oportunidades na história dos pontos corridos, o Cruzeiro presenteou a torcida em Salvador com a 23ª vitória na Série A: 3 a 1 sobre o Vitória, gols de Willian, Júlio Baptista e Ricardo Goulart.
O Cruzeiro, na volta dos vestiários, já era o campeão brasileiro de 2013, independentemente do resultado fora de casa; encerrando um ano glorioso para Minas Gerais no futebol nacional - iniciado com o título da Libertadores do Atlético-MG e concluído com a Série A cruzeirense.
Gazeta Press
Willian abriu o placar para o Cruzeiro em Salvador
Willian abriu o placar para o Cruzeiro em Salvador
Assim como o arquirrival na competição sul-americana, que apresentou um jogo ofensivo com Ronaldinho, Bernard e Jô, o Cruzeiro se destacou no Campeonato Brasileiro pelo poderio ofensivo. O time será o primeiro desde o São Paulo de 2006 a se consagrar campeão com o melhor ataque da competição. Setenta e dois gols, ninguém balançou tanto as redes quanto o time de Marcelo Oliveira.
Enquanto se preparava para retornar dos vestiários, o elenco cruzeirense não escondia a ansiedade pelo término da partida no Heriberto Hulse. Palmas, abraços e sorrisos se espalhavam entre os jogadores. A comemoração, contudo, veio um minuto antes do reinício do segundo tempo. Confirmado o fim de jogo em Santa Catarina, a festa começou no gramado, enquanto os jogadores do Vitória esperavam o reinício da partida.
A campanha irreparável torna o Cruzeiro 2013, dono de como o campeão mais antecipado da história dos pontos ao lado do consistente São Paulo de 2007. Os dois clubes alcançaram a taça na 34ª rodada, com quatro partidas de antecipação. Marca que sentencia a eficiência da equipe de Marcelo Oliveira, agora merecidamente registrada nos livros sobre o futebol brasileiro.
Gazeta Press
Torcida do Cruzeiro comemorou o terceiro título nacional ainda no intervalo da partida no Barradão
Torcida do Cruzeiro comemorou o terceiro título nacional ainda no intervalo da partida no Barradão
Agora, o ex-jogador nascido no Atlético-MG coloca o antigo rival no topo, e ‘terá o direito' de assinar a sua própria grife de técnico; algo supervalorizado no Brasil. Enquanto Marcelo comemora o título, outros nomes consagradíssimos assistem pela televisão a efetivação de mais um nome no grupo dos inquestionáveis.Em um dos capítulos deste terceiro título nacional, o autor destacará Marcelo Oliveira. Mesmo sem a grife de muitos concorrentes, o treinador, que até chegar ao Cruzeiro se destacava por dois vices na Copa do Brasil pelo Coritiba, se colocou no grupo dos principais treinadores do país nesta quarta-feira.
O jogo
O Cruzeiro entrou em campo como (quase) tricampeão brasileiro. Ao menos esse era o ponto de vista da torcida visitante no Barradão, que recepcionou o time azul com uma festa digna de título. Como o Vitória também estava empolgado, os jogadores só puderam realmente cruzar os braços - em protesto orquestrado pelo Bom Senso FC - durante o minuto de silêncio concedido pelo árbitro Paulo Godoy Bezerra.
Quando a partida começou, o Vitória fez questão de estabelecer a correria. O time da casa aproveitou o fato de o Cruzeiro já se sentir campeão para pressionar o adversário nos primeiros minutos de partida. Para vazar o goleiro Fábio, contudo, restava Escudero, Marquinhos e Dinei ajustarem a pontaria em suas séries de finalizações.
O volante Leandro Guerreiro até colaborou para o Vitória abrir o placar. Aos 23 minutos, por exemplo, ele recuou mal uma bola, que foi parar nos pés de Marquinhos, livre de marcação. O Cruzeiro só não tomou o gol porque Fábio fez grande defesa na conclusão do atacante. Pouco depois, em nova falha de Leandro, Escudero arriscou de fora da área e mandou por cima da meta.
As inúmeras oportunidades criadas pelo Vitória não significavam que o Cruzeiro apenas assistia à partida. Nos momentos em que atacava, a equipe visitante mostrava que poderia ser letal. Como em um voleio do centroavante Borges, que passou rente à trave. O jogador chegou a se levantar do gramado com um sorriso no rosto, pronto para comemorar.
Mas o Vitória ainda era mais presente no setor ofensivo. Aos 30, Dinei teve a chance de estufar a rede da marca do pênalti. Depois da bela ajeitada de bola de Juan, o centroavante encheu o pé com gosto, porém acertou a placa de publicidade. Para os torcedores rubro-negros, o gol parecia questão de tempo.
E realmente foi. Só que contra o Vitória. Aos 36, Dagoberto fez bom domínio de bola após lançamento longo e acionou Willian, que invadiu a área e tocou na saída do goleiro Wilson para deixar o Cruzeiro ainda mais próximo da conquista do Campeonato Brasileiro.
Os jogadores do time mineiro nem precisariam esperar o jogo com o Vitória acabar, no entanto, para ratificar o título. No intervalo, eles se reuniram no vestiário para assistir aos minutos finais do triunfo do Criciúma sobre o Atlético-PR. Subiram (ou pularam, tamanha era a alegria) no gramado já como campeões. "Estou muito alegre, mas precisamos pensar no jogo, pois tomamos um sufoco no primeiro tempo", priorizou o comandante Marcelo Oliveira.
Seria difícil, contudo, fazer o Cruzeiro encarar o jogo com a mesma seriedade do Vitória. Apesar de ter voltado a campo com o jovem Everton no lugar de Egídio, vaiado no primeiro tempo por causa de sua passagem apagada pelo clube baiano. Do outro lado, Ney Franco reforçou o seu ataque com William Henrique na vaga de Renato Cajá.
Como era de se esperar, o Vitória tomou a iniciativa de tentar acuar o campeão brasileiro no segundo tempo. William Henrique criou uma oportunidade logo em sua primeira participação no confronto. Aos cinco minutos, o gol. Em uma nova saída de bola errada do Cruzeiro, Dinei recebeu do jogador que havia acabado de entrar, dividiu com Fábio e conferiu.
O gol do Vitória fez alguns torcedores do Cruzeiro, mesmo com o título, exibirem feições preocupadas no setor visitante do Barradão. A agonia com o desempenho da equipe campeã duraria pouco. Aos 25 minutos, quando os donos da casa reclamavam de impedimento, Dagoberto avançou sozinho pela esquerda e rolou para Júlio Baptista empurrar para a rede.
Ainda houve tempo para mais. Aos 35, Ricardo Goulart recebeu assistência de Willian e bateu colocado para sacramentar o resultado positivo sobre o Vitória. Àquela altura, a torcida rubro-negra já deixava as arquibancadas do Barradão, enquanto os cruzeirenses se sentiam donos da casa. Até mesmo Marcelo Oliveira e os seus reservas deixaram de ver a partida para comemorar nos minutos finais.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Faixa mais forte do Bom Senso fica apenas para o 'horário nobre'


O protesto do Bom Senso FC na 34ª rodada do Brasileiro, além dos braços cruzados, teve faixas na entrada em campo dos jogadores. E o modelo mais "provador" foi exibido apenas em duas das três partidas exibidas às 21h50 (as que tiveram transmissão na TV aberta)
Divulgação
Bom Senso FC exibirá faixa antes das partidas da 34ª rodada do Campeomato Brasileiro
Bom Senso FC exibirá faixa antes das partidas da 34ª rodada do Campeomato Brasileiro
Nos outros jogos da rodada, os jogadores exibiram faixas apenas sem críticas direcionadas. Foi estampada a frase "por um futebol melhor para todos".
Já nos jogos entre Coritiba x Corinthians e São Paulo x Flamengo o principal alvo dos protestos foi lembrado, em material antecipado pela ESPN. Nesses confrontos, os atletas entraram em campo com faixa com a seguinte frase: "Amigos da CBF: E o bom senso?"
O novo protesto do grupo dessa vez tem pauta bem definida, como apurou a ESPN. Veja as três principais reivindicações do Bom Senso FC.
- Calendário: atividades para toda a temporada para clubes pequenos; grandes priorizando principais competições, fim de jogos em datas Fifa, pré-temporada adequada
- Controle das dívidas dos clubes, para que os salários de jogadores e demais colaboradores sejam pagos em dia
- Criação de uma comissão fixa para discutir questões técnicas do futebol
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Pikachu marca, Paysandu vence e adia novamente o título do Palmeiras

O Palmeiras poderia ter conquistado o título da Série B nesta terça-feira antes mesmo de entrar em campo. No entanto, a Chapecoense derrotou o Paraná Clube por 1 a 0 e adiou a festa palmeirense. Assim, a equipe de Gilson Kleina precisava de ao menos um empate diante do Paysandu, em Belém, para levantar a taça. Mas os planos da equipe paulista acabaram frustrados novamente. Graças a um gol do lateral Yago Pikachu, o Paysandu alegrou a sua torcida, que compareceu em bom número no estádio Magueirão, ao superar o Palmeiras por 1 a 0.

O único gol da partida aconteceu aos 13 minutos do segundo tempo. Depois de bela trama ofensiva, Heliton recebeu ótimo passe enfiado na área e rolou no meio para Yago Pikachu só completar para o gol de Fábio, que substituiu o experiente Fernando Prass. No decorrer da partida, o Paysandu conseguiu segurar o magro e importante triunfo, mesmo passando alguns sustos. Aos 41 minutos, por exemplo, o Palmeiras chegou a acertar uma bola na trave.
Com a derrota em Belém, o Palmeiras permanece com 73 pontos, oito a mais que a vice-líder Chapecoense. A equipe de Santa Catarina continua com chances de conquistar a taça, uma vez que faltam três rodadas para o término da Série B. Já o Paysandu respira na luta contra o rebaixamento. A equipe soma 39 pontos, na 17ª colocação, próxima de sair do Z-4. O ABC, que está na 16ª posição, tem os mesmos 39 pontos.
Na próxima rodada da Série B do Brasileiro, o Paysandu visita o Icasa, na sexta-feira, no Romeirão. Já o Palmeiras tentará confirmar o título jogando em casa, no sábado, no Pacaembu, contra o Boa Esporte.
O jogo
Gilson Kleina surpreendeu ao promover a estreia profissional do goleiro Fábio exatamente em uma das partidas mais importantes do time no ano. Mas a presença de Fernando Prass no banco não é a explicação para mais um desempenho nada empolgante do dono da melhor campanha da Série B do Brasileiro neste ano.
O técnico gostou da formação com três zagueiros na vitória sobre o Joinville, no sábado, e a manteve, independentemente da postura do Paysandu. André Luiz, Henrique e Marcelo Oliveira ainda tinham a proteção de Eguren, Márcio Araújo e também do ala Wendel, que mais parecia um lateral. Tudo para segurar o ímpeto do Paysandu.
Apesar de ter o veterano centroavante Marcelo Nicácio, o Paysandu apostava em um estilo de jogo rápido, inclusive com Nicácio pelos lados. A intensa movimentação acuou o Palmeiras no começo do confronto e Fábio, já aos seis minutos, executou com dificuldade a primeira defesa da carreira em cabeçada de Raul.
Felipe Menezes, titular por conta das lesões de Wesley e Mendieta e da presença de Valdivia na seleção chilena, mostrava, mais uma vez, que não tinha condições de ser o responsável na armação das jogadas. Mesmo no campo de defesa, dava dribles inúteis e perdia quase todos os passes que tentava, irritando Gilson Kleina.
Na marra, principalmente na correria de Márcio Araújo, o Palmeiras conseguiu adiantar um pouco o seu jogo para tirar o adversário de sua intermediária, mas faltava qualidade para Juninho levar a bola até Alan Kardec ou Ananias, atacantes que passaram quase todo o primeiro tempo como se fossem espectadores.
À medida que avançava, contudo, o Palmeiras ficava mais exposto na defesa, tanto que André Luiz levou cartão para conter os rápidos contra-ataques adversários. Em um deles, o estreante Fábio virou herói ao defender com as pernas um arremate de Marcelo Nicácio, aos 31 minutos.
Só nos 15 minutos finais de primeiro tempo o Palmeiras deu mostras de que poderia controlar a partida, tocando a bola com tranquilidade e até criando boa oportunidade com Juninho, que soltou a bomba na grande área e parou nas mãos do goleiro Matheus. Antes do intervalo, Ananias ainda isolou ao concluir a única triangulação ofensiva de qualidade do time.
O período de descanso antes do segundo tempo, contudo, foi mal utilizado pelo líder da Série B. E muito bem aproveitado pelo Paysandu, que soube exercer uma pressão mais efetiva mesmo aos 41 segundos, em bola que Marcelo Nicácio apareceu livre na grande área e chutou muito longe do gol. Mas o aviso estava dado.
O Paysandu foi além da intermediária, fazendo da grande área do Palmeiras um setor propício para tocar a bola como quisesse. Assim, aos 13 minutos, com Henrique como espectador na pequena área, Djalma rolou para Pikachu só escorar com o pé para o gol vazio, embora o goleiro Fábio tenha sido o único a realmente se mexer para evitar que a rede fosse balançada.
Kleina só resolveu mexer no esquema depois de ter sofrido gol, já que parecia satisfeito com o 0 a 0 diante de um time que segue na zona de rebaixamento. Abriu mão dos três zagueiros sacando André Luiz para apostar na movimentação de Serginho. Na prática, não foi além de abrir mais espaços para o contra-ataque paraense.
Sem saber o que fazer, o técnico transformou Márcio Araújo em lateral direito ao tirar Wendel e colocar o lateral esquerdo Fernandinho como meia e, no desespero, tirou o inútil Ananias para apostar na altura do centroavante Caio. Mas nada era capaz de salvar a sofrível atuação palmeirense no Pará.
FICHA TÉCNICA:
PAYSANDU 1 X 0 PALMEIRAS
Local: estádio do Mangueirão, em Belém (PA)
Data: 12 de novembro de 2013, terça-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Marcos da Silva Brigido (CE) e Elan Vieira de Souza (PE)
Cartões amarelos: Marcelo Nicácio, Vanderson e Jailton (Paysandu); André Luiz (Palmeiras)
Cartão vermelho: Henrique (Palmeiras)
Gol:
PAYSANDU: Yago Pikachu, aos 13 minutos do segundo tempo
PAYSANDU: Matheus; Pikachu, Fábio Sanches, Leonardo e Pablo; Zé Antônio, Vanderson, Djalma e Diego Barboza (Jailton); Héliton (Aleílson) e Marcelo Nicácio (Careca)
Técnico: Vagner Benazzi
PALMEIRAS: Fábio; André Luiz (Serginho), Henrique e Marcelo Oliveira; Wendel (Fernandinho), Eguren, Márcio Araújo, Felipe Menezes e Juninho; Ananias (Caio) e Alan Kardec
Técnico: Gilson Kleina
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Diego Costa sofre ruptura muscular e é cortado de amistosos da Espanha

O atacante brasileiro Diego Costa, que foi convocado na última semana pela seleção da Espanha, não poderá mais atuar nos amistosos contra África do Sul e Guiné Equatorial. Ele sofreu uma ruptura muscular na coxa direita e foi desconvocado pelo treinador Vicente Del Bosque.
Antes do corte, Diego foi examinado por dois médicos: José María Villalón, do Atlético de Madri, e Óscar Luis Celada, da seleção. Como ambos constataram uma ruptura fibrilar de grau 2 na coxa do atleta, o atleta acabou sendo descartado pela "Fúria".

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Fabregas lamenta chance desperdiçada durante o empate sem gols com o Osasuna
Fabregas, do Barcelona, também foi cortado
Para o lugar do jogador nascido em Lagarto, no Sergipe, Del Bosque espanhol chamou Llorente, da Juventus. O ex-atacante do Athletic Bilbao vem sofrendo para conseguir uma vaga de titular na "Velha Senhora", mas foi lembrado após marcar contra o Real Madrid, pela Uefa Champions League.
Além de Diego Costa, Fábregas também foi cortado da seleção, após sentir uma lesão no joelho durante a vitória de 4 a 1 do Barcelona sobre o Betis. Para o lugar dele foi convocado Bartra, zagueiro, também do Barcelona, que nunca havia sido chamado para a equipe principal da Roja.
A Espanha enfrenta Guiné Equatorial no próximo dia 19, às 19h (horário de Brasília), pegando a África do Sul três dias depois, às 17h.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

domingo, 10 de novembro de 2013

Vasco arranca empate com Santos no Maracanã lotado e deixa Z-4 após sete rodadas

Vasco e Santos protagonizaram um jogo cheio de emoções diante de mais de 56 mil torcedores no Maracanã, e empataram em 2 a 2. O clube paulista chegou a abrir 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com Bruno Peres e Gustavo Henrique. Mas o Cruzmaltino reagiu com Edmilson e André, e selou a igualdade já aos 32 minutos do segundo tempo.
O resultado tirou o Vasco da zona de rebaixamento após sete rodadas e exatos 34 dias amargando as quatro últimas colocações. O time carioca chegou a 37 pontos, e ultrapassou o rival Fluminense após a derrota para o Corinthians. Na próxima quarta-feira, o Cruzmaltino encara o Grêmio, às 19h30 (de Brasília), em Porto Alegre.
O Santos, por sua vez, segue na metade da tabela. O clube é o 9º colocado, com 45 pontos, e voltou a ultrapassar o Flamengo. O próximo compromisso é a partida contra o Bahia, às 19h30 da próxima quinta-feira, no Pacaembu.
O jogo
Com casa cheia e motivação em alta para deixar a zona de rebaixamento, o Vasco começou o jogo da única forma que poderia: partindo para cima. O Santos, em situação bem mais cômoda na tabela, jamais escondeu a proposta de explorar os contra-ataques. O resultado foi um jogo bastante movimentado no Maracanã.
O primeiro momento de destaque, no entanto, não foi um gol ou uma boa oportunidade. Foi a lesão do meia Juninho, que levou a mão à coxa direita após cobrar uma falta na marca de 7 minutos e foi substituído por Jhon Cley.
Gazeta Press
Bruno Peres (4) recebe o abraço dos companheiros após abrir o placar no Maracanã
Bruno Peres (4) comemora após abrir o placar no Maracanã
Mau presságio para a torcida vascaína, que observou ainda mais ressabiada quando Arouca deixou Willian José absolutamente livre no contra-ataque. Mas o centroavante santista errou o arremate, e a bola passou à direita do gol defendido por Alessandro, com muito perigo.
A situação complicou-se um pouco mais quando Reginaldo também sentiu problema muscular e caiu no gramado. O camisa 91 até se esforçou para permanece em campo, mas foi substituído por André, alterando o esquema tático vascaíno do 4-2-3-1 para um 4-4-2.
O Santos, assim como fizera quando Juninho deixou o campo de maca, aproveitou o momento e, desta vez, chegou à abertura do placar. Aos 22 minutos, Bruno Peres carregou com liberdade pela intermediária e acertou lindo chute de canhota, no ângulo de Alessandro.
Quatro minutos depois, mais um golpe. Montillo cobrou falta pela esquerda e Gustavo Henrique, livre à frente da linha de impedimento vascaína, cabeceou para ampliar a vantagem santista.
Gazeta Press
Edmílson e Fagner comemoram o primeiro gol do Vasco no Maracanã
Edmílson e Fagner comemoram o primeiro gol do Vasco
As primeiras vaias ecoaram pelo Maracanã, intercaladas por cânticos de "o Vasco é o time da virada! O Vasco é o time do amor" de outra porção da arquibancada. Mas a resposta foi imediata: um minuto depois do gol de Gustavo Henrique, Fagner levantou para a área, Edmilson tentou ajeitar de cabeça para o meio e aproveitou o rebote para acertar o ângulo de Aranha: mais um bonito gol, e 2 a 1 no placar.
O Maracanã voltou a explodir como nos minutos iniciais do jogo, e o Vasco chegou próximo de empatar com André. Mas o Santos logo conseguiu "travar" o adversário, e conseguiu diversos contra-ataques perigosos na reta final do primeiro tempo. Montillo obrigou Alessandro a fazer grande defesa, e Fagner quase marcou contra após cruzamento de Geuvânio antes do apito do árbitro goiano Wilton Pereira Sampaio.
Veio a segunda etapa, e a tônica se manteve: ataque vascaíno, contra-ataque santista. Arouca, um verdadeiro "carrapato" na marcação, e Marlone, com muita velocidade e jogadas individuais para abrir a defesa visitante, também seguiram se destacando nos dois lados.
O camisa 30 vascaíno foi justamente o responsável pela primeira grande oportunidade dos donos da casa nos 45 minutos finais. Após assistir a uma chance desperdiçada por Geuvânio, Marlone recebeu pela direita, cortou a marcação e finalizou de canhota, buscando o ângulo. Mas Aranha voou e fez defesa espetacular com a ponta dos dedos para impedir o empate dos donos da casa.
O jogo foi esquentando, e ambos os lados seguiram encontrando oportunidades, no "abafa" ou no contra-ataque. Montillo e Willian José forçaram Alessandro a operar mais duas defesas. André, Jhon Cley e Fagner também tentaram, mas pararam na própria falta de pontaria e na zaga santista. 
Até que, enfim, os mais de 55 mil vascaínos que sofriam junto com o time no Maracanã puderam soltar o grito, na marca de 32 minutos. André recebeu de Edmilson na área, girou e chutou cruzado, rasteiro. A bola viajou mansamente, e ainda acertou a trave de Aranha antes de deixar tudo igual no Maracanã.
Ficou por isso: 2 a 2, resultado que tira o Vasco da zona de rebaixamento após mais de um mês de amargura, e mantém o Santos na porção intermediária da tabela de classificação.
FICHA TÉCNICA
VASCO 2 X 2 SANTOS
Local: Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 10 de novembro de 2013, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e Rafael da Silva Alves (RS)
Cartões amarelos: André e Yotún (Vasco); Willian José e Geuvânio (Santos)
Gols: Vasco - Edmilson, aos 28 minutos da primeira etapa, e André, aos 32 do segundo tempo; Santos - Bruno Peres, aos 24, e Gustavo Henrique, aos 27 minutos do primeiro tempo
VASCO: Alessandro; Fagner, Jomar, Cris e Yotún; Abuda, Pedro Ken, Juninho Pernambucano (Jhon Cley, depois Bernardo) e Marlone; Reginaldo (André) e Edmilson.
Técnico: Adilson Batista.
SANTOS: Aranha; Bruno Peres, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca, Cícero e Montillo; Geuvânio e Willian José (Alan Santos).
Técnico: Claudinei Oliveira.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN
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