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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Itália é vaiada e sofre, mas vence o Japão, que dá olé

A Itália sofreu, foi vaiada e não brilhou. O Japão deu show, ouviu a torcida em Recife gritar 'olé', encantou o público. A Itália venceu criticada; o Japão perdeu ovacionado. Itália 4 x 3 Japão. A Arena Pernambuco viu um jogo histórico, o melhor até agora da Copa das Confederações.
Um jogo de dois treinadores italianos, que poderia ter sido uma aula de catenaccio, de jogo defensivo, de futebol feio. Mas foi movimentado, repleto de boas jogadas ofensivas, e, também, de falhas da defesa.
Os japoneses fizeram 30 minutos primorosos no primeiro tempo e outros 20 no segundo. A Itália fez quatro gols. No fim da partida, os torcedores gritaram "Japão, Japão". Era o reconhecimento à luta dos japoneses. O empate talvez fosse um resultado mais justo. Mas não há justiça no futebol.
O Japão está fora da Copa das Confederações. Com duas derroas e zero ponto, o time agora enfrenta o México, no sábado, em Belo Horizonte, apenas para cumprir tabela. A Itália, com seis pontos, enfrenta o Brasil, em Salvador, na luta pelo primeiro lugar na chave.
Reuters
...e mandou para o alvo
O gol de Balotelli, de pênalti, foi o terceiro da Itália na partida
O jogo
O treinador da Itália, Cesare Prandelli, começou a partida com duas mudanças em relação à vitória por 2 a 1 sobre o México, no sábado. O lateral-direito Abate deu lugar a Maggio, e Marchisio saiu para a entrada de Aquilani.
A escalação só foi confirmada nesta quarta-feira, porque Prandelli não queria dar armas a Alberto Zaccheroni, com receio de que o treinador da seleção japonesa, também italiano, pudesse armar uma equipe que neutralizasse as ações da Azzurra.
O mistério não adiantou. Bem postados em campo, trocando passes com calma e errando pouco, os japoneses dominaram o início da partida. A Itália, tão experiente em decisões, estava assustada - o Japão marcava a saída de bola e levava perigo.
O primeiro gol da partida poderia ter saído aos 5 minutos, quando Maeda cabeceou na linha da pequena área, e o Buffon fez ótima defesa; ou aos 7, no chute de Endo, aos 16, quando Buffon pulou bem para defender um chuta de Kagawa, de fora da área.
Reuters
Italianos reclamaram bastante após a marcação do pênalti
Italianos reclamaram bastante após a marcação do pênalti
O Japão era melhor, mas o lance que ocasionou o primeiro gol foi um pênalti inexistente. Após falha de De Siglio em um recuo de bola, Buffon dividiu com Okazaki - o árbitro argentino Diego Abal assinalou a falta dentro da área. Na cobrança da penalidade, Honda fez 1 a 0.
A Itália parecia perdida em campo e, logo aos 30 minutos, Prandelli mostrou que a estratégia para o jogo não havia funcionado: ele tirou Aquilani, uma das novidades da equipe, para colocar Giovinco.
Aos 33 minutos, a defesa italiana falhou novamente. Após uma cruzamento na área, a bola passou por entre Chielini e Montolivo. Kagawa, em posição legal, pegou de virada, de primeira, marcando um belo gol.
Reuters
Destaque da seleção asiática, Kagawa comemora após marcar
Destaque da seleção asiática, Kagawa comemora após marcar

O Japão vencia por 2 a 0. E a torcida na Arena Pernambuco gritava Olé. Um grito muito maior do que o ouvido na vitória da Espanha sobre o Uruguai, no domingo. O Japão ganhava o jogo e a torcida brasileira.
A reação italiana demorou, mas aconteceu. Perdendo por diferença de dois gols, os tetracampeões finalmente entraram na partida. Aos 41 minutos, em cobrança de escanteio, Pirlo cruzou na cabeça de De Rossi, que desviou sem chances para o goleiro Kawashima. Aos 45, Balotelli - até então adormecido na partida - tocou de cabeça para Giacherini, que chutou na trave.
A pressão italiana do fim da primeira etapa repetiu-se no início do segundo tempo. Jogando com seus meio-campistas avançados e marcando a saída de bola, a equipe de Cesare Prandelli acuava os japoneses, à procura de uma chance para empatar.
Getty
Giaccherini se aproveitou de falha de Yoshida, fez boa jogada individual, chutou cruzado...
Giaccherini se aproveitou de falha de Yoshida e cruzou
A chance não demorou. Aos 4 minutos, Yoshida tentou proteger a bola na linha de fundo, mas acabou perdendo a posse para Giaccherini, que cruzou para o meio da área. Uchida tentou afastar e marcou contra.
O gol deu ainda mais ânimo aos italianos, ao passo que os japoneses pareciam assustados. Aos 6, Giovinco chutou de fora da área, a bola bateu nas pernas e depois no braço de Hasebe, e o árbitro argentino Diego Abal marcou pênalti. Na cobrança, Balotelli colocou a Itália à frente.
Os italianos tomaram o controle do placar, mas perderam o controle do jogo. E o Japão voltou ao ataque, embora não criasse muitas chances. Nem precisou de tantas. Aos 24 minutos, Endo cobrou falta na área, e Okazaki antecipou-se a Montolivo para concluir de cabeça, fazendo 3 a 3.
Dois minutos depois, Honda quase marcou um golaço. Depois de se livrar de três italianos, ele chutou para ótima defesa de Buffon. Aos 30, foi a vez de Hasebe criar grande oportunidade - o chute da entrada da área, de primeira, passou por sobre o gol.

O Japão voltava a mandar no jogo. E, aos 37 minutos, protagonizou um lance inacreditável: Okazaki, frente a frente com Buffon, chutou na trave; no rebote, Kagawa concluiu de cabeça. A bola bateu no travessão.

A Arena Pernambuco pulsava aos gritos de Olé para os japoneses.

Mas quem gritou, no fim, foi a Itália. Aos 40 minutos, Marchisio recebeu passe pela esquerda e tocou para Giovinco, livre e com o gol vazio, fazer o quarto dos italianos.

Valente, o Japão buscou o empate e até balançou a rede com Yoshida, mas ele estava impedido. No fim, a torcida gritou pelo Japão novamente. Era o reconhecimento a um time bravo, valente e que jogou de igual para igual com a tetracampeã do mundo.
FICHA TÉCNICA:
ITÁLIA 4 x 3 JAPÃO
Local: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE)
Data: 19 de junho de 2013, quarta-feira
Horário: 19 horas (de Brasília)
Árbitro: Diego Abal (Argentina)
Assistentes: Juan Pablo Belatti e Hernan Maidana (Argentina)
Cartões amarelos: Buffon e De Rossi (Itália); Hasebe (Japão)
Gols: 
ITÁLIA: De Rossi, aos 40 minutos do primeiro tempo; Uchida, contra, aos quatro, e Balotelli, aos sete, e Giovinco aos 40 minutos do segundo tempo
JAPÃO: Honda, aos 21, e Kagawa, aos 32 minutos do primeiro tempo; Okazaki, aos 23 minutos do segundo tempo
ITÁLIA: Buffon; Maggio (Abate), Chiellini, Barzagli e De Sciglio; Pirlo, De Rossi, Montolivo, Giaccherini (Marchisio) e Aquilani (Giovinco); Balotelli
Técnico: Cesare Prandelli
JAPÃO: Kawashima; Uchida (Sakai), Yoshida, Konno e Nagatomo; Hasebe (Nakamura), Endo, Kagawa e Honda; Okazaki e Maeda (Havenaar)
Técnico: Alberto Zaccheroni
Reuters
...Uchida desviou contra a própria meta e fez o gol. Itália 2 x 2 Japão
Uchida desaba após marcar o gol contra que empatou o duelo por 2 a 2
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Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

terça-feira, 18 de junho de 2013

Quando o jogo vale, Brasil virou ainda mais freguês do México

Por Paulo Cobos e Lucas Borges, de Fortaleza para o ESPN.com.br
 
Getty
Jogadores do México comemoram a vitória sobre o Brasil na Olimpíada de Londres
Jogadores do México comemoram a vitória sobre o Brasil na final da Olimpíada de Londres
 
Se Felipão teme o retrospecto geral recente do Brasil contra o México, ele deve se preocupar ainda mais com o jogo de quarta-feira, em Fortaleza, pela segunda rodada da Copa das Confederações.
O jogo vale três pontos, e nessa situação o México, antigo saco de pancadas, é ainda mais carrasco da seleção brasileira nos últimos anos.

Nos últimos sete jogos oficiais entre os dois países, sem contar competições com limite de idade, como Olimpíada ou Jogos Pan-Americanos, foram seis vitórias mexicanas e uma só dos brasileiros, que ainda perderam a decisão dos Jogos de Londres, no ano passado, para a seleção alviverde.

Essa série começou justamente na Copa das Confederações. Em 1999, jogando em casa, o México ganhou de 4 a 3 da seleção brasileira que tinha Vanderlei Luxemburgo como técnico.

Antes dessa partida, haviam acontecido oito confrontos oficiais entre Brasil e México. E a supremacia nacional era quase total, com sete vitórias e só um empate.

"Não tenho o México entalado na garganta. Essa coisa de revanche não passa pela minha cabeça", diz o lateral-esquerdo Marcelo sobre a freguesia contra os mexicanos.
Em amistosos, até que o Brasil vai um pouco melhor. Nos últimos três realizados entre os dois países, foram duas vitórias brasileiras e uma dos mexicanos.

Edição: Blog do Adeylson Sousa

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Flamengo e Renato Abreu rescindem contrato amigavelmente

Meia de 35 anos deve assinar com o Bahia para o restante do Brasileiro


O Flamengo confirmou nesta segunda-feira, por meio do seu site oficial, a rescisão de contrato com o meia Renato Abreu, de 35 anos. O vínculo do jogador com o clube venceria no final do ano.
Com a camisa do Fla, Renato Abreu faturou um Campeonato Carioca e uma Copa do Brasil. "A diretoria rubro-negra agradece a Renato pelos serviços prestados e deseja ao atleta sucesso na continuidade de sua carreira", diz trecho da nota divulgada pelo site do Rubro-Negro.
Pouco utililizado por Jorginho neste Brasileiro, Renato Abreu pode estar assinando com o Bahia nos próximos dias.

Nigéria abusa das gracinhas e toma gol histórico, mas goleia fácil o Taiti

O duelo era desigual. De um lado, a Nigéria e sua tradicional força física. Do outro, o Taiti e seu futebol amador. Como não poderia deixar de ser, uma grande goleada. Mesmo abusando das gracinhas e tomando um inesperado gol, a seleção nigeriana estreou com o pé direito na Copa das Confederações: 6 a 1 sobre os taitianos.
Jonathan Tehau foi o responsável pelo histórico gol do Taiti, mas também acabou marcando um gol contra. Oduamadi, três vezes, e Echiejile, mais duas vezes, definiram o placar da goleada.
Com a vitória, a Nigéria assume a liderança do grupo B por conta do saldo de gols. A Espanha também venceu seu jogo de estreia, diante do Uruguai, mas por 2 a 1.
A bola volta a rolar na próxima quinta-feira para o grupo B. O Taiti vai até o Rio de Janeiro, onde enfrentará a poderosa seleção da Espanha às 16 horas. Já a Nigéria viaja até Salvador, onde vai enfrentar o Uruguai às 19 horas.
O jogo
O primeiro gol nigeriano saiu muito rápido. Quando o povo mineiro começava a esquentar a torcida pelo Taiti, com direito até a gritos de ‘olé', uma jogada completamente estranha abriu o placar logo aos quatro minutos. Echiejile chutou de longe, a bola desviou em dois jogadores e matou completamente o goleiro Xavier Samin no lance.
Getty
Atletas do Taiti comemoram gol do Taiti contra a Nigéria
Atletas do Taiti comemoram gol do Taiti contra a Nigéria
Cinco minutos depois, o segundo gol. A defesa taitiana saiu jogando completamente errado e deu a bola nos pés de Oduamadi. O nigeriano ainda passou como quis por dois zagueiros antes de deslocar o goleiro.
Aos 15, Musa ficou sozinho na área, mas fez mais graça que o necessário, tentou driblar o goleiro e perdeu gol feito. Mesmo na base da brincadeira, a Nigéria fez o terceiro. Contando com grande ajuda do goleiro taitiano. Samin foi agarrar um cruzamento rasteiro, mas deixou a bola escapar nos pés de Oduamadi, que apenas completou para o gol vazio.
Quatro minutos depois, a Nigéria perdeu mais um gol feito. E de novo por falta de seriedade. Ujah chegou sozinho na cara do goleiro, mas tentou o drible e acabou desarmado. Aos 38, foi a vez de Mba perder um gol feito, escorregando em frente a Samin.
O Taiti aproveitou a distração adversária e chegou duas vezes com perigo. Uma aos 33, quando o nigeriano Omeruo desviou cruzamento que encontraria Alvin Tehau sozinho dentro da área. A segunda veio aos 42. Após cruzamento de Aitamai, Chong Huechegou livre, mas não conseguiu a cabeçada.
Assustada, a Nigéria apertou um pouco o ritmo e definiu o placar. Aos 22, o mesmo Jonathan Tehau acabou marcando contra. Após nova jogada de Oduamadi, a zaga taitiana tentou cortar, mas errou feio e acabou balançando as próprias redes.
O segundo tempo começou no mesmo ritmo, com a Nigéria preguiçosa. O castigo veio aos nove minutos. Cobrança de escanteio pela esquerda, e Jonathan Tehau subiu mais que todo mundo na segunda trave para mandar para a rede. O primeiro gol da história do Taiti em um torneio internacional. Para delírio da torcida mineira.
Aos 31 minutos, a Nigéria chegou ao quinto gol. Ideye foi lançado sozinho pela ponta direita, chegou até a linha de fundo e cruzou. No meio da área, Oduamadi apenas completou. Foi o terceiro deles na partida. O golpe final veio aos 34 minutos. Após pressão na saída de jogo, a bola sobrou para Echiejile encher o pé e marcar o sexto e último gol nigeriano.
FICHA TÉCNICA
TAITI 1 X 6 NIGÉRIA
Local: Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 17 de junho de 2013, segunda-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Joel Aguilar (El Salvador)
Assistentes: William Torres e Juan Zumba (ambos do El Salvador)
Cartão amarelo: Omeruo (Nigéria)
Gols:
TAITI: Jonathan Tehau, aos nove minutos do segundo tempo
NIGÉRIA: Echiejile, aos cinco, e Oduamadi, aos nove e aos 26 minutos do primeiro tempo; Jonathan Tehau (contra), aos 24, Oduamadi, aos 31, e Echiejile, aos 35 minutos do segundo tempo
TAITI: Samin; Ludivion, Vallar (Faatiarau) e Jonathan Tehau; Simon (Lemaire), Bourebare, Caroine e Aitamai; Vahirua (Atani), Chong-Hue e Alvin Tehau
Técnico: Eddy Etaeta
NIGÉRIA: Enyeama; Ambrose, Oboabona, Omeruo (Egwuekwe) e Echiejile; Ogude, Obi Mikel e Mba (Ogu); Oduamadi, Musa e Ujah (Ideye)
Técnico: Stephen Keshi

Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

domingo, 16 de junho de 2013

Espanha dá show no 1º tempo, é vaiada no segundo, mas vence o Uruguai





Soldado comemora ao marcar o segundo gol da Espanha contra o Uruguai na Copa das Confederações

A Espanha foi duas Espanhas neste domingo em Recife. Primorosa no primeiro tempo e preguiçosa no segundo, com direito a gritos de 'Olé', mas também a vaias na Arena Pernambuco, a campeã mundial e europeia venceu o Uruguai por 2 a 1, na estreia da duas seleções na Copa das Confederações.

Foi a décima partida entre as duas seleções, e o Uruguai segue sem vencer a Espanha. Foram seis vitórias dos europeus e quatro empates - incluindo a primeira entre os dois times, um 2 a 2, na Copa do Mundo de 1950, no Brasil.

O placar, contudo, não mostrou o que foi o jogo. Apesar de ter sonhado com um empate nos minutos finais, o Uruguai foi dominado durante quase todo o duelo. Pelo que se viu no primeiro tempo, o campeão da Copa América poderia até ter saído da Arena Pernambuco com uma goleada.
Getty
Jogadores da Espanha comemoram o gol de Pedro
Jogadores da Espanha comemoram o gol de Pedro
O técnico Vicente del Bosque só desfez o mistério sobre a escalação a uma hora e meia do jogo. Iker Casillas, goleiro do Real Madrid que foi barrado por José Mourinho no clube, foi confirmado como titular, com Victor Valdés preterido. No ataque, Soldado formou a dupla com Pedro, deixando Villa no banco.
O jogo marcava o duelo entre dois estilos. Os espanhois costuma dominar o meio campo e correr com a bola, e os uruguaios têm por característica correr atrás da bola, sempre combativos na defesa. Foi assim na última Copa do Mundo, quando as duas seleções foram as que mais correram - cada uma com seus objetivos e características.
Foi assim, também, neste duelo pela Copa das Confederações.
Desde o início da partida, a Espanha tocava a bola no meio-campo com o quarteto formado por Xavi, Iniesta, Fábregas e Busquets, esperando o melhor momento para ser incisiva. O Uruguai cercava, tentando tomar a bola para buscar contra-ataques.
E foi assim, tocando a bola com rapidez à espera de uma brecha, que a Espanha quase marcou aos 9 minutos. Depois de jogada de Jordi Alba pela esquerda, Iniesta fez um corta-luz e a bola sobrou para Fábregas, na entrada da área. O chute rasteiro bateu na trave direita de Muslera.
15 minutos de jogo, e a Espanha tinha 84% de posse de bola.
Aos 16, Iniesta tabelou com Pedro e tentou lançar Fábregas. A bola bateu no calcanhar do camisa 10 e sobrou para Iniesta chutar. Muslera defendeu com dificuldade.
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Pedro marcou o primeiro gol da Espanha contra o Uruguai aos 19 minutos do primeiro tempo
Pedro marcou o primeiro gol da Espanha contra o Uruguai aos 19 minutos do primeiro tempo

A insistência e a superioridade viraram gol aos 20 minutos. Depois de cruzamento na área uruguaia, a bola foi afastada, e Pedro chutou de primeira. A bola ainda bateu em Lugano e enganou Muslera, abrindo o placar na Arena Pernambuco.
O gol não esfriou a seleção espahola. A chuva que desabou sobre a Arena Pernambuco, também não. E o segundo gol quando saiu quando Xavi cobrou falta aos 26 minutos, por sobre o gol.
O Uruguai, por sua vez, demorou 29 minutos para ter sua primeira chance de gol, quando Cavani tocou de cabeça após uma cobrança de falta. Casillas defendeu.
Dois minutos depois, a Espanha respondeu com um belo gol. Fábregas recebeu de frente para a área, armou um chute mas tocou de forma precisa para Soldado. O atacante, confirmado por Del Bosque no time titular na última hora, fez o que se espera de um artilheiro: com um chute preciso, aumentou a vantagem dos campeões do mundo.
O terceiro gol poderia ter saído aos 37 minutos, quando o chute de Pique parou em Muslera, por puro reflexo do goleiro uruguaio, ou aos 38, quando Lugano cortou cruzamento de Jordi Alba. Talvez aos 43, quando Sergio Ramos cabeceou para fora após passe de Xavi. Mas o primeiro tempo terminou mesmo 2 a 0. Foi pouco.
No começo da segunda etapa, a história se repetiu. Toques rápidos, domínio da posse de bola, e o Uruguai correndo atrás de um desarme, de uma chance, de uma falha dos espanhois. Mas os espanhois falhavam pouco e atacavam de forma eficiente. Aos 4 minutos, Soldado ficou a centímetros de completar um cruzamento direto para a rede.
Aos 10, Iniesta livrou de três marcadores, mas chutou para fora. A torcida, que começou em sua maioria apoiando o Uruguai, gritou 'olé' para os espanhóis.
A mesma torcida ensaiou uma ou outra vaia quando a seleção campeã do mundo e da Europa quando os espanhois começaram a tocar a bola no meio-campo, com menos ações ofensivas e diminuindo o ritmo do jogo.

Aí, a Espanha parou.
Com o jogo morno, a torcida passou a se ocupar de outras coisas: uma delas foi gritar o nome de Forlan, que entrou em campo e pouco fez; outra, criar uma disputa entre gritos de times locais. A torcida do Sport gritava o nome do time, enquanto a do Náutico respondia com a menção de que o rival está na segunda divisão.

A torcida só acordou quando, aos 38 minutos, Luis Suárez acertou uma bela cobrança de falta, diminuíndo a desvantagem dos uruguaios no placar e recolocando o time na partida.

Mas o Uruguai não tinha muito mais a fazer. Nos minutos finais, de forma desesperada, ainda tentou arrumar um empate que seria tão esplêndido quanto injusto. Mas não conseguiu. 
Fonte: espn
Por João PauLLo Reavendo

Com torcida à brasileira e golaço, Itália bate México

A Itália venceu o México por 2 a 1 na Copa das Confederações

A Itália venceu o México por 2 a 1, no Maracanã, neste domingo, pela primeira rodada da fase de grupos da Copa das Confederações. Os gols da Azzurra foram marcados por Pirlo e Balotelli. Chicharito Hernández balançou as redes para os mexicanos. Com o resultado, a equipe de Cesare Prandelli ocupa a vice-liderança do Grupo A do torneio, com os mesmos três pontos do Brasil, mas perdendo no saldo de gols. 


O México é o terceiro colocado, ainda sem pontos. Na próxima rodada, os italianos enfrentam o Japão, na Arena Pernambuco. Os mexicanos jogarão contra o Brasil, em Fortaleza. Os dois confrontos acontecerão na próxima quarta-feira.

Pirlo faz golaço e Chicharito empata

A seleção italiana começou tomando as ações e teve uma grande chance de gol logo aos 6’, quando Balotelli recebeu belo passe de Montolivo e, dentro da área, obrigou Corona a fazer boa defesa. Dois minutos depois, o atacante do Milan voltou a dar trabalho, desta vez em chute de fora da área. Os mexicanos responderam logo depois, quando Guardado acertou a trave de Buffon.

O México começava a equilibrar o jogo quando Pirlo abriu o placar aos 27’, em uma grande cobrança de falta. Corona, de maneira estranha, recolheu o braço no lance, mas a falha não diminuiu o golaço do maestro da Azzurra. No entanto, minutos depois, Barzagli vacilou na saída de bola e, aos 33’, acabou derrubando Giovanni dos Santos dentro da área. Chicharito Hernández bateu com categoria e empatou o jogo.

Balotelli marca e é ovacionado

A etapa derradeira não teve tantos lances de perigo quanto os primeiros 45 minutos. O jogo ficou muito concentrado no meio de campo, mas a Itália foi superior e chegava com mais perigo na área mexicana. As principais chances, no entanto, foram na bola parada, sempre com Pirlo. O camisa 21 quase marcou o seu segundo gol de falta aos 53’ – a bola ‘tirou tinta da trave.

Aos 78’, a Azzurra conseguiu entrar na área do time adversário após bela troca de passes. Balotelli usou sua força na disputa de corpo e conseguiu estufar as redes de Corona, recolocando os italianos na frente. Na comemoração, o polêmico jogador somente tirou a camisa (o que lhe rendeu um cartão amarelo) e ficou sério, como geralmente faz após marcar seus gols. Aos 85’, quando foi substituído por Gilardino, Balotelli foi ovacionado pelo Maracanã, que o reconheceu como grande herói do dia.


Fonte: GOAL

sábado, 15 de junho de 2013

Brasil faz 3 a 0 no Japão na abertura da Copa das Confederações no DF

Neymar, Paulinho e Jô marcaram para a seleção brasileira em Brasília


Bela atuação do Brasil
O nervosismo da estreia do Brasil somado à
pressão pelo jejum de Neymar, que não marcava há nove jogos, foram derrubados com o golaço, aos três minutos. Ao marcar na abertura da Copa das Confederações, o atacante ajudou a construir a vitória sobre o Japão, por 3 a 0, e entrou para a história da seleção com o gol mais rápido em estreias de competições Fifa.
Paulinho e Jô ampliaram o placar no segundo tempo. O Brasil volta a jogar nesta quarta-feira, contra o México, em Fortaleza.
O início do jogo não poderia ter sido melhor para o Brasil. O nervosismo da estreia somado à pressão pelo jejum de Neymar, que não marcava há nove jogos, foram derrubados com o golaço, aos três minutos. Marcelo fez um lançamento longo da esquerda, Fred escorou a bola com o peito e Neymar chutou forte com o pé direito e marcou o primeiro gol do Brasil.
Até hoje, nenhum brasileiro tinha ido às redes tão rápido no primeiro jogo de um torneio chancelado pela entidade dona da Copa do Mundo. Até então, o gol mais rápido do Brasil em um torneio Fifa havia saído aos 5 minutos do primeiro tempo, em duas ocasiões. Em 1998, na Copa do Mundo disputada na França, César Sampaio marcou de cabeça contra a Escócia. Em 2009, na Copa das Confederações, Kaká fez o dele contra o Egito, garantindo um início tranquilo à equipe.
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FOTO: Globoesporte.com
Neymar não é o mais rápido quando se considera todas as partidas do Brasil em competições desse porte. Em 1958, por exemplo, Vavá abriu o placar na semifinal contra a França logo aos 2 minutos.
Mais leve com a vantagem no placar, o time manteve a formação tática testada por Felipão nos amistosos contra Inglaterra e França. Neymar jogava mais centralizado. Oscar começou o jogo posicionado na direita e Hulk na esquerda. Os dois, porém, invertiam de posição com frequência.
Mesmo dominando a partida e com uma defesa sólida, com boas atuações de Thiago Silva e David Luiz, o Brasil era assustado pelo Japão. Isso acontecia sempre em chutes de fora da área.
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FOTO: Globoesporte.com
Aos cinco minutos de jogo, Honda cobra falta da esquerda, longe da área, e Júlio César espalma uma bola perigosa. O meia japonês assustou o goleiro brasileiro outra vez, aos 18 minutos, também com um chute forte de fora da área.
O time de Felipão dominava o jogo, tinha mais posse de bola e até quase ampliou o placar ainda no primeiro tempo, nos minutos finais, após uma tabela de Neymar e Fred. O centroavante venceu a marcação do zagueiro japonês e tocou para o gol. Kawashima, porém, defendeu.
O Brasil voltou para o segundo tempo com a mesma formação. Aos dois minutos, ampliou o placar e decretou a vitória no estádio Mané
Garrincha. Após cruzamento de Daniel Alves, a bola sobrou para Paulinho, que dominou e chutou forte para o gol.
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FOTO: Globoesporte.com
Com a vantagem de dois gols, o Brasil tinha tranquilidade em campo, maior posse de bola e levava apenas sustos isolados dos japoneses. Felipão, então, resolveu testar uma formação de meio campo diferente, usada nos amistosos contra Inglaterra e França, com três volantes em campo: Luiz Gustavo, Paulinho e Hernanes, que entrou no lugar de Hulk.
Com o trio, o time fechou o meio-campo e impediu avanços perigosos dos japoneses. A vitória na estreia já estava garantida.
Fonte: Com informações do UOL

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Balotelli sente dores na coxa e vira dúvida para a estreia da Itália

O atacante Balotelli sentiu dores na coxa esquerda e deixou o treinamento fechado, sem a presença da imprensa, realizado no campo anexo do Engenhão, nesta sexta-feira à tarde. Com isso, o jogador do Milan virou dúvida para a estreia da Itália na Copa das Confederações, neste domingo às 16h, contra o México, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
Balotelli será reavaliado pelos médicos neste sábado, antes do treino de reconhecimento de gramado no Maracanã. Se o atacante não tiver condições de atuar, o técnico Cesare Prandelli ficará sem a sua principal esperança de gols da equipe. Gilardino é o outro único atacante de área do elenco da Azzurra. Giovinco, Cerci e El Shaarawy são as outras opções ofensivas.
"Ele sentiu dores e teve de ser retirado do treino. Pela minha experiência, acho que terá condições para jogar, mas não podemos garantir porque os jogadores vêm de uma temporada muito desgastante", disse Enrico Castelacci, médico da Federação Italiana de Futebol.
Apesar de não haver uma confirmação, a provável escalação da Azzurra para o duelo com os mexicanos é: Buffon; Abate, Barzagli, Chielinni e De Sciglio; De Rossi, Pirlo, Montolivo, Marchisio e Giaccherini; Balotelli (Gilardino).

Taiti tem que pagar pelo uniforme e pode ficar 'sem roupa' no fim da Copa das Confederações

Cinco jogos de uniforme, três na cor vermelha e dois na branca. Isso é tudo que o Taiti tem a disposição para a disputa da Copa das Confederações. A federação de futebol taitiano fechou recentemente um patrocínio com a Nike, mas teve que pagar pelo fornecimento do material esportivo. Sem dinheiro, a seleção comprou exatamente o que era necessário.
Mas na verdade, o Taiti nem pensa em passar para as semifinais. A seleção já sabe que usará a cor vermelha em dois jogos da primeira fase. A partida diante da Espanha será de branco. Os outros dois jogos são reservas para um possível ‘acidente', como rasgos ou sujeiras de sangue.
E mesmo com os poucos uniformes, os jogadores estão liberados para trocar camisas ao final de cada partida. O objetivo é aproveitar a experiência de jogar uma competição profissional pela primeira vez e, por isso, a ‘tietagem' aos ídolos de outros países está liberada.
Assim, se a ‘zebra' resolver dar uma força para o Taiti, é bem possível que algum dos jogadores acabe sem uniforme, já que quem passar da primeira fase fará necessariamente cinco jogos - os três do grupo, a semifinal e um final ou uma disputa de 3º lugar.
Sem venda - Sem uniforme para vestir e também sem uniforme para vender. Com o patrocínio recente, é impossível encontrar camisas do Taiti a venda nas lojas. O assessor de imprensa da seleção, Olivier Huc, espera que ao menos as lojas oficiais da Fifa tenham exemplares extras para comercialização.

Vitória quita dívida de quase R$ 2 mi para poder fechar com a Caixa

Em bom momento dentro de campo, com a vice-liderança do Campeonato Brasileiro assegurada até a volta do torneio, o Vitória obteve um bom resultado fora dos campos nesta quarta. Alexi Portela, presidente do clube, esteve com ACM Neto, prefeito de Salvador, para quitar uma antiga dívida fiscal do Rubro-negro correspondente à quase R$ 2 milhões.
Em reunião no Palácio Thomé de Souza, sede da prefeitura soteropolitana, Portela pagou à vista exatamente R$ 1,874 milhão, correspondente a um acúmulo de impostos atrasados.

Desta maneira, o Vitória quita suas dívidas com o Estado e pode, portanto, obter a Certidão Negativa de Débito, documento exigido para poder assinar novos acordos comerciais com órgãos estatais. Neste caso, o novo parceiro será a Caixa Econômica Federal, que vem negociando com a equipe há alguns meses para ocupar o posto de patrocinador máster do time.

O próprio presidente já sinalizou o fechamento da nova parceria com o banco estatal: "Hoje é um dia histórico para o nosso clube. Quero agradecer publicamente o prefeito ACM Neto que, desde o início das negociações, teve muita sensibilidade e se empenhou para que o Vitória conseguisse limpar o seu nome junto ao município. Se não houvesse o acordo, o Vitória não teria a menor possibilidade de receber cerca de R$ 3 milhões do convênio", declarou Portela.

Além da quitação da dívida, a reunião com ACM Neto definiu também a colaboração da Prefeitura de Salvador nas obras nos arredores do Barradão, casa do clube. "A Prefeitura vai fazer intervenções viárias e algumas obras de manutenção asfáltica no entorno do Barradão e nas vias de acesso ao estádio para dar mais conforto principalmente aos torcedores do Vitória", disse o prefeito.

Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Mano Menezes é o novo treinador do Flamengo

Após intensas negociações, a novela chegou ao fim e o Flamengo já tem um novo treinador: Mano Menezes. O treinador volta à ativa após ser demitido da seleção brasileira, em novembro de 2012. Mano começa a trabalhar efetivamente na próxima segunda-feira, dia 17 de junho, quando o elenco rubro-negro volta de férias. A estreia será contra o Coritiba, dia 6 de julho, em local ainda a ser confirmado. O técnico assina até dezembro de 2014. O clube já anunciou o acerto em seu site oficial. 
"De Nação para a Nação. Ser técnico do CR Flamengo é meu novo grande trabalho. Um orgulho!", escreveu o técnico em seu Twitter após o acerto. 
Aos 51 anos, o gaúcho de Passo do Sobrado é o treinador de renome que a diretoria desejava após uma experiência em técnico inexperiente, como Jorginho. Mano Menezes comandará o processo de reestruturação do futebol rubro-negro, tarefa semelhante à que desempenhou à frente de Grêmio, de 2005 a 2007, e Corinthians, de 2008 a 2010. A oportunidade de trabalhar no clube mais popular do Brasil seduziu o treinador. 
O primeiro encontro ocorreu no último domingo, em São Paulo. Mano se reuniu com o vice de futebol, Wallim Vasconcellos, o vice de marketing, Luiz Eduardo Baptista, e o vice de finanças, Rodrigo Tostes. O projeto foi apresentado e Mano gostou do que viu. Na segunda-feira, Mano confirmou ao programa Bola da Vez, da ESPN Brasil, ser "simpático" ao projeto rubro-negro. 
"O Flamengo é um grande clube do Brasil, passa por uma fase de reestruturação e gosto do conceito que estão tentando implantar. É exatamente isso que acredito. Existe uma simpatia inicial pelo projeto. O que vai acontecer nos próximos dias depende da possibilidade de fazer um bom trabalho. Porque técnico não é um sujeito milagroso. Precisa ter material humano para fazer trabalho. Mesmo num projeto mais longo, você tem que estar preparado para produzir resultado. Porque não existe projeto longo que sobreviva sem resultado", disse Mano. 
No mesmo dia, o técnico e seu empresário, Carlos Leite, fizeram uma contraproposta à oferta inicial do Flamengo, que contemplava um valor fixo um pouco acima do recebido por Jorginho e bonificações por metas alcançadas, como permanência no G4 do Campeonato Brasileiro ou conquista de títulos. Mano gostou, mas pediu um valor fixo um pouco mais acima. Na terça-feira, as negociações avançaram, os números se aproximaram e nesta quinta finalmente a contratação foi fechada. O técnico chega ao clube com um auxiliar técnico, provavelmente Sidnei Lobo, e um preparador físico. 
No Flamengo, Mano Menezes reencontrará velhos conhecidos. O diretor-executivo de futebol, Paulo Pelaipe, responsável pelo contato inicial com o técnico, já trabalhou com ele no Grêmio. Mesmo caso do meia-atacante Carlos Eduardo, estrela do time de Mano de que chegou à final da Libertadores de 2007. Já o volante Elias foi titular de campanhas vitoriosas de Mano Menezes no comando do Corinthians, entre elas o título da Copa do Brasil de 2009. Confira abaixo a ficha técnica do novo treinador rubro-negro.
Nome: Luiz Antônio Wenker Menezes
Nascimento: 11 de junho de 1962 (51 anos)
Clubes como treinador: Guarani-RS (97 a 2002 e 2003), Brasil de Pelotas (2002), Iraty-PR (2003), XV de Novembro do Campo Bom (2004), Caxias (2004 a 2005), Grêmio (2005 a 2007), Corinthians (2008 a 2010). 
Seleção brasileira: 2010 a 2012
Atualizada às 20h46

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Com possível saída de Luis Fabiano, São Paulo mira ex-atacante do Dortmund

Luis Fabiano pode estar de saída do São Paulo. Com propostas de fora do Brasil, o atacante tem chances de ser vendido na janela de transferências para a Europa. Desta forma, a equipe tricolor já tem um nome para substituir o camisa 9: o argentino naturalizado paraguaio Lucas Barrios.
Barrios está desde o ano passado no Guangzhou Evergrande, da China, mesma equipe de Darío Conca. O São Paulo estaria interessado no atacante, que jogou no Borussia Dortmund de 2009 a 2012, e até já conversou com o jogador, mas os valores e termos de contrato ainda não são conhecidos.

Já Luis Fabiano tem propostas do Olympiacos, da Grécia, e do Galatasaray, da Turquia. O segundo time seria o preferido do atacante tricolor.

Ídolo no São Paulo, Luis Fabiano declarou na última quarta-feira que o jogo da ocasião, contra o Grêmio, poderia ser seu último com a camisa do clube paulista. No mesmo dia, mais cedo, o vice-presidente do clube, João Paulo de Jesus Lopes, disse que o jogador, por meio de seus representantes, vem pressionando a diretoria do clube.

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