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domingo, 23 de outubro de 2011

Brasileira conquista o ouro na maratona


Adriana da Silva deixou mexicana para trás e ainda bateu o recorde pan-americano
Adriana cruza a linha de chegada com a bandeira do Brasil em mãos: ouro e recorde / Luis Acosta/AFPAdriana cruza a linha de chegada com a bandeira do Brasil em mãos: ouro e recordeLuis Acosta/AFP
Adriana da Silva conquistou o ouro na maratona feminina, no Pan-Americano de Guadalajara, neste domingo. A brasileira completou a prova, que abriu o atletismo na competição, em 2h36min37.

Com a nova marca, a maratonista garantiu também o novo recorde pan-americano, batendo a chilena Erika Oliveira, que cumpriu a prova no Pan de 1999 em 2h37min41.

A prata ficou com a mexicana Madai Perez, que terminou a prova com o tempo de 2h38min03. O bronze foi para a peruana Gladys Lucy, com o tempo de 2h41min10.

Adriana cresceu nos últimos 10km da prova e ultrapassou Madai, então líder, para depois disparar até a cruzar a linha de chegada. A mexicana, esgotada e sem piscar, ainda se esforçou para garantir o segundo lugar, apoiada pela torcida nas ruas de Guadalajara.

Presidente do Flamengo é assaltada


Patricia Amorim estava na praça de alimentação de um shopping na Barra da Tijuca quando teve a bolsa levada
Patrícia Amorim estava na praça de alimentação de um shopping na Barra da Tijuca / Foto: Márcia Feitosa/VIPCOMMPatrícia Amorim estava na praça de alimentação de um shopping na Barra da TijucaFoto: Márcia Feitosa/VIPCOMM
A presidente do Flamengo, Patricia Amorim, foi assaltada na noite de sábado na praça de alimentação do Barra Shopping, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A mandatária rubro-negra foi abordado por um homem que perguntou se ela era a presidente do Fla. Enquanto conversava com o suposto torcedor, outra pessoa apareceu de surpresa e roubou a bolsa de Patricia. A dupla, então, saiu correndo pelo shopping.

O assalto foi registrado pela presidente na 16ª DP da Barra da Tijuca.

sábado, 22 de outubro de 2011

Brasil atropela Jamaica no basquete feminino


Equipe não tomou conhecimento da adversária e venceu por 116 a 34
Brasil não teve trabalho para passar pela Jamaica / Luis Acosta/AFPBrasil não teve trabalho para passar pela JamaicaLuis Acosta/AFP

A seleção brasileira atropelou as jamaicanas neste sábado, ao vencer por 116 a 34, na segunda rodada do torneio feminino de basquete Pan-Americano. Érika comandou o verdadeiro massacre da equipe com 22 pontos e 15 rebotes.

O jogo foi dominado pelas brasileiras desde o primeiro quarto, vencido por 25 a 2. No segundo período, de novo extrema facilidade, com as equipes indo para o intervalo com o placar marcando 52 a 11 para o Brasil.

Os times voltaram do vestiário, mas a história não mudou muito. No terceiro quarto, novamente as brasileiras foram superiores e fecharam em 82 a 22. No último período, o Brasil administrou o placar, fechando a partida em 116 a 34. 

A seleção brasileira já havia vencido o Canadá, na primeira rodada, por 78 a 53, e volta à quadra neste domingo, desta vez contra a Colômbia. O revés brasileiro neste sábado foi a lesão de Clarissa, que torceu o tornozelo durante o último quarto e saiu com muitas dores.

Messi perde pênalti e Barça empata sem gols


Goleiro Javi Varas foi o destaque da partida que terminou em confusão
Partida entre Barcelona e Sevilla foi quente / Lluis Gene/AFPPartida entre Barcelona e Sevilla foi quenteLluis Gene/AFP

O goleiro Javi Varas foi o grande nome do empate entre Barcelona e Sevilla, no Camp Nou, ao defender, inclusive um pênalti cobrado por Messi. No fim das contas, um 0 a 0 que fez o time catalão cair para a vice-liderança do Campeonato Espanhol (18 pontos contra 19 do Real Madrid).

Como de costume, o Barcelona começou pressionando a equipe visitante. Foram 15 minutos de um ferrolho muito bem armado pelo Sevilla, que acabou dando certo. Ao ataque de todas as maneiras, o time protagonizou um verdadeiro bombardeio à meta de Varas, que acabou saindo consagrado do campo de jogo. Isso porque fez defesas inspiradas durante todo o tempo, e soube esfriar o jogo nos momentos de pura pressão azul e grená.

Aos 47 do segundo tempo, Iniesta sofreu pênalti. Chance de gol, de liderança... Até que Messi bateu e parou no camisa 1 do Sevilla. Era a noite de Varas no Camp Nou.

A marcação do pênalti foi muito contestada pelos jogadores do Sevilla. Após a defesa de Varas, o clima que já estava quente ficou ainda mais. Aos 52, Navarro foi expulso por entrada dura ao receber o segundo amarelo. Depois do jogo o atacante Kanouté agrediu Fàbregas. Houve confusão generalizada, e o malinês também ganhou o vermelho.

Lusa dança o vira e garante acesso


Portuguesa vence Americana por 3 a 2 fora de casa a garante matematicamente o acesso para a Primeira Divisão
Torcedores da Lusa comemoram em Americana / Paulo Ricardo/Futura PressTorcedores da Lusa comemoram em AmericanaPaulo Ricardo/Futura Press





Era uma mera formalidade, mas a partida contra o Americana teve muita emoção para o torcedor rubro-verde que foi ao interior do estado. Jogando contra o então quarto colocado da Série B, a Lusa começou atrás, mas se recuperou no segundo tempo e conseguiu a virada. A vitória por 3 a 2 garantiu matematicamente a vaga da Portuguesa na Série A em 2012.

Os gols foram marcados por Válber e Marcinho para o Americana, enquanto Léo Silva (contra), Marco Antonio e Ivo fizeram os gols lusitanos.

Com a vitória, a Portuguesa chegou aos 67 pontos, e agora almeja o título inédito da Segundona. O time de Jorginho tem 10 pontos de vantagem para a Ponte Preta, vice-líder e adversária da próxima rodada, na sexta-feira no Canindé.

Já o Americana se complicou na luta pela Primeira Divisão. Com 50 pontos, a equipe está ameaçada por Sport, Bragantino e Criciúma (48 pontos). Na próxima rodada recebe o Criciúma na terça-feira.

O jogo

Para quem esperava diante do Americana uma Lusa incisiva, buscando os três pontos que consolidariam o acesso à Série A, se frustrou: durante quase todos os 45 minutos iniciais foi a equipe americanense quem partiu para cima e acuou a equipe rubro-verde. Bem postada defensivamente, com praticamente a linha de defesa toda plantada anulando o ataque da Lusa, o Americana trocava bons passes no e não encontrava oposição dos volantes rubro-verdes.

O resultado foi um período de pressão total do Águia. Válber, livre, no meio insistiu, insistiu, até que colocou sua equipe em vantagem em um gol desviado. O time da casa seguia acuando a Lusa, mas levou o gol de empate. Após cobrança de falta de Marco Antonio, Léo Silva desviou para a própria meta e deixou tudo empatado.

Com o gol de empate, a Lusa melhorou no jogo, principalmente por conseguir se livrar da marcação implacável no ataque. A equipe rubro-verde ensaiou boas jogadas, conseguiu trocar bons passes, mas só enquanto o Americana sentiu o golpe do gol de empate. Quando se recuperou, foi melhor na partida e, aos 47, foi recompensado com o gol de Marcinho que deixou o Águia novamente em vantagem.

Lusa melhora e garante a Série A

Na segunda etapa, porém, a Portuguesa mudou de postura. Apesar de um início forte do Americana na segunda etapa, a Lusa aos poucos foi dominando a partida e criando boas oportunidades. Aos 13, em uma boa jogada na linha de fundo, Ananias cruzou para Marco Antonio, que matou no peito, limpou a marcação e fez o gol de empate da equipe do Canindé.

Com mais mobilidade no ataque, a marcação do Americana não mais conseguia acompanhar os homens de frente da Portuguesa. Aos 21, Ivo ampliou o placar para a Portuguesa a Lusa conseguiu, enfim, estar em vantagem pela primeira vez na partida. Na sequência, porém, o que se viu foi um verdadeiro "abafa" do Americana, que tentou, lutou pelo gol de empate, mas não teve jeito. A festa era da Lusa, do retorno à Série A após três anos.

FICHA TÉCNICA

AMERICANA (2)
Jaílson; Paulo Sérgio, Jorge Luiz, Thiago Gomes e Magal; Alê, Léo Silva, Válber e Fumagalli (Jonatas, 30'/2ºT); Marcinho (Danilo, 17'/2ºT) e Clodoaldo. Técnico: Roberto Fernandes

PORTUGUESA (3)

Weverton; Luís Ricardo, Leandro Silva, Rogério (Renato, 20'/1ºT) e Marcelo Cordeiro; Guilherme, Rai (Ivo, intervalo), Marco Antônio e Henrique; Ananias (Lucas Gaúcho, 34'/2ºT) e Edno. Técnico: Jorginho

Gols: Válber, 21'/1ºT (1-0); Léo Silva (contra), 27'/1ºT (1-1); Marcinho, 47'/1ºT (2-1); Marco Antonio, 13'/2ºT (2-2); Ivo, 21'/2ºT (2-3);
Estádio: Décio Vitta, em Americana (SP)
Árbitro: Marcelo Aparecido Souza
Auxiliares: Emerson Augusto Carvalho e Danilo Ricardo Simões Manis
Cartões amarelos: Alê, Paulo Sérgio e Válber (AME); Guilherme, Luis Ricardo, Rai e Rogério (POR)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Thiago Pereira fatura ouro e supera Hoyama


Nadador vence os 200m costas e chega a marca de 11 medalhas douradas, uma a mais do que o mesatenista
Thiago Pereira é o atleta brasileiro com mais medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos / Francois Xavier Marit/AFPThiago Pereira é o atleta brasileiro com mais medalhas de ouro em Jogos Pan-AmericanosFrancois Xavier Marit/AFP

Thiago Pereira superou Hugo Hoyama. O nadador conquistou seu 11º na História dos Pan-Americanos ao vencer os 200m costas com o tempo de 1min57s19, novo recorde da competição, nesta sexta-feira. Outro brasileiro na prova, Leo de Deus ficou na quinta posição (2min03s28).

O colombiano Omar Pinzon ficou com o prata, com a marca de 1min58s31 e o norte-americano Ryan Murphy levou o bronze (1min58s50). Thiago ainda pode conquistar mais um ouro nesta sexta, no revezamento 4x100m medley.

Juliana e Larissa conquistam medalha de ouro


Brasileiras vencem duelo emocionante contra mexicanas e faturam o bicampeonato pan-americano
Larissa (à esq.) e Juliana comemoram vitória sobre mexicanas / Luiz Pires/VipcommLarissa (à esq.) e Juliana comemoram vitória sobre mexicanasLuiz Pires/Vipcomm

As brasileiras do vôlei de praia Juliana e Larissa conquistaram a medalha de ouro, nesta sexta-feira, numa partida emocionante, no Pan-Americano de Guadalajara. Mesmo com a torcida contra, a dupla brasileira jogou com desenvoltura e ganhou na raça das anfitriãs Garcia e Candelas, por 2 sets a 1, parciais de 21-15, 22-24 e 22-20 , garantindo o título do torneio.

Com esta conquista, Juliana e Larrissa chegaram ao bicampeonato pan-americano. Em 2007, no Pan do Rio de Janeiro a dupla também ficou com a medalha de ouro.

Meninas arrasam México e garantem vaga na final dos Jogos Pan-Americanos.



A Seleção Brasileira Feminina de Handebol está a um passo de conquistar o tetracampeonato dos Jogos Pan-Americanos, título que garantirá a equipe nas Olimpíadas de 2012, em Londres. Nesta sexta-feira (21), a equipe derrotou o México por 43 a 12 (20 a 5 no primeiro tempo) e avançou à final. O adversário sai do confronto entre Argentina e República Dominicana, que se enfrentam hoje (21) às 23h (horário de Brasília). A decisão será domingo (23), às 23h (de Brasília), no Ginásio San Rafael.

A equipe comandada pelo dinamarquês Morten Soubak não teve problemas para superar as donas da casa. Precisa nos lançamentos a gol e veloz nos contra-ataques, a Seleção abriu larga vantagem logo nos primeiros minutos de jogo e dominou completamente as ações. A pivô Dani Piedade e a ponta-esquerda Fernanda foram as artilheiras, com seis gols cada.

"A gente esperava que o México viesse mais forte, por ser a equipe da casa e por se tratar de uma semifinal", disse a armadora Deonise, autora de três gols. "O importante é que conseguimos nos concentrar para fazer um bom jogo. Melhoramos finalização e contra-ataque, que é o que tínhamos focado", completou.

Na avaliação da ponta-direita Jéssica, o Brasil não pode entrar no clima de 'já ganhou' na final, após as boas atuações até aqui no Pan. "Na final, o mais importante é jogarmos com humildade, sem salto alto. Acredito que somos superiores ao adversário que vier, mas precisamos mostrar isso em quadra", disse a atleta, que marcou quatro gols hoje (21).

Foi a quarta vitória brasileira no Pan. Além do México, as meninas derrotaram Estados Unidos (50 a 10), Uruguai (43 a 15) e República Dominicana (32 a 18).

Fonte: redacao@photoegrafia.com.br / www.photoegrafia.com.br

Brasil se vinga de Cuba e conquista ouro


Seleção feminina de vôlei derrota cubanas por 3 sets a 2 e conquista o ouro
Fabi comemora ponto da seleção / Luiz Pires/VipcommFabi comemora ponto da seleçãoLuiz Pires/Vipcomm

A seleção brasileira encerrou um jejum de dois Pan-Americanos sem medalha de ouro e, de quebra, se vingou de Cuba, que bateu a equipe verde-amarela nos Jogos do Rio em 2007. Nesta quinta-feira, a equipe de Zé Roberto venceu as arquirrivais por 3 sets a 2 (25/15, 21/25, 25/21, 21/25 e 15/10) e subiu no degrau mais alto do pódio em Guadalajara. Após a vitória, as jogadoras dedicaram a conquista para a ponteira Jaqueline, que voltou para o Brasil depois de sofrer uma fratura na coluna cervical.

Na disputa da medalha de bronze, os Estados Unidos derrotaram a República Dominicana, por 3 sets a 1, parciais de 23-25, 25-16, 25-20 e 25-19.

Como era esperado em uma final entre Brasil e Cuba, a partida começou equilibrada. Mas a Seleção soube aproveitar os erros adversários para abrir 5 a 2. Assim como na vitória sobre a República Dominicana, na semifinal, a equipe de Zé Roberto explorava bem os saques, efetuava bons bloqueios e não desperdiçava os contra-ataques.

Aos poucos, o Brasil foi ampliando a vantagem, chegando a colocar dez pontos de vantagem (15 a 5). Com a boa diferença no placar, coube à equipe de Zé Roberto administrar a dianteira até vencer por 25 a 15 com um verdadeiro passeio em quadra.

No segundo set, quem começou errando foi o Brasil. Com isso, Cuba abriu 2 a 0 e, logo depois, com um jogo mais efetivo fez 6 a 2. A má atuação obrigou Zé Roberto pedir tempo. O treinador focou sua atenção em Dani Lins e na distribuição de jogo da levantadora.

Errando menos do que no primeiro set, Cuba fez 8 a 3. Mas a Seleção acordou na partida e conseguiu diminuir a diferença cubana para dois pontos. Porém, com desperdícios de ataques, além de bloqueios das rivais, a vantagem passou para seis pontos (16 a 10).

Dessa vez, as cubanas é que passaram a administrar a vantagem. O Brasil, no entanto, buscou uma reação e chegou ficar um ponto atrás (21 a 20). Mas Cuba, com dois pontos de saque em cima da líbero Fabi, abriu 24 a 20 e, logo depois, fechou em 25 a 21.

No terceiro set, o clássico seguiu bem equilibrado. O Brasil tinha melhor desempenho quando Dani Lins explorava as jogadas pelo meio com as centrais Thaisa e Fabiana. As ponteiras Paula Pequeno e Mari estavam bem marcadas pelo bloqueio cubano.

Com um bloqueio e um erro de Cuba, a Seleção conseguiu abrir 8 a 5. Após o tempo técnico, com erro brasileiro e dois pontos de saque, as cubanas viraram para 9 a 8. Com isso, Zé Roberto colocou Fernanda Garay no lugar de Paula Pequeno.

Depois de grande defesa de Garay, Mari virou uma bola difícil e a Seleção virou para 10 a 9. Em seguida, o Brasil aproveitou os erros cubanos e fez 12 a 9. A partir daí a equipe de Zé Roberto tentou administrar a vantagem, mas Cuba reagiu de forma surpreendente e encostou em 19 a 18. Foi o suficiente para a Seleção acordar, anotar três pontos seguidos para depois devolver o placar do segundo set: 25 a 21.

No quarto set, o Brasil continuou fazendo um bom jogo, principalmente com Fernanda Garay, muito bem na defesa, no ataque e no saque. Após erro de saque de Cuba e bloqueio, a Seleção fez 7 a 5. Mas as cubanas reagiram rapidamente e viraram para 12 a 9.

Zé Roberto, então, colocou Paula Pequeno no lugar de Mari. Mas a Seleção desperdiçou contra-ataques, Cuba fez 19 a 13 após um rali de quase um minuto que levantou o ginásio, e fechou o set em 25 a 21 depois de uma boa reação das brasileiras.

No tie break, a disputa começou equilibrada. O nervosismo nas jogadoras era visível e os erros de ambos os lados foram comuns. Com Dani Lins convertendo uma bola de segunda excepcional e Sheilla chamando a responsabilidade, o Brasil abriu 8 a 6. Mais experiente, a Seleção manteve a tranquilidade e rumou para a vitória.

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