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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Ganso exalta preparação e reforços

Meia destaca experiência da equipe em busca por títulos na sequência da temporada


A dois dias de voltar a atuar pela temporada 2014, em jogo marcado para quarta-feira, às 22h, contra o Bahia, os são-paulinos não escondem a vontade de entrar em campo e poder colocar em prática tudo o que foi treinado durante os mais de 40 dias de pausa devido à disputa da Copa do Mundo.
O meia Paulo Henrique Ganso destaca o ótimo período de intertemporada feito pelo Tricolor, que passou duas semanas em Orlando, onde fez um amistoso e dois jogos-treinos, e depois voltou ao Brasil para dar sequência à preparação para a retomada do Nacional.
"Fizemos uma ótima preparação até agora. Pudemos trabalhar bastante a organização tática, fisicamente a equipe está preparada, então agora é o momento de começar a mostrar o que trabalhamos pra ir em busca desse título do Campeonato Brasileiro", afirmou.
Mais elogios que os treinamentos só recebem os reforços contratados pelo Tricolor, que conta agora também com Alan Kardec, Rafael Toloi e Kaká. Esse trio agrega não só em qualidade ao elenco são-paulino, mas a experiência trazida pelos atletas faz o time estar em uma boa situação na busca pelo título do Brasileiro, segundo Ganso.
"Ter um elenco com experiência sempre conta bastante, mas não só isso. Acho que um grupo se torna bom quando tem um pouco de cada coisa: organização tática, física, técnica. Acredito que temos tudo isso, e esse é um conjunto que vai nos ajudando nos jogos e ao longo do Brasileiro", completou.
Um grande abraço.
Me siga no Twitter: https://twitter.com/SP_spfcTricolor 
Fonte: Saopaulo.Net

Julio Cesar tem acordo verbal para ser novo goleiro do Benfica

Portugueses já conversaram com o QPR, dono dos direitos federativos do arqueiro

O goleiro Julio Cesar tem proposta do Benfica para a próxima temporada, apesar do mau desempenho na Copa do Mundo de 2014. O camisa 12 do Brasil e o clube português têm um acordo verbal, já discutido com o Queens Park Rangers, dono dos direitos federativos do jogador, segundo a Sky Italia.
Benfica e QPR já teriam se acertado na noite deste domingo para que o brasileiro seja o substituto de Jan Oblak no clube português. O arqueiro benfiquista está de saída para o Atlético de Madrid.
Julio Cesar defendeu o Toronto FC, do Canadá, que joga a Major League Soccer, dos Estados Unidos, neste primeiro semestre de 2014. O brasileiro tem contrato com o QPR até 2016 e estava emprestado aos canadenses.
Um grande abraço.
Fonte: PLACAR

Inspirando os jogadores! Na torcida, filha de Caniggia ousa novamente em foto

Os jogadores argentinos tiveram uma inspiração a mais para se motivar para a grande final deste domigno, contra a Alemanha, no Maracanã. Pouco antes do início da partida, a filha do ex-jogador argentino Claudio Caniggia, Charlotte, de 21 anos, novamente postou em seu Twitter uma foto sua bastante ousada para apoiar a seleção.
Só de calcinha e camisa da seleção….
Claudio Caniggia foi o grande carrasco da Seleção Brasileira na Copa de 90, na Itália. Com passe de Maradona, foi ele quem marcou o gol que eliminou o Brasil daquele Mundial.
Um grande abraço.
Fonte: Lance.net

domingo, 13 de julho de 2014

Alemanha vence Argentina na prorrogação, é tetracampeã mundial e consagra geração

O time estrangeiro mais brasileiro da Copa de 2014 agora tem também o título que um dia o Brasil se orgulhou de dizer que tinha: o melhor futebol do mundo. Hoje, o melhor futebol do mundo é da Alemanha, que deu uma verdadeira aula de futebol. A consagração de uma geração brilhante e de um trabalho sério de anos aconteceu neste domingo, com vitória sobre a Argentina na prorrogação, por 1 a 0, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Com gol do garoto Götze, os alemães conquistaram o tetracampeonato mundial, repetindo os feitos de 1954, 1974 e 1990.
O título nos gramados brasileiros premia com justiça e coloca para sempre na história uma equipe que soube unir jogadores experientes como Lahm, Schweinsteiger e Klose, com mais jovens como Kroos, Hummels, Özil e Götze, sob o comando do técnico Joachim Löw. Um trabalho que começou com um aprendizado de erros do passado, passou por derrotas nas últimas três Copas e três Eurocopas, mas que, com insistência, acabou dando resultado agora.
Na final deste domingo, o melhor time do mundo teve dificuldades para superar uma Argentina guerreira, sólida defensivamente e que conta Messi, eleito o quatro vezes o melhor jogador do mundo. Higuaín desperdiçou chance incrível de gol no início, a Alemanha teve paciência, tocou bem a bola até conseguir o gol no tempo extra.
No final, a festa nas arquibancadas do Maracanã foi alemã e, claro, também brasileira, para a tristeza dos milhares de barulhentos torcedores aregntinos. O gol do título saiu aos 7 minutos do segundo tempo da prorrogação, com Götze, que tinha deixado o banco de reservas e substituiu Klose. Aos 22 anos, o meia do Bayern de Munique vira símbolo de uma eficiente renovação alemã.
Na campanha do tetra, a Alemanha estreou com vitória sobre Portugal por 4 a 0, empatou com Gana por 2 a 2 e venceu os Estados Unidos por 1 a 0 na primeira fase. Nas oitavas, bateu a Argélia na prorrogação por 2 a 1, fez 1 a 0 na França nas quartas e humilhou o Brasil com uma goleada por 7 a 1 na semifinal, antes de ganhar da Argentina na final.
GETTY
Gotze vibra após marcar o gol que deu o tetracampeonato à Alemanha
Gotze vibra após marcar o gol que deu o tetracampeonato à Alemanha
O jogo - Foi a Alemanha que dominou a posse de bola desde o início do jogo, mas era a Argentina que parecia ter o controle mental da partida. Desta forma o equilíbrio das ações ofensivas tornava o jogo imprevisível. Os argentinos não contaram com Di María, que não se recuperou totalmente de lesão na coxa, e os alemães tiveram o desfalque de Khedira. Jogaran Enzo Pérez e Kramer, respectivamente.
Perigosa desde os primeiros minutos, a seleção argentina só não abriu o placar por causa da falta de pontaria de Higuaín. O atacante errou o alvo em duas chances que teve, sendo que na segunda perdeu um gol inacreditável, quando estava cara a cara com o goleiro Neuer após recuo de bola errado de Kroos.
Aos 29 minutos, quando Higuaín acertou o pé e chegou a balançar as redes, a arbitragem corretamente anulou a jogada apontando impedimento depois do cruzamento de Lavezzi. Bem marcado, mas bastante participativo, o craque Messi também teve a sua oportunidade, mas Neuer salvou.
GETTY
Messi lamenta na final da Copa do Mundo contra a Alemanha
Messi lamenta na final da Copa contra a Alemanha
O jogo era bom e, apesar dos sul-americanos terem assustado primeiro, a Alemanha respondeu à altura. Com uma envolvente troca de passes, os europeus aos poucos foram conseguindo espaço para chegarem próximos da área adversária. E não faltou ousadia. Quando o time perdeu o volante Kramer machucado, o técnico Joachim Löw colocou em campo o atacante Schurrle.
E foi o próprio Schurrle quem exigiu a primeira grande defesa do goleiro Romero, que na sequência ainda pegou chute de Kroos. Antes do intervalo, Höwedes ainda cabeceou uma bola na trave para deixar o duelo ainda mais emocionante.
Para o segundo tempo, o técnico argentino Alejandro Sabella trocou Lavezzi por Agüero.Logo aos 2 minutos, Messi teve boa chance de abrir o placar, mas a bola saiu raspando a trave.Depois disso, porém, a Argentina não conseguiu manter o bom nível ofensivo de antes.
Sem Lavezzi para ajudar na marcação, a Alemanha conseguiu se impôr no meio-campo. Faltava, no entanto, encaixar um bom lance para tirar o zero do placar. Ôzil tentou, mas no melhor deles, Kroos não conseguiu finalizar bem. Sólida na defesa, a Argentina tentava voltar a levar perigo no ataque, Messi insistia, fazia fila de dribles nos marcadores, mas não conseguia passar por todos.
Sabella fez mais duas mudanças. Primeiro, tirou Higuaín para e entrada de Palacio, e depois colocou Gago no lugar de Pérez. Do outro lado, Löw susbstituiu Klose por Gotze, mas o 0 a 0 permaneceu ao final dos 90 minutos.
Em mais 30 minutos de prorrogação, a precaução defensiva falou mais alto do que a ousadia ofensiva. A decisão parecia que ia para os pênaltis, mas aos 7 minutos do segundo tempo, Götze aproveitou cruzamento de Schurrle, matou no peito e chutou cruzado para estufar as redes: Alemanha tetracampeã do mundo. Campeã dentro de campo e também fora dele, com muita simpatia e carisma em território brasileiro.
FICHA TÉCNICA
ALEMANHA 1 X 0 ARGENTINA
Copa do Mundo 2014 - Final
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro-RJ
Data: 13 de julho de 2014, domingo
Horário: 16h (horário de Brasília)
Público: 74.738 torcedores
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Renato Faverani e Andrea Stefani (ambos ITA)
Cartões amarelos: Schweinsteiger e Howedes (ALE); Mascherano e Aguero (ARG)

GOL:
ALEMANHA: Gotze, aos sete minutos do segundo tempo da prorrogação

ALEMANHA: Neuer; Lahm, Boateng, Hummels e Howedes; Schweinsteiger e Kramer (Schurrle); Muller, Kroos e Ozil (Mertesacker); Klose (Gotze) Técnico: Joachim Low

ARGENTINA: Romero; Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Mascherano, Biglia, Enzo Pérez (Gago) e Messi; Lavezzi (Aguero) e Higuaín (Palacio) Técnico: Alejandro Sabella
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

Rodrigo Caio recomeça o Brasileiro mais experiente

Destaque com a Seleção Brasileira Sub-21, jogador traz novas vivências para ajudar o Tricolor na temporada


Com apenas 20 anos, Rodrigo Caio vinha sendo um dos mais jovens titulares do São Paulo antes da pausa para a disputa da Copa do Mundo. Mesmo com a pouca idade, ele já não poderia ser considerado um novato, já que soma 112 jogos pelo Tricolor. Agora, com o iminente retorno da disputa nacional (na próxima quarta-feira, contra o Bahia), os torcedores poderão ver um jogador ainda mais maduro.
Isso porque Rodrigo teve algumas vivências bem interessantes nos últimos meses. Com a Seleção Brasileira Sub-21, por exemplo, ele conquistou o Torneio de Toulon, na França, a principal disputa entre as Seleções de base dessa temporada. Além disso, foi o destaque da competição, sendo eleito o melhor jogador do campeonato. Tudo isso faz com que o jovem, agora dono da camisa 3 do Tricolor, traga mais experiência para ajudar o São Paulo dentro de campo.
"Acho que sim, volto mais experiente pra disputa do Brasileiro", diz o jogador. "A confiança está bem maior, estou muito feliz com as minhas conquistas na Seleção e agora quero fazer um bom campeonato no São Paulo. Por isso, estou trabalhando muito forte nos treinos pra ajudar bastante o time", completa.
Assim como todo o elenco, o defensor não vê a hora de voltar a atuar em jogos oficiais pelo clube. "Estamos numa expectativa muito grande de voltar a jogar.  Está se formando um time muito forte, temos jogadores de muita qualidade, e estamos focados em fazer uma belíssima campanha nessa retomada do Brasileiro", afirma.
Reforçado com a volta de Rafael Toloi, o setor de defensivo vai ganhar em competitividade, o que só ajuda o clube, segundo o jovem. "É uma briga muito sadia, todos querem jogar e participar dos jogos. Eu procuro sempre me dedicar o máximo pra estar bem e sempre na equipe titular. Tenho certeza de que com meu esforço e dedicação vou conseguir jogar e mostrar meu potencial", comenta, fazendo questão de elogiar os companheiros de posição.
"O Antonio Carlos, Toloi, Paulo Miranda, Edson Silva, Lucão, todos eles são ótimos e podem aproveitar qualquer oportunidade que aparecer. Fico feliz que todos aqui podem ter condições de ajudar o clube em qualquer momento", finaliza.
Um grande abraço.
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Fonte: Saopaulo.Net

Messi e Argentina diante da geração alemã: a busca pela consagração no Maracanã

Lá se vão pouco mais de 24 anos desde a final entre Alemanha e Argentina na Copa de 1990, na Itália. Um duelo polarizado por craques como Maradona e Matthäus, mas com apoio de bons nomes como Caniggia e Klinsmann. No reencontro das duas potências do futebol, neste domingo, às 16h, no Maracanã, em mais uma final de Copa do Mundo, Alemanha e Argentina vão protagonizar a consagração de um dos lados. Do craque solitário, Messi, ou da geração alemã que nasceu após o vice-campeonato de 2002.
A ausência de uma Copa do Mundo no currículo pesa para os dois lados. Messi, aos 27 anos, fez de tudo um pouco na carreira. Conquistou de Champions League a Mundial de clubes. De gols em profusão no Camp Nou a jogadas mágicas. Eleito por quatro vezes o melhor do mundo pel Fifa. Mas há sempre o porém. O porém chamado Copa do Mundo. O jovem gênio argentino já passou por dois Mundiais, em 2006 e 2010. Tímido. Desta vez, chamou a responsabilidade. Decidiu jogos. Honrou o número 10 às costas. Parece consciente da importância da finalíssima em sua carreira.
Ao seu lado, o argentino terá companheiros de categoria. Higuaín, Aguero e, talvez, Di María. A lesão na coxa ainda coloca o camisa 7 como dúvida. Caso ele não jogue, Enzo Pérez continuará em seu lugar. O palco para a consagração de Messi talvez não pudesse ser mais apropriado, o Maracanã. E até mesmo o país. Justamente no local do maior rival. Fato valorizado pelo técnico Alejandro Sabella.
"Estar em uma final do mundo representando o meu país é uma grande satisfação profissional e pessoal. Que seja no país mais ganhador da história do futebol, é um fato que não é menor. Sempre fui um grande admirador do futebol brasileiro, o ganhador máximo dessa Copa. A final ser aqui nos orgulha ainda mais", disse o técnico.
A Alemanha, por sua vez, não toca com uma nota só. Pelo contrário. É orquestra inteira, azeitada desde o Mundial em casa, em 2006. Schweinsteiger, Lahm e Podolski, atualmente na casa dos 30 anos, nasceram para o mundo ali. Klose, veterano, é o único remanescente da geração finalista da Copa de 2002 e que resultou na reformulação da estrutura alemã.
De lá para cá, a Alemanha agradou ao mundo da bola, mas nada conquistou. Bateu na trave na semifinal da Copa da África, em 2010, diante da Espanha. Parou entre os quatro últimos nas duas Eurocopas. Depois da esmagadora humilhação imposta ao Brasil, por 7 a 1, na semifinal, chega com status de favorita. E pronta para consagrar uma geração inteira no Maracanã que soube beber de outras fontes para crescer.
"Jogamos uma final de Eurocopa, perdemos da Espanha ,mas conseguimos chegar nas semis e finais importantes. Estou com uma sensação boa. Após 2004, conseguimos rejuvenescer com Klinsmann, depois Löw. Estamos colhendo os frutos. Tivemos Van Gaal (técnico da Holanda neste Mundial) e Guardiola em Munique. Técnicos que expandiram nossos conhecimentos. Nos beneficiamos do conhecimento dos estrangeiros", disse o volante e meia Schweinsteiger
O camisa 7 tem razão. A eficiência de outrora ganhou jovens talentos como Hummels, Neuer, Kroos, Özil e Müller, todos protagonistas de uma seleção que é, por inteira, a grande atração. Sete dos 11 titulares são comandados por Pep Guardiola no Bayern atual. E, agora, são comandados sob a batuta de Joachim Löw, peça importante em todo o processo da geração alemã, desde 2004, quando assumiu como auxiliar de Klinsmann e passando a técnico efetivo desde fim da Copa da Alemanha, em 2006. Desprovido de qualquer tipo de vaidade, Löw é mais um a demonstrar a importância da influência estrangeira no futebol alemão.
"Analisamos o jogo dos holandeses, viajamos e analisamos o futebol internacional sul-americano. Estamos sempre tentando aprender os detalhes da Copa América na Europa, jogamos entre nós. A Holanda sendo um país pequeno tem jogadores excelentes, usam os espaços muito bem e estamos olhando para as individualidades. Os técnicos apresentam trabalho excelente", disse Löw.
De um lado, Messi, quatro vezes o melhor do mundo. Do outro, a geração alemã, ainda sem ter conquistado um título. A consagração completa sairá apenas de um lado neste domingo no Maracanã.
FICHA TÉCNICA
ALEMANHA X ARGENTINA

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 13 de julho de 2014, domingo
Horário: 16h
Árbitro: Nicola Rizzoli (Itália)
Assistentes: Renato Faverani e Andrea Stefani (ambos da Itália)
ALEMANHA: Neuer; Lahm, Boateng (Mertesacker), Hummels e Howedes; Schweinsteiger e Khedira; Muller, Kroos e Ozil; Klose
Técnico: Joachim Löw
ARGENTINA: Romero; Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Mascherano, Biglia, Enzo Perez e Messi; Lavezzi e Higuaín
Técnico: Alejandro Sabella
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Goleiro brilha, Argentina despacha Holanda nos pênaltis e faz final da Copa no Brasil

A Argentina está na final da Copa do Mundo disputada em pleno solo brasileiro. Foi nos pênaltis, suado, sofrido, chorado. Depois de um jogo considerado feio, com poucas chances, muito equilíbrio, um 0 a 0 no placar e uma cara de uma semifinal de verdade. Nos pênaltis, porém, os hermanos contaram com a estrela do goleiro Romero para vencer por 4 a 2 e se garantirem na grande decisão contra a Alemanha.
Desta vez não teve Tim Krul, para salvar a Holanda. O técnico Louis van Gaal gastou sua última substituição no começo da prorrogação e não pode mandar a campo o seu ‘amuleto', que havia garantido a classificação na disputa de pênaltis diante da Costa Rica, nas quartas de final. Coube ao Cillessen, que nunca na carreira havia defendido um pênalti, a missão de tentar colocar a equipe na decisão. Não deu.
Logo na primeira cobrança, Sergio Romero mostrou de quem era a estrela que brilharia nesta quarta-feira. O goleiro argentino defendeu a cobrança de Ron Vlaar logo de cara e depois ainda fez uma defesa brilhante para parar a cobrança também de Sneijder. Cillessen seguiu com o recorde negativa de nunca ter pego um pênalti, e a disputa acabou em 4 a 2 para os hermanos.
Foi a sétima vitória argentina em 11 disputas de pênaltis em competições oficiais. Já os holandeses amargam a quinta derrota em sete vezes que tiveram que chegar até as penalidades.
A vitória nos pênaltis transforma o domingo mais do que histórico para o futebol sul-americano. A Argentina faz a final da Copa com a Alemanha no Maracanã, o grande palco do Brasil, com quem nutre uma das maiores rivalidades do mundo. Mais um golpe duro a ser assimilado pelo futebol nacional. Já os holandeses vão até Brasília para enfrentar os donos da casa no sábado em uma melancólica disputa de terceiro lugar.
O jogo - Depois da estrondosa goleada da Alemanha para cima do Brasil, o duelo entre Holanda e Argentina começou com cara de semifinal de verdade em uma Copa do Mundo. Nada de espaços sobrando, de troca de passes tranquila no campo de ataque ou de chutes livres dentro da área. O jogo em São Paulo começou marcado justamente pelo oposto disso tudo.
O primeiro lance de mais perigo saiu só aos 13 minutos de jogo. Robben puxou pela direita e foi desarmado por Mascherano, mas a bola acabou sobrando para Sneijder arriscar de fora da área e manda para fora. Na sequência, a resposta. Enzo Pérez puxou boa jogada e foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Messi tentou surpreender e bateu no canto do goleiro, mas Cillessen se jogou e agarrou a bola.
O melhor lance do primeiro tempo seria em uma bola parada. Aos 23 minutos, Lavezzi cobrou escanteio da esquerda e Garay apareceu no meio de todo mundo para ganhar de cabeça, mas não conseguiu direcionar a finalização e mandou para longe.
A Holanda também criou sua melhor oportunidade em um cruzamento. Aos 31, em bola alçada na área, De Vrij apareceu sozinho, mas não conseguiu altura suficiente para alcançar a bola, e o goleiro Romero afasto de soco. Na sobra, Sneijder ainda arriscou o chute, mas o arqueiro aparecer bem para fazer a defesa.
A etapa final foi da mesma forma. A Argentina até tentava buscar mais o jogo, mas não encontrava espaços no meio da defesa rival. Mesmo quando conseguia um bom lance, um zagueiro holandês aparecia na hora certa para travar. Já a Holanda preferia sempre cadenciar mais a posse de bola e trocar passes no campo de defesas.
O primeiro lance de mais perigo foi para quem tentou mais. Aos 29 minutos, Enzo Perez disparou pela esquerda e colocou a bola na área, na medida, para Higuaín. O centroavante ainda conseguiu ganhar da marcação e mandou a bola para as redes, mas pelo lado de fora.
A resposta holandesa veio só aos 45 minutos. Robben finalmente conseguiu aparecer com perigo, achou espaço e invadiu a área, mas demorou para fazer o chute e acabou travado por Mascherano.
Os 30 minutos da prorrogação seguiram com a mesma pegada. A Argentina teve nos pés duas chances, mas desperdiçou ambas. A primeira com Palacio, invadindo a área sozinho, mas perdendo o tempo de bola e tentando uma desastrada cabeçada que parou facilmente nas mãos de Cillessen. A segunda em chute de primeira de Maxi Rodríguez após ótima jogada de Messi, que também parou no goleiro.
Nos pênaltis, Messi, Aguero, Garay e Maxi Rodríguez marcaram, e o goleiro Romero garantiu a festa argentina ao defender as cobranças de Vlaar e Sneijder.
Um grande abraço.
Fonte: ESPN

terça-feira, 8 de julho de 2014

Sete motivos para acreditar que o Brasil vai ganhar da Alemanha

Um busca o hexa, em casa, naquela que já ganhou o apelido de "Copa das Copas"; o outro corre atrás do tetra e, conquistando ou não o título, já ganhou o troféu de time mais carismático do Mundial. Brasil e Alemanha, duas das seleções mais tradicionais e poderosas da história da bola, duelam nesta terça, às 17h (horário de Brasília), no Mineirão, por uma vaga na sonhada final. Motivos para acreditar na vaga existem - do lado de lá e do lado de cá.
O jogo entre Brasil e Alemanha será transmitido ao vivo pela ESPN Brasil e pelo WatchESPN, além de ter acompanhamento em tempo real no ESPN.com.br.
O ESPN.com.br listou sete razões para mostrar que a seleção brasileira pode, sim, alcançar a decisão, mesmo desfalcada de sua principal estrela - o lesionado Neymar - e seu capitão - o suspenso Thiago Silva. História, números, análises, superstições e coincidências compõem o listão de motivos.
Também aproveitamos para analisar a lista feita pelo jornal "Bild". No dia 29 de junho, a publicação listou outras sete razões para o Brasil não ganhar a Copa. Os itens causaram polêmica e, até agora, permanecem intactos - ou "quase".
Veja abaixo os motivos para o Brasil vencer a Alemanha:

  •  
  • RETROSPECTO
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Entre as grandes seleções do planeta, ninguém é tão freguês do Brasil como a Alemanha. Foram 21 confrontos reconhecidos pela Fifa, com 12 vitórias brasileiras, cinco empates e só quatro derrotas. E no único jogo por Copas, vitória brasileira, na final de 2002.
Na última vez que Brasil e Alemanha se enfrentaram, os europeus venceram por 3 a 2; relembre
  •  
  • FELIPÃO É PÉ QUENTE, LOW, PÉ FRIO
  •  
O treinador brasileiro pode não ser um especialista em montar times de estilo vistoso, mas nas únicas duas competições organizadas pela Fifa que disputou no comando do time nacional, Mundial de 2002 e Copa das Confederações de 2013, foi campeão. Joachim Low jogou duas Eurocopas e um Mundial, e nada de título - nas campanhas continentais, foi vice em 2008 e caiu na semi em 2012; na África do Sul, ficou em terceiro.
PVC lembra que times de Felipão não tocam bola e compara: 'Brasil é mais Real Madrid do que Barcelon
  •  
  • IMBATÍVEL EM CASA
  •  
O Brasil não perde um jogo oficial em casa desde 1975, quando foi batido pelo Peru em jogo da Copa América. São quase 40 anos de invencibilidade. Contando também amistosos, são só vitórias e empates jogando como mandante desde 2002.
  •  
  • TABU EUROPEU
  •  
Foram quatro Copas disputadas na América do Sul até hoje. E todos os campeões foram seleções da região. Dos oito finalistas, só dois foram da Europa: Tchecoslováquia, no Chile, em 1962, e Holanda, na Argentina, em 1978.
  •  
  • REI DAS SEMIFINAIS
  •  
Até hoje, na história das Copas, o Brasil disputou sete semifinais puras (em 1974 e 1978 a segunda fase era disputada em fase de grupos). Foram seis vitórias e apenas uma derrota, na primeira vez que o país chegou nesse estágio do torneio, em 1938, na França. A Alemanha soma 12 semifinais - cinco a mais que Brasil e França -, mas o aproveitamento é inferior ao time brasileiro, já que são as mesmas sete aparições em decisões de Mundial. 
  •  
  • CONTRA GRANDES, FRED ACORDA
  •  
Será o primeiro jogo da seleção brasileira nesta Copa contra um campeão mundial. Tipo de jogo que Fred adora. Desde que Felipão assumiu, foram sete jogos contra times que já ganharam a Copa, e neles o atacante do Fluminense marcou oito gols.
Por que Fred está jogando mal? Zé Elias explica e vê mais dificuldades para o jogador contra Alemanha
  •  
  • MENOS PRESSÃO
  •  
A suspensão de Thiago Silva e a contusão de Neymar deixaram o time muito mais enfraquecido, mas deixou o time quase com status de zebra diante dos alemães, um alívio para quem vinha sentindo a pressão de ser favorito ao título.
Mauro: 'Tem que parar com 'chororô' por Neymar, porque Brasil não é time pequeno, não é Bolívia'
AS PREVISÕES DO BILD
No dia 29 de junho, um dia após o Brasil vencer o Chile de maneira sofrível, o jornal Bild publicou em sua edição digital uma lista explicando por que o Brasil não seria campeão mundial em casa. Os sete motivos alternavam análise com doses de humor e patriotada. 

Veja abaixo os 'resultados' da lista do periódico: 
  •  
  • BRASIL É SÓ NEYMAR?
  •  
O primeiro item citado pelo jornal Bild foi "uma equipe não pode ser formada apenas com Neymar". Com o camisa 10 lesionado e fora do Mundial, a grande prova será no confronto justamente com os alemães.
Gustavo Hofman: 'Alemães estão mais otimistas depois da lesão do Neymar'
  •  
  • PURA E SIMPLES PREMONIÇÃO
  •  
"A Alemanha será campeã do mundo e eliminará o Brasil nas semifinais, caso o país-sede chegue tão longe", disse a publicação. O país-sede chegou e pega o time alemão. O tira-teima define o finalista. Logo, a premonição ainda segue intacta.
Hofman destaca frieza da Alemanha e diz que postura não mudará só porque é o Brasil
  •  
  • "SECANDO NOS PÊNALTIS"
  •  
"Eles não vão dar sorte nos pênaltis duas vezes", afirmou o jornal depois da vitória suada sobre o Chile. Até agora, o Brasil não precisou da "segunda sorte", já que passou sufoco, mas eliminou a Colômbia no tempo regulamentar nas quartas.
  •  
  • HULK - A COMPARAÇÃO
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O "Hulk joga como um personagem de desenho animado", foi a cornetada do diário alemão. A participação na Copa pode não ser brilhante, mas o fato é que o atacante tem mostrado raça e muita vontade.
  •  
  • A "MALDIÇÃO" DOS PÊNALTIS
  •  
"Nunca uma equipe foi campeã do mundo precisando de decisão por pênaltis para avançar às quartas de final". Fato. Assim como citamos a história - ou maldição, se preferir -, a favor da seleção brasileira, os alemães usam a mesma arma em prol do time germânico.
  •  
  • COLÔMBIA. COLÔMBIA?
  •  
"James Rodriguez e a Colômbia vêm ai, nas quartas de final", foi a frase exata do jornal. Eles vieram, deram um trabalho gigantesco, mas ficaram no caminho. Esse item já não vale mais.
  •  
  • "OS SIMPSONS"
  •  
"Alemanha será campeã mundial, como anteciparam os Simpsons".No 16º episódio da 25ª temporada da série, "Você não tem que viver como um árbitro", Homer Simpson é o juiz da final do Mundial entre Brasil e Alemanha, e "El Divo", que se parece com Neymar, sai de campo lesionado, e o time alemão fica com o título. A vida vai imitar a arte? O tira-teima começa às 17h. 
Um grande abraço.
Fonte: ESPN
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