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domingo, 2 de junho de 2013

Brasil até joga bem, mas segue sem saber o que é ganhar de grande


Sim. A seleção brasileira de Felipão pode jogar bem, como fez na maior parte do tempo na reinauguração do Maracanã, contra a Inglaterra, neste domingo à tarde, no Rio de Janeiro.

Não. Brasil parece que não pode mais ganhar de um time grande. Diante de quase 70 mil pessoas, o time nacional empatou em 2 a 2 contra um desfalcado time inglês.

Tirando o Superclássico das Américas, quando a Argentina não escala seu melhor time A, já são quase quatro anos e nove partidas que o Brasil não sabe o que é vencer uma seleção que já foi campeã ou vice de uma Copa do Mundo. Nesse período, foram seis derrotas e três empates.

Getty
Paulinho comemora gol do Brasil contra a Inglaterra
Paulinho comemora gol do Brasil contra a Inglaterra
Seca que chega a ofuscar um grande jogo na reabertura do estádio que vai abrigar as finais da Copa do Mundo e da Copa das Confederações.

Felipão não repetiu a escalação com que iniciou os treinamentos no Rio. Filipe Luís, Luiz Gustavo e Hulk entraram nas vagas de, respectivamente, Marcelo, Fernando e Lucas.

Assim, como havia dado sinais no sábado, o time ganhou jogadores mais altos, apesar do treinador ter afirmado que os ingleses agoram colocam a bola no chão e não mais insistem nas bolas aéreas.

Neymar, agora camisa 10, se movimentava bastante e era o responsável pelas cobranças de faltas. Mas o jogo era amarrado.

Reuters
Neymar lamenta gol perdido do Brasil contra a Inglaterra
Neymar lamenta gol perdido do Brasil contra a Inglaterra

O Brasil ameaçou a meta inglesa aos 17min, em chute de Daniel Alves que passou rente à trave defendida pelo goleiro Hart. No minuto seguinte, falha da defesa dos europeus, e bola lima para Neymar abrir o placar, mas o agora jogador do Barcelona chutou em cima de Hart.

Recuada, a seleção inglesa deixava Rooney, um dos mais aplaudidos no anúncio das escalações, isolado na frente, e o astro do Manchester United quase nem tocava na bola.

Neymar seguia arisco. Aos 22min, ele fez linda jogada e chutou colocado, da entrada da área. A bola passou bem perto da trave.

Tiago Leme/ESPN
Brasil e Inglaterra alinhados para os hinos nacionais
Brasil e Inglaterra alinhados para os hinos nacionais
Seus erros nas finalizações eram perdoados pela torcida, ao contrário do Hulk. Logo depois de chutar com péssima pontaria, o jogador do Zenit ouviu a torcida pedir a entrada de Lucas.

E o Brasil foi para o intervalo com uma atuação bem acima das demais partidas da era Felipão, mas novamente sem conseguir vantagem contra um rival de tradição. Mas dessa vez pelo menos aplaudido.

Só que Felipão não pareceu satisfeito. Tanto que fez duas substituições. Marcelo entrou no lugar de Filipe Luís e Hernanes no de Luiz Gustavo.

E o Brasil não manteve o ritmo. Logo os gritos por Lucas ficaram mais fortes. E Felipão atendeu ao Maracanã

O meia-atacante do Paris Saint-Germain entrou na vaga de Oscar. E aí o treinador irritou a torcida, que vaiou de forma intensa a troca e chamou Felipão de "burro".

Mas o treinador mostrou que tem estrela. Logo aos 12min, Hernanes chutou e acertou o travessão. No rebote, livre de marcação, Fred chutou para abrir o placar.

Foi o quarto gol do atacante do Fluminense na seleção sob o comando de Felipão (ele é o artilheiro do time na gestão do treinador).

Mas, se Felipão tem estrela, Roy Hodgson também. Em desvantagem, ele mudou o time e colocou o atacante Chamberlain no posto do lateral Glen Johnson.

E, logo em um de seus primeiros lances, aos 22min, o jogador do Arsenal, após bela troca de passes, chutou rasteiro para empatar o jogo.

Getty
Rooney acertou um belo chute e marcou um golaço no Maracanã contra o Brasil
Rooney acertou belo chute e marcou um golaço no Maracanã
O gol inglês desanimou a torcida. Os aplausos só voltaram quando Hulk saiu, numa troca em que Felipão tirou um atacante para a entrada de um volante defensivo, Fernando

Mas o Maracanã quase virou um pesadelo para a seleção aos 34min, quando Rooney dominou, carregou a bola e chutou no ângulo para fazer um golaço e colocar os ingleses em vantagem.

Sorte de Felipão que volante sabe fazer gol (ao contrário do que diz gostar). Aos 37min, como faz no Corinthians, Paulinho apareceu no meio da área para empatar o jogo: 2 a 2. Após o apito final, a maior parte da torcida brasileira aplaudiu os jogadores, reconhecendo o bom jogod e futebol.

A seleção viaja amanhã para Goiânia, onde treina até quinta-feira, dia que vai para Porto Alegre, onde enfrenta a França no próximo domingo.

Neymar vai direto do Maracanã para o aeroporto, onde embarca para a Espanha para sua apresentação no Barcelona. Ele só se junta aos companheiros da seleção na terça-feira.

FICHA TÉCNICA
BRASIL X INGLATERRA

Data: domingo, 2 de junho de 2013
Hora: 16 horas (de Brasília)
Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro
Juiz: Wilmar Roldán (COL)
Assistentes: Eduardo Diaz (COL) e Wilson Berrio (COL)
Público pagante: 57.280 pagantes
Renda: R$ 8.630.430,00.
Cartões Amarelos: Hulk (BRA), Jones (ING)
Gols: Fred, aos 12min, Chamberlain aos 22min, Rooney aos 34min, Paulinho aos 37min do segundo tempo

Brasil: Júlio César; Daniel Alves, Thiago SIlva, David Luiz e Filipe Luís (Marcelo); Luiz Gustavo (Hernanes), Paulinho (Bernard) e Oscar (Lucas); Neymar, Fred (Leandro Damião) e Hulk (Fernando)
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Inglaterra: Hart; Johnson (Chamberlain), Cahill, Jones e Baines (Ashley Cole); Carrick, Jagielka, Milner e Lampard; Walcott (Rodwell) e Rooney.
Técnico: Roy Hodgson

Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Bahia surpreende, vence Inter no Centenário e consegue 1ª vitória no Brasileiro


Goleada para o maior rival, dispensas, reformulação. A fase, definitivamente, não está a favor do Bahia. Mas o que poderia se traduzir apenas em desgraça virou só alegria neste domingo. Contra a maioria dos prognósticos, o time de Cristóvão Borges derrotou o Internacional por 2 a 1 no Centenário, em jogo válido pela terceira rodada do Brasileiro. 

A derrota deixa a equipe de Dunga com quatro pontos em três rodadas, na 9ª colocação da tabela. Por outro lado, o Bahia conseguiu sua primeira vitória na competição e também tem quatro pontos. No entanto, por causa do saldo de gols, a equipe é a 10ª colocada. 

De forma surpreendente para os torcedores colorados, não foi o Inter o primeiro a balançar as redes na partida. A honra coube ao meia-atacante Ryder. Ele aproveitou cobrança rápida de falta para chutar de fora da área e marcar um belo gol. 

Na segunda etapa, os baianos pareciam ter matado a partida quando fizeram o 2 a 0. Aos 16 minutos, depois de escanteio, Fernandão dominou a bola dentro da área, fintou o marcador e chutou para o fundo das redes do goleiro Muriel. 

O Inter deu esperanças para o torcedor aos 19 minutos. Depois de falha da zaga do Bahia, Forlán dominou dentro da área e chutou na saída do goleiro Marcelo Lomba para diminuir. O gol animou os colorados, que pressionaram até o fim do jogo - sem sucesso, no entanto. 

O Internacional tenta a recuperação na próxima quarta-feira, quando enfrenta a Portuguesa, no estádio do Canindé, em São Paulo. Já o Bahia, mais aliviado pela primeira vitória, recebe o Botafogo no mesmo dia. Os dois jogos são válidos pela quarta rodada.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 1 x 2 BAHIA

Local: 
Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS)
Data: 2 de junho de 2013, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)
Assistentes: Bruno Boschilla e Luciano Roggenbaum (ambos do PR)

GOLS:
INTERNACIONAL: 
Forlán, aos 19 minutos do 2º tempo
BAHIA: Ryder, aos 9 minutos do 1º tempo; Fernandão, aos 16 minutos do 2º tempo

INTERNACIONAL: Muriel; Gabriel, Rodrigo Moledo, Juan e Fabrício; Aírton (Gilberto), Josimar, Fred e D’Alessandro; Forlán e Rafael Moura (Mike)
Técnico: Dunga

BAHIA: Marcelo Lomba; Madson, Lucas Fonseca, Titi e Jussandro; Hélder (Feijão), Fahel, Diones e Marquinhos (Raul); Ryder e Fernandão (Potita)
Técnico: Cristóvão Borges

Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Denilson é expulso, mas São Paulo segura empate com Galo e segue líder

Partida disputada no Estádio Independência ficou no 0 x 0, apesar da pressão do Atlético-MG no final


Leandro Donizete disputa com Osvaldo no empate sem gols no Estádio Independência / Crédito: 
PEDRO VILELA/Agif/Gazeta Press

O São Paulo não tem mais 100% de aproveitamento, mas ainda é líder do Campeonato Brasileiro invicto. Mesmo com a expulsão de Denilson na metade do segundo tempo, o time tricolor sustentou o 0 x 0 no reencontro com o Atlético-MG, neste domingo - após quatro duelos pela Libertadores -, e segue na dianteira do torneio, com melhor saldo de gols entre os primeiros colocados.
Com os mesmos sete pontos de Botafogo e Vitória, porém à frente nos critérios de desempate, o time de Ney Franco volta a campo na quarta-feira, quando recebe o Goiás, no Morumbi. Já os comandados de Cuca, que alcançam seu primeiro ponto em dois jogos, têm novo compromisso no mesmo dia, contra o Vasco, fora de casa.
O primeiro tempo foi muito menos interessante do que as partidas na Libertadores. Em comum, além do ritmo desacelerado, desfalques importantes. O Atlético não tinha Réver nem Bernard, ambos a serviço da Seleção Brasileira, enquanto o São Paulo sofria com baixas do igualmente convocado Jadson e dos lesionados Rafael Toloi, Paulo Henrique Ganso e Luis Fabiano.
O time tricolor perdeu outro jogador com dez minutos. O lateral Thiago Carleto machucou o joelho esquerdo e deixou o gramado chorando para dar lugar a Juan. O reserva, recém-integrado, voltou a fazer uma partida oficial depois de mais de seis meses - a última atuação havia sido em dezembro, ainda pelo Santos.
Não foi um primor de reestreia, a propósito. Juan foi quem originou uma das poucas oportunidades de gol do Atlético. Ao vacilar na proteção de bola, ele perdeu para Marcos Rocha, que disparou em velocidade e atrasou para Luan, da entrada da área, bater à esquerda do gol de Rogério Ceni, aos 41 minutos.
Antes disso, porém, o lateral esquerdo foi eficiente contra o próprio Luan. O atacante recebeu bola pelo lado esquerdo da área, deixou o goleiro são-paulino no chão e, no momento do chute, foi travado pelo substituto de Carleto. Próximo do lance, Paulo Miranda concluiu o corte ao despachar a bola para frente.
O ataque são-paulino, por sua vez, foi inoperante antes do intervalo. Coube a Lúcio, vilão no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores - e lembrado pela torcida atleticana antes da partida -, a única jogada de perigo. O zagueiro aproveitou saída errada de Victor após escanteio e cabeceou livre. Não fosse a cabeça de Marcos Rocha, em cima da linha, teria saído o gol.
Os visitantes voltaram para o segundo tempo com maior ímpeto ofensivo e quase chegaram ao gol aos 12 minutos. Aloísio, aos trancos, passou por dois marcadores na ponta direita e cruzou rasteiro para Osvaldo. De frente para o gol vazio, seu companheiro de ataque chutou para fora e desperdiçou ótima oportunidade.
Quatro minutos depois, Denilson tentou dominar longo lançamento no peito, mas ajeitou a bola com o braço e recebeu o segundo cartão amarelo. A expulsão forçou Ney Franco a tirar o estreante Lucas Evangelista, que pouco fez, para colocar o volante Wellington. Com um jogador a menos, a única chance na sequência foi arremate de Douglas defendido por Victor.
O Atlético tentou tirar proveito da desvantagem adversário. Cuca promoveu a entrada de Rosinei no lugar de Pierre, contudo não apresentou a mesma vontade de quando venceu o rival nas oitavas de final da Libertadores, após expulsão de Lúcio, no Morumbi. Talvez justamente por ainda estar focado na competição sul-americana. Ao contrário do São Paulo, que deixa Belo Horizonte satisfeito pelo empate e o retorno à primeira posição.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 0 X 0 SÃO PAULO
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 2 de junho de 2013
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (PE)
Assistentes: Alessandro Rocha de Mattos (BA) e Altemir Hausmann (RS)
Cartões amarelos: Marcos Rocha, Leandro Donizete, Diego Tardelli, Leonardo Silva, Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG); Denilson, Maicon (São Paulo)
Cartão vermelho: Denilson (São Paulo)
ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha (Josué), Gilberto Silva, Leonardo Silva e Richarlyson; Pierre (Rosinei), Leandro Donizete, Tardelli e Guilherme; Luan e Jô. Técnico: Cuca
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Paulo Miranda, Lúcio e Carleto (Juan); Rodrigo Caio, Denilson e Maicon; Lucas Evangelista (Wellington), Osvaldo e Aloísio (Rhodolfo). Técnico: Ney Franco
Postado por Juarez Alves
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Fonte: PLACAR

sábado, 1 de junho de 2013

Em atuação polêmica da arbitragem, Vitória vence Vasco e pula para a ponta do Brasileiro


Os gols foram de Dinei, brilharam Maxi Biancucchi e Escudero, mas o assunto do 2 a 0 do Vitória sobre o Vasco neste sábado, no Barradão, será o trio de arbitragem.

Em atuação polêmica, o juiz Heber Roberto Lopes e seus auxiliares tiveram participação contestada em pelo menos três lances decisivos do jogo. Eles anularam dois gols legais cruzmaltinos num espaço de cinco minutos no segundo tempo e ainda assinalaram pênalti em marcação duvidosa que permitiu aos donos da casa ampliar a vantagem e assegurar os três pontos diante de sua torcida.

Mostrando entrosamento com o argentino Escudero, o centroavante Dinei marcou duas vezes para garantir a liderança provisória do Brasileiro aos rubro-negros. Ele ainda teve um gol marcado em posição irregular flagrado pela arbitragem.

O Vitória chega a sete pontos e empata com o Botafogo na primeira colocação. Os dois podem ser ultrapassados pelo São Paulo no domingo. O Vasco segue com três pontos na zona intermediária da tabela.

A equipe baiana volta a campo na próxima quarta-feira e visita o Grêmio em Porto Alegre. O time carioca recebe no mesmo dia o Atlético-MG embalado pela classificação para as semifinais da Libertadores.

O jogo – O Vitória não costuma dar chance aos adversários no Barradão. O Vasco sabe bem disso – nunca venceu o time rubro-negro no estádio em Brasileiros.

Nos primeiros minutos, a equipe cruzmaltina deu poucos indícios de que a história seria diferente neste sábado. Sufocado pela pressão baiana, viu os donos da casa chegarem pela primeira vez em cruzamento fechado de Escudero aos 9. Praticamente sozinho, Victor Ramos não conseguiu alcançar a bola para completar para as redes.

Novamente pela esquerda, o Vitória levou perigo em seguida. Renato Cajá recebeu passe na entrada da área, invadiu e bateu forte para o meio. Dinei teve apenas o trabalho de empurrar para dentro. O bandeira assinalou impedimento e anulou o lance.

A resposta do Vasco veio somente aos 21 minutos, com Dakson. Ele dominou na meia-lua e chutou próximo à trave de Wilson.

A equipe comandada por Caio Júnior seguiu apertando a frágil defesa dos cariocas atrás do gol e não se incomodou nem mesmo com a chuva que começou a cair no Barradão. Em grande noite, Escudero surgiu bem mais uma vez. Após excelente lançamento de Gabriel Paulista, o argentino entrou na área e encontrou Dinei mais uma vez em condições de marcar. Dessa vez em condição legal, o centroavante pôs apenas o pé para vencer Michel Alves e abrir o placar.

Fazendo por merecer os três pontos, o Vitória manteve o ritmo na volta do intervalo e continuou apostando em Escudero e Maxi Biancucchi na armação das jogadas. Renato Cajá, sumido, deu lugar para Vander.

O time baiano levou um susto aos 5 minutos, no entanto. Dakson chutou com força da meia-lua e viu o equatoriano Tenorio esticar a perna para tentar tocar a bola. O mesmo assistente que anulou o gol de Dinei no primeiro tempo voltou a erguer a bandeira para invalidar o empate carioca. O arremate, na verdade, não teve interferência do centroavante e foi sinalizado erradamente.

O Vasco ainda teria outro gol mal anulado aos 9, com Edmilson.

Se o prejuízo cruzmaltino já era grande, ele ficou ainda maior aos 13 minutos.

Depois de cobrança de escanteio, Renato Silva derrubou Victor Ramos na área e o árbitro Heber Roberto Lopes marcou pênalti. Na cobrança, Dinei deslocou Michel Alves e fez 2 a 0 para o Vitória. O gol abateu a equipe carioca, que até melhorou na segunda etapa, mas não conseguiu reagir e furar a retranca imposta pelos mandantes.

Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

Brasil vence dominicanas e avança à final de torneio amistoso na Suíça

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu a República Dominicana por 3 sets a 0 (parciais 25/19, 25/18 e 32/30) e avançou à final do Montreux Volley Masters, torneio amistoso que está sendo realizado na Suíça.

Com o resultado, a equipe verde-amarela se classificou para a final da competição e espera o vencedor entre Itália e Rússia, que decidem a outra semifinal também neste sábado. A decisão está marcada para 11h deste domingo.

O grande destaque foi a ponteira Fê Garay, maior pontuadora, com 15 pontos. A central Juciely, que se destacou pelos bloqueios, foi o outro destaque, com 13 pontos. Pelo lado dominicano, capitã De La Cruz anotou 12.



Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

 

Atlético-PR e Flamengo empatam em Joinville e seguem sem vencer no Brasileiro

Hoje, não são apenas as cores rubro-negras o que Atlético-PR e Flamengo compartilham. Mas se as cores são motivo de orgulho para as suas respectivas torcidas, a outra característica comum entre as equipes incomoda bastante: as duas seguem sem vencer no Brasileiro, situação que poderia ter sido alterada neste sábado, mas as equipes empataram em 2 a 2 em Joinville, pela quarta rodada, e seguem sem sentir o sabor do triunfo.

Jogando em "casa" (com a Vila Capanema tendo seu gramado trocado, o Atlético-PR mandou a partida para a cidade catarinense), o time paranaense saiu na frente com dois gols de Ederson, aos 31 minutos do primeiro e aos 26 do segundo tempo. Mas a esperança atleticana durou pouco: aos 32 minutos, o atacante Marcelo Moreno fez o seu primeiro gol pelo Flamengo e diminiu. Três minutos depois, Renato Abreu decretou o empate.

Com o resultado, as duas equipes chegaram aos dois pontos, em posições intermediárias na tabela. Na próxima rodada, o Atlético-PR visita a Ponte Preta, enquanto o Flamengo recebe o Náutico.

O jogo

A partida começou com o Atlético-PR tentando pressionar o Flamengo em seu campo, com a marcação avançada. Isso dificultava a saída de bola dos cariocas.

A primeira jogada de perigo do jogo saiu de uma trama pelo lado esquerdo do ataque do Flamengo. Gabriel dominou e viu João Paulo penetrando e tocou, o lateral cruzou rasteiro e a bola passou por toda a pequena área sem que Paulinho conseguisse alcançar e tocar para o gol.

O Furacão teve boa chance aos 22 com o ex-flamenguista Everton. O meia recebeu na entrada da área, dominou e bateu com violência de esquerda, mandando a bola rente ao travessão de Felipe.

O jogo foi equilibrado no primeiro tempo, mas as duas equipes erravam muito nos últimos passes, o que prejudicava a qualidade das finalizações. Assim, Weverton e Felipe mais assistiam o confronto do que participavam.

O Flamengo teve uma boa arrancada aos 26, quando Gabriel lançou Paulinho na esquerda. O atacante foi à linha de fundo e cruzou para trás, mas Marcelo Moreno falhou na conclusão e chutou fraco.

O goleiro do Fla teve trabalho aos 31, quando Pedro Botelho recebeu na ponta esquerda e mandou um balaço. Felipe espalmou e a bola sobrou para Marcão, que se livrou de João Paulo, entrou na área e chutou com perigo por cima do travessão.

O Atlético continuou no ataque e contou com uma bobeada da defesa adversária para abrir a contagem. Jonas cobrou lateral pela direita, a bola foi desviada e pingou na área. Renato Santos ficou esperando a bola chegar e Éderson se antecipou e mandou por baixo de Felipe.

O Flamengo chegou a empatar aos 37, com Gabriel tocando por cobertura, mas a posição era irregular e o gol foi anulado.

No intervalo, o técnico Jorginho decidiu mudar a equipe e sacou Carlos Eduardo e Léo moura, para as entradas de Rafinha e Renato Abreu. As alterações deram mais desenvoltura a equipe carioca, mas foi o Atlético que quase marcou no início da etapa: Everton recebeu escanteio curto pela esquerda e cruzou. A bola acabou sobrando de volta para ele na pequena área, mas na finalização, saiu rente ao poste de Felipe.

O Fla respondeu dois minutos depois. Renato dominou pela esquerda e mandou para a área rasteiro. A zaga tentou cortar mas mandou contra o próprio gol, obrigando Weverton a se esticar todo. No rebote, Rafinha tenta tocar para o gol mas Weverton novamente salvou o Furacão.

Os paranaenses perderam chance incrível aos 14. João Paulo recebeu livre na direita e levantou no segundo pau para Éderson, que subiu sozinho e cabeceou fora do gol, assistindo à bola cruzar a pequena área.

O jogo esquentou. Aos 21 foi a vez dos cariocas desperdiçarem lance incrível. Paulinho dominou na intermediária e levantou na marca do pênalti, Gabriel entrou da carrinho e Weverton salvou. A bola sobrou para Elias na esquerda, e o meia levantou no meio da área para Renato Abreu cabecear por cima do gol.

Dois minutos depois, Renato tocou para Marcelo Moreno, que enfiou para Hernane na área. O atacante virou e chutou rasteiro, mas Weverton estava lá para defender.

A pressão do Fla recebeu uma ducha de água fria aos 26. Em contra-ataque rápido, Marcão recebeu na direita e cruzou para Éderson mandar de voleio para o fundo das redes.

Quando tudo parecia perdido, a reação começou. Hernane foi à linha de fundo na esquerda e recebeu falta. João Paulo cobrou e Marcelo Moreno marcou de cabeça seu primeiro gol pela equipe da Gávea.

Três minutos depois, João Paulo cobrou escanteio pela esquerda, e, após um bate rebate dentro da área, Renato Abreu aproveitou a sobra e tocou livre para empatar a partida.

Com o empate, o jogo ficou aberto, e cada equipe ainda teve uma chance clara de vencer. Aos 44. João Paulo, do Furacão, cobrou falta no ângulo esquerdo, e Felipe voou para salvar o Fla com a ponta dos dedos.

Aos 46, também de falta, Renato Abreu cobrou na trave, com Weverton batido no lance e só olhando a bola.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 2 X 2 FLAMENGO

Local:
Arena Joinville, em Joinville (SC)
Data: 1 de junho de 2013 (Sábado)
Horário: 16h20(de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Emerson de Carvalho (SP) e José Antônio Chaves Filho (RS)
Cartões amarelos: Jonas (Atlético); João Paulo, Léo Moura, Luiz Antônio, Renato (FLA)

GOLS:
ATLÉTICO-PR:
Éderson, aos 32min do 1º tempo, e aos 26min do 2º tempo
FLAMENGO: Marcelo Moreno, aos 32, Renato Abreu, aos 35min do 2º tempo

ATLÉTICO-PR: Wéverton, Jonas, Manoel, Cleberson e Pedro Botelho; Deivid (Juninho), João Paulo, Felipe (Douglas Coutinho) e Everton; Éderson (Marcelo) e Marcão
Técnico: Ricardo Drubscky

FLAMENGO: Felipe, Leonardo Moura (Rafinha), Renato Santos, Marcos González e João Paulo; Luiz Antonio, Elias, Carlos Eduardo (Renato Abreu) e Gabriel (Hernane); Paulinho e Marcelo Moreno
Técnico: Jorginho
 
Postado por Juarez Alves
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Fonte: ESPN

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