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domingo, 10 de junho de 2012

Brasileiro Série A 2012: Com Fred e Wellington Nem, Flu não sai do zero com Inter e empata a 3ª



Fred voltou ao Flu contra o Inter, mas não conseguiu tirar o zero do placar
Crédito da imagem: Photocamera
Mesmo com as surpreendentes presenças de Fred e Wellington Nem, o Fluminense não conseguiu vencer o Internacional neste domingo e as equipes ficaram no empate sem gols no Engenhão. A equipe carioca pressionou o adversário a maior parte do tempo, mas não movimentou o placar e empatou pela terceira vez no Campeonato Brasileiro 2012.

Com o resultado da partida, válida pela quarta rodada da competição, o time comandado por Abel Braga chegou aos seis pontos e ocupa, ao menos até o término dos jogos deste domingo, a nona colocação. Já os gaúchos estão com oito pontos, na terceira posição. 
O Internacional abre a próxima rodada no sábado, às 18h30 (de Brasília), contra o Botafogo, no Beira-Rio. Na mesma data, mas às 21 horas (de Brasília), o Fluminense recebe a Portuguesa novamente no Engenhão. 
O Jogo - Empolgado pela presença de Deco, Fred e Wellington Nem, o Fluminense começou a partida no ataque, enquanto o Inter, desfalcado de D´Alessandro, Datolo, Leandro Damião, Oscar e Guiñazu mais preocupadoem ter uma postura mais cautelosa, mantendo apenas Gilberto avançado entre os zagueiros tricolores. E logo aos dois minutos, o time dirigido por Abel Braga quase abriu o marcador quando Bruno cruzou para a área e Nem chegou atrasado na conclusão. A resposta gaúcha veio em chute de Gilberto que Diego Cavalieri defendeu com segurança.

O time da casa seguia atacando e aos dez minutos perdeu outra grande chance para marcar, Deco fez ótimo lançamento para Carletto que cruzou para Nem. O atacante se livrou da marcação e tentou tirar do goleiro mas a bola saiu antes que Fred conseguisse empurrar para as redes.

O time comandado por Dorival Júnior só conseguia progredir ofensivamente quando Dagoberto estava com a bola. E aos 17 minutos, em cobrança de falta de Dagoberto, Diego Cavalieri teve que sair de soco para impedir a conclusão de Gilberto.

O Fluminense continuava mais objetivo em campo e aos 20 minutos, Bruno recebeu ótimo lançamento mas a conclusão foi defeituosa e a bola saiu sem perigo para o gol defendido por Muriel. O time carioca tinha mais posse de bola mas encontrava dificuldades para encontrar espaços na defesa da equipe do Rio Grande do Sul, principalmente pela falta de ritmo demonstrada por Deco e Fred que retornavam de lesões.

O Inter só chegava na área carioca em lances de bola parada como aconteceu aos 29 minutos em cobrança de falta de Dagoberto que acabou saindo sem levar perigo para o gol defendido por Diego Cavalieri.

Aos 32 minutos, Tiago Carletto foi lançado pela esquerda dentro da área e cruzou rasteiro mas a defesa gaúcha aliviou o perigo. No minuto seguinte, Deco cobrou falta na lateral da área e tentou encobrir o goleiro Muriel, mas o defensor gaúcho espalmou para escanteio, salvando sua equipe de sofrer o gol.

O Inter assustou aos 36 minutos quando Dagoberto recebeu na intermediária, avançou sem marcação mas chutou muito mal. O Fluminense deu a resposta aos 37 minutos quando Fred foi lançado e deixou a bola passar para Tiago Carleto que bateu de primeira mas Rodrigo Moledo salvou, desviando para escanteio.

O jogo ficou mais aberto com as duas equipes se lançando em busca do gol. Aos 39 minutos, depois de boa troca de passes, Jajá bateu de fora da área mas a zaga desviou para escanteio. Aos 42 minutos, Dedo fez um ótimo lançamento para Wagner que tentou pegar de primeira e mandou a bola bem longe da trave de Muriel.

Na última chance do primeiro tempo, após boa jogada de Wellington Nem, a bola acabou sobrando para Bruno que cruzou para a cabeçada defeituosa de Wagner que desperdiçou a oportunidade.

Os dois times voltaram sem modificações para o segundo tempo e em ritmo lento mas aos três minutos, Deco cruzou da direita e o baxinho Wellington Nem tocou de cabeça e obrigou Muriel a praticar uma grande defesa, espalmando para escanteio. O Inter incomodou a defesa carioca no lance seguinte em conclusão rasteira de Dagoberto que foi defendida sem problemas por Cavalieri.

Aos nove minutos, Marcos Aurélio fez boa jogada individual, evitou Anderson e chutou cruzado mas Diego Cavalieri defendeu com firmeza. Aos 13 minutos, uma saída errada permitiu que Marcos Aurélio arriscasse de fora da área, Diego Cavalieri deu rebote mas a zaga aliviou o perigo.

No Fluminense, Wagner caía pelo lado esquerdo mas não dava continuidade às jogadas enquanto Fred mostrava falta de ritmo. Aos 18 minutos, Abel decidiu tirar Wellington Nem que aparentava cansaço em função do desgaste da viagem com a seleção brasileira e colocou Matheus Carvalho enquanto Wagner saiu para a entrada do argentino Lanzini.

Os dois times erravam muitos passes e só causavam perigo em lances de bola parada. Aos 30 minutos, Deco cobrou falta e Samuel que tinha entrado no lugar de Fred, cabeceou para boa defesa de Muriel. A lenta troca de passes dava a impressão de que os dois times estavam satisfeitos com o empate, o que irritava a pequena torcida presente ao Engenhão.

Aos 41 minutos, o Fluminense perdeu a melhor chance do segundo tempo. Tiago Carletto lançou Matheus Carvalho na área e o ataque descobriu Lanzini que entrava livre na área mas o argentino falhou ao tentar dominar a bola e permitiu que Muriel se atirasse aos seus pés e impedisse a conclusão no último lance importante do jogo.

FICHA TÉCNICA FLUMINENSE 0 X 0 INTERNACIONAL
Local: estádio João Havelange, Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ) 
Data: 10 de junho de 2012, domingo 
Hora: 17 horas (de Brasília) 
Público: 5.728 pagantes 
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG) 
Assistentes:Marcio Eustáquio Santiago e Janette Mara Arcanjo (ambos de MG) 
Cartões amarelos: Edinho (Flu);Dagoberto, Elton (Inter)
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Tiago Carletto; Edinho, Jean, Deco e Wagner (Lanzini); Wellington Nem (Matheus Carvalho) e Fred (Samuel) 
Técnico: Abel Braga
INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Sandro Silva, Elton, Marcos Aurélio (Mike), Jajá e Dagoberto (Fred); Gilberto (Maurides) 
Técnico: Dorival Júnior


Fonte: ESPN

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Brasileiro Série A 2012: Grêmio domina o Corinthians, ganha a terceira seguida e mantém rival sem vitórias


Marco Antônio comemora o primeiro gol do Grêmio contra o Corinthians
Crédito da imagem: Divulgação
O Grêmio precisou de apenas oito minutos e duas falhas do Corinthians para conquistar a terceira vitória seguida no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o clube gaúcho não teve dificuldades para superar os reservas corintianos por 2 a 0, alcançado a terceira vitória consecutiva na competição. 

Os gols gremistas foram marcados por Marco Antonio, aos 21 minutos da primeira etapa, e por André Lima, oito minutos depois, aos 29.

O resultado levou os gremistas a 9 pontos, mantendo a equipe na disputa pelas primeiras colocações na tabela. O Corinthians, ainda priorizando a disputa da Libertadores, soma apenas um ponto, com três derrotas em quatro partidas.
Na próxima rodada, o Grêmio vai até o Recife para enfrentar o Náutico, às 18h30 de domingo, nos Aflitos; o Corinthians pega a Ponte Preta, no mesmo dia e horário, em Campinas.

Antes, contudo, as duas equipes voltam a campo no meio da semana. O Corinthians pega o Santos no Pacaembu pelas semifinais da Libertadores, enquanto o Grêmio recebe o Palmeiras no Olímpico, na disputa por uma vaga na decisão da Copa do Brasil.

O jogo - A partida começou com pouca emoção no estádio Olímpico. Enquanto o Corinthians exibia dificuldade com a falta de entrosamento, o Grêmio não conseguia encaixar jogadas de perigo. André Lima até tentou arrematar de fora da área, mas errou o alvo na primeira tentativa dos gaúchos.

O Corinthians só esboçou alguma ameaça aos 17 minutos, quando Douglas fez fila na defesa gremista e rolou para Fábio Santos, que foi desarmado na hora exata do chute. Porém, o Grêmio soube aproveitar as bobeiras da zaga alvinegra para mexer no placar.

Aos 21, a defesa corintiana afastou em disputa dentro da área, mas a bola sobrou para Marco Antônio emendar um chute forte e baixo. O meia contou ainda com falha de Danilo Fernandes para estufar as redes. Depois do gol, o Corinthians tentou se lançar ao ataque e Willian bateu da meia-direita, sendo defendido por Victor.

Porém, em mais um vacilo da defesa corintiana, o Grêmio ampliou a vantagem, aos 28. Miralles cruzou e a zaga afastou. Mas o argentino teve nova chance para alçar na área, na segunda trave, onde apareceu Souza livre para cruzar na pequena área. André Lima se antecipou à marcação para desviar para o gol.

Pouco depois, o time local quase marcou o terceiro. Miralles recebeu lançamento pela direita, invadiu a área e chutou forte, exigindo defesa de Danilo Fernandes. Antes do apito para o intervalo, Douglas tentou levar o Corinthians ao ataque e assustou o goleiro Victor ao cruzar direto para o gol. Já no último lance do primeiro tempo, Willian girou na área e chutou, em nova intervenção do camisa 1 gremista.

No intervalo, o técnico Vanderlei Luxemburgo colocou Kleber na vaga de Miralles, com o intuito de dar ritmo ao Gladiador. No início da etapa, Werley avançou como um atacante e recebeu passe na cara do gol, mas Danilo Fernandes fez grande defesa. Do outro lado, Willian apareceu com liberdade na área pela direita e chutou, obrigando Victor a salvar o Grêmio.

Para evitar um desgaste antes da semifinal da Copa do Brasil, o Grêmio esfriou o jogo e passou a administrar a posse de bola, avançando apenas na chances mais claras. Foi assim que Kleber chegou nas costas da zaga e caiu em disputa com Antônio Carlos, pedindo pênalti, mas o árbitro considerou a jogada normal.

Em seguida, Luxemburgo tirou Marco Antônio para a entrada de Rondinelly. O Grêmio assumiu uma postura clara de cautela, mas ainda foi ameaçado em cobrança de escanteio de Douglas que carimbou a trave. Apesar de quase ter feito o gol olímpico, o Timão não exibiu força suficiente para reagir e esteve perto de levar o terceiro, quando Danilo Fernandes espalmou para o meio da área e deixou a bola limpa para Kleber, mas o Gladiador errou o alvo e desperdiçou chance incrível. 



Fonte: ESPN

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Hamilton dá show, ganha o GP do Canadá e é o sétimo vencedor da F-1 em 2012


Com Hamilton, Fórmula 1 tem o sétimo vencedor na temporada
Foto: Reuters


A temporada mais equilibrada da Fórmula 1 em todos os tempos ganhou mais uma estatística para colocá-la na história. Em uma corrida cheia de disputas e alternativas, Lewis Hamilton venceu o GP do Canadá, tornando-se o sétimo ganhador diferente em sete etapas do Mundial. A marca é inédita na história de 62 anos da F-1.

Brilhante, o inglês valeu-se de um bom ritmo nas voltas que antecederam sua primeira parada nos boxes, usou boa estratégia para ir aos pits pela segunda vez e reduziu de forma impressionante a desvantagem para Fernando Alonso e Sebastian Vettel, ultrapassando os dois campeões em um intervalo de três voltas para chegar à vitória.
O resultado da prova deixa o inglês, também, na liderança do Mundial. Agora, ele soma 88 pontos, contra 86 de Fernando Alonso e 85 de Sebastian Vettel.

A segunda colocação ficou com Romain Grosjean, da Lotus, mantendo o bom momento da escuderia na temporada; Sergio Pérez, mais uma vez impecável ao poupar os pneus da Sauber, terminou em terceiro, fechando um pódio que não teve nem Ferrari, nem Red Bull.
Sebastian Vettel terminou em quarto, seguido por um Fernando Alonso que arrastou-se na quinta colocação. Nico Rosberg terminou em sexto, com Mark Webber em sétimo e Kimi Raikkonen em oitavo. Felipe Massa, terminou em décimo, atrás de Kamui Kobayashi, que fez uma parada a menos e levou a Sauber ao nono posto. Bruno Senna, apagado durante toda a corrida, terminou em 17º.
A corrida - Na largada, Sebastian Vettel manteve-se à frente, seguido por Lewis Hamilton e Fernando Alonso. Logo atrás, Nico Rosberg pressionou Mark Webber pela quarta colocação, mas não conseguiu levar a melhor sobre o australiano. Em quinto, o alemão entrou na mira de Felipe Massa, que conseguiu ultrapassá-lo na terceira volta. 

O brasileiro fazia boa corrida, mas cometeu um erro e rodou no início da sexta volta, caindo para a 13ª colocação. Aproveitando-se do bom desempenho de sua renovada Ferrari, Massa conseguiu logo ultrapassar a Sauber de Sergio Perez, mas ficou preso atrás de Kamui Kobayashi e mudou a estratégia, antecipando a parada nos boxes.

Enquanto isso, Sebastian Vettel mantinha-se na primeira colocação, mas, sem um bom ritmo, parou nos boxes para trocar pneus na volta 16; Hamilton parou na volta seguinte e conseguiu voltar à frente do alemão. Fernando Alonso, que retardou ainda mais a parada, assumiu a liderança na 20ª volta.

O espanhol, apesar da manobra espetacular na saída dos boxes, não conseguiu sustentar-se na liderança e foi ultrapassado por Lewis Hamilton. Poderia ter início, então, uma disputa intensa entre os três primeiros colocados. Mas Hamilton logo impôs ótimo ritmo e conseguiu abrir – na 29ª volta, a vantagem era de 3s4.

Disposto a tornar-se o sétimo vencedor em sete corridas no Mundial, o inglês fazia voltas mais rápidas em sequência, abrindo ainda mais vantagem na primeira colocação. Com Alonso também abrindo à frente de Alonso, a disputa passou a envolver o uso dos pneus; quem poupasse mais equipamento, levaria vantagem.

Atrás do trio de líderes, Mark Webber – o vencedor em Mônaco, há duas semanas – fazia prova regular, na quarta colocação, seguido por Romain Grosjean, da Lotus, e por Felipe Massa, com boa prova de recuperação. 

Na 51ª volta, Lewis Hamilton parou pela segunda vez. A McLaren ainda atrasou o inglês na troca do pneu traseiro direito, abrindo a possibilidade de Fernando Alonso e Sebastian Vettel vencerem caso optassem por apenas uma parada. 
Alonso e Vettel lideraram, mas foram 'engolidos' por Hamilton no fim
Crédito da imagem: Reuters
Sabendo que precisava acelerar ao máximo para não precisar contar com um novo pit stop dos rivais, Hamilton voltou a impor um ritmo forte, fazendo voltas mais rápidas em sequência. Com pneus novos, contra os mais desgastados dos rivais, o inglês passou a encostar em ambos. Na 59ª das 70 voltas, a diferença de Vettel para Hamilton era de 3s7; na volta seguinte, caiu para 2s1, graças ao ritmo impressionante do inglês.

Na 62ª volta, Hamilton conseguiu passar por Sebastian Vettel na freada que antecedia à reta principal. Resta apenas Fernando Alonso, àquela altura pouco mais de 1s à frente. Praticamente seu pneus, o alemão entrou nos boxes logo depois, caindo para quinto.

A disputa pela liderança durou toda a 64ª volta. Na última curva antes da reta final, no mesmo lugar em que havia superado Vettel, Hamilton colocou de lado e passou Fernando Alonso, assumindo novamente a liderança. 

Ultrapassado por Hamilton, Alonso já não conseguia mais manter o ritmo. O espanhol foi ultrapassado por Romain Grosjean, Sérgio Pérez e Sebastian Vettel, arrastando-se até a quinta colocação.

GP do Canadá - classificação final
1-) Lewis Hamilton (GBR/McLaren-Mercedes) – 70 voltas
2-) Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) – a 2s5
3-) Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) – a 5s2
4-) Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) – a 7s2
5-) Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 13s4
6-) Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – a 13s8
7-) Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) – a 15s0
8-) Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) – a 15s5
9-) Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) – a 24s4
10-) Felipe Massa (BRA/Ferrari) – a 25s211-) Paul di Resta (GBR/Force India-Mercedes) – a 37s6
12-) Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) – a 46s2
13-) Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) – a 47s0
14-) Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari) – a 1min04s4
15-) Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) – a 1 volta
16-) Jenson Button (GBR/McLaren-Mercedes) – a 1 volta
17-) Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) – a 1 volta18-) Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) – a 1 volta
19-) Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) – a 1 volta
20-) Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) – a 3 voltas

Melhor volta: Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) – 1min15s752 na volta 70
Não completaram:Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) – a 14 voltas (hidráulico)
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) – a 27 voltas (mecânico/DRS)
Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) – a 46 voltas (mecânico/freios)
Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) – a 48 voltas (acidente)

São-paulinos desembarcam com seleção e podem enfrentar o Santos




O São Paulo poderá ganhar reforços de última hora para o clássico contra o Santos, neste domingo, às 17h (de Brasília). Os três jogadores da equipe do Morumbi que estavam com a seleção brasileira - Lucas, Casemiro e Bruno Uvini – desembarcaram na manhã deste domingo no Aeroporto de Guarulhos, e, mesmo com o curto intervalo de tempo até a partida, deixaram aberta a possibilidade de entrar em campo no final da tarde.


“Vou para o CT (da Barra Funda) porque eles (diretoria) querem conversar comigo. O Adalberto (Batista, diretor de futebol) quer conversar comigo, não sei se é para jogar ou não. Se pedirem para jogar, tenho que estar em campo. Acho que aguento. Falando aqui eu estou bem. Tem de ver dentro do campo, correndo, para ver como é que o meu corpo se comporta. Por ser um clássico dá para fazer um esforço a mais. Sou funcionário do clube, se eles quiserem que eu jogue tenho de estar à disposição, sem reclamar, correndo bastante para ajudar o São Paulo”, afirmou Lucas, cujo discurso foi similar ao de Casemiro.

“Dá para pensar no Coritiba (na próxima quinta, pela Copa do Brasil), até mesmo no Santos. Quem sabe?”, afirmou o volante.

Apesar de terem entrado somente no final da derrota por 4 a 3 para a Argentina, no sábado, Lucas e Casemiro viajaram cerca de dez horas desde Nova York até a capital paulista. Já Bruno Uvini jogou os 90 minutos pela seleção, mas não é titular da zaga da equipe tricolor. 

O clássico contra o Santos será realizado às 18h30 (de Brasília), no Morumbi.

Liga Mundial de Volei: Brasil se vinga, vence Polônia e fecha etapa da Liga Mundial na liderança do grupo



Em partida equilibrada, o Brasil bateu a Polônia por 3 sets a 1, parciais de 26/24, 25/17, 23/25 e 25-23, neste domingo, pela última rodada da etapa brasileira da Liga Mundial de vôlei. Com o resultado, os comandados de Bernardinho chegam a 21 pontos, ultrapassam a própria Polônia, com 20 pontos, e ficam na liderança do Grupo B que ainda conta com Canadá e Finlândia (6 e 4 pontos, respectivamente).

O resultado, além de garantir o primeiro posto na chave, ainda tem um gosto especial para os brasileiros. Afinal, nos dois outros confrontos que as equipes haviam feito, ocorridas no Canadá e na Polônia, a seleção dos leste europeu havia vencido ambas por 3 sets a 2.


Agora, as duas seleções voltam suas atenções para a última etapa, que ocorrerá em Tampere, na Finlândia. O Brasil jogará no próximo dia 15 contra o Canadá, enquanto os poloneses enfrentarão os donos da casa.

O destaque da vitória brasileira novamente foi o oposto Wallace. Maior pontuador nas partidas contra Canadá e Finlândia, quando anotou 13 e 14 pontos, respectivamente, o atleta novamente foi o que deu maior contribuição para o triunfo ao anotar 23 pontos.

O jogo

Em um primeiro set bastante equilibrado, Brasil e Polônia alternavam bons momentos e não conseguiam abrir uma larga vantagem no placar. Contando com o apoio da torcida, o Brasil aproveitou a chance que teve e fechou a primeira parcial em 26/24, ao se beneficiar do erro de um adversário que carregou a bola.

Animado, o Brasil seguia encontrado uma equipe resistente do outro lado, assim, a partida seguida bastante disputada. Porém, melhor em quadra, os comandados de Bernardinho se mantiveram à frente do marcador durante todo o set por uma margem pequena de diferença. Na parte final, a seleção polonesa sentiu um bom mento dos adversários, que anotaram uma sequência de pontos, abriram boa vantagem e fecharam com 25/17.

No terceiro set, o duelo seguiu bastante agitado e emocionante e, assim como na primeira, a parcial seguiu indefinida até a parte final. Porém, dessa vez, os poloneses levaram a melhor: 25/23. 

Precisando vencer o quarto set para ficar com a ponta da chave (mesmo que o Brasil vencesse por 3 sets a 2, as duas equipes emapatariam em pontos e a Polônia ficaria com a liderança pelo número de vitórias), os comandados de Bernardinho tomaram a iniciativa e assumiram a dianteira do marcador na segunda metade da parcial para, com dificuldades, vencer por 25 a 23.



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Euro Copa 2012: Atual campeã, Espanha para na marcação da Itália e só empata na estreia da Euro




Tudo igual no primeiro grande clássico da Eurocopa-2012. Mostrando muita força defensiva, a Itália conseguiu parar a atual campeã e principal candidata ao título, a Espanha, e ficou no empate por 1 a 1, em Gdansk, na abertura do grupo C do torneio continental.
Os espanhóis, aliás, entraram em campo como o time a ser batido na Euro, uma vez que são os atuais campeões mundiais e continentais e têm um elenco recheado de estrelas, como Casillas, Xavi, Iniesta, David Silva e Fábregas. Já a Itália atravessava um momento complicado. Dentro e fora dos gramados.
Em campo, o time de Cesare Prandelli perdeu seus três últimos amistosos. Não bastasse isso, sua preparação foi atrapalhada pela divulgação de mais um escândalo de manipulação de resultados. No entanto, esse aparente favoritismo dos espanhóis não ficou visível no primeiro tempo.
A Espanha até demonstrou a habitual qualidade na troca de passes. Mas encontrava muitas dificuldades para chegar ao gol, graças, principalmente, a uma quase perfeita marcação italiana. Para se ter ideia, a primeira grande defesa do italiano ocorreu apenas aos 29min, em um chute de Iniesta.
Os italianos, por outro lado, também eram perigosos. Aos 13min, por exemplo, o goleiro Casillas foi exigido em uma bela cobrança de falta batida por Pirlo. Depois, aos 22min, Cassano bateu cruzado e quase fez. No geral, a Itália se doava em campo se mostrava mais objetiva quando chegava ao ataque. Aos 45min, Thiago Motta cabeceou e viu Casillas fazer um milagre.
Para o segundo tempo, a expectativa era saber se a Espanha encontraria espaços na defesa italiana. Ate voltou melhor e criou duas belas oportunidades com apenas cinco minutos. Mas a Itália se reencontrou em campo e voltou a acertar sua marcação. E continuava dando sustos. Ao 8min, Balotelli ganhou na dividida de Sergio Ramos, entrou livre na área e teve tempo de escolher o que iria fazer. Pensou muito e o próprio Sérgio Ramos fez o desarme.
Errou o gol e, coincidentemente, acabou saindo. Seu substituto, Di Natale mostrou estrela, recebeu de Pirlo, aos 15min, e tocou na saída de Casillas. Esperava-se uma Itália ainda mais fechada. Mas, enfim, o toque de bola espanhol deu certo. Apenas quatro minutos mais tarde, Fabregas recebeu de David Silva e deixou tudo igual.
O jogo era aberto, com oportunidades claras para os dois lados. Fernando Torres teve duas excelentes chances, mas pecou pelo preciosismo. Marchisio também poderia ter anotado o segundo dos italianos. Apesar disso, o empate persistiu.


Fonte: UOL Esporte
Postado Por TV ao VIVO. Reavendo Noticia Esporte e Noticias de Parnaiba
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sábado, 9 de junho de 2012

Eliminatórias copa 2014 - No fim, Chile bate Venezuela, ultrapassa Argentina e é líder nas Eliminatórias


O Chile suou, mas bateu a Venezuela fora de casa, neste sábado. Com o 2 a 0 apertado, com os dois gols marcados a partir dos 39 minutos do segundo tempo, a equipe ultrapassou a Argentina e é a nova líder das Eliminatórias Sul-Americanas.
Com o resultado, o Chile soma 12 pontos, contra 10 da Argentina e 8 do Uruguai, terceiro colocado. A diferença é que o Chile tem seis jogos, contra cinco de Messi e companhia e quatro do Uruguai, que joga neste domingo em casa contra o lanterna Peru e pode assumir a liderança real da tabela.
De qualquer forma, o resultado ajuda o Chile a consolidar sua posição rumo à Copa de 2014. Dos nove times que estão na disputa, os quatro primeiros garantem vaga direta no Mundial do Brasil, enquanto o quinto tem de disputar uma repescagem contra um time de uma confederação ainda não definida.
A julgar pelo resultado deste sábado, contra a Venezuela que também está na briga por uma vaga, o Chile não terá vida tão complicada. Mesmo fora de casa, a equipe foi superior durante quase todo o tempo e criou as melhores chances, mas só definiu o placar no fim.
Aos 39 do segundo tempo, Matias Fernandez recebeu na área e bateu cruzado, contando com um desvio para abrir o placar. Aos 46min, Aránguiz completou, de carrinho, uma jogada de Pinto e garantiu o 2 a 0. 


Postado por Juarez Alves
Fonte: Uol Esporte


Brasileirão Série A 2012 - Na estreia de Ronaldinho, Jô garante a vitória do Atlético sobre o Palmeiras


Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press

Holofotes voltados para Ronaldinho Gaúcho, mas quem decidiu foi Jô. Com gol do atacante, o Atlético venceu o Palmeiras por 1 a 0, neste sábado à noite, no Pacaembu, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Com a vitória, o Galo foi a 10 pontos e assume, pelo menos momentaneamente, a liderança. Na próxima rodada, no fim de semana que vem, o Alvinegro pega o São Paulo, novamente na capital paulista.

Participativo, mas pouco inspirado nos 45 minutos iniciais

Ronaldinho Gaúcho tentou ser o organizador das jogadas do Atlético, conforme o desejo do técnico Cuca. Centralizado, mas caindo mais pela esquerda, ele foi participativo, porém, o brilho ainda não reapareceu. Foram muitos toques de lado e algumas tentativas de lançamentos. O meia foi também o cobrador oficial de ‘bola parada’, nenhuma com perigo.

A falta de inspiração não foi exclusividade de Ronaldinho. O Galo foi melhor que o Palmeiras, mais bem organizado e mais ofensivo. Entretanto, pouco objetivo. Muitas vezes, a equipe insistiu em lançamentos longos para Jô, isolado no ataque. As primeiras tentativas de gol foram em chutes de longa distância de Jô e Richarlyson, ambas para fora.

Aos 15 minutos, Ronaldinho Gaúcho fez a típica jogada de olhar para um lado e tocar para o outro, deixando Jô na cara do gol. Mas o atacante estava impedido. Na grande chance do Atlético, aos 21 minutos, Bernard perdeu um gol incrível. ele recebeu de Danilinho na área e ficou cara a cara com Bruno. A finalização foi para fora. O Palmeiras errou muito passes e resumiu seu jogo a alguns chutes de fora da área. 

Mais efetivo na etapa final


Quem decidiu foi Jô, ao marcar o gol do Galo logos aos três minutos, completando de cabeça o cruzamento de Bernard.

Já Ronaldinho Gaúcho passou a ser mais efetivo. Os passes mais objetivos e em direção ao gol. Por duas vezes, ele deixou companheiros na cara do gol. Aos 14 minutos, o árbitro apontou falta de Jô no zagueiro. Os atleticanos reclamaram. Aos 23, cruzou para o atacante cabecear e o goleiro Bruno salvar o Palmeiras. Cinco minutos depois, o camisa 49 do Galo cobrou falta, Bruno não segurou e Rafael Marques marcou. Porém, a arbitragem viu impedimento no lance, para mais questionamentos do Galo.

O Palmeiras seguiu criando pouco. Mas tinha em campo Marcos Assunção, especialista em cobranças de faltas. Por duas vezes, aos 38 e aos 42 minutos, carimbou o travessão do goleiro Giovanni.

PALMEIRAS 0 X 1 ATLÉTICO

PALMEIRAS
Bruno; Cicinho (João Vitor), Henrique, Thiago Heleno e Juninho; Marcio Araújo, Marcos Assunção, Felipe (Maikon Leite) e Daniel Carvalho; Luan (Mazinho) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari0

ATLÉTICO
Giovanni; Marcos Rocha (Serginho), Rafael Marques, Réver e Junior César; Pierre, Richarlyson, Danilinho (Leonardo Silva), Bernard (Leandro Donizete) e Ronaldinho; Jô. Técnico: Cuca

Motivo: 4ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 9 de junho de 2012

Gol: Jô, 3min 2ºT

Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Auxiliares: José Javel Silveira (RS) e Carlos Henrique Selbach (RS)

Cartão amarelo: Marcos Rocha, Jô, Pierre, Danilinho (ATL), Luan, Marcio Araújo, Henrique (PAL)


Postado por Juarez Alves

Messi reforça fama de 'carrasco' da seleção, faz 3 gols, e Argentina vence amistoso nos EUA




Brasil e Argentina fizeram um amistoso eletrizante neste sábado, em Nova Jersey, com direito a viradas no marcador e um espetáculo apresentado por Lionel Messi. Foram 3 gols do camisa 10, responsável pela vitória dos argentinos por 4 a 3. A partida aconteceu no estádio MetLife, no encerramento da turnê da seleção nos Estados Unidos.
Messi reforça sua condição de indigesto contra brasileiros. Ele já havia eliminado a seleção no Mundial sub-20, em 2005, pelo sub-23 (Olimpíada), em 2008, e vencido o Brasil em amistoso pelo profissional, em 2010.
O amistoso em Nova Jersey recebeu 81 mil espectadores. A organização do estádio distribuiu código de conduta à torcida com algumas proibições curiosas. O torcedor que for flagrado xingando seria expulso do estádio. Vuvuzelas, camisetas com inscrições ofensivas e cigarros também foram vetados na área interna.
Em campo, a seleção apresentou maior volume até a metade da primeira etapa. Neymar pediu bola, trocou passes e teve duas boas chances de gol. A Argentina se resumia a tentar contragolpes.
Superior na partida, a seleção abriu o marcador aos 23 min do 1º tempo. Neymar cobrou falta na área, Romulo apareceu livre, dominou a bola e finalizou.
O atacante do Santos deu trabalho à zaga argentina, pedindo pênalti após cair dentro da área.
Messi era figura apagada até os 30 min iniciais. Mas o camisa 10 mostrou por que é craque. Foram dois lances, dois lindos gols.
Na sua primeira jogada de ataque no clássico, Messi arrancou em velocidade e chutou na saída de Rafael, empatando a partida, aos 31 min de jogo. O lance surgiu de um erro de Sandro, que perdeu a bola e proporcionou o contra-ataque.
Três minutos depois, novo gol de Messi, uma cópia do primeiro gol dele. O mesmo roteiro: Messi recebe a bola em contragolpe, vence a zaga e finaliza tranquilamente, desta vez superando o goleiro Rafael.
Messi pegava a bola e era preciso; Neymar fazia boa partida, aparecendo com intensidade. Ele deu passe para Hulk, mas o atacante desperdiçou grande chance de gol.
Argentina seguia atacando em jogada em velocidade, perdendo chances seguidas de gol no 2º tempo. Os argentinos eram melhores em campo quando o Brasil empatou, com Oscar. Ele tabelou com Damião e chutou dentro da área.
Brasil e Argentina faziam jogo equilibrado na 2ª etapa, com boas chances de gols para as duas equipes.




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Eurocopa 2012 - Em jogo difícil, Mario Gomez garante vitória alemã sobre Portugal por 1 a 0


A Seleção Alemã estreou bem pela Eurocopa 2012 neste sábado, conquistando uma vitória sobre Portugal pelo segundo jogo do Grupo B. A equipe germânica encontrou dificuldades, levando bolas na trave de Pepe e Nani, mas conseguiu os primeiros três pontos na competição pelo placar mínimo, com Mário Gomez marcando no segundo tempo. 

O primeiro tempo apresentou um jogo muito concentrado no meio-campo, com poucas oportunidades criadas pelas equipes. Algumas das principais, porém, surgiram logo no começo, com Mário Gomez cabeceando cruzamento de Boateng para boa defesa de Rui Patrício no segundo minuto.

Aos oito minutos, Podolski chutou de primeira da entrada da área após cruzamento, também para defesa do goleiro português, aos oito minutos. A partida seguiu sem grandes oportunidades até os 44 minutos, quando veio o principal lance até então: após cobrança de escanteio, Pepe dominou chutou com categoria no ângulo esquerdo de Neuer. A bola bateu no travessão, quicou na linha e saiu. Os portugueses pediram o gol, mas a bola não chegou a entrar.

Aos 20 minutos do segundo tempo, Cristiano Ronaldo recebeu na área em ótima posição para finalizar, mas Badstuber foi muito bem ao se recuperar e dar o bote no astro do Real Madrid. Seis minutos depois, o primeiro gol: Mário Gomez cabeceou cruzamento de Hummels e tirou a bola do alcance de Rui Patrício.

Cristiano Ronaldo levou perigo com um chute da entrada da área aos 36 minutos que exigiu boa defesa de Neuer, mas a melhor chance portuguesa veio logo depois, aos 40: Nani tentou cruzar pela direita, mas acabou mandando a bola em direção ao gol e acertou o travessão alemão. A equipe portuguesa passou a pressionar em busca do empate, tendo uma grande chance de Varela aos 43 minutos defendida por Neuer, mas acabou sendo derrotada.
Dessa forma, a Alemanha se iguala à Dinamarca no Grupo B, considerado o grupo da morte. Os dois ficam com três pontos, enquanto Portugal e Holanda, que perdeu por 1 a 0 para a Dinamarca, não pontuaram.

FICHA TÉCNICA
ALEMANHA 1 X 0 PORTUGAL


ALEMANHA: Neuer; Boateng, Hummels, Badstuber e Lahm; Khedira, Schweinsteiger, Müller (Bender), Özil e Podolski; Gómez (Klose)
Técnico: Joachim Löw

PORTUGAL: Rui Patrício; João Pereira, Pepe, Bruno Alves e Fabio Coentrão; Miguel Veloso, Raul Meireles (Varela) e João Moutinho; Nani, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (Nelson Oliveira)
Técnico: Paulo Bento

Local: Arena Lviv, em Lviv (Ucrânia)
Data: 9 de junho de 2012 (sábado)
Gol: Mário Gomez, aos 26 minutos do segundo tempo
Horário: 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Stéphane Lannoy (FRA)
Assistentes: Frédéric Cano e Michael Annonie (FRA)
Cartões amarelos: Boateng (ALE) e Hélder Postiga e Fábio Coentrão (POR)




Postado por Juarez Alves

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